21 outubro, 2017

Topfive: cinco bandas para ouvir neste final de semana #53

Estou de volta! O clássico #Topfive do ' Subsolo por conta deste gaúcho rockeiro que adora novidades. Aqui vai aquelas cinco especiais e fundamentais para dar início ao fim de semana especial.




01) Blues da Casa Torta - Rock/ Blues/ Jazz - Porto Alegre(RS)


Não moro na capital. Mas queria morar e agitar por lá, ainda mais com o underground fora de série da capital gaúcha que ganha um gostinho especial com o novo trabalho da banda Blues da Casa Torta. Os caras trouxeram uma sonoridade clássica e especial com histórias vivenciadas na grande Porto Alegre. Um álbum que já nasceu clássico e que dou destaque total para a música "O Tempo" que trás uma nostalgia cômica e especial de se ouvir.



02) YESOMAR - Rock N' Roll / SKA - Porto Alegre (RS)

Boa parte dos gigantes aqui e um resgate inovador do Rock Gaúcho da capital. YESOMAR vem com o vol.2 de um super projeto que merece respeito e ouvidos atentos em um discaço! Uma banda que faz uma correria gigante para agitar a cena da capital.



03) Transneptunia - Rock n 'Roll / Metal / Progressivo - Santa Maria (RS)

Não consigo classificar esta banda. Ela é uma viagem completa! Sávio Werlang, ex-Poços e Nuvens sempre está envolvido em trabalhos grandiosos da música e desta vez não foi diferente. O grupo transita por gêneros distintos como a música tradicionalista gaúcha, metal, space rock e fusion. 


04) Quarto Ácido - Rock / Stoner - Panambi (RS)

Depois de viajarmos musicalmente entre a capital e o coração do Rio Grande do Sul, vamos ao interior, trazer uma iguaria sem igual. Quarto Ácido traz muito bem o Stoner com psicodélica instrumental e um timbre super evoluído. A banda conta com Vinícius Brum (Rinoceronte) no baixo,sendo assim,quando eu leio esse nome é certa a assinatura de um grande trabalho.



05) Vlad V - Rock / Rock Progressivo - Blumenau (SC)

Fiz a descoberta do ano! Um clássico que estava despercebido pelos meus ouvidos até lançarem seu mais recente trabalho. Encerro o TopFive de hoje com um dos pioneiros do rock do sul. A banda é influenciada pelo rock dos anos 70, com elementos que vão do heavy metal ao progressivo, do folk à MPB, passando pelo Blues e Rock Clássico.



20 outubro, 2017

Arthaz: lançado primeiro EP da banda santista


Depois de um ano de dedicação, a banda santista Arthaz disponibilizou no dia 24 o primeiro EP (Extended Play) que conta com cinco músicas gravadas durante este ano.

O conceito e arte do EP partem da ideia da banda ter começado muito jovem e explora elementos do cotidiano dos músicos, que tem de 18 a 21 anos, e de jovens brasileiros. Para o vocalista, Fernando Thomaz, tem tudo a ver com eles:

“O conceito, o EP, isso tudo é a cara da banda e, além de uma realização pessoal, é a realização do sonho de todos nós”, disse.

O EP “Tudo Que Tenho Pra Te Falar” possui cinco faixas: A Rádio, Sem Poder Te Tocar, Tudo Que Eu Tenho Pra Te Falar, Ainda Não e Todo Lugar. Todas as faixas podem ser escutadas no canal do Youtube e Facebook do grupo.

Sobre a banda

A Arthaz existe desde 2010, mas oficializou sua formação em 2011 com a entrada do baterista Mateus Enrico.

No começo tinha o propósito de apoio ao coral do centro espírita que frequentavam, mas com o tempo o trabalho ficou mais sério e, desde então, a banda toca de Hard Rock 80’s até os atuais Pops internacionais, de onde tira sua maior influência musical. Além disso, o repertório também conta com a presença nacional do Rock e MPB.

No cenário de Santos, a Arthaz já se apresentou nas maiores casas de show da cidade (Mendes Convention Center, Sesc, Capital Disco, etc).

Por: Mag Comunicação

19 outubro, 2017

#01 De músico para músico: Comportamento / Ter ou não um líder?

