Topfive: cinco bandas para ouvir nesse fim de Semana #82

Dos anos 90's até atualmente, esse #topfive relembra muita coisa, mas também bandas que estão na ativa até hoje. O Underground muitas vezes é julgado por música ruim e barata, mas se você achar que essas bandas se encaixam nessa descrição, você tem que melhorar seu ouvido.

01) Inimigo Eu - Punk/Hardcore - Esteio/RS

Os gaúchos me convencem! Com um Hardcore puro, lembrando o Dead Fish, os guris fazem um som explosivo e melódico, conseguindo unir o util ao agradável. Carregavam a verdade do nosso país e da nossa sociedade em suas letras. Curte HC? Ouve esses caras.



02) Allejo - Punk - Criciúma/SC

Umas banda que foi criada por causa de uma música, e que sinceramente não sei dizer se fez algum show. Baita Punk Rock carvoeiro, que esteve presente na coletânea da A Hora Hard, nossos parceira.




03) Enemy - Hardcore - Criciúma/SC

Eles seguem na ativa, porém tiveram uma ascensão maior quando começaram. Com um Hardcore mais brutal, eles trouxeram o que muita banda não vinha fazendo: brutalidade com qualidade.


04) Emoponto - Emocore - Rio de Janeiro/RJ
A melhor banda de Punk/Emo que o Rio de Janeiro já teve. Com um bom sucesso, a banda rodava seus clipes na mtv e multishow. Eles trazem muito a levada de Simple Plan, e muitas outras bandas gringas. Os caras são demais.

05) Shileper High - Punk Rock - São Bernardo do Campo/SP

Sabe aquela banda que é brazuca, mas tem a qualidade de banda gringa? Esse são esses caras, puta sonzeira firme e pegada, com vocais bem cravados e colocados. Me impressiona eles não terem feito um sucesso grande. Trio Punk Rock, agora com uma menina nos grooves.



Especial Copa do Mundo 2018: Bandas de Cada Nação (Grupo F)

Em homenagem a Copa do Mundo de 2018, buscamos, para cada um dos 32 países participante, uma banda de Metal que imprime sua cultura local em seu som, para que o mundo todo possa conhecer suas raízes, seus ritmos, suas línguas e suas verdadeiras influências. Com vocês: Bandas de Cada Nação.




Grupo F
Alemanha

Alemanha é um país extremamente tradicional no futebol e no Metal. Com quatro títulos mundiais (o último, inclusive, em solo brasileiro após o histórico 7x1) e um quarteto chamado de Big 4 Alemão (Kreator, Sodom, Destruction e Tankard), o país também conta com um clube extremamente popular no mundo da bola (Bayern de Munique) e uma banda também muito reconhecida no Metal alternativo (Rammstein). Os bávaros são de fato bem renomados mundo a fora, até por serem pais da cerveja, e só por isso já merecem muitos louvores. Aliás, a cerveja faz parte da rica história da Alemanha, que possui um passado rico e repleto de lendas que ecoam até os tempos atuais, como através de bandas como a Odroerir, que canta sobre o folclore germânico junto a elementos típicos da música medieval, mas sem deixar a distorção das guitarras do Heavy Metal de lado. A banda está desde 1998 na ativa e conta com quatro álbuns gravados, todos em alemão e com pegadas furiosas e encantadoras em todos os instrumentos, acústicos ou elétricos. Para fãs de Folk Metal clássico, Odroerir é uma pedida ótima.




Coreia do Sul

Confesso que estava ansioso para chegar em algum país asiático, para ver o que eu iria encontrar que fosse fundir a música tradicional oriental aos elementos do Heavy Metal. Também admito ser um apreciador da sonoridade um pouco melancólica da música típica de países do outro lado do globo, então tinha um certo receio de como isso iria soar junto com a energia e agressividade do Metal. E se no futebol a Coréia do Sul não encanta, aqui ela me deixou "wow" logo de cara. Gostwind é uma banda formada por músicos de muito bom gosto e virtuosidade, que faz uma mistura de Heavy Metal clássico com esses elementos genuinamente sul-coreanos, não apenas os instrumentos, mas também nas letras e nas melodias vocais, que mantém esse certo ar de melancolia. Em catorze anos de atividade, Gostwind tem quatro full-lengths, todos bem avaliados e com a proposta característica do grupo da capital Seul.




México

Caótico. É isso que posso definir o que pensei ao ouvir o primeiro som dessa banda. E não é por menos. Assim como a seleção de seu país, que sempre se propõe a entrar em campo para causar pavor em seus adversários (Alemanha que o diga), a banda Nahual Negro não é nem um pouco diferente. O Death Metal extremo e brutal do grupo da capital mexicana assusta, desnorteia, mas é mais impressionante a forma como os elementos pré-hispânicos da cultura mexicana surgem dentro do som destruidor que ouvimos. Instrumentos de sopro, de percussão, cânticos indígenas, tudo isso é plano de fundo para guitarras que executam riffs animalescos e vocais que mastigam o ouvido enquanto narram lendas da mitologia pré-hispânica. Cheguei a cogitar alguns nomes mais conhecidos para essa vaga de representante do México, mas Nahual Negro faz por merecer.



Suécia

Tirando a Coréia do Sul, esse grupo é um dos que mais poderiam ser recheados de bandas famosas. Aqui na Suécia, poderia mencionar várias sem esforço: Arch Enemy, Meshuggah, Soilwork, In Flames, Opeth... e estou me contendo para não escalar Amon Amarth, pois de fato o seu Viking Metal condiz com as tradições nórdicas de seu país. Mas vamos atrás de algo um pouco mais desconhecido e que seja ainda mais autentico do que Amon Amarth. Månegarm pode não ser exatamente desconhecido, possui uma repercussão grande quando se trata de Metal que faz ode a cultura viking, mas pela qualidade que apresenta em seu som, sem deixar de lado a raíz musical nórdica, deveria estar no mesmo patamar da banda viking mais famosa do mundo. As guitarras são extremamente agressivas, furiosas, assim como a voz que narra as tradicionais batalhas e rituais que ocorriam na antiga Escandinávia. Em contraste a isso, temos instrumentos que constroem belas melodias suaves ao fundo, com cordas limpas e sopros como o frio vento do norte europeu. Os vikings estão na ativa desde 1995 e possuem oito álbuns e nunca deixaram suas raízes (exceto em alguns trabalhos recentes onde compuseram em inglês). De toda forma, Manegarm tem uma musicalidade extremamente imersiva, que faz sua barba crescer a cada minuto dedicado a ouvir essa espetacular banda. E se não está crescendo, é por que você está ouvindo sem acreditar em Odin! Sköl!


Resenha: Realidade, Vida e Fé - Pense (2018)

Incessante, crucial, cirúrgico e poético, é assim que o novo disco do Pense pode ser resumido. A cada ano que passa, sempre temos um disco forte do Hardcore, quando Pense anunciou que teríamos um lançamento neste ano, não tinha dúvidas, vinha pedrada. Dito e feito!




Em 2015 quando a banda mineira anunciou que entraria em hiato, foi um choque, por todos os cantos do Brasil era falado a falta que faria. Mas o silêncio nunca se propagou, Pense sempre esteve presente nas playlists e no coração do público que criou ao longo dos anos em atividade. Em dezembro de 2016, surgiu um videoclipe "Revitalizar" que começava com "... Voltei pra te dizer, tudo aquilo que sentia e que esse silêncio nos fez bem, pra voltar melhor..." e não é que foi verdade?

Mesmo com o anuncio do desligamento do baterista Danilo Vilarino e que quem assumia as baquetas era Charles Taylo (já conhecido no cenário HC do país), a partir dai, o trabalho começou e foi um ano até chegarmos no "Realidade, Vida e Fé". 

A principal característica do Pense, não ficou para trás. As letras engajadas, fortes e poéticas estão mais uma vez presentes em um disco dos caras e que letras sensacionais são apresentadas. As guitarras de Cristiano Souza e Ítalo Nonato em perfeita sintonia de pura cadência, entoando com bastante agressividade, como o Hardcore tem que ser. Charles Taylo incessante e empolgado, um vulcão na bateria com uma cozinha segura com Judá Ramos.

Mas sem dúvidas, não da para deixar de citar Lucas Guerra. Vocais agressivos, impecáveis e pontuais, letras escritas pelo mesmo com total consciência e com fortes fraseados poéticos em grande proporção com reflexões necessárias. A forma como a letra entra na sua mente e ronda como se alguém tivesse repetindo inúmeras vezes em seu ouvido, é no minimo fascinante. Pobre tolo que acha que Hardcore é uma música reta, sem pretensões, no fim, acaba perdendo lindas poesias com melodias viscerais. 





Mais uma vez o material gráfico também rouba a cena. A capa é uma obra de arte simplesmente intrigante, por bons motivos, claro. As cores escolhidas realçam em forma de poesia uma arte visual que beira o perfeição. O artista responsável foi Felipe Protski. A parte externa do rosto representa "Realidade" pois segundo Lucas Guerra, por ser o fator externo em comum. Já a camada interna, representa a "Vida", por ser algo interno e pessoal, algo que temos dentro de nós como algo importante. Por último e não menos importante, a camada de energia representa "Fé" por ser algo abstrato e imaterial. 



FORMAÇÃO
Lucas Guerra - vocal
Charles Taylo - bateria
Cristiano Souza - guitarra
Judá Ramos - baixo
Ítalo Nonato - guitarra


TRACKLIST
01) Intro (Eduardo Galeano)
02) Utopia
03) Corpo, mente, espírito
04) Levanta e vai
05) Existência
06) Matrix
07) Do que sou
08) Eu não posso mais
09) Você sabe com quem está falando
10) Todo momento é o agora
11) Revitalizar

Especial Copa do Mundo 2018: Bandas de Cada Nação (Grupo E)

Em homenagem a Copa do Mundo de 2018, buscamos, para cada um dos 32 países participante, uma banda de Metal que imprime sua cultura local em seu som, para que o mundo todo possa conhecer suas raízes, seus ritmos, suas línguas e suas verdadeiras influências. Com vocês: Bandas de Cada Nação.




Grupo E
Brasil

Vocês podem achar que aqui viria a parte mais fácil, mas aí que vem o engano. Conhecendo tantas bandas, é muito difícil escolher apenas uma que represente o Brasil dentro do Metal. De cara, obviamente me vem Angra e Sepultura, bandas que já agregaram a sua musicalidade elementos típicos de nossas raízes, que cantaram sobre nosso país, mas vamos buscar algo mais desconhecido, sair desse clichê de sempre. Me lembrei de várias bandas que falam sobre a história do Brasil, com elementos de nossa cultura, com letras em inglês, em português... e foi aí que lembrei de uma que vai ainda mais fundo e canta em tupi-guaraní: Arandu Arakuaa. Perfeito! A nossa língua raíz, que foi base para parte de nosso vocabulário atual. Não apenas isso, mas Arandu Arakuaa também canta sobre as lendas de nosso folclore, principalmente os contos mais antigos e pertencentes a cultura indígena, ou sobre a natureza, sobre a rica fauna que o Brasil abriga. Não bastasse tudo isso, a música é uma mistura e tanto entre momentos amenos, alegres e com a bela voz cristalina da manauara Karine Aguiar, e outros mais tensos, pesados, rápidos, vocais gritados, e outros apenas de percussão e com cânticos realmente indígenas. Bom, olhando aqui meu formulário, acho que Arandu Arakuaa preencheu todos os quesitos que estava procurando para a banda que fosse representar o Brasil aqui no quadro.

Costa Rica

Praticamente na primeira banda que dei play eu tive certeza de que deveria postar aqui. Poderia ter mais elementos típicos? Poderia. Mas as letras em espanhol retratando a vivência costa-riquenha, o bom trabalho desse Thrash Metal melódico (como se descrevem) e o nome que lembra o clube de futebol inglês me fizeram pensar "por que não?". Então, Arsenal, da capital da Costa Rica, foi minha escolha para representar o país que corre por fora no que diz respeito sobre quem irá se classificar para a próxima fase da Copa do Mundo. No entanto, no quesito música, Arsenal é uma banda forte e tradicional da cena Metal do país, tendo admiradores por toda a comunidade Thrash mundo a fora.




Sérvia

Mais um país eslavo, e então fui em busca de bandas que utilizassem ao máximo dos elementos que sua região oferecem como base cultural. A mitologia eslava não é muito repercutida por aqui, mas buscar bandas que cultuam essa tradição é um exercício interessante de enriquecimento de nosso conhecimento a respeito das culturas antigas que são quase esquecidas. A banda Сварун (Svarun) surgiu em 2008 e já alcança vôos internacionais, se destacando com seu belíssimo Metal sinfônico, com um riquíssimo trabalho instrumental e vocal, e tem em suas letras (em sérvio) contos baseados na mitologia eslava. A Svarun possui dois álbuns gravados e está desde 2014 sem novos lançamentos, mas a expectativa é de novidades em breve. O fato é que a Sérvia tem um fortíssimo candidato aqui nesse grupo.



Suíça

Muito famoso por seus chocolates, relógios e alpes, a Suíça é um belo país composto por colonização germânica, francesa e italiana, algo que se assemelha muito ao Brasil. Tal semelhança se deu também na quantidade de gols marcados na partida entre ambas seleções na primeira rodada. No entanto, falemos de Metal, e quando quero buscar algo Folk que remeta a Suíça acredito que mitologia helvécia seja a mais propícia para o assunto. Em atividade desde 2005, Morgarten faz isso através de um Black Metal bem trabalho e com agressividade na dose ideal, soando mais Heavy/Power/Prog do que Black no que se trata do instrumental, mas o vocal é totalmente extremo, gritado e rasgado, o que dá o ar de brutalidade a horda. Até então, Morgarten tem apenas um álbum lançado, em 2015, mas deixa a expectativa de ver mais trabalhos no futuro, assim como a seleção de seu país, que fez jogo duro frente ao Brasil e sempre cria expectativas para passar da fase de grupos.


Coluna: Duo Bands #2

Estamos de volta com a coluna dedicada especialmente às Duo Bands




Todos sabemos dos desafios de desenvolver um trabalho autoral na música e apresentá-lo ao público. Tem gente que se atreve a encarar esse desafio em dupla! Como tudo na vida, sempre há pontos positivos e negativos. Uma Duo Band exige maior envolvimento dos integrantes, pois todo o trabalho depende apenas de duas pessoas. Por outro lado, há mais espaço para criar e expor suas ideais, sem ter que acolher tantas opiniões divergentes. Porém, uma coisa é certa: esse trabalho funciona sim e temos diversos exemplos de duplas bem sucedidas. 

Hoje O SubSolo apresenta a vocês mais cinco bandas autorais do underground! Com vocês, as Duo Bands!


1) Petit Mort (Buenos Aires/Argentina)

Sim, resolvemos dar um espacinho para uma banda estrangeira, mas especialmente porque eles estão residindo em nosso querido Brasil. Se vocês ouvirem o som dessa dupla vão se sentir honrado por tê-los em nosso país! Trata-se de um trabalho de Rock muito bem feito, alguns gravados na Argentina e outros na Alemanha. Vale a pena ouvir o disco "Bite the Hook", de 2015, e conferir com seus próprios ouvidos esse som! 



2) Aske (São Carlos/SP)

Desde 2009 os músicos da Aske apresentam Death Metal autoral da melhor qualidade. Muita potência, brutalidade e peso é o que exprime o som desses caras! Segue aqui o mais recente trabalho da dupla, "Broken Vow", com cinco músicas incríveis.



3) Two Step Flow (Caxias do Sul/RS)

Esse duo gaúcho traz uma proposta de Rock com pegadas psicodélicas. As influências são diversas, indo desde o Metal até o Pop, ou seja, o estilo da banda é praticamente indefinível. Unindo baixo, bateria, vocais e sons virtuais, a Two Step Flow é responsável por um admirável trabalho, mostrando alta qualidade tanto nas músicas quanto nos vídeo clipes muito bem produzidos. Confira aqui "California Sun", mas não esqueça de dar uma olhadinha nos outros clipes!




4) Test (São Paulo/SP)

É som pesado que você curte? Aqui vai uma excelente indicação para você. Com influências de Grindcore, Death e Black Metal, o trabalho da Test é tão reconhecido que recentemente viajou a América do Norte realizando uma grande série de shows. Para falar a verdade, as tours não são novidade para essa dupla, que conquistou muitos fãs com a agressividade do seu som. Acostumados a levar o público à completa loucura, essa é a Test:

 

5) Anima Mea (Minas Gerais e Rio de Janeiro)

A gente gosta mesmo é de diversidade! Por isso, mostramos a vocês que tem Duo Bands para todos os gostos! Anima Mea é a união de dois amigos que costumavam tocar juntos na adolescência. Após se reencontrarem na vida adulta, resolveram compor um trabalho autoral, inspirado em suas bandas favoritas de Rock clássico. As letras são em Português e trazem temáticas sentimentais que partem das próprias vivências dos compositores.




O que achou dessa lista? Deixe seu comentário e compartilhe seus sons favoritos com os amigos! Conhece Duo Bands que ainda não foram citadas na nossa coluna? Manda para nós! 

Com nossa união o som Underground vai longe!

Bisho Extreme Fest: acontecerá neste sábado (23) a segunda edição do evento mais pesado do sul catarinense

O Bisho Extreme Fest marca a renovação dos produtores do sul do país. Essa nova geração começa pelo produtor deste evento, Gustavo Mendes tem apenas 21 anos de idade, e traz para Santa Catarina a segunda edição de um evento impactante.

Conhecido por sempre estar presente nos eventos, sentiu que era hora de trazer um evento que faltava na região e em parceria com o Congas Music Beer, apresentou em 2017 a primeira edição do evento. O resultado foi além do esperado e a segunda edição ocorrerá neste sábado às 22h no mesmo local e as bandas convocadas para tal, foram: Impiedoso, Black Metal de Jaraguá do Sul/SC. Viletale, Horror Metal de Blumenau/SC. Lethal Sense, Death Metal de Bento Gonçalves/RS e Distressed, Thrash/Death Metal de Tubarão/SC, cidade esta que acontece o evento.




Confirme presença no evento:


Pontos de venda de ingressos antecipados:
A MUSICAL BRACO DO NORTE - BRAÇO DO NORTE / SC
A MUSICAL ORLEANS - ORLEANS / SC
A MUSICAL TUBARAO - TUBARAO / SC
A MUSICAL URUSSANGA - URUSSANGA / SC
DIA&NOITE CONVENIÊNCIA - ARMAZÉM / SC
DIGITUSUL GIASSI (STA BARBARA) - CRICIÚMA / SC
DIGITUSUL-FAROL SHOPPING - TUBARAO / SC
FARMACIA BEM ESTAR - MORRO DA FUMAÇA / SC
FARMACIA PAES LEME - IMBITUBA / SC
GLOSS COSMETICOS - BRAÇO DO NORTE / SC
LOJA MURY E MURY SURF SKATE - IÇARA / SC
LOJA SIMONE - TERMAS DO GRAVATAL - - GRAVATAL / SC
MORMAII - GAROPABA - GAROPABA / SC
OPTICA ESPORTIVA - ARARANGUÁ / SC
OTICA NANY LTDA - ME - IMBITUBA / SC
POSTO DO ALEMAO - TREZE DE MAIO / SC
RECANTO BIKE CENTRO - LAGUNA / SC


Portaria o ingresso custará R$25,00


Cobertura:
Underground Extremo / O SubSolo / A Hora Hard

Apoio:

Eu Apoio Metal Nacional / Urussanga Rock Music

Especial Copa do Mundo 2018: Bandas de Cada Nação (Grupo D)

Em homenagem a Copa do Mundo de 2018, buscamos, para cada um dos 32 países participante, uma banda de Metal que imprime sua cultura local em seu som, para que o mundo todo possa conhecer suas raízes, seus ritmos, suas línguas e suas verdadeiras influências. Com vocês: Bandas de Cada Nação.




Grupo D
Argentina

Assim que comecei a pesquisar bandas do país bi-campeão mundial me peguei pensando "tem uma que é perfeita pra isso mas não me lembro qual". Conversando com Luís Harley, nosso outro redator e mente criativa a frente do portal Underground Extremo, ele me jogou na cara exatamente a banda que eu estava buscando: A.N.I.M.A.L, uma banda com uma extensa história, com letras fortes em espanhol e que são reflexos das situações históricas do país, do povo, da América Latina, além de um som realmente animal. Se nos campos a Argentina tem Messi para a representar em alto nível, aqui não é diferente, pois A.N.I.M.A.L tem um currículo extenso de sete álbuns, que foram lançados até sua parada em 2006, mas em 2015 retornaram a ativa e seguem até hoje levando o Groove Metal de Buenos Aires mundo a fora.

Croácia

Aqui foi o momento que cocei minha cabeça e pensei: o que seria exatamente algo tradicional da Croácia? A famigerada camiseta de sua seleção que lembra uma toalha de mesa por conta do xadrez vermelho e branco? Claro que não poderia ser apenas isso. Vamos lá, estamos falando da região dos Bálcãs, sem dúvidas muitas lendas antigas devem ter sido criadas por lá, e buscando por isso fui atrás de alguma banda que trouxesse isso em sua música. Assim, encontrei a Stribog, de Zagrebe, que não possui muitos registros, mas em compensação, o que tem gravado é lindo de se ouvir. Uma mistura de elementos tradicionais do Folk, com guitarras aceleradas e ritmadas do Power, vocais gritados e agonizantes do Black e vozes angelicais e melódicas do Sinfônico. Ah, e músicas em croata, falando sobre a mitologia eslava. Acho que é o suficiente pra mim, posso ouvir isso por horas e horas e continuar em deleite com essa mescla épica de sonoridades.




Islândia

300 mil habitantes em uma ilha de pouco mais de 100 mil km². Essa é a Islândia, país que a cem anos teve sua independência reconhecida pela Dinamarca e hoje disputa sua primeira Copa do Mundo. Quer mais? Na sua estréia, arrancou um glorioso empate com a poderosa Argentina, com um futebol aguerrido, vibrante e verdadeiro, que faz sua torcida viver um sonho em vida real. E se no futebol a Islândia é uma grande dúvida de quão longe ela irá, resolvi trazer uma banda que me deixou uma dúvida enquanto ouvia também. Sólstafir tem discos extremos, parecendo ser mais uma horda de Black Metal que cultua o paganismo (o que faz sentido dada as raízes nórdicas do país), mas, de repente em dado momento da história da banda, sua brutalidade se desvai totalmente e temos um post-Rock experimental e atmosférico, mas de qualidade excepcional e de maturidade musical impressionante. Vi que uma trinca de álbuns de Sólstafir foram extremamente bem avaliados, alguns inclusive das fases mais extremas da banda, outros já com inclinações ao Rock ambiente. Para melhor avaliação, ouça mais do que a música abaixo e tire suas próprias conclusões.




Nigéria

Esse aqui foi realmente difícil. Pra você ter ideia, não existe, de fato, uma cena Rock, e menos ainda espaço para Metal na Nigéria. Existem bandas, eventos, mas tudo com pouquíssimo material na internet. Ao pesquisar por bandas da Nigéria é mais fácil encontrar pessoas se questionando como o Metal vive no país do que realmente encontrar um som para escutar. De toda forma, consegui sim encontrar uma música e tenho que dizer que é simplesmente incrível ver uma banda com tanto potencial vir de um local onde não há incentivo ao Heavy Metal. Caramba, como 1 Last Autograph está tão escondido sendo dono de um som absolutamente tão bom? Confesso que poderia ter um apelo maior a suas raízes, mas o cuidado e qualidade na composição já me ganha o suficiente pra aparecer aqui. Tenho minhas dúvidas quanto ao gênero exato, parece algo mais entre post-Hardcore e Metalcore, mas confesso que uma certeza é que ouvir 1 Last Autograph foi como ver que até mesmo no local mais improvável o Metal vive com muita força.


Cobertura: Rock in Hell do Campo IV (Rio do Campo/SC)

As vezes realmente me perguntava: estamos em um festival de Rock e Metal, ou estamos em um encontro de família? A vibe do Rock in Hell é de outro mundo, nunca tinha visto algo similar em outro evento.

Infelizmente por motivos de logística, perdemos o evento na sexta-feira e só conseguimos comparecer a partir do sábado e mesmo assim foi tudo maravilhoso e até certo ponto bem audacioso. Para não tornar essa cobertura massante, vamos fazer um resumo geral, apontando pequenos pontos e destaques do evento.




Ah, sem falar nas opções sem ser musicais, como exposições de carros antigos, vários stands de diversos nichos, exposições de cultura e muita coisa interessante. O que mais vale destacar é o leque de opções que o festival nos fornece, Punk Rock, Heavy Metal, New Metal, Doom Metal, Death Metal, Rock 'n Roll, Folk e por ai vai. No fim, todas as tribos são reunidas, canecas de chopp transbordam e não importa qual banda suba ao palco a festa é a mesma e a galera agitou da primeira até a última banda. 

Como em todo evento, sabemos que nem todas as bandas estão na mesma qualidade ou preparadas da mesma maneira, e todas estão sujeitas a imprevistos que possam impossibilitar uma boa apresentação, isso fica claro quando você vê uma banda achando que é só subir ao palco e tocar as músicas, o que de fato é errado. Algumas bandas do sábado faltou um pouco mais de contato com o público, que mesmo com o frio, permaneciam fieis em frente ao palco para ver música de qualidade.

Sou um grande admirador do som da The Undead Manz, mas confesso que desconheci a banda nesse festival. Algumas distorções da guitarra base se sobrepôs acima dos outros instrumentos, principalmente da guitarra solo que sumia a todo instante. Por sorte, a cozinha estava em perfeita sintonia, em contrapartida as segundas vozes estavam muito mais altas que o vocal principal, mas o carisma e a vontade da banda de tocar, deixou tudo isso de lado, fazendo o público inclusive tentar cantar com a banda e a procura pelo merchandising foi muito grande ao fim da apresentação. No fim, descobrimos que foi disponibilizado apenas um amplificador de guitarra, sendo a base prejudicada por ter ligado a mesma em linha.

Como um trio a feed the Freak oriundo de Blumenau/SC, apresentou composições fortes com ótimas coreografias. Destacando-se pelas máscaras e as roupas sociais, os músicos interpretavam todas suas músicas como um verdadeiro teatro. O peso que o trio consegue alcançar deixa banda com mais integrantes no bolso, infelizmente o show foi interrompido por algum motivo que desconhecemos.

Mas uma das bandas que mais nos chamou atenção foi o Carniça, que com 27 anos de carreira, essa foi a primeira vez em um festival no estado vizinho, afinal, os caras são do Rio Grande do Sul, tem trabalhos gravados e merchandising e após 27 anos tocaram pela primeira vez em Santa Catarina. Mas o destaque não fica por demorar tanto para "subir os morros" e sim pela apresentação que fez. 

Ainda nesse dia tivemos o Tandra, que também nos chamou atenção pelos instrumentos compostos no grupo, como: flauta e acordeon. O grupo traz um Folk Metal que as vezes parece ter leves influências de Thrash, mas no fim, a energia despejada no público é de grande valor e no fim, tem todo o retorno. Gritos de mais um não paravam e a banda teve que tocar mais algumas músicas.

Foto: Leandra Sartor / Urussanga Rock Music.

Uma pausa para as bandas, é hora da fogueira, sim você leu certo, é hora da fogueira. Fomos convidados a subir um pequeno morro atrás do evento para acompanhar a queima da fogueira. Subindo o tal morro nos deparamos com uma penca de madeiras, o que desenhava um boi e descobrimos também que essa fogueira faz parte dos eventos, é como um ritual de todo festival e quem entrou em cena foram os organizadores, Tailana e Cleiton Falcãozinho, com ótimas coregrafias colocaram fogo e a fogueira foi gigante. Ao mesmo tempo, um orador lia um release sobre o festival, um momento bem familiar e emocionante.


CONHEÇA A ESTRUTURA DO EVENTO, VÍDEO REALIZADO NO EVENTO PASSADO




Já no domingo cedo, todos se deslocaram para a área do show, enquanto a Captain Cornelius se organizava para começar sua apresentação, um café colonial foi servido a TODOS presentes no evento. Mais um diferencial dentre outros. Com um pouco de atraso a Captain Cornelius subiu ao palco, iniciando os trabalhos musicais do domingo e o público ainda era grande, muita gente saiu das barracas para acompanhar um Folk animado e a cada passada de música muito carisma por parte dos músicos, porém, ta na hora da banda começar a compor e transparecer sua alma em suas composições próprias.

Logo após a Dark New Farm que viajou mais de 300 quilômetros, se apresentou no palco. Mesmo com vários problemas técnicos na bateria, mostraram o motivo da banda ter menos de um ano de formação e já ter conseguido tocar em eventos como Laguna Metal Fest e Rock in Hell. Suas músicas autorais sempre trazem maior resposta do público, acreditamos que é hora da banda investir pesado em suas composições.

AbomiNação de Lages subiu aos palcos após a Dark New Farm e a evolução da banda é gigante. Lembro que conheci a banda em pequenos vídeos caseiros em uma garagem de um dos integrantes e hoje os caras tem uma apresentação que é um verdadeiro prato cheio para amantes do som pesado. O trio é muito bem entrosado e a os integrantes fora do palco super carismáticos. A cada música tocada era uma reflexão sobre problemas sociais e também a cada música um soco na orelha. Gurizada compõe músicas leves como um pé de cabra dado na cabeça.

Vem o fim do festival. Muitos novos amigos, novos contatos e novas histórias. E por falar em histórias, foi emocionante conhecer as dos organizadores que já tiveram muitos problemas com outras edições do evento e mesmo assim, peitaram e nunca desistiram. Fica o exemplo de como se fazer um festival. Nem sempre precisamos ter grana exorbitante para organizar um festival, as vezes é mais trabalho, divulgação, ajuda de amigos e receber todos com muita humildade e disposição.

Fica o recado para algumas bandas também, sempre tentar respeitar o pessoal da sonorização que são gente como a gente e as vezes são pessoas simples e incríveis. Falando agora como Maykon Kjellin, baterista da Dark New Farm, é de cortar o coração receber o abraço de um técnico de som, agradecendo por termos sidos gentis com eles. Em que mundo nos vivemos que devemos ser agradecidos por alguém ser gentil conosco? Rio do Campo/SC acima de tudo, é uma cidade de pessoas simples e humildes, os técnicos de som são da cidade vizinha de Rio do Sul/SC e devemos tratar todos em igualdade, fica apenas esse adendo as bandas, pois acredito que todos foram bem recebidos assim como nós.

Aos que foram vencidos pela distância, só digo que lamento por vocês. Só tentem ser menos retardados em suas redes sociais dizendo que o Rock está morrendo, pois tivemos nesse final de semana uma excelente prova de que o Rock respira sem ajuda de aparelhos e está longe de morrer, infelizmente para alguns babacas que esperam um novo Black Sabbath, um novo Iron Maiden, perdem tempo de suas vidas não querendo abrir os ouvidos para novos músicos de nosso país, só lamento por vocês. Mais um festival com excelentes bandas e histórias.

Vida longa ao Rock in Hell do Campo!

Universo Relativo: novo momento da carreira em união com Tadeu Patolla

Após um álbum debut muito bem recebido pelo público (Reflexo, 2016, produzido por Caio Andreatta da banda Capela) e uma série de shows por locais relevantes como Centro Cultural Rio Verde, Bar Brahma, Pinacoteca e participar do palco oficial da Tocha Olímpica nas Olimpíadas, a banda Universo Relativo, oriunda do ABC Paulista, entra em um novo momento da carreira com o lançamento do single “Falível”.



"Falível" é o primeiro de uma série de trabalhos produzidos por Tadeu Patolla, grande nome do mercado, responsável por obras de grandes artistas como Charlie Brown Jr, Biquini Cavadão, Strike, Jorge Bem Jor entre muitos outros.

O single vem acompanhado de um clipe que transcreve o novo som com perfeição dirigido por Caio Freiria e filmado no litoral norte de São Paulo, evidencia ainda mais esse folk rock introspectivo que promete conquistar o coração dos fãs do gênero e, principalmente, da boa música autoral produzida no país.

A banda é formada pelos amigos de longa data Giu Bonetti, Julio Zampa, Tassio Rossi e Artur Gariba.


Assista o clipe:



Links Oficiais:

Contato:
Assessoria: assessoria@geracaoy.net
Shows: urelativo@gmail.com

Conheça: Johnnie Go (Vitória/ES)

Diretamente da cidade de Vitória/ES, Johnnie Go é uma banda de Rock 'n Roll, que traz em suas letras retratos do dia a dia, sem cair no modismo e modernismo, a banda também carrega em suas veias atitudes que destacou o Rock nos anos de ouro, como a forma de protestar contra o governo.




Uma união de amigos de outras bandas, deu vida a Johnnie Go. Rodrigo Vignati (vocal) e Cleyder Martinelli (baixo) se reencontraram e com isso, convidaram Guilherme Peixe (bateria) e logo após assumindo as guitarras, Roney Mattos. 


Após anos de estrada, mais precisamente em 2015, a banda lançou seu primeiro disco, intitulado "Um Novo Mundo" contendo onze faixas que renderam a gravação de três clipes, todos lançados no ano posterior, em 2016.


Em 2017 com nova formação, com Sérgio Filho assumindo as guitarras, a banda voltou todo seu foco para estúdio e trazendo assim, o novo single "Lamento", rendendo também gravação de um clipe, mostrando a nova fase da banda. Em 2018 é a vez do single "Velho Sorrateiro", que unindo ao single lançado no ano anterior, estarão presentes no futuro disco da banda.



SIGA JOHNNIE GO



Impéria: "O Silêncio" é o novo single do grupo

A banda de Rock and Roll IMPÉRIA acaba de lançar o single “O Silêncio”. O novo som consolida a sonoridade mais madura do quarteto paulistano. “Vamos começar o ano com mais uma pedrada”, avisa o vocalista, Marcio Deliberalli.




Já disponível em plataformas digitais como Spotify e iTunes (em breve em outras), o novo single traz uma reflexão sobre conflitos internos e superação. “A letra reflete a evolução do nosso trabalho para chegar ao resultado que buscávamos nessa composição”, diz o guitarrista, Felippe Deliberalli. “Tanto a letra como a parte melódica e instrumental tiveram grande participação de todos os integrantes”, completa.


O novo som da banda IMPÉRIA reedita a parceria de sucesso firmada em “Liberte Seus Instintos”, single que foi lançado no ano passado. Stefano B.A., guitarrista da banda Sharyot, foi novamente convidado para atuar como produtor. “Trabalhar com o Stefano nos trouxe novas possibilidades e aumentou a qualidade do nosso som”, comenta Felippe Deliberalli. “Não pensamos duas vezes para escolher quem produziria ‘O Silêncio’. Stefano era o cara certo, na hora certa”, conta o baterista, Flavius Deliberalli.

O novo single da banda IMPÉRIA foi gravado no Studio Latitude, em São Paulo (SP), local onde a banda gravou todos os trabalhos anteriores (Em Dias Assim, 2011 / Liberte Seus Instintos, 2017). “O Latitude é nossa casa. Elias Aftim e Stefano B.A. conhecem muito bem nosso som e nos ajudaram a alcançar esta nova sonoridade que estamos apresentando”, explica o baixista, Ricardo Ueno.

Duelo nas cordas


Além de produzir o som, Stefano B.A. também gravou uma parte do solo de “O Silêncio”. Todos foram unânimes quanto a uma participação mais efetiva do produtor nas gravações deste novo single. “Nós trabalhamos juntos faz alguns anos. Como temos grande amizade, a banda me convidou  também para gravar uma participação no solo”, conta Stefano B.A.. “Eu e o Felippe usamos o mesmo timbre, mas com guitarras bem diferentes. Porém, como temos características distintas, os solos ficaram bem marcantes”, explica o músico e produtor.

Uma imagem


A resolução de conflitos internos e a busca pelo entendimento interior são algumas das ideias contidas na letra de “O Silêncio”. O artista gráfico Fábio Araújo foi novamente incumbido da missão de transformar conceitos e palavras em uma única imagem. “Essa arte foi inspirada, no fato de que, em meio a tempestades e desertos, seja de emoções ou problemas, buscamos em meio a um silêncio absoluto, um portal, uma forma de fugir, se esconder da realidade. Realidade que, muitas vezes, parece não pertencer a nós, ou nós a ela”, conta o artista gráfico.

Fonte: Impéria Press

Red Front: novo clipe ‘Fool’s Gold’ está disponível

O RED FRONT acaba de lançar no YouTube seu novo clipe oficial. O trabalho leva o título de ‘Fool’s Gold’ e fará parte do novo disco do grupo.


O clipe foi dirigido e produzido pela Vras 77 (www.facebook.com/vras77) e mais uma vez mostra o talento desses músicos para o cinema (sim, Hollywood você está perdendo). O clipe também contou com a participação de Ball Jazz em uma atuação primorosa! Confira:



A música de ‘Fools Gold’ foi registrada no estúdio Lamparina e produzida por Tiago Hospede.

Com o novo clipe, o RED FRONT consolida de vez seu novo lineup que conta com Oscar Casarini, Mark Santos, Anderson Bosco, Daniel Lunardi e Paulo Zumby. O novo disco já está pronto e em breve mais novidades serão anunciadas!

Para não perder nenhuma novidade, o RED FRONT convida todos os amigos e fãs para curtir e seguir sua fanpage no Facebook: https://www.facebook.com/redfrontofficial/

Formado nos idos doas anos 2007, o RED FRONT rapidamente se tornou dos nomes mais fortes e queridos na última década no Brasil e se viu de apenas uma promessa no cenário nacional para uma grande realidade, excursionando o mundo, lançando CD e tocando ao lado de lendas do Metal mundial. Uma pausa forçada no meio do caminho interrompeu momentaneamente o trabalho, mas agora o grupo está de volta com força total!

Contato: marqredfront@gmail.com

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Fonte: Metal Media

Inraza: EP ´Sociexit’ quase pronto; ouça trecho de música

Está quase tudo pronto para o INRAZA mostrar todo seu poder de fogo. Seu primeiro EP, ‘Sociexit’ está em fase final de masterização.



O trabalho foi gravado no Flight Estúdio e produzido por Rogério Oliveira. A banda liberou um trecho de uma música em processo de finalização, confira:

https://www.facebook.com/inraza/videos/2062097310697999/?t=0

Pelo pouco que podemos conferir, o INRAZA está pronto para lançar mais um grande – e brutal – trabalho em terras tupiniquins. Para conferir mais amostras e ficar sempre atualizados das novidades do grupo, curta e siga: https://www.facebook.com/inraza/

‘Sociexit’ apresenta a proposta original do INRAZA de mesclar o Metal mais tradicional com toda a sua evolução passada pelos anos chegando nas nuances mais modernas.

O disco contará com quatro faixas e está previsto para ser lançado em julho deste ano.

Contato: inrazaband@gmail.com

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Fonte: Metal Media

Metalmorphose: está disponível o ‘Ultimatum Deluxe’ nas plataformas digitais

O METALMORPHOSE orgulhosamente anuncia que está lançando exclusivamente nas plataformas digitais o álbum ‘Ultimatum Deluxe’. O trabalho já está disponível em canais como iTunes, Spotify e outros gigantes.



Esta nova versão conta, além das músicas originais remasterizadas, com três out-takes da época, 1984. São versões inéditas, nunca antes disponibilizadas das músicas ‘Cavaleiro Negro’, ‘Hárpya’ e ‘Complexo Urbano’, todas versões tem características diferentes. Alguém ouviu a “empada” do Metal? Imperdível.

Enriquecendo ainda mais esse registro, que torna-se um dos itens mais importantes da história do Metal nacional, três músicas ao vivo registradas no antológico show no lendário Canecão em 2010 ao lado de mais uma lenda: o STRESS.

Para completar o pacote dos sonhos de qualquer fã da história da música brasileira, uma nova capa, baseada na original, foi criada. A arte ficou nas mãos do talentosíssimo artista Victor Santiago, da Imaginativa, também responsável pelas capas dos álbuns ‘Ação & Reação’ e ‘Fúria dos Elementos’.

Para conferir ‘Ultimatum Deluxe’, basta visitar sua plataforma de preferência, ou seguir um dos links abaixo:


A história do ‘Ultimatum Deluxe’ e do METALMORPHOSE é muito rica e extensa para se resumir em um simples texto jornalístico. Para ilustrar essa nova saga de um dos país do Metal nacional, o baixista André Bighinzoli lançou um vídeo no canal da banda contando com mais detalhes esse novo trabalho:



Gravado em 1984 e lançado no início de 1985, ‘Ultimatum’ foi o primeiro trabalho oficial do METALMORPHOSE, lançando ao mundo cinco clássicos atemporais tendo com ‘Cavaleiro Negro’, uma das músicas mais emblemáticas do Metal brasileiro.

Contato: contato@metalmorphose.com.br

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Fonte: Metal Media
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