Hellway Patrol: os Arautos do fim dos tempos invadiram as plataformas digitais

Além da versão em vinil 7”, o novo EP do HELLWAY PATROL, Desert Ghost, que vem sendo recebido de forma extremamente positiva, está disponível também nas principais plataformas de música digital do planeta.
Hellway Patrol

‘Desert Ghost’ foi gravado com instrumental ao vivo no estúdio High Voltage, em Londrina/PR, e vocais gravados no estúdio Wah Wah em São Paulo, com mixagem e produção de Michel Kuaker e masterização pela empresa paulista Absolute Master. A capa foi criada pelo norte-americano David Paul Seymour (Slayer, Anthrax, Opeth, Mastodon, Pentagram).

A versão digital, estendida, está em plataformas como Spotify, iTunes, Bandcamp e inúmeras outras, confira alguns links:





Quem preferir o material físico, o vinil de ‘Desert Ghost’ e outros materiais do HELLWAY PATROL, basta entrar em contato com a banda por um de seus canais oficiais. Envio para todo o Brasil

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Fonte: Metal Media

NervoChaos: novo álbum está chegando!


Está cada vez mais próximo o lançamento do novo álbum de um dos principais nomes do Metal nacional na atualidade: o paulista NERVOCHAOS.


Mais uma vez o grupo esteve na Itália, no Alpha Omega Studios, ao lado do produtor Alex Azzali para registrar o que será seu oitavo álbum de estúdio.

Ainda sem título anunciado, o novo disco é esperado para esse ano ainda, mais uma vez sendo lançado em parceria com as gravadoras Cogumelo Records e Voice Music no Brasil. Muito em breve mais detalhes sobre o aguardado álbum serão apresentados.


O NERVOCHAOS também se prepara para voltar aos palcos no início de outubro, seguindo a Nyctophilia Tour 2018, agora pela América Latina.

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Fonte: Metal Media

Encéfalo: "DeaThrone" é a afirmação do grupo no cenário

Já não é de hoje que o cearense ENCÉFALO é um dos nomes mais queridos e respeitados do cenário brasileiro. Com álbuns e turnês pelo Brasil e exterior na bagagem, o grupo vem com seu novo trabalho firmar de vez seu nome.


Batizado de ‘DeaThrone’, o terceiro disco do grupo apresentou não apenas sua nova formação, mas também uma nova visão, mais extrema, adicionando mais Death Metal ao seu já pesadíssimo Thrash Metal.



Essa nova visão tem sido muito bem recebida pelos fãs e pela mídia especializada. Confira algumas citações feitas em resenhas:

“Consolida-se como um dos grandes nomes do Death Metal nacional” – Whiplash
“Essencial para qualquer deathbanger” – Cangaço Rock
“O grupo cearense demonstra muita maturidade” – Dicas de Metal
“Que som foda dos infernos!” – Metal na Lata
“Certamente um dos grandes álbuns nacionais de 2018” – A Música Continua a Mesma
“Mais um belo trabalho destes extremos do Ceará!” – Arte Metal
“Sons que não deixam pedra sobre pedra” – Road To Metal
“Muito bom gosto e profissionalismo” – Heavy and Hell
“Uma locomotiva descarrilhando em alta velocidade numa descida!” – Gaveta de Bagunças
“O Encéfalo já não cabe mais no Brasil” – Heavy Metal Thunder

‘DeaThrone’ está disponível para audição gratuita no YouTube:
Aos que preferirem ouvir um dos discos mais elogiados do ano em outras mídias, DeaThrone também está disponível nas principais plataformas de streaming do mundo. Para ouvir, basta fazer uma busca em seu aplicativo de preferência ou seguir um dos links abaixo:

Spotify: https://open.spotify.com/album/08gOOhpi1Py4QrZkr9fOhv
iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/deathrone/1387171852
Google: https://goo.gl/rvC7z4
Deezer: https://www.deezer.com/br/album/63964422


‘DeaThrone’ foi lançado pela Shinigami Records. O disco foi gravado no VTM Studio e no Noronha Home Studio, onde também foi mixado e masterizado. A capa foi criada pelo artista Ygor Nogueira. O disco conta com dez faixas.

A versão física do álbum pode ser comprada com o selo, nas melhores lojas especializadas e diretamente com o ENCÉFALO – assim como todo o merchandise da banda – por e-mail ou Facebook, envio para todo Brasil.

Links relacionados:
E-Mail: bandaencefalo@gmail.com
Facebook: https://www.facebook.com/encefaloband
Instagram: https://www.instagram.com/encefaloband
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCvOImYOQ8U3kLY3PxdmzfOw
Spotify: https://open.spotify.com/artist/1kYvTYHmtvN1kxmpMUhwKR
iTunes: https://itunes.apple.com/br/artist/enc%C3%A9falo/1209164718
Metal Media: http://www.metalmedia.com.br/encefalo

Fonte: Metal Media

Topfive: mulheres no underground #5

Como "a revolução será feminista ou não será", ouça o grito do empoderamento através de cinco bandas em ascensão no Topfive de hoje com as cinco melhores bandas (em ordem aleatória) com integrantes mulheres no underground punk, hardcore e riot! 



01) Charlotte Matou Um Cara - São Paulo/SP

"'Charlotte Matou Um Cara' quer destruir o machismo no grito", como bem disse o site azmina, é a melhor definição para essa banda músicas com letras diretas e som matador. Inspiração de quase todas as bandas no estilo riot grrl, o nome faz referência à Charlotte Corday, que matou Jean-Paul Marat durante a Revolução Francesa e através dos gritos de Andrea, Dori na bateria, Camis no baixo e Nina na guitarra, a banda cumpre o papel a que se propõe de incendiar nossos corações e destruir o patriarcado em cada música. (Para ouvir e baixar gratuitamente o disco: https://charlottematouumcara.bandcamp.com/)



02) Cosmogonia - Osasco/SP

Cosmogonia é uma banda Punk/Hardcore Feminista, formada em 1993, em Osasco-SP.  É uma das bandas pioneiras do Movimento Riot Grrrl no Brasil. Entre 1998 e 2006, a banda gravou alguns singles, participou de coletâneas e se apresentou em vários festivais de hardcore pelo Brasil. Depois de 12 anos de hiato, em 2017, três integrantes se reencontraram e decidiram reviver a banda. A formação atual conta com a energética Gabi nos vocais, Maria Esther na guitarra, Dani na bateria e Karol no baixo, com o mesmo ideal de seu começo: transmitir o feminismo e o empoderamento feminino com muita musicalidade.



03) Blastfemme - Rio de Janeiro/RJ
Idealizada por mulheres, Blastfemme carrega consigo raízes punks, disco music e rock noventista. Enquanto Jhou encarrega-se de suas impecáveis linhas de baixo, Vladya marca presença com sua bateria avassaladora, enquanto Igor “flameja os corações” com a sua guitarra distorcida e Dani arremata com seu vocal e performance extraordinária. A banda conquistou o prêmio Gabriel Thomaz de Música Brasileira 2017 de Hit do Ano pela "Obrigada Pela Parte Que Me Tocas". Com sangue quente junto ao seu ativismo feminista, Blastfemme intimida e diverte enquanto faz sua militância.



04) Sapataria - São Paulo/SP
As meninas começam a tocar e você sente como se o queixo caísse no chão: mesclando riot, punk e hardcore, Sapataria é uma banda lésbica, feminista e não tem pena de abusar das letras diretas para levantar todos os aspectos importantes relacionados a tais temas. Marina (guitarra), Dan (baixo), Isa (bateria) e Zu (vocal) acabaram de lançar seu primeiro EP que já começa passando o recado: "eu tenho orgulho de ser sapatão".



05) Manger Cadavre? - São José dos Campos/SP

Na ativa desde 2011, Manger Cadavre?, que constantemente era considerada banda com muitos homens para eventos de mulheres e muito feminina para eventos com bandas majoritariamente feita por homens, finalmente conseguiu seu lugar ao sol (após muito trabalho e militância) e vem fazendo um ótimo ano nesse 2018. Nata (vocal), Marcelo Augusto (guitarra), Marcelo Kruszynsk (bateria) e Jonas (baixo), a MC? toca hardcore dos bons com influências de crust; possui dois singles, três EPs e um split lançados.



Kike Oliveira: nova música de trabalho "Linda Flor" ganha videoclipe que já ultrapassa os 60 mil views

O tão sonhado trabalho junto de Rick Bonadio e Giu Daga, três músicas intensas e cada uma com sua característica ímpar. Fazem parte deste EP as músicas "Linda Flor", "Vivo Nessa Solidão" e "Pode Ser Que Sim".




Mas uma das músicas chama a atenção em especial. "Linda Flor" além de ter ganho um videoclipe, a música encanta por sua melodia astronômica e pela sua letra de fácil memorização dando oportunidade de cantar junto. 

O videoclipe foi postado no canal oficial do Midas Music e em um pouco mais de duas semanas, o trabalho já ultrapassa mais de 60 mil visualizações e quase 100 comentários. A receptividade do clipe e do novo trabalho anima a todos os envolvidos que buscam cada vez fazerem o seu melhor.


"O Kike Oliveira arrebentou nesse clipe e na música e já vai mostrando a cara da nova geração de músicos que vai invadir nossas rádios e playlists com muito sucesso e verdade." Dizia um comentário no clipe com nome de sua conta no YouTube de Giuliano Condé. Já outro usuário do YouTube com o nome de Rafael Gomes deixou o seguinte comentário: "Mandou bem de mais pessoal. Sou músico e achei tudo na medida certa, o clipe  não faz vergonha, é tudo de muito bom gosto.".

Enquanto continua o trabalho árduo de divulgação dessa nova etapa, Kike Oliveira continua conciliando sua agenda que não para. Lembrando que o artista atende fãs, imprensa e contratantes por suas redes oficiais, enquanto isso, podemos assistir o clipe na íntegra:


Kike Oliveira - Linda Flor (Videoclipe Oficial)
Autor: Kike Oliveira, Pedro Borba
Produzido por: Giu Daga
Direção Artística: Rick Bonadio

Gravado e Mixado no Midas Studios - SP
Engenheiro de Gravação: Giu Daga e Lucas Medina
Assistente de Gravação: Ozeias Matos
Engenheiro de Mixagem: Giu Daga
Assistente de Mix: Ozeias Matos
Pós-produção de áudio: Peter Filgueiras
Masterizado no Midas Studios por: Renato Patriarca

Videoclipe:
Direção: Tony Santos e Kenny Kanashiro
Coordenação de Produção: Rodrigo Godoy
Assistente de produção: Camila Araújo, Lucas Godoy
Iluminação: Ronaldo Macalé 
Figurino: Maria Espiaut, Helena Dib
Maquiagem: Anna Rita Trunkl
Edição e finalização: Kenny Kanashiro

Agradecimentos: Made In Brazil Music Megastore (https://www.madeinbrazil.com.br/)

Diretor de Marketing: Hélio Leite
Marketing e Produto: Jô Pires
Gerente de Produto: Leo Mergulhão
Modelo: Michelle Lino

Vidaincerta: Setembro amarelo inspira disco de estreia

Com nove faixas, o álbum tem influências do trap ao R&B



O ex vocalista da banda Analisando Sara, Gilberto Junior, agora mais conhecido como  Vidaincerta,acabou de lançar o seu álbum de estreia. Intitulado Pessoa Tóxica, o disco aborda a depressão e faz alusão à campanha Setembro Amarelo. Produzido pelo beatmaker Sérgio Kamada (Emmercia), o trabalho foi masterizado por Rafael Ditolvo. 

O artista é natural de Santos e o disco é influenciado por gêneros como trap, pop e R&B, vertentes completamente distintas da Analisando Sara - que obteve destaque no cenário independente tocando rock entre 2006 e 2016. Pré-produzido pelo vocalista e guitarrista Yago Jacques (Atlante), o trabalho conta com nove faixas ao todo.

Vidaincerta afirma que a doença afetou a sua relação com amigos e familiares. “As pessoas que conviveram comigo tiveram de lidar com o meu pior lado. A depressão me fazia  ter uma toxicidade que fugia do meu controle. Ninguém se sente triste ou retraído porque quer ficar desta forma”.

Segundo o músico, o álbum traz uma mensagem positiva, mesmo falando sobre este tema. Para ele, “ao longo do trabalho, tento dizer o que aprendi entre os erros e acertos que obtive. Hoje tenho consciência do quanto fui tóxico e da forma como perdi o controle da minha vida”, ressaltou.

O disco Pessoa Tóxica já está disponível entre as principais plataformas de streaming, tais como Spotify, Deezer e iTunes. Escute-o na íntegra pelo link: https://spoti.fi/2QzJjLj.


Fonte: Pablo Mello 

QUADRO NEGRO - #4 Vakinha da MOTIM

Mesmo que você não seja do Rio de Janeiro, imagina um espaço que, apesar de denominar-se uma "casa independente, feminista e insubmissa", é o lugar mais acolhedor no meio underground que você vai encontrar. 





Chegar lá e ver a dona do lugar com os filhos e o marido, dando de amamentar para o seu bebê, sentada em um sofazão preto e se ajeitar para trocar uma idéia com o amigo ou a amiga que entrou (porque lá somos mais que frequentadoras e frequentadores)... Definitivamente não é em qualquer canto que você vai se deparar com essa cena maravilhosa. 



Ajude a MOTIM a reabrir suas portas. 


A Vakinha vai até o dia 20/09/2018. Veja como no texto abaixo, escrito pela sua própria organização .

"Foi em agosto de 2016, logo depois de uma onda de denúncias feitas por mulheres contra produtores, artistas e administradores de espaços culturais no Rio, que nasceu a MOTIM. Duas amigas alugaram uma sala no centro da cidade para hospedar projetos feministas independentes e construir um espaço seguro para artistas e produtoras. De lá pra cá, a casa abrigou uma programação constante de oficinas, cursos livres, rodas de conversa, trabalhos manuais, festivais de música, ensaios de bandas, gravações, exposições e todo tipo intervenção artística que se propusesse a ocupá-la, até abril deste ano, quando encerrou as atividades por tempo indeterminado. Já em novo endereço, a MOTIM lança campanha de financiamento para reabrir as portas com administração coletiva. 


A MOTIM nasceu da necessidade de tocar nossos projetos de forma segura e autônoma, decidimos que iríamos arregaçar as mangas e botar a cara no Sol. Inicialmente éramos eu e Amanda Flores (vocalista da banda Ostra Brains), mas sempre contamos com uma grande rede de afeto de manas que chegavam para ajudar de todas as formas”, conta Letícia Lopes, vocalista e guitarrista da banda Trash No Star.

Moradora da Baixada, ela vê a ocupação do centro da cidade como uma saída para descentralizar o eixo cultural estruturado na Zona Sul. O novo endereço permanece no centro, próximo ao metrô Uruguaiana, e conta com uma estrutura mais adequada para eventos, além de mais espaço para abrigar a todos os projetos. A campanha de financiamento coletivo vai custear os contratos com a imobiliária, os requisitos de segurança e itens básicos que faltam para abrir e manter um ambiente saudável e seguro para todos os frequentadores.



Quando se tem uma curadoria feita por mulheres com diferentes vivências e espaços de fala, automaticamente já estamos transformando a maneira de fazer cultura na cidade. A MOTIM representa mais do que resistência num cenário de escassez, representa construção de um caminho paralelo, mesmo. A ideia é poder desenvolver um novo fazer artístico, em que seja possível ressignificar as velhas ferramentas, as mesmas que excluem e discriminam desde sempre, respeitando a pluralidade e a diversidade de fala. Pra mim essa é uma sementinha que foi plantada em 2016 e agora começa a brotar. Um novo começo”, reflete Larissa Conforto, artista carioca e colaboradora da casa.Com espírito do it yourself (faça você mesma) e propondo uma disruptura através da união, a coletiva formada por Bel Baroni, Hanna Halm, Helena Assanti, Larissa Conforto, Leticia Lopes, Marcelle Helt, Nathanne Rodrigues, Vitoria Parente, Fefê Alves e Yuri Santos acredita na ação compartilhada e entende a iniciativa como um espaço aberto a ser ocupado com ideias e projetos transformadores, prioritariamente feministas e interseccionais que construam respeito, igualdade de direitos e oportunidades, convivência e troca de experiências, e transformação local de produção cultural crítica com foco no trabalho por/para/com mulheres.

A campanha está aberta na plataforma Vakinha com uma cota única de R$ 25. Para os apoiadores será oferecido um mês de entrada VIP nos eventos da casa, além de um passaporte válido por dois meses para participação em oficinas ministradas pelas administradoras. O nome dos apoiadores estará impresso em um poster especial de reabertura da MOTIM."

Confira o vídeo da campanha: https://youtu.be/-SEFyk7GR2Y
Colabore com a Vakinha: http://vaka.me/768glu

Cobertura: Sublime With Rome (Rio de Janeiro/RJ)

Sublime é uma banda referência não só no Reggae mundial como também na cena Pop e Rock. Consagrada pelos hits Santeria, What I Got e Scarlet Begonias, deparou-se com a precoce morte de seu vocalista e líder em 1996, Bradley Nowell.



Os membros remanescentes deram prosseguimento  com o vocalista e gênio da guitarra Rome Ramirez, cujo carisma no palco é hipnotizante.

Claramente há uma divisão em era Bradley e era Rome, já que o novo vocalista dá uma cara diferente às músicas, apesar do timbre ser muito parecido com o de Nowell.

A banda, que agora leva o nome de Sublime with Rome, apresentou-se no Brasil em algumas cidades e, no sábado esteve no espaço HUB RJ, aqui no Rio de Janeiro.

A noite começou com abertura da banda La Raza que parece ter influências de bandas como Red Hot Chili Peppers, Suicidal Tendencies e pelo próprio headliner, tocou seu setlist habitual (o mesmo da apresentação da banda no Imperator no ano passado) somado a um cover de Give It Away.

Sublime with Rome abriu seu show com a elétrica Date Rape, música das mais conhecidas da banda e seguiu um setlist enlouquecedor, embora aparentemente tenha sido menor do que o da apresentação de São Paulo (não tocou Take It Or Leave It, por exemplo), mas não faltou a dançante Wicked Heart, música nova da banda. Apesar dos outros membros não esboçarem quase reação parecendo mumificados pelos hashs (entre outras coisas ilícitas provavelmente), todos eles arrepiaram nos seus respectivos instrumentos - destaque para Eric Wilson e sua habilidade impressionante no baixo.

Apesar de ter sido um show absurdo de bom, o público (que parecia ser mais cativo das festas alternativas do HUB RJ do que fãs da banda) parecia mais preocupado majoritariamente em puxar um baseado e conversar com os amigos do que interagir com a banda ou com as músicas. O que realmente levou a galera ao delírio foi Santeria, que como maior sucesso comercial dos caras, obviamente foi deixada para ser a música final da apresentação.



Outro ponto importante foi a organização do evento. Não houve conferência de ingressos e devido à chuva, abriram os portões e deixaram as pessoas entrarem em grande evasão, o que é bom para quem queria assistir e estava ali pela entrada tentando arrumar alguma forma de entrar, mas ruim para o público pagante e para a produção também. Teve food truck e, como na área onde o HUB RJ está localizado não tem opção para comer, essa foi uma grande sacada.

Agora o público aguarda com expectativa os próximos shows, Cypress Hill e Pennywise - este último, que seja sem pista Premium para facilitar stage dives e rodas punks.

O Nosso muito obrigado à assessora de imprensa Ana Paula por ter disponibilizado nossa cobertura do evento.

Resenha: Deformed By Law - Expurgo (2018)

Como um estilo que se propõem ser anti-musical na sua síntese, consegue produzir bandas tão incríveis que unem técnica à total falta de padrões musicais comuns, músicas que não tem refrões que sejam assimilados facilmente e algumas faixas com menos de um minuto consegue ser tão bom?!; Sem dúvida o Grindcore não é para o ouvinte comum , e se você se enquadra nessa descrição, saiba que o estilo ganhou mais um grande trabalho: Deformed By Law do Expurgo, que consegue ser muito mais do que o já citado. 




O Expurgo faz parte do nosso seleto time de bandas de grind como Are you God?, Desalmado, Facada e outras bandas que seriam demais para citar aqui. A banda se formou em 2001 na região de Belo Horizonte/MG. Sua discografia apresenta nada mais nada menos do que 15 registros entre EPs e um full-length, intitulado ''Burial Ground'' (2010).

Nesse novo registro, a banda mostrou que evoluiu ainda mais dentro da sua proposta, as guitarras estão mais nítidas e ao mesmo tempo mais cortantes. Também é válido dizer que a ''cozinha'' está mais veloz do que nunca. 

As principais temáticas abordadas nas músicas da banda são sobre: humanidade, conflitos, e horror, que por sinal, são excelentes temas para se escrever sobre, e que também são abordados por diversas bandas do estilo. Ao longo destes dezessete anos de carreira, a banda já lançou o total de 15 registros, sendo eles, doze Split's, uma compilação, e dois full-lenghts.

Me pergunto como apontar um destaque em meio de 27 músicas (algo bem normal para um CD de grind), porém não deixa de impressionar o andamento quebrado ''Atmosphere Of Horror'', a ''Xenon Pieces Swallowed'' que foi escolhida para ser o primeiro vídeo-clipe, ''Discurso Do Cadafalso” (que tem uma letra em português, mas que provavelmente passará despercebido aos seus ouvidos), ''Sadistic Executioner”, “Harmless Scares” entre todas as outras. Sabe a sensação de terra devastada após um holocausto nuclear? Pois bem, esse é o efeito que esse trabalho vai causar  em seu cérebro.

Ouça até apodrecer..


FORMAÇÃO
Egon - vocal
Philipe - guitarra e vocal
Sérgio W. Vilhena - baixo
Anderson - bateria

ACOMPANHE O EXPURGO

TRACKLIST
1. Silence
2. Victimized
3. Inhale Radiation Fumes
4. Carnivorous Eyes
5. Dead as Fuck
6. Xenon Pieces Swallowed
7. Interlude
8. The Taste Of Human Toxicity
9. Discurso Do Cadafalso
10. Nasty Gut Feast
11. Classic Utopia Of a Junkie Ambience
12. All Substances Are Toxic Under The Right Conditions
13. Habemus Cannis
14. Deviled Mind
15. Morgue Despair
16. Lungs Decay
17. Devil Variation
18. Sadistic Executioner
19. Harmless Scares
20. Agateophobia
21. Atmosphere Of Horror
22. Deploring Connections
23. Global Suppuration
24. Grey Waste III - Malebolge
25. Walk Among The Dead
26. On The Edge
27. Obsolescence



Dall: "Renascer" marca literalmente o renascimento da banda gaúcha

A natureza funciona por ciclos,
tudo vai e volta, como um eterno pulsar,
uma eterna respiração, uma eterna mudança.
Isso tudo pra chegar a que lugar senão,
aonde transborda o coração e a mente?

"Se das cinzas renasce a phoenix
é a natureza que a conspira a se aperfeiçoar"



Acreditando que todas as coisas passam por fases, eras, ciclos, períodos e que cada uma dessas fases tem suas alegrias e tristezas, porém, fundamentalmente tem seus aprendizados, que tudo muda e, talvez, de certa forma renasce. Com nova formação, novas ideias e novas aspirações, a banda Dall acredita nisso.

A Dall fica feliz em anunciar que o lançamento de sua nova música e também videoclipe Renascer, acontecerá no próximo sábado (22) nas melhores plataformas digitais e também no YouTube.

Também acontecerá a Premiere do clipe ao vivo nesta data, no Pier X, no Iguatemi de Porto Alegre, ás 19h. Todos estão convidados e a entrada é franca. Será exibido o clipe em um telão e rolará uma apresentação com a nova cara da Dall. Quem não puder comparecer, a apresentação será transmitida ao vivo nas redes sociais oficias da banda.

DALL - Renascer
Música produzida, mixada e masterizada pelo nosso baixista/tecladista/vocalista/samplerista/produtorista/guitarrista maravilhoso Neni Hx
Produção do clipe: Franciele Arnold
Atuação: Maia Jordan, Roberta Jorge e DALL
DALL é: Charlie Graeff, Rodolfo Deon e Neni Hx


Final Disaster: gravado o videoclipe de “The Dark Passenger”

O Final Disaster está finalizando o videoclipe da música “The Dark Passenger”, que faz parte de seu EP de estreia, “The Darkest Path”. A direção é de Thiago Almeida e logo será divulgado um teaser do vídeo. O clipe será lançado até novembro.



Recentemente o Final Disaster participou do programa É Noize da AllTV, no quadro “Sessions”, onde tocaram algumas de suas músicas. O É Noize é apresentado por Paulinho Heavy, lenda dos anos 80, que apresentava o Som Pop. Assista, aqui:



A banda também estará participando do segundo volume de um CD tributo ao Helloween, “Helloween Braziian Tribute Part II” – mais detalhes serão revelados em breve.

O Final Disaster deve anunciar novidades muito em breve!

A formação do Final Disaster traz Kito Vallim (vocal), Laura Giorgi (vocal), Daniel Crivello (guitarra), Rodrigo Alves (guitarra), Felipe KBÇA (baixo) e Bruno Garcia (bateria).

Acompanhe o Final Disaster em seus canais oficiais:

Rock Meeting: faça agora mesmo o download do "Collection Six"

A Rock Meeting completa mais um ano. Coloca mais um tijolo no seu degrau. Sempre atribuímos as nossas atividades em prol do Metal feito no Nordeste, apoiando esta cena importantíssima, por vezes sacrificada pela logística, e muito desejada para quem só ouve falar.



O Nordeste é um celeiro impressionante de estilos, cultura, inspirações e diversidade musical sem fim. Para a edição número seis da coletânea anual, trazemos representantes dos nove estados da região. É um orgulho imenso que não cabe nesse apanhado de bandas.

São 21 bandas para seu deleite. Todas contam sua história, abraçando, levando o seu nome e o Nordeste nas costas.

Participam desta coletânea as bandas: Alchimist, Angel's Fire, Decomposed God, Decomposing, Im The Storm, Infested Blood, Korvak, Malkuth, Megahertz, Natural Hate, Necro, Obskure, Sanctifier, Siege of Hate, Son of a Witch, Still Living, Suffocation of Soul, Tanatron, Tchandala, Torturizer e Warcursed.

Para edição de 2018, contamos com a participação do designer Jonathan Canuto que desenvolveu a parte gráfica desta coletânea.

Rock Meeting Collection Six está aí para ser ouvida, conhecida e disseminada. Quem tem ouvido, ouça. E quem tem mídia social, compartilhe. Eles merecem!

Clique aqui para fazer o download.

Fonte: Rock Meeting

Legacy Of Kain: extensa tour anunciada para os meses finais de 2018 e início de 2019

Após a consolidação de sua formação, a banda curitibana Legacy Of Kain (Groove/Thrash Metal) vem a público para divulgar a lista de suas apresentações para o final deste ano e princípio do ano que vem.



Serão 27 datas nos meses de outubro, novembro, janeiro, abril e maio (algumas delas juntamente com a banda Krucipha) passando pelo seu estado natal, assim como cidades de Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul e países como Bolívia e Peru.

Um novo álbum já está em produção para servir de suporte a turnê. Músicas como "O Trono" e "Dias Piores" já estão sendo usadas nos shows da banda e a resposta do público tem sido muito boa, o que só vem a motivar a banda a entregar algo de esmero e qualidade a todos. 

Para ajudar a cumprir os compromissos já estabelecidos (tnto quanto shows como a gravação do novo disco), a banda contará com a ajuda de Ozéias Rodrigues (Stauros, ex Doomsday Hymn e 7th Symphony).

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Legacy Of Kain é:
Markos Franzmann - vocal
Karim Serri - guitarra
Tiago Rodrigues - bateria
 

"I.N.V.E.R.S.O." - Full album



Lyric video 'DF'



Lyric video 'Inverso'



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Spotify: goo.gl/dRpN6s
Deezer: goo.gl/REyWv1
iTunes: goo.gl/ocgVpf
Soundcloud: goo.gl/xvD7ZW
GooglePlay: goo.gl/qU7p3v

Fonte: Lex Metalis Assessoria

Resenha: Dark Victory Day - Obscurity Vision (2017)

Obscuro, brutal e criativo. Nunca consegui digerir muito bem o Black Metal, e sinceramente, tinha (e muitas vezes ainda tenho) um pé atrás com o Death Metal, confesso que não é algo que ouço muito e quando tiro para ouvir é pelo fato de uma banda ter me chamado a atenção, é o caso da Obscurity Vision.




Já começa pela forma da entrega do material, deixo claro minha admiração pelos irmãos Luiz Rodriguez e João Rodriguez. Em um desses encontros "de bailinho headbanger", o Luiz veio me cumprimentar, como bons amigos tivemos uma conversa bacana e do nada para minha surpresa, o mesmo me entrega um disco afirmando que eu merecia tal presente e disse que ficaria feliz se eu ouvisse e opinasse em uma futura resenha, ou melhor, nessa resenha. Primeiro grande ponto forte da banda, humildade e simpatia. 

Quando tenho que ouvir uma vertente na qual tenho medo de opinar, por não ouvir tanto, eu me desligo do mundo, coloco o disco no som e abro uma cerveja, degusto ambos com muita vontade (as vezes mais a cerveja), mas nesse caso, consegui sugar toda a sonoridade brutal e massacrante que a Obscurity Vision apresentou.

Cientes que a produção foi no estúdio "A Todo Volume", estúdio do guitarra e um dos cabeças da banda, Luiz Rodriguez. Porém, faltou um pouco de atenção nos volumes que alternaram um pouco dentro do disco. Em alguns casos a bateria cobriu todo o vocal e em outros casos o inverso aconteceu. Porém, destaco a qualidade das guitarras em todo o CD, pois, o jogo de riffs e o duelo de guitarras foram bem cruciais para que o trabalho obtivesse um resultado impressionante.

Após uma critica sobre a produção, quero destacar (também) a garra e força de vontade da banda, além de ser uma das pouquíssimas bandas de Black / Death Metal da região, investem no lema "faça você mesmo" e trazem um disco que está sendo distribuido nacionalmente pelos quatro cantos do país, totalmente produzido por sua conta e nunca desistiram de seus objetivos.


FORMAÇÃO
Luiz Rodriguez – guitarra
João Rodriguez – guitarra
Rafael Vicente – vocal
Luiz Trentin – bateria

TRACKLIST
01) JE.RAE (Intro)
02) Living A Suicidal Dream
03) Obscurity Creation
04) Benefit Of Evil
05) Dark Victory Day
06) Apodrecendo
07) Slow Agony
08) I Can See
09) The Silence Is Painful
10) Sick Minds
11) Violência
12) Black Funeral
13) Dark Truth (Storm Prelude)
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