"De músico para músico" é a nova coluna d'O SubSolo, elaborada por André Bortolai, músico e produtor. A ideia é passar um pouco da opinião/experiência de alguém experiente sobre diversos assuntos, para pessoas que buscam seus primeiros passos ou até mesmo procuram cada vez mais opiniões diversas sobre o assunto. Queremos sua opinião sobre a nova coluna, deixa nos comentários!



01) Ter ou não um líder?


E então a sua banda começa a compor, certo? Você sai do "tirar dois covers por semana pro ensaio" e passa para o "composição nova todo mês", e a transição é tão sutil que os integrantes nem percebem. Do nada, você convida a pessoa para assistir seu show de sons clássicos ou de cover da banda X e "cola lá porque vamos fazer dois sons autorais".

O que acontece nessa etapa? O processo é muito bacana, todo mundo joga ideias, a coisa flui, mas aí a banda gera um volume de informação relativamente alto, e surge a vontade de gravar. Ok, show de bola, mas e aí? Vamos supor que já rolou a gravação de algumas músicas, o tal do EP. Aí a banda tem uma certa agenda de shows, começa a fazer um esquema de rotina que desagrada uns ou outros.
  • Esse é o momento, encarar a banda como hobby ou como empresa? Aí a coisa complicou não é mesmo? Quem vai ser o porta voz da banda?
  • Aí um integrante está fora de ritmo, precisa ser substituído, quem dará a guilhotina no amigo de banda? 
  • Vale a pena ter uma pessoa pra fazer isso, para ser o carrasco/porta voz/cara da banda/pai da banda, ou não?
O líder teria a característica de ditador, ou seria um tipo de presidente?

Cada banda tem um perfil, um grau de amizade, um entendimento do trabalho que faz. Mas uma coisa é fato: se não organizar, vai pro brejo!

Um dos integrantes acaba, involuntariamente, tomando algumas responsabilidades para sí, mais ou menos assim:

- Fulano - voz / contas a pagar / governança
- Ciclano - bateria /juiz / logística
- Beltrano - baixo / compras / lavanderia


Sim, é cruel, mas é a verdade. precisa juntar a grana, precisa pagar assessoria, pagar empresas que distribuem músicas, pagar gravação, ensaio, aí um dos músicos perde o emprego, não tem grana pra pagar as coisas, alguém precisa dividir a grana e tal.

O divisor de águas está aí. Esse é o ponto onde um líder se faz ou não necessário. Se a banda opta por eleger um líder, esse cara vai ser o funil de tudo, vai levar a banda como sua prioridade e acabar por decidir muitas situações, como qual atitude tomar, dar voto de minerva, selecionar onde o dinheiro de cachê será empregado.

Se a opção for não ter líder, a disciplina não muda, só será dividida pelos integrantes. Isso pode gerar certo desconforto às vezes por causa das diferentes personalidades dos envolvidos.

Parece papo de empresa né? Mas se a banda for levada realmente como algo sério, se não houverem essas decisões, melhor ficar na garagem.

Fica então a dica, com os lados da moeda para serem analisados e discutidos.

Vamos tentar mostrar cenários diferentes nessa coluna, com dicas e situações de comportamento
  • Sejam amigos, independente de tudo
  • Tenham flexibilidade, entendam as opiniões diversas
  • Ouçam com atenção as opiniões de cada um dentro da banda, pode mudar a sua
  • Saibam ter jogo de cintura quanto as opiniões forem divergentes
  • Lembrar sempre que, o seu companheiro de banda também tem problemas externos que podem refletir nas ações dele.
Gostou? Queremos sua opinião nos comentários!

18 outubro, 2017

Conheça: Magadã (Rio de Janeiro/RJ)

O Metal ta no sangue e foi criado no berço e vem ganhando mais força. No final de 2012 os irmãos Eliseu, Mateus e Elias lançaram o primeiro disco do Magadã contendo 5 faixas. O disco traz elementos de metal melódico, Thrash Metal e Groove Metal.




Esses cariocas são guerreiros com uma identidade própria de peso, técnica e explosão no palco que te faz flutuar com arranjos melódicos e depois te prende na terra com riffs de guitarras pesadas. Eles trazem como diferencial as suas letras, a maneira como elas são escritas e a mensagem que passam, não são meras palavras jogadas num contexto qualquer mais sim o que eles acreditam com um intuito inicial de fazer com que seus ouvintes acordem, que germine em suas almas uma vontade de fazer a coisa certa em vez de jogar terra para sepultar os nossos mortos que acordemos juntos com eles.

Sobre o nome: Magadã

Depois da Segunda Multiplicação dos Pães e Peixes (Mateus 15:39), Jesus entrou no barco e foi de encontro com MAGADÃ (uma Tribo Situada a esquerda do Mar da Galiléia) assim como Jesus foi Para aquele Lugar depois de fazer milagres, nós vamos ao encontro dele, Adorando em Espírito e em Verdade e sendo o Milagre.





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17 outubro, 2017

Conheça: Allmind (Brasília/DF)

A Allmind apresenta um Rock pesado, influenciada por bandas do movimento grunge e post-Grunge, bebendo ainda de outras fontes no Metal e no Hard Rock.


Em atividade desde 2012, a banda é formada por Danilo Cavalcante (vocais e guitarra base), Guilherme Bill Costa (guitarra solo e vocais), Marcus Estrela (bateria e vocais) e Bruno Mota (baixo).

Tendo lançado recentemente o seu primeiro CD: The Edge of Eden, a banda fala sobre a condição humana, sobre a mente e sobre jogos de poder, refletindo seu propósito maior: questionar a realidade e reunir pensamentos em torno de um ideal comum.

Você não vai se decepcionar com Allmind. Então, dê uma chance e coloque no seu fone de ouvido essa boa banda brasiliense de rock.

SIGA ALLMIND

16 outubro, 2017

Saga: lançando a música inédita "Paz y Amor"



A banda gaúcha da cidade de Julio de Castilhos, SAGA retorna a atividade com seu mais novo single “Paz y Amor” marcando seu trabalho autoral com sua característica de Hard Rock super influenciada por bandas como “Reação em Cadeia” e "Rosa Tattoada". 

O grupo, liderado por Mario Dotto (Vocal) contou com uma super produção e um grande show de lançamento da nova música coroado com videoclipe lançado no YouTube, tendo o talento da produção musical de Henrique Spiazzy e a produção áudio visual de VJ Cabrera.

Escute a SAGA sem moderação e peça seu single nas rádios!


15 outubro, 2017

Bull Control: videoclipe de "Mundo Paralelo" é lançado

Foi em 2015 que o Ceará ganhou mais uma banda de Hardcore. o Bull Control chegou com sede de colocar o dedo na ferida, mostrar as mazelas da nossa sociedade podre e que cada vez fica mais longe de ser mais humana.

O Bull Control que teve algumas saídas e entradas de integrantes nunca se entregou as dificuldades do cenário independente e hoje, se consolida com uma formação veterana e com sangue nos olhos por Hardcore.




Em maio deste ano, o Bull Control lançou seu primeiro EP intitulado "Mundo Paralelo" o título que também leva a música desse videoclipe. O EP "Mundo Paralelo" surgiu da necessidade da banda apresentar ao mundo sua forma de expressar a arte. Toda a arrecadação de fundos aconteceu da correria diária da banda com vendas de merchandising e a colaboração dos amigos próximos que acreditam no sonho dos músicos. O tema das composições são sobre a procura de um novo mundo, que ele seja sem fome, sem miséria e em igualdade a todos, sem divisões sociais e com todos com um sorriso no rosto vivendo em harmonia. 

Para coroar todo esse suor derramado em prol da cena independente, o Bull Control traz um videoclipe carregado de sentimento e união, assista "Mundo Paralelo":



O videoclipe foi gravado no estudio Esconderijo no dia 6 de Agosto de 2017. Captação de Imagens , edição e produção pelo artista Glênio Mesquita.


Ouça o EP "Mundo Paralelo" na íntegra:






Links relacionados:
Groove Music: http://migre.me/wzEF6
Deezer: http://migre.me/wzEFy
Play Store: http://migre.me/wzEHj
ONErpm: http://migre.me/wzEJc
Bandcamp: http://migre.me/wzEO9
SoundCloud: http://migre.me/wzEMW
Spotify: http://migre.me/wzEP8
Napster: http://migre.me/wzEQw

Redes sociais:
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Instagram: http://instagram.com/bullcontrolhccebr
YouTube: https://youtube.com/channel/UCAeh4mHuEd0rg74u8qTqMtw

KandoveR: banda de Hardcore piauiense é agora assessorada pel'O SubSolo

A assessoria d'O SubSolo começa a colher frutos de um trabalho humilde, simples e objetivo, assim como suas coletâneas e outros projetos futuros, O SubSolo pensa totalmente em ajudar as bandas, sempre colocando a banda em primeiro lugar, como por exemplo as coletâneas que de forma alguma são colaborativas, com os valores do trabalho apenas para impressão do material + envio dos fretes.

A nova banda do cast de assessoria d'O SubSolo (que jamais cobrará para posta em seu site, apenas um trabalho apar ao colaborativo, que mantém as despesas em dia), é o KandoveR, uma banda de Hardcore de Teresina/PI que está para lançar seu primeiro disco ainda esse ano.



Sobre o KandoveR:

Em meados de 2008, alguns amigos resolvem unir influências de guitarras sujas e distorções como Raimundos, Ramones, Ratos de Porão e Matanza para criar uma banda para animar os domingos tediosos. Em 2011, com a saída do vocalista Jairo, a banda se consolidava com o guitarrista Fiel assumindo os vocais, Amilton na bateria, Diego nas guitarras e Jardel no baixo. A banda seguiu basicamente trabalhando em suas composições fazendo uma ou outra apresentação.

No final do ano de 2015, mais precisamente em Dezembro, a banda passou por algo que nunca imaginaria, sendo um acontecimento que não deseja a nenhum outro grupo de músicos. O até então baterista Amilton falece em decorrência de complicações cirúrgicas após um acidente automobilístico. Antes de falecer, o mesmo se preocupava com a banda e pediu para ser substituído para os trabalhos não pararem, foi assim que Dodô assumiu as baquetas da banda, e ficando definitivamente após essa tragédia. Em 2016, Jairo volta ao Piauí e retoma os vocais da banda, já em 2017, após várias apresentações pelo estado piauense, o grupo finalizou as gravações de seu novo trabalho, chamado "O Povo". 

O som apresentado pela banda é basicamente Hardcore, mas sempre aberto às influências distintas de cada integrante. Se você procura um som que ao mesmo tempo protesta contra os problemas sociais, que te faz rir dos causos engraçados e aquele melodrama romântico com guitarras pesadas, a KandoveR certamente cumprirá o papel de divertir.

Recentemente o grupo lançou um lyric vídeo em homenagem ao saudoso Amilton, seu antigo baterista. Assista:



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14 outubro, 2017

Topfive: cinco bandas para ouvir neste final de semana #52

Feriadão é bom demais e nada melhor do que curtir música boa enquanto você aproveita essa folga. O SubSolo te traz mais cinco bandas para ouvir no final de semana. Vamos nessa?




01) Serbherus - Black/Death Metal - Novo Hamburgo (RS)

Da cidade de Novo Hamburgo (RS), essa banda de Black/Death Metal é constituída por três integrantes e está na ativa há anos, tendo seu primeiro registro já em 2001, com o disco "Devotos da Escuridão". A banda traz consigo muita obscuridade e fidelidade ao Metal.






o2) Atrorium - Metal - Teresina/PI

Symphonic Metal diretamente de Teresina (PI). A Atrorium está na ativa desde 2011 mostrando seu trabalho autoral. Confira aqui uma das músicas do EP "Building New Days":



03) Hon-Ra - Death Metal - Caxias do Sul/RS

Originária de Caxias do Sul (RS) o trio Hon-Ra conta com dois guitarristas e um baterista. Isso mesmo, nada de baixo! Os caras fazem Death Metal com muita dedicação, desde 2012.



04) Facada - Grindecore - Fortaleza/CE

Grindcore totalmente cru. Facada é uma banda surgida em 2003, esbanjando velocidade, peso e muitos berros! Escuta aí esse som enlouquecedor. 





05) Tears of Rage - Heavy Metal - Caxias do Sul/RS

Fundada em 2010, na cidade de Caxias do Sul (RS), a banda Tears of Rage tem como base de suas composições o clássico Heavy Metal. Aqui você confere uma amostra do primeiro álbum, intitulado com o mesmo nome da banda.




Curtiu nossas indicações de hoje? Seja sempre muito bem-vindo para conhecer o que o underground nacional nos reserva.

13 outubro, 2017

Resenha: Imperative Music - Vol. XII (2016)

A Imperative Music é um daqueles projetos fantásticos que temos que elogiar e glorificar. A política da gravadora é produzir novos artistas que possuam habilidade, criatividade e algo realmente "incrível", motivados a tocar Heavy Metal e suas vertentes, dando oportunidade a outras sonoridades como o AOR e o Hard Rock.




Afirmam que para respeitar os futuros consumidores, a Imperative Music tem a intenção de selecionar a dedo e produzir todos os produtos da gravadora com a mais alta qualidade, usando os mais impressionantes e melhores estúdios de gravação e masterização, junto da equipe também trabalhar com os melhores designers e melhores gráficas para garantir a melhor qualidade desses produtos, sendo os CDs embalados e fabricados nos Estados Unidos e/ou França.

Sem medir as palavras, a gravadora afirma: "Parceria é a chave para a produção de nossos futuros artistas de forma profissional e séria", sendo que esse tipo de pensamento é a forma correta de trabalhar, de mãos dadas sempre vamos ser mais fortes e cooperativismo deve ser algo vivenciado no cenário musical nacional. E por falar em trabalho nacional, nessa coletânea temos representando o Brasil as bandas; Cavera, As Do They Fall, Death Chaos, Tribal, Basttardos e Eduardo Lira, sendo que quase todas essas já tiveram matérias e/ou resenhas publicadas pel'O SubSolo.

Assustadoramente como o trabalho flui em um nível técnico altíssimo. Quando conheci o projeto fiquei boquiaberto, pois tudo é pensado nos mínimos detalhes, tanto distribuição, parcerias, confecção do material e convite para bandas, estas, escolhidas a dedo. Os trabalhos estrangeiros são muito bons, destaco a banda de abertura, Alice in Hell que é uma banda originária do Japão. Outra banda que me chamou a atenção foi a Godvlad que é uma banda portuguesa, nunca imaginaria que existisse uma banda com tal sonoridade nesse país. Já as bandas nacionais, todas espetaculares. Cavera, Basttardos e Death Chaos são impecáveis no que apresentam, já Tribal é algo inovador com boa distribuição no trabalho que demonstram. Eduardo Lira já é um artista renomado, enquanto As Do They Fall é minha surpresa no disco, não os conhecia e achei fantástico.

As coletâneas são importante para melhor divulgação do cenário, quando um projeto consegue alcançar vários países, isso se torna ainda mais impressionante. Imaginar que uma banda nacional pode ter sua música na coletânea e essa coletânea ser distribuída em mais países além do nosso é algo que vale cada centavo de investimento. Se vale a palavra de alguém que arrisca a fazer coletâneas, valorize, pois o trabalho é árduo e muitas vezes fazemos isso por amor ao nosso cenário.


TRACKLIST (BANDA - MÚSICA)
01. Alice In Hell - Time To Die
02. Infact - Change My Name
03. Cavera - Controlled By The Hands
04. As Do They Fall - Burn
05. Nihilo - On the Brink
06. Statue Of Demur - Hot to Trot
07. Darcry - Cry of Despair
08. Death Chaos - Atrocity On Peaceful Fields
09. The Holy Pariah - No Forever
10. Tribal - Broken
11. Hide Bound - Eden Knew
12. Phantasmal - Specter of Death
13. Basttardos - Exilados
14. Metanium - Resistiendo
15. The Wild Child - You and The Snow
16. Armed Cloud - JealousyWith A Halo
17. Eduardo Lira - The Edge
18. Godvlad - Game of Shades


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12 outubro, 2017

Dicas: dez dicas para uma banda iniciante #3

Voltamos com mais um "dicas". Uma coluna que nos proporciona passar ao músico/banda sugestões para melhorar ainda mais o material e em certos casos a atitude do músico no cenário independente.



01) Não faça panela, mas faça parceria. Sempre existirá uma outra banda na sua cidade ou região que você tenha mais amizade, aquela banda que criará uma sintonia junto da sua, faça parceria e não panela. Convide novas bandas para montar um evento, dê oportunidade, pois futuramente você não imagina agora, mas pode ganhar oportunidade daquelas bandas que um dia você abriu as portas.

02) Compartilhe nas redes de sua banda, lançamentos de outras bandas.
Isso só fortalece o laço de amizade e demonstra a sua cooperatividade no cenário musical independente. Por mais que muitos leigos ainda afirmem que "não existe cena", você deve fazer a sua parte, não que isso seja obrigatório, mas fazer o bem nunca é demais.

03) Cuidado com sua agenda. Se sua banda não tem uma alteração de repertório constante, vários shows em uma única cidade com diferença de tempo pequena, pode manchar o nome da banda e baixar o publico. O motivo está em que o publico está sedento por ver coisas novas, então a sugestão é simples: acrescente sempre novas músicas no seu repertório, novidades ou seja mais criterioso com agenda.

04) Quando tiver pronto, viaje. Após conquistar o publico da sua cidade e sua região, é hora de levar sua música para novos ouvidos, que tal um final de semana em outro estado? Faça contatos pela internet e conheça outras bandas, uma pode ajudar a outra.

05) Faça lives sessions. Tem um equipamento de boa qualidade, como uma GoPro? Invista em live sessions, essa novo jeito de divulgar bandas e movimentar o canal do YouTube está trazendo mais publico do que discos gravados e jogados em streaming.

06) Faça shows fardado com merchan de bandas parceiras. Isso já é algo constante, mas muitos ainda se prendem as camisetas clássicas como: Iron Maiden, Metallica, Sepultura e afins. Mas o bacana mesmo é tocar com camisetas de bandas regionais, isso fortalece cada vez mais o cenário.

07) Tenha um foco e siga ele rigorosamente. A partir do momento que você tem um foco, você saberá para onde quer ir, como chegar e por onde começar. Quando você compõem suas músicas já nesse quesito, você consegue imaginar quais releituras pode trazer para abrilhantar seu repertório e como se comportar em diversas situações, foco é importante. (Dica enviada por Iuri Cremo do Cultura em Peso)

08) Cuide de sua voz e da afinação de seus instrumentos. Um show é sempre esperado um espetáculo por parte do publico, uma afinação fora do tom ou uma voz rouca e sem consistência, pode sim arruinar todos os ensaios pré-show que sua banda fez. Cuidar da sua voz dias antes da apresentação é crucial e nem tão trabalhoso assim. (Dica enviada por John Kuntze)

09) Mantenha suas redes atualizadas. Não adianta você criar Facebook, Instagram, Twitter e diversas outras redes se caso você não tem ambição de atualiza-las. Isso não quer dizer que todo dia você deve postar alguma coisa, mas deixa-las sempre em movimento é algo que demonstra sua preocupação com o público que o segue. 

10) Quando for compor, escolha uma língua que você(seu/sua vocalista) domine. Hoje enfrentamos muitos shows onde a banda procura compor em Inglês e em alguns casos vem aquele "enrolation" de frases e palavras cantadas. No atual momento, várias pessoas tem conhecimento de outras línguas e estranham as frases desenroladas pelo seu/sua vocalista.

Gostou das dicas? Deixe seu comentário para sabermos sua opinião e deixe sua sugestão de dicas para o próximo!

11 outubro, 2017

Entrevista: Alex Silva (Statues on Fire)

Fala aí, galera! Beleza? E para essa quarta-feira maravilhosa, O SubSolo conversou com o Alex Silva, baterista da banda paulista de Punk Rock Statues On Fire. Vamos conferir?


Galera, primeiramente gostaria de dizer que é uma honra para O SubSolo estar com vocês hoje! Em se tratando de música no Brasil, vocês são referência! Como se sentem sobre isso – “serem referência” -, vez que, cada um de vocês possui uma história e tanto dentro da cena?
Alex: Obrigado O Subsolo. Falando por mim, talvez os anos de estrada que cada um da banda tem e a empreitada nesse meio musical sirva de inspiração pra galera nova que está chegando ai. André e Lalo tem uma bela história com Nitrominds e isso é inegável, mas o Statues é uma banda relativamente nova, apenas 4 anos, estamos (re)construindo nossa história novamente com um trabalho diferente dos anteriores de cada um da banda.

Todos são influenciados por algo. Quais as influências na hora de compor?
Alex: A grande maioria das idéias vem do André, todas as letras também são dele. Ele vem com a idéia, seja um riff, base ou a música pronta e acrescentamos nossas idéias. Ás vezes muita completamente, outras não. É bem natural esse processo.

É inegável que vocês estão ativos no metal nacional há muitos anos. Qual a opinião de vocês sobre a cena no Brasil nos dias de hoje?
Alex: Eu sempre fui do meio punk, não sei te dizer sobre esse cenário específico a não ser pelo que vejo de bandas de amigos que trabalham pesado pra construir o nome e cair na estrada, ou seja, igual a maioria que leva uma banda a sério de rock aqui nesse país, com todos os percalços e ‘glórias’ . Talvez o André te explique melhor.

O que vocês acham que difere a Statues on Fire das outras bandas? Quais as características ímpares do grupo na visão de vocês?
Alex: Acredito que cada banda tem sua peculiaridade, seus prós e contras, não vejo uma característica ímpar nossa em relação as outras bandas. Estamos no mesmo corre nessa tal de ‘cena’.

Uma boa parte dos nossos leitores são músicos autorais e por vezes, alguns estão começando suas carreiras; quais dicas e conselhos vocês os dariam?
Alex: Faça o som que você acredita, independente se esse som vai rolar no Superstar da Globo ou no quintal da sua casa. Trabalhe sério e sempre acredite. 

E os projetos da Statues on Fire? Como está a agenda de vocês? E os próximos planos da banda? 
Alex: Depois da capital tocaremos no Hangar 110 no Punktober Fest e vamos cair na estrada pro interior do Estado, Araras, Piracicaba, São Carlos, Campinas, etc... Em abril de 2018 faremos nossa 4º tour europeia, até então pela Alemanha, Austria, Holanda.

Pessoal, obrigada pela disponibilidade e foi um prazer conhecer ainda mais sobre o trabalho da Statues on Fire. Que tal deixarem uma mensagem para os leitores?
Alex: Obrigado Subsolo pelo espaço, acessem nosso site, lá tem tudo sobre a banda, agenda, links para escutar os dois discos, merch, etc: www.statuesonfire.com.
Rock on!

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Morcrof: lançando o seu primeiro DVD, intitulado “Animo Signvs Aeterno*

Morcrof, uma das principais bandas de metal extremo do País, lança oficialmente seu primeiro DVD, intitulado “ANIMO SIGNVS AETERNO”.



“ANIMO SIGNVS AETERNO” apresenta dois concertos, ambos realizados no antigo Arena Metal Bar em Osasco/SP. O primeiro trata-se do concerto de abertura para o Rotting Christ em sua segunda passagem pelo Brasil; o segundo gravado do Maléfic Cold Weather Underground Fest 6 que, na ocasião, também contou com banda estrangeira. O DVD marca uma época em que a Morcrof se apresentou como quarteto composto por Paullus Moura (Contra baixo/ Vocal), R'Bressan (Guitarra), Pétros Nilo (Guitarra), Feralis (Bateria) e divulgava o álbum Machshevet Habriá (Myths and Conjectures of Creation).

Atualmente, a banda é formada por Eziel Kantele-Väinö (Vocal), Bruno Brahmss Kermanns (Teclado), R'Bressan (Guitarra), Cleber Juca Borges (Guitarra), Paullus Moura (Contra baixo/ Vocal) e R'Herton (Bateria).

O DVD está disponível para aquisição, basta entrar em contato com a banda via Facebook ou através do e-mail morcrof@hotmail.com.

Concert 1:
1. Eternal Agony From Vacuum Spirit
2. Ad Infinitum (Awakening Etheric Archetype Of Being)
3. Proliferous Equilibrium Of Fohat
4. Contraction And Dilation Of The Cosmic Splenium
5. Nahahs And The Black Sun At South

Concert 2:
1. Eternal Agony From Vacuum Spirit
2. Ad Infinitum (Awakening Etheric Archetype Of Being)
3. Proliferous Equilibrium Of Fohat
4. The Judgement Of Demigod (pt.2)
5. The Judgement Of Demigod (pt.3)
6. The Forest Of N´Gai (Rotting Chrost cover)
7. Nahahs And The Black Sun At South

Contato: morcrof@hotmail.com

Links relacionados:


10 outubro, 2017

Matanza: levando curta-metragem e show de Halloween a Belo Horizonte

O filme une os clipes da nova música “Na Lama do Dia Seguinte” com a clássica “Santânico"



O Dia das Bruxas será comemorado em grande estilo na capital de Minas Gerais. Um dos maiores grupos de rock do Brasil nos últimos anos, o Matanza, volta a Belo Horizonte para um show marcante e amedrontador, a ser realizado no próximo dia 29 de outubro, no Music Hall BH. Além do som pesado e característico, o evento terá a exibição do primeiro curta-metragem da banda, intitulado “Quando a lua cheia sai”. Os ingressos podem ser adquiridos através do link https://goo.gl/D2hvTL.

O filme, que tem duração de 12 minutos e foi dirigido pelo cineasta Alex Medeiros, será exibido em telão. Nele há a regravação de “Santânico” do álbum “Santa Madre Cassino”, de 2001, além da inédita faixa “Na Lama do Dia Seguinte”, que promete mais uma letra sobre bebedeira e ressaca, além do famoso countrycore do Matanza.

Para o vocalista Jimmy London, BH combina com Halloween e a noite promete ser inesquecível. “Belo Horizonte e filme de terror têm tudo a ver, logo na capital brasileira dos headbangers nós vamos espalhar a discórdia com nosso curta-metragem da mais pura violência musical. Vai ter farra, open bar, gente customizada, clima sombrio e muita música boa”, promete.

O cenário será todo montado no perfil de terror, com máquinas de fumaça e músicas macabras ao som dos DJs de plantão. Haverá bandas de abertura do evento e as fantasias são bem-vindas por parte do público, que poderá optar por dois ambientes, a pista ou o camarote com open bar de cerveja, vodka, energético, refrigerante e água.

Sobre o Matanza
Criada em 1997, no Rio de Janeiro, a banda de rock pesado Matanza é uma das mais bem-conceituadas e respeitadas no cenário nacional. Com seu estilo único de fazer música, o quinteto formado por Jimmy London (vocal), Mauricio Nogueira (guitarra), Jonas Cáffaro (bateria), Dony Escobar (contrabaixo) e Marco Donida (guitarra) já se apresentou em mais de 100 cidades brasileiras e em grandes festivais, como o Sepulfest (2004), o Rock In Rio (2011), a Virada Cultural (2016) e o Lollapalooza Brasil (2016), por exemplo.

No Brasil, o Matanza é pioneiro do estilo “countrycore”, que mistura o country norte-americano à energia e intensidade do hardcore, com pitadas de thrash metal e o folk irlandês. Sempre com letras bem-humoradas, o grupo conta histórias de bebedeiras, ressacas e brigas de bar em sua maioria, porém também faz críticas sociais em músicas como “Orgulho e Cinismo” e “Odiosa Natureza Humana”. 

O Matanza já atraiu mais de 47 milhões de views em seus vídeos oficiais no Youtube, possui cerca de 46 mil seguidores no Twitter, 34 mil no Instagram e mais de meio milhão no Facebook. Em 2012, foi criado e produzido pelos próprios integrantes, o Matanza Fest, festival de rock que já teve sete edições e a participação de bandas de várias gerações.


SERVIÇO
Dia: Domingo, 29/10/2017
Horário: 18h às 23h
Local: Music Hall BH
Endereço: Avenida do Contorno, 3.239 – Belo Horizonte, MG
Telefone: (31)3461-4000
Classificação etária: 16 anos (setor pista) e 18 anos (open bar)

Pontos de venda de ingressos: 
Túnel do Rock:
Rua Rio de Janeiro, 839 (próximo ao Shopping Cidade) – (31)2555-3103

Ou através do link https://goo.gl/D2hvTL  

Preços:
Inteira 1° lote: