• Melhores do Ano (2019)

    A lista de Melhores do Ano O SubSolo vem sendo feita desde 2016. Tivemos anos que os votos foram de unanimidade, com discos que eram indiscutíveis estarem no topo e com números expressivos durante a votação, mas esse ano foi ponto a ponto e a disputa acirrada. [...]

  • InSoulitary: ressurgindo com o novo single "The Darkest Road"

    Soando um pouco diferente do que estamos acostumados, a InSoulitary está sem guitarristas oficiais e contou com Danny Schneider para gravar as guitarras, conhecido por ter participado do primeiro disco da banda [...]

  • Entrevista: Thiago Bonazza (AlkanzA)

    Thiago Bonazza, músico e compositor catarinense. Guitarrista, baixista e vocal. O maior marco na sua carreira, foi a fundação da Alkanza, banda de Thrash Metal de Laguna e Tubarão em Santa Catarina. Infelizmente a Alkanza anunciou que está encerrando as atividades e para saber um pouco mais dos motivos, Thiago aceitou conversar com a equipe d'O SubSolo, [...]

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16 fevereiro, 2020

Elton John perde a voz, deixa o palco chorando e anuncia que está com pneumonia

Músico de 72 realiza turnê global de despedida dos palcos

A estrela da música Sir. Elton John interrompeu um show que realizava em Auckland, na Nova Zelândia, neste domingo, e anunciou que está com pneumonia. O artista de 72 anos, recentemente vencedor do Oscar de melhor canção original com "(I'm Gonna) Love Me Again", se apresentava no Mount Smart Stadium como parte de sua turnê mundial de despedida, quando perdeu a voz e começou a chorar no palco. Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram o cantor sendo escoltado do palco, enquanto milhares de fãs o aplaudem de pé.

O britânico postou sobre sua doença no Twitter e no Instagram, dizendo que estava "profundamente chateado e arrependido" por sua performance, agradecendo pelo apoio. "Quero agradecer a todos que compareceram ao show do #EltonFarewellTour em Auckland hoje à noite. Fui diagnosticado com  pneumonia atípica hoje cedo, mas estava determinado a dar a você o melhor show humanamente possível.


O artista tem agenda para com mais dois shows na cidade da Nova Zelândia no final desta semana – inclusive com ingressos ainda à venda –, mas a realização dos concertos não ficou clara após o ocorrido deste domingo.

Pneumonia atípica é um termo médico que descreve um caso leve da doença, de acordo com a American Lung Association. Ela é causada por bactérias e vírus e seus sintomas incluem febre, dor no peito, tosse e dor no peito – semelhante ao resfriado, mas os pacientes geralmente conseguem continuar as atividades diárias.

Fonte: Correio do Povo

15 fevereiro, 2020

Topfive: cinco bandas para ouvir neste final de semana #150

Mais um final de semana chegou e com ele, o nosso TopFive também veio. Em nosso TopFive de hoje, nós vamos apresentar algumas bandas oriundas da terra do queijo, da cachaça, dos E.T's, das montanhas de ouro, das Minas Gerais. 


01) Tuatha de Danann - Folk Metal - Varginha/MG

A banda mineira Tuatha de Danann é uma das precursoras do estilo Folk Metal no Brasil e também no mundo. Formada em 1995 na terra do famoso E.T, a banda iniciou a carreira com o nome de Dark Subconscious e tocando Death Metal, porém, posteriormente decidiram mudar o nome para o atual e com isso moldaram seu estilo para o que fez a banda se tornar um fenômeno mundial. 


02) Sepultura - Thrash Metal - Belo Horizonte/MG

Sepultura é possivelmente a maior banda de Metal da história do Brasil e também do mundo. Os músicos mineiros foram responsáveis por criar verdadeiros hinos, em todas as fases da banda e recentemente lançaram o "Quadra" que é um dos melhores álbuns de toda carreira da banda, por isso, nossa homenagem ao gigante. 


03) Cartoon - Rock Progressivo - Belo Horizonte/MG

A banda Cartoon é um dos maiores ícones do Rock Progressivo mineiro. Tendo sido formada em 1997 nas montanhas de Belo Horizonte, os mineiros criaram uma sonoridade única, profissional e mostraram todo seu feeling e versatilidade em lindas canções. Fiquem aí com os outros duendes mineiros.


04) Eminence - Groove/Death Metal - Belo Horizonte/MG

A banda mineira Eminence foi fundada em 1995 em Belo Horizonte e desde então os músicos vem criando uma carreira brilhante, com composições pesadas, bem estruturadas e músicas que com certeza mostram toda a força do Brasil e de Minas Gerais. 


05) Tray Of Gift - Folk Metal - Varginha/MG

A banda oriunda da terra do E.T foi formada em 2010 por Rodrigo Berne (ex- Tuatha de Danann) e um dos músicos que ajudou a moldar o estilo Folk Metal no mundo. Com brilhantes melodias, letras e grande inspiração, a banda lançou um álbum de estúdio e um single, tendo ficado em hiato tempos depois... mas não se assuste, eles aparentemente estão de volta. 






14 fevereiro, 2020

Kiara Rocks promove video-clipe para seu novo single "Enquanto Há Tempo"

A banda paulistana Kiara Rocks definitivamente provou que voltou dos mortos mais uma vez. Caminhando em passos largos a retomada de seu devido lugar entre as grandes bandas do país, o Hard Rock da banda está sendo reinventado e deu um novo fruto hoje, 14/02. A power ballad "Enquanto Há Tempo" foi lançada nas plataformas de streaming logo ao virar da madrugada, e teve seu video-clipe divulgado no YouTube ao meio-dia.


O trabalho audiovisual impressiona e é certamente especial para a banda e seus fãs. Com grandes doses emocionais, o clipe transita entre a banda tocando e momentos intimistas, onde os músicos reencontram seus respectivos passados. O destaque fica para a fotografia e edição, que são sutis e convidativos, tal como toda a ambientação, que casa perfeitamente com a proposta do tema. A obra foi produzida pela Caixão Produtora e dirigido pela Xtudo Obze.

Já a música segue a linha introspectiva, como um diálogo entre duas pessoas que hoje estão afastadas, mas possuem muito a dizer entre si. Os novos elementos -como o piano executado pelo guitarrista Hicaro Danelle, mostram uma Kiara Rocks ainda mais madura em suas composições e inclinada a sua própria reinvenção, mas sem perder as características que a lançaram ao sucesso em outrora, e agora prometem recolocar a banda no patamar de onde jamais deveria ter saído.

A música foi gravada, mixada e masterizada por Henrique Baboom, baixista da StormSons, banda também capitaneada por Kadu Pellegrini. O vocalista e líder da Kiara foi responsável pela produção da faixa, junto com seus demais companheiros Hicaro, Lexxi Souza e Raul Barroso.

Confira agora o clipe de "Enquanto Há Tempo". A faixa encontra-se disponível para audição nos principais veículos de streaming.


13 fevereiro, 2020

Teorias do Amor Moderno lança single intimista “Depois do Sol”


Já pensou nas múltiplas representatividades do Sol? Ilumina ou queima, brilha ou ofusca, ascende ou cega? Qualquer resposta vale e a Teoria do Amor Moderno tem sua versão favorita, diluída entre confissões, descarregos, lágrimas e sorrisos, tudo bem intenso, mesmo. A catarse, em forma de música, reside em "Depois do Sol", single novo que acaba de sair pelo selo Orangeira Music. Ouça aqui: https://linktr.ee/TeoriasDoAmorModerno

"Depois do Sol" é um potente rock com uma letra arrebatadora. É intimista e reveladora, dona de uma poesia com ganchos que transformam uma perda pessoal da vocalista Larissa Alves em sentimentos universais. E apesar da intensidade, a música transborda vida, recomeços e amanhãs.

O single tem a pontual participação de Jajá Cardoso, o vocalista da banda Vivendo do Ócio, que contracena em "Depois do Sol" com Larissa. William Sales (baixo e backing vocal) e Maurício Rios (bateria) completam a Teorias.

Enquanto a banda gravou três faixas do EP "Trilátero" (2019) em um dia, desta vez a Teorias se ocupou quatro intensos dias no Estúdio Costella, em São Paulo, para produzir "Depois do Sol" junto a Gabriel Zander (Zander, Radical Karma), que fez toda a diferença.



As colagens, os vocais mais expressivos aqui, mais agudos ali, um riff diferente e um baixo mais marcado num determinado ponto, foi assim que banda e produtor deram luz a uma música que também marca uma nova fase da Teorias do Amor Moderno: mais vívida, madura e pulsante.


"Depois do Sol", conta Larissa, é o "pé direito" da Teorias em 2020. "Representa tudo o que presamos, que é passar uma mensagem de conforto, coragem, de luta, esperança de dias melhores, de amor... por mais que seja uma música que fala sobre luto, que é algo triste, na verdade ela fala de amor, porque o luto só existe porque antes dele existia amor, por isso nos causa dor, saudade, tristeza", contextualiza.

Mais informações sobre a Teorias: https://www.teoriasdoamormoderno.com.br

Redes sociais:

https://www.facebook.com/teoriasdoamormoderno

12 fevereiro, 2020

Festival Bradamundo mostra seu cartão de visitas com lineup de primeira linha no Carnaval

Os seis dias de festival prometem muita diversidade, ecleticidade e peso. Bixiga 70 e Luiza Lian, Francisco El Hombre, Potyguara Bardo, Braza, Terno Rei, Cuatro Pesos de Propina, Bloco da Laje, Terra Celta, Luisa e os Alquimistas, Eli Almic e El Efecto estão entre as atrações confirmadas.



Situada próxima ao Parque Nacional de Aparados da Serra e o litoral sul catarinense, a paradisíaca Santa Rosa do Sul/SC receberá o Festival Bradamundo, que acontecerá no Carnaval de 2020. Com a proposta de festival de música ao ar livre, independente, com acampamento incluso, e com cinco noites de duração, o Bradamundo conseguiu montar uma seleção de respeito já em sua primeira edição. A programação, além dos shows que ocorrerão nos três palcos do evento, inclui projetos de discotecagens, oficinas, intervenções, teatro e cinema. O festival também será pioneiro em oferecer passeios que levarão o público aos cânions, cachoeiras e praias da região.

Parceria com Psicodália e DoSol (RN)


O Bradamundo, em sua estreia, atraiu o apoio de dois festivais que são referências nacionais: o DoSol e o Psicodália. O primeiro é referência no Norte e Nordeste do país e acontece anualmente em novembro, quando a capital Natal torna-se o centro gravitacional da música brasileira. Dessa parceria nasceu a Noite DoSol, que será no domingo de carnaval. 

Já o Psicodália se consolidou em Santa Catarina nos últimos 12 anos como exemplo de festival independente e multicultural, atraindo atenção e relevância internacional. Em 2020, com o anunciado hiato, o Psicodália apresenta o “Circuito Psicodália de Carnaval”, como forma de incentivar a efervescente cena dos festivais independentes e oferecer várias opções ao público cativo do Dália. Além do Bradamundo, os festivais Morrodália e Saravadália também participam do projeto. 

Invocando a energia da região


Com as ilustrações de Rafael Panegalli, o cartão de visitas do Bradamundo é o cartaz que representa a região em que o festival está inserido. Invocando a ancestralidade dos povos antigos da região e mostrando o relevo em que o festival está inserido, com os cânions e a praias próximas. Da flora, temos as araucárias representadas, e da fauna, o leão-baio, o bugio e alguns pássaros nativos da região. É em meio a essa energia e a essa natureza que surge o cartaz do Festival Bradamundo.

O lineup de estreia


Ao anunciar como uma das suas principais atrações a união entre Bixiga 70 e Luiza Lian, em um show de duas horas de duração, e que marca o lançamento do compacto “Alumiô”, o festival mostra as suas credenciais. A forte presença feminina é um dos destaques da escalação do Bradamundo, com, por exemplo, Dandara Manoela, Ekena, Luisa e os Alquimistas, e a principal expoente do trap uruguaio, Eli Almic.

O Bradamundo também contará com shows com a pegada e histórico de festivais, como Francisco El Hombre, Bloco da Laje, lançando seu álbum visual “Quatro Estações”, e Terra Celta. Soma-se ao caldo os shows pesados e trabalhados nas temáticas sociais, como a uruguaia Cuatro Pesos de Propina, a carioca El Efecto e os paranaenses da Machete Bomb.


Com o radar antenado às novas experiências sonoras, temos Braza, Terno Rei, Napkin, Esteban Tavares e Ponto Nulo no Céu. Além disso, o lineup envolve bandas mais experimentais e com um pé na psicodelia, como Apicultores Clandestinos, Disaster Cities, Mar de Marte + Quarto Ácido e Irmão Victor, que se apresenta com Exclusive e os Cabides.

Outro pilar importante da construção da programação musical do festival foi valorizar a produção catarinense. Como resultado, temos no Bradamundo um cast com mais de metade das atrações sendo de Santa Catarina, dando um panorama da música atual no estado. 

Atrações Festival Bradamundo 


Bixiga 70 e Luiza Lian (SP) - Potyguara Bardo (RN) - Braza (RJ) - Ekena (SP) - Francisco El Hombre (SP) - Bloco da Laje (RS) - Cuatro Pesos de Propina (URU) - Terno Rei (SP) - El Efecto (RJ) - Terra Celta (PR) - Estevan Tavares (RS) - Luisa e os Alquimistas (RN) - Mulamba (PR) - Cores de Aidê (SC) - Machete Bomb (PR) - Dandara Manoela (SC) - Eli Almic (URU) - Muñoz (SC) - Bananeira Brass Band (PR) - Ponto Nulo no Céu (SC) - Disaster Cities (SP) - Aminoácido (PR) + Sala de Estar - Los Desterros (SC) - Irmão Victor (RS) + Exclusive e os Cabides (SC) - Napkin (SC) - Apicultores Clandestinos (SC) - O Mundo Analógico (SC) - Melánge de Culture (ARG) - Oros Boros (SC) - Kia Sajo (SC) - Mar de Marte + Quarto Ácido (RS) - Vlad V + Máquina Seca (SC) - Versa (SC) - Lolly (SC) - Jesus Luhcas (MA) - Carolino (SC) - Barba Rala (SC) - Vila Samaria (SC) - Raizá (SC) - Elton Jones (SC) - Banda Oito (SC) - Balthazar (SC) - Marcelo Gomes (SC) - Poliana Peres (SC) - Encosto + Holotrópica (SC)

Serviço – Festival Bradamundo 2020
Quando: Carnaval 2020 – De 21 a 26 de fevereiro.
Local: Parque Municipal de Eventos de Santa Rosa do Sul (SC)
Ingressos: à venda no site www.ticketmais.com.br
Confira as datas dos lotes:
3º Lote - A partir de 15/01 - R$ 220
Siga o Bradamundo no Instagram/Facebook: @bradamundo.festival

Assessoria de imprensa: Daniel Silva – jornalista. Telefone: (48) 99615-3995. E-mail: danieljorn@gmail.com 

Corey Taylor diz ter quase se afastado do Slipknot

Corey Taylor falou sobre a longevidade do Slipknot e também revelou que ele está feliz por não ter saído da banda - mesmo quando ele pode ter feito isso.

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Corey Taylor disse que esteve próximo de se afastar do Slipknot no passado.

O vocalista esteve em uma conversa com a Kerrang Radio recentemente, quando ele falou sobre a carreira de 25 anos da banda e o que os faz continuar. 

Taylor disse: "Nós reconhecemos que é preciso trabalhar para estar nessa banda e, quando todos nós estávamos trabalhando pra isso, havia uma apreciação que talvez antes não sentíamos que poderíamos mostrar e quanto mais nós mostramos, melhor é o sentimento de irmandade."

"Houve momentos em que eu estive tão perto de me afastar disso e estou honestamente feliz por não ter feito. O retorno tem sido fantástico, especialmente agora que nós estamos nessa posição incrível e estamos tocando em um level que ainda é o melhor."

"E escrever músicas que ainda são boas e conetar-se com uma geração totalmente nova, isso é insano. Eu não acho que teríamos feito isso com qualquer outro."

Em 2016, Taylor revelou que o Slipknot quase acabou após seu primeiro álbum, como uma mensagem de "vão se foder" para a indústria musical - e ele reitera sobre esse ponto. 

Ele diz: "Quando nós realmente explodimos, nós tivemos sérias conversas em acabar e puxar um Sex Pistols e lançar um álbum enorme e dizer "Vão a merda, nós estamos fora!"

Essas foram conversas reais. Eu sinto que nós falhamos com todo mundo ao fazermos "Iowa"! Isso era algo muito bom para se pensar. Nenhum desse sucesso foi esperado. No papel nós não deveríamos ter feito isso, mas aqui estamos. Ainda é um sentimento estranho."

Slipknot está atualmente em uma turnê pela Europa para divulgar seu álbum "We Are Not Your Kind" de 2019. 

Fonte: Louder Sound

11 fevereiro, 2020

Doação dos órgãos de Sean Reinert (Cynic) é rejeitada devido à sua orientação sexual

Baterista do Cynic, Sean Reinert foi encontrado inconsciente em sua casa na noite de 24 de Janeiro. Morreu aos 48 anos.


Segundo o viúvo de Sean, o músico era doador de órgãos. «Ele acreditava que, quando morresse, se os seus órgãos pudessem ir para alguém em dificuldades, isso seria excelente. Ele era incrivelmente gentil e dado em todos os sentidos imagináveis, como alguns dos seus amigos próximos sabem», escreveu Tom.

Tom prosseguiu com o desejo do falecido marido. Escreveu no Facebook: «Liguei ao pessoal da doação de órgãos e disse que estava pronto para proceder. A senhora ao telefone disse que era excelente e começou o questionário. Depois das primeiras questões básicas, perguntou se o Sean era um homossexual sexualmente activo. Sem pensar, eu disse ‘sim’ e quase sem pestanejar ela disse, ‘bem, infelizmente isso quer dizer…’, e fiquei paralisado porque sabia o que ela ia dizer. Ela disse mais umas palavras e interrompi-a, devolvi algumas palavras e desliguei o telefone.»

De seguida, o viúvo de Sean esclarece que o companheiro não tinha HIV ou qualquer DST, «mas porque é um homem gay a viver na América em 2020, não lhe foi autorizado um dos seus desejos finais, de doar os seus órgãos para salvar a vida de alguém.» «O governo prefere que as pessoas que esperam por um transplante morram em vez de lhes dar um dos órgãos do Sean. Como seu marido, isso enoja-me e deixa-me incrivelmente zangado.»

Ao lado de Paul Masvidal, Sean Reinert fundou os Cynic em 1987, banda com a qual lançaram discos de enorme importância no panorama prog, como “Focus” (1993). Ambos os músicos passaram pelos seminais Death entre 1990 e 1992, participando no álbum “Human” (1991).

Fonte: Metal Hammer Portugal

Hangar 110, lendária casa de shows do underground, anuncia retorno!

Um dos maiores ícones do underground de São Paulo, o lendário Hangar 110 irá reabrir as portas em 2020.

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Após dois anos fechado, foi anunciado nas redes sociais do Hangar que dia 1o de Março será a data que irá marcar a reabertura do clube que fez história nas noites de São Paulo, abrigando diversos shows de Rock e Metal de bandas de todos os portes, tanto brasileiras quanto atrações estrangeiras.

"O Hangar representa para nós, como para um universo enorme de pessoas, um lugar especial onde encontramos nossos amigos, bebemos cerveja e ouvimos boa música." diz o post no facebook oficial da casa de show assinada por Marco e Cilmara.

O Post original com a mensagem sobre a reabertura da casa pode ser lido no link.

10 fevereiro, 2020

Podcast O SubSolo #01 - Programa de estreia!

O SubSolo volta aos poucos iniciando novos projetos e também reativando alguns que estavam meio que de lado. Uns dos projetos que volta com a nova fase do site é o podcast, novamente aos cuidados de Wendell Pivetta.




No episódio de estreia foram destacados algumas bandas que figuraram na lista de Melhores do Ano O SubSolo 2019, mas também algumas bandas presentes no site em nosso dia a dia.

Quem abriu as portas para as edições em primeira mão, foi a MutanteRadio que passará nosso programa as 18h nos domingos de forma quinzenal. A estreia ocorreu no último domingo (09) e pode ser ouvido na integra a seguir:

08 fevereiro, 2020

Topfive: cinco videoclipes que você precisa assistir - #04

Optei pelo topfive de videoclipes pelo fato de que 2020 começou com muitos lançamentos. Cada vez mais, as bandas investem em materiais audiovisuais e claro, o retorno quase sempre é bem maior. Algo que me orgulha é em ver as bandas cada vez lançando o material com alta qualidade e portanto, vou citar cinco videoclipes que me chamaram a atenção nesse inicio de ano, confira:


01) Ego Kill Talent - Stoner/Hard Rock - São Paulo/SP

Ego Kill Talent lançou o videoclipe de NOW! que antecede seu futuro novo disco, que será lançado pela BMG ainda este ano. A nova música inclusive nos traz um pouco de degustação de como será o disco. Até o momento da para sentir mais peso e riffs do que o anterior homônimo lançado em 2017. A banda comprova com a qualidades de NOW! que está no cast do Rock in Rio Lisboa e Lollapalooza Estolcolmo com totais méritos e merecimento, não é à toa também que são quem acompanhará o Metallica pelo Brasil.


02) QuatroQuartos - Rock - Criciúma/SC

O novo videoclipe da QuatroQuartos foi lançado neste inicio de fevereiro nos traz uma música energética com doses exorbitantes de alto astral. No videoclipe começamos em um cenário mais 'comportado' com todos de terno, onde a música aborda que "nada dentro de mim vai mudar". No cenário mais clean na praia, mostra todos os integrantes se divertindo e brincando um com os outros, não sei se é o que exatamente a banda quis mostrar, mas para mim passou a mensagem de nunca desistir dos sonhos mas ao mesmo tempo tirar um tempo com amigos, praia e hobbies que as vezes deixamos de lado por estarmos focados em ter uma vida financeira melhor.


03) Anfear - Metal Melódico - São Paulo/SP 

Anfear é uma banda geniosa e sua vocalista Andressa Lé é uma extraordinária vocalista. Lançado essa semana, o videoclipe de Iara é uma obra de arte do começo ao fim. As composições d'Anfear sempre foram baseadas em lendas, literatura e história do Brasil e nada melhor para representa-las do que cantando em língua pátria. Segundo a lenda Iara era uma sereia que cantava melodias irresistíveis, atraindo os homens para o fundo do rio, sendo ela uma lenda do nosso folclore brasileiro. Iara é uma sereia que vive no Amazonas. No videoclipe a Anfear conseguiu expelir com clareza e tamanha exuberância toda essa história sobre Iara, mais que um videoclipe, uma obra de arte tanto audiovisual quanto artisticamente musical. 


 04) Semblant - Dark/Gothic Metal - Curitiba/PR 


O Semblant anunciou que seu novo disco chegará em Março deste ano, porém, não seria só isso e logo lançou seu videoclipe que antecede o disco. Mere Shadow nos traz cenas de prédios abandonados com dosagens de medievalismo. Como sempre com muita elegância, peso e melodia, o Semblant aproveita e anuncia sua tour pela Europa no mês de Abril. A qualidade sonora da banda é indiscutível, no Brasil é uma das referências do Dark/Gothic Metal. Vocais líricos e guturais, riffs de guitarra, baixo entorpecente, bateria como um vulcão e o teclado com toda a maestria de sempre. 


05) 69enfermos - Hardcore - Porto Alegre/RS

Diretamente das terras gaúchas 69 enfermos vem conquistando não só o Brasil, mas o mundo. Recentemente a banda lançou o clipe de Don't com cenas captadas na sua última turnê europeia. Nas cenas é possível notar a forma de que a banda é uma explosão em palco e como é agraciada pelo público estrangeiro. Mais pegado ao subgênero Skatepunk a música da 69 enfermos é visceral e direta. Vocais aparentemente calmos, baixo bem casado e bateria fulminante, vale a pena assistir.

07 fevereiro, 2020

Resenha: Quadra - Sepultura (2020)

O Sepultura lançou recentemente seu décimo-quinto álbum de estúdio "Quadra", sendo o sucessor para o aclamado "Machine Messiah" de 2017. Foi possível ouvir alguns singles como "Isolation" tocado pela primeira vez no Rock In Rio 2019 e "Last Time" lançado posteriormente como o segundo single do álbum. Então aumentem o volume, pois nós vamos falar sobre esse incrível lançamento. 

A resenha foi realizada por Caio Botrel e os comentários foram feitos por Harley Caires, Vinicius Albini-Saints, Kito Vallim e Maykon Kjellin. 


A faixa de abertura do álbum é a "Isolation" primeiro single e que foi apresentada pela primeira vez no Rock In Rio. A música começa com um efeito interessante, que chega a lembrar inclusive alguma trilha sonora de filmes sobre alienígenas e então a bateria começa a crescer, corais são adicionados e as guitarras lembram bastante o Slayer - o que foi algo totalmente positivo. Após a introdução da música, há um riff estupidamente agressivo e os vocais de Derrick chegam quebrando tudo. Destaque também para a bateria insana de Eloy e o pesado baixo de Paulo. Essa música já apresentou alguns elementos diferentes, como bastante utilização de corais e alguns licks diferentes por parte de Andreas. Não haveria melhor faixa para abrir o álbum. 

"Means To And End" começa com um riff estupidamente rápido e uma bateria que vai dar trabalho para quem quiser tocar. Há também uma narração de vocais do Derrick que vai te preparar exatamente para a porrada que está a caminho. Os vocais estão absurdamente fodas e sinceramente, que bateria, meus amigos... que bateria! Para os guitarristas, vocês vão conseguir ouvir um lado mais técnico e bem trabalhado do Andreas. A estrutura da música é mais simples, porém as ambientações criadas na música é algo maravilhoso. Há uma parte mais calma antes do solo de guitarra, com a bateria fazendo linhas incríveis e as guitarras apenas alguns arranjos mais limpos e claros, até chegar em um riff dissonante e o Andreas mostrar que também é um shredder. 

"Last Time" foi um dos singles do álbum e por tanto já é uma faixa conhecida, mas isso não tira a surpresa de escuta-la encaixando no álbum! A música inicia com um lick de guitarra incrível e em seguida começa uma tempestade que chegou a me lembrar inclusive Animals As Leaders, logo quando a bateria entra. Achei sensacional alguns elementos de Technical Death Metal e até Progressive Metal que adicionaram aqui. A ambientação é alterada de pura agressividade para um clima mais tenso, com uma bateria maravilhosa criada por Eloy e bons arranjos e licks de guitarra. O baixo de Paulo soa grave e pesado no fundo, enquanto os corais dão uma sensação apocalíptica à música. O solo é sensacional, bem estruturado e diferente do que se costuma ouvir do Andreas. Só escutem, não tem nem como falar disso aqui. 

"Capital Enslavement" começa com uma percussão brasileira com alguns arranjos de orquestrações e vocais de nativos que poderá agradar os fãs do clássico "Roots" de 1996. A música te transporta automaticamente para algum lugar com os indígenas brasileiros. Essa música tem elementos interessantes, além da brasilidade da percussão e vocais indígenas, há também um groove de guitarra fodido e as linhas vocais do Derrick estão maravilhosas, principalmente no refrão que é algo que vai te fazer ficar insano ao ouvir. Cara, essa música tem elementos que vão agradar os fãs de todas as eras do Sepultura. 

"Capital Enslavement tem elementos do Machine Messiah, porém Derrick apresentou sua melhor performance vocal, ao lados dos tambores que são marca do Sepultura. Durante a faixa há uma quebra de andamento, fazendo uma levada de puro Thrash Metal, que remete a era Arise
Harley Caires

"Ali" começa direta na cara, com um riff de guitarra estupidamente pesado e uma bateria que vai te deixar louco. O baixo do Paulo abre espaço para os vocais do Derrick que estão com alguns efeitos muito interessantes, até que todos os instrumentos mostram sua cara em unidade e você tem certeza de que é uma das músicas mais pesadas do álbum. Há um backing vocal na frase "Is a sweeter death to know" no refrão que ficou do caralho. Cara, essa música com certeza vai fazer o pessoal abrir rodas nos shows. Ela tem alguns vocais guturais no fundo que soam como se fossem algum monstro correndo atrás de alguém e tudo isso em meio a uma sessão de riffs Thrash/Death maravilhosos. 

"Raging Void" começa com um riff de guitarra interessante que lembra algumas coisas do Progressive Metal, o baixo é absolutamente fantástico aqui devido seu peso e as orquestrações já conhecidas no disco criam uma ambientação interessante. Essa música é um pouco tensa, cria um clima de que algo está para acontecer e isso é sensacional. As linhas de bateria lembram algumas percussões brasileiras também. Os backing vocals na frase "Start right now" estão sensacionais, modernos e inovadores no som do Sepultura. Cara, por incrível que pareça, a parte pós primeiro refrão, me lembrou o Porcupine Tree com sua progressividade e trabalho de guitarras. Mano, que do caralho! 

"Guardians Of Earth" começa com uma bela introdução de violão acústico utilizando cordas de nylon, criando um som mais clássico. Uma percussão mais brasileira é adicionada as linhas de violão e a música vai crescendo progressivamente, até chegarem os corais que vão te transportar para alguma outra dimensão, porque você provavelmente já está em outro lugar com essa música. Os riffs de guitarra e vocais agressivos do Derrick chegam sem avisar, te dando um soco na cara e te acordam da viagem que você estava. Essa música é absurdamente pesada e não dá trégua, as linhas vocais estão maravilhosas, os riffs estão lembrando um pouco Technical Death Metal e a bateria também. A faixa contém possivelmente um dos solos mais bonitos já criados por Andreas Kisser. O Derrick apresenta alguns vocais mais limpos, contendo apenas algumas drives também! Cara, essa é definitivamente uma das minhas faixas preferidas do álbum. Ela é épica, absolutamente inovadora e incrível. 

"The Pentagram" é direta, pesada e com um groove de guitarra, de baixo e linhas de baterias que vão te fazer começar a bater cabeça assim que ouvir os primeiros acordes. Essa faixa é instrumental e possivelmente uma das mais pesadas de todo álbum, contém riffs de guitarras extremamente rápidos, agressivos, técnicos e todo o instrumental completa esse bonito caos sonoro, agregando mais peso e versatilidade. Após toda a agressividade, um parte mais calma, porém ainda insana, chegou a me lembrar jazz! Mas não se assuste, a porra volta com toda força na sua cara. Aparentemente Eloy, Paulo e Andreas quiseram mostrar como amadureceram como músicos e compositores, afinal de contas, é possível encontrar aqui algo nunca visto por esse time. Talvez o "Machine Messiah" tenha mostrado um pouco disso, mas nada como essa faixa. 

"Autem" começa com um riff de guitarra interessante, mas o que chama mais atenção é o refrão ser cantado com voz limpa, sem guturais e/ou drives por parte de Derrick. A música é moderna, bem estruturada e possui algumas passagens de guitarra e bateria interessantíssimas. É notável as diferentes influências que foram utilizadas para escreverem essa música e novamente temos os violões acústicos com cordas de nylon fazendo alguns arranjos junto da percussão de Eloy, guitarra de Andreas e profundos vocais de Derrick. Cara, eu realmente pensei que nunca ouviria uma música desse estilo na banda. 

"Quadra" é uma faixa instrumental e também a título de 46 segundos que inicia-se com o Andreas dizendo "um, dois, três e quatro" e em seguida toca uma peça de violão inspirada, inovadora e quebradora de barreiras sonoras dentro da banda.

"Agony Of Defeat" começa com belas orquestrações e um trabalho de guitarra magnífico e melódico, que criam espaço para os vocais graves e limpos de Derrick. É uma música estupidamente diferente de qualquer outra que você pode escutado em toda carreira da banda. As linhas vocais estão sensacionais, o trabalho de guitarra está fora do comum e a cozinha de baixo e bateria está impecável. Adorei a forma como utilizaram as orquestrações e coros vocais nas músicas. O refrão é absolutamente pesado e me deu arrepios! Caralho, sinceramente não sei o que dizer. A mistura dos vocais limpos e guturais, os pesados riffs de guitarra, solos super bem construídos e uma cozinha que chega a dar inveja, principalmente pelo Eloy que senta atrás da bateria... olha, isso é maravilhoso. 

"Fear; Pain; Chaos; Suffering" é a faixa que fecha o álbum e inicia-se com um belo som de guitarra com timbre limpo e mais claro e de forma progressiva, a música vai crescendo, até termos uma excelente surpresa que é a participação mais que especial da vocalista Emmily Barreto do Far From Alaska. Os vocais femininos em meio ao peso do instrumental e duetos com os profundos e graves vocais de Derrick tornaram essa música uma obra prima, um soco na cara de todos que poderiam criticar a banda por qualquer motivo que seja. Não quero falar muito sobre a música, apenas escute e veja o potencial que a faixa tem. 

O Sepultura lançou um novo álbum intitulado "Quadra" que não deve ser visto apenas como um novo lançamento da banda, mas sim como um marco histórico em toda sua carreira. O magnífico "Machine Messiah" de 2017 mostrou para o mundo todo que a banda é capaz de se inovar, de adicionar novos elementos e que ainda levantam a bandeira de uma grande banda, mas é com o álbum "Quadra" que a banda finca perpetuamente no chão, o título de que são uma das maiores bandas da história do Metal mundial. O trabalho de guitarras e violões de Andreas Kisser e os vocais de Derrick Green são estupidamente os melhores de toda história da banda e também devo citar que o trabalho da cozinha de Paulo Xisto no baixo e Eloy Casagrande é também o mais desenvolvido e estruturado de toda carreira. O Sepultura mostrou ser uma banda madura e que não tem medo de inovar em sua sonoridade. É definitivamente o melhor álbum do ano e talvez, o melhor da carreira da banda. 

"Não imaginava que o Sepultura daria um passo ainda além, mas me surpreendi. A banda está ainda mais madura, explorando de forma mais coesa e sensata os recursos "extra-banda" (teclados, orquestrações, etc).

O que me chamou muita atenção foi o trabalho do Andreas Kisser e principalmente de Derrick Green. Os dois entregam o máximo de si em termos de criatividade e habilidade, alcançaram níveis que ainda não havíamos visto no currículo do Sepultura.

Tanto as guitarras quanto as passagens de violões são geniais e ousadas, com grandes momentos de velocidade, groove, peso e melodia. Certamente Kisser está em seu ápice técnico nesse momento e o reflexo disso são as composições de Quadra.

Já Derrick Green me deixou boquiaberto com seu desempenho. Monstruoso e versátil, explorando cada recurso que sua voz pode oferecer. Utiliza seu tom barítono e limpo em alguns momentos densos, enquanto alcança gritos rasgados e viscerais em frases tensas e nervosas. Sua interpretação lírica é perfeita e tenho tranquilidade em afirmar que em pouco tempo não precisará mais se preocupar em cantar músicas "compostas pelo marido de alguém", pois está construindo um repertório devastador e bestial por conta própria.
Vinicius Albini-Saints

"Em Machine Messiah, o Sepultura abraço uma tendência que vinha forte com bandas já estabelecidas como Orphaned Land e outras que vinham em rápida ascensão, como Myrath, que era incluir elementos orientais em seu som. Mas se você parasse para ouvir por trás de todos esses arranjos e se atentasse ao metal "de fato" praticado pela banda no álbum anterior, é possível perceber que o Sepultura apresentava algo diferente, com a impressão digital do Sepultura, e muito bom! Em Machine Messiah, a banda enxergava um oceano de possibilidades e molhava apenas os dedos do pé.
Em Quadra, a banda vai além, mergulha de cabeça em uma sonoridade única, pronta para fazer o mundo inteiro ir atrás deles. Ao invés de abraçar uma tendência de mercado, o Sepultura decide se tornar a tendência. A banda evolui a sonoridade de Machine Messiah, criando um legítimo álbum do Sepultura, com todas as letras. Quadra é a grande apoteose da era Derrick Green, quando todo o experimentalismo apresentado em álbuns como Dante XXI, A-Lex, The Mediator (abreviando) e Machine Messiah - que apesar de interessantes, em sua maioria não caíram no gosto do  público - se unem, aliando-se a um metal que somente a maior banda brasileira de metal é capaz de fazer, de uma forma extremamente única para criar um álbum pesado, coeso, forte, vibrante e agressivo de um jeito particular e único." 
Kito Vallim


"Acho que dos últimos discos do Sepultura, esse foi o mais certeiro. Pitadas do Thrash Metal old school em que nada deve a era dos Cavalera. Falando em técnica, é o melhor disco do Derrick Green, mostrou nesse trabalho o motivo de ter sido escolhido para compor a maior banda de Metal do Brasil. Esse é um trabalho que encerra definitivamente uma possível (nunca acreditei) volta de Max Cavalera, infelizmente um ou outro fã mais radical ainda tentará menosprezar o "Quadra", mas a verdade é que não tem o que botar defeito aqui." 
Maykon Kjellin 


 TRACKLIST

01) Isolation
02) Means To An End
03) Last Time
04) Capital Enslavement
05) Ali
06) Raging Void
07) Guardians Of Earth
08) The Pentagram
09) Autem
10) Quadra
11) Agony Of Defeat
12) Fear; Pain; Chaos; Suffering

FORMAÇÃO

Derrick Green - vocais
Andreas Kisser - guitarras
Paulo Xisto - baixo
Eloy Casagrande - bateria

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL

Emmily Barreto - vocais na faixa 12*

06 fevereiro, 2020

#28 - De músico para músico - Comportamento - Drogas... Como agir

Pois é pessoal, vamos abordar um tema complexo e muito importante: Seu companheiro de banda está fazendo uso de drogas recreativas. 



O caso é mais comum do que parece e as maneiras de lidar com essa situação são diversas.

Caso A: Alcoolismo - Seu companheiro de banda está passando dos limites e isso está causando problemas.

  • Situação clássica e perigosa: não é mais aquela cervejinha no final do ensaio, e também passou do ponto de tomar aquela cachaça pra comemorar um evento legal. O amigo já chega louco no ensaio, já chega torto no show e o pior de tudo, já não toca mais o que tocava antes por estar sempre encharcado….

O melhor a se fazer é tentar um diálogo fora do ambiente da banda, chamar o cara pra um papo em casa, ou um restaurante, expor que está prejudicando.

SEMPRE prestar apoio e mostrar caminhos alternativos, deixar claro que a banda quer ajudar.

Álcool é lícito, portanto os problemas são um pouco mais fáceis de contornar até certo ponto.

 - Evitar ao máximo consumir bebidas perto do amigo;
 - Demonstrar que isso realmente está afetando a banda;
 - Demonstrar claramente que a música é prioridade;


Caso B: Maconha - Seu companheiro de banda usa maconha sempre que possível.

  • Um problema constante e que pode ser transformado em caso grave.

Neste momento não existe o que se diz para a pessoa, sempre haverá um motivo para a droga estar ali: "estou estressado” ou “só estou curtindo” são desculpas comuns.

É legal deixar claro que, por ser algo ilícito, não é legal ficar transportando droga junto com os amigos de banda: “mas essa quantidade não dá nada”, o negócio é começar a evitar sair junto para não ter problemas.

  • Papo, sempre papo e expor que isso incomoda e preocupa;
  • Caso de estresse, procurar aliviar a carga de trabalho da banda para aquele integrante;
  • Deixar claro que será evitado carona, estar junto e etc.

Caso C: Drogas pesadas, cocaína,”balas”, etc. - Foi notado que o amigo de banda está consumindo alguma droga pesada.

  • Caso grave, perigoso e preocupante.

Vale lembrar que se a banda notou esse comportamento, duas vertentes devem surgir:

  1. é um amigo além de ser companheiro de banda;
  2. É integrante novo, não tem relação além da profissional.

No caso A:

  • Procurar a família, procurar entender o que levou ao uso;
  • Demonstrar ajuda acima de tudo;
  • Suspender compromissos da banda é importante até que se entenda tudo;
  • JAMAIS virar as costas.

No caso B:
  • Tentar conversar de forma profissional, em reunião;
  • Demonstrar ajuda acima de tudo;
  • Suspender compromissos e deixar claro o motivo, abrir totalmente a porta;
  • Colocar um sub, mas não tirar o cara da banda;
  • Ir até as últimas consequências para tentar ajudar.
Em ambos os casos, o importante é que a pessoa que está com o problema seja acolhida e tenha apoio para se recuperar. O uso de drogas pode ser prejudicial em muitos níveis para qualquer grupo, mas em bandas, o problema pode levar a banda ao fim muito rapidamente.

Imagine uma tour? Uma overdose? Um show mal feito por conta de um músico fora de si?

Esses são exemplos pequenos.

A amizade e companheirismo servem para minimizar essas situações. Um problema localizado no começo pode ser a diferença de sucesso da banda num futuro próximo.

Eu sempre deixo muito claro aqui que ser uma pessoa do bem, sempre tentar ajudar e sempre ser um músico amigo faz qualquer caminho ser menos árduo.

Eskrota: paulistanas divulgam detalhes do seu primeiro álbum


"Temos o orgulho de anunciar o lançamento do nosso primeiro full album "Cenas Brutais". Assim a banda paulista Eskrota surpreendeu a todos nesta quinta-feira(6) através de suas redes sociais.

A banda anunciou ótimos detalhes a respeito do seu próximo trabalho de estúdio, demonstrando um entusiasmo que contagiou aos fãs de todo o mundo. 7 de março é a data do lançamento, um dia histórico para nossa agenda, sendo exclusividade da gravadora Marquee Records. A produção, mixagem e masterização ficou a cargo de Martin Furia, guitarrista e técnico de som de muitas bandas de peso, dentre elas, o Destruction.

Co-produção ficou na mão de Prika Amaral, integrante da banda que cada vez mais cresce no cenário musical mundial, inclusive trabalhando com a Napalm Records. Participações especiais de Fernanda Lira (Nervosa), Mayara Puertas (Torture Squad) e Hugo Golon (Cemitério) deixam os fãs ainda mais ansiosos por escutar esta obra prima. A arte foi desenvolvida por Alcides Burn e a fotografia a cargo de Steph Ciciliatti.

Este álbum contou com financiamento coletivo, demonstrando um laço ainda maior de amor entre fãs e banda, fundamental para o lançamento do primeiro full álbum da Eskrota.


Projeto Lado B incentiva cena independente com programas no YouTube e Facebook

O Estúdio Interativa é mantenedor do projeto Lado B • O Lado Bom do Rock em parceria com Fernando Roma | Mixagem e Produção Musical.



O Estúdio Interativa teve início em 2016 com a WebRadio Interetiva Web ou pela sigla IAWB. Uma rádio web rock idealizada por Cadu Corrêa e Victor Career que em seguida saiu do projeto dando lugar a Rodrigo Viegas.

Desde então além de uma programação Rock n' Roll, foi criado também o programa Lado B que tem como premissa dar voz as bandas do cenário independente nacional.

A ideia inicial era que o programa fosse em formato rádio, entretanto com o advento da internet foi possível ir além e transformar a ideia em algo mais abrangente; Produzindo vídeo e áudio de alta qualidade.

Para isso a equipe aumentou e assim, tornaram-se parte da equipe Rafael Lizier (Matraca, apresentador) e Fernando Roma (Produtor musical). 

 Entrevista com a banda Prestto

Desde então o Estúdio Interativa através do Lado B vem fortalecendo ainda mais a cena independente em alta qualidade!

Entre em contato com o Lado B
(15) 9-983504799 (Cadu)

Parceiros:
• Fernando Roma - Mixagem e Produção Musical
https://www.facebook.com/fernandoromamix

• Estúdio Interativa
https://www.facebook.com/estudioiawb
 

Assista agora ao show com a banda Prestto 

05 fevereiro, 2020

Identidade do Tortilla Man do Slipknot é revelada oficialmente

O novo percussionista do Slipknot teve sua identidade revelada. Por meio de uma publicação não oficial da banda nas redes sociais, mas sim pelas Postojna Cave que é um complexo com hotel e extenso sistema de cavernas na Eslovênia que recebe hóspedes de todo o mundo que publicou uma foto.

O local divulgou em suas redes uma foto de três hóspedes ilustres que integram o Slipknot. Na foto aparecem: o percussionista Shawn "Clown" Crahan, o baterista Jay Weinberg e o Tortilla Man, que muitos já ousavam a arriscar quem seria é realmente Michael Pfaff, membro de projetos como Dirty Little Rabbits e The Snacks. O multi-instrumentista inclusive já tinha tocado com Shawn no primeiro projeto citado.



"A Postojna Cave hospedou seus primeiros vencedores de Grammy: tivemos uma visita dos três membros da famosa banda de heavy metal americana Slipknot", diz a legenda da publicação, trazendo imagens do trio. Em um livro de assinaturas, é possível conferir o sobrenome Pfaff, que confirma o que já é visto na foto com os músicos.

Veja:

Na imagem a seguir, da esquerda para a direita: Michael Pfaff, Shawn "Clown" Crahan e Jay Weinberg.

Fãs de Slipknot começaram a suspeitar que Michael Pfaff seria o Tortilla Man após uma entrevista do guitarrista Jim Root. Ao "The Art And Span Show", ele descreveu o misterioso colega como "um pianista de classe mundial" e "grande percussionista", com "graduação em música
".

Foi com essa mensagem que o Hotel divulgou a foto e logo a seguir um usuário do Reddit chamado Les Connely começou a investir e chegou ao Michael Pfaff como o Tortilla Man, natural de Iowa e notável por já ter tocado com Shawn no Dirty Little Rabbits.

Lembrando que o Tortilla Man ocupou a vaga de Chris Fehn, fora da banda após tê-la processado sob acusação de enriquecimento indevido.

Brasa Produtora prepara para fevereiro a mini Tour Sul da banda Black Days de São Paulo/SP

Formada em 2014, a Black Days caminha conquistando cada vez mais espaço no meio underground independente do país. Com influências que transitam entre o hardcore e o post-hardcore, a banda paulistana cativa seu público com shows energéticos e intensificados pela sua própria identidade.

Arte: Trece Creative Studio

Após o lançamento de diversos singles, um ep e mudanças de integrantes, a Black Days se solidifica com o lançamento do primeiro full-length “Entidade” em 2019. A banda também já representou o cenário nacional com a participação na abertura de shows de bandas internacionais no Brasil. Dance Gavin Dance, The Amity Affliction, Citizen e This Wild Life, são nomes que fazem parte do currículo da banda.

Atualmente a Black Days está em tour do lançamento do álbum “Entidade” e é com imenso prazer que a Brasa Produtora faz parte dela:

12/02 (quarta-feira): Balneário Camboriú/SC no Mercado Pirata;
13/02 (quinta-feira): São José/SC no Beco;
14/02 (sexta-feira) Blumenau/SC na Mansão Wayne;
15/02 (sábado) Curitiba/PR na Congrega. 

Arte: Trece Creative Studio

A mini Tour conta com o apoio da Monster Energy Brasil, da marca Trece Company e do estúdio de design Trece Creative Studio. No instagram da Produtora (@brasaprods) é possível participar de sorteios valendo vários itens (ingressos, camiseta, meia, bebidas energéticas, etc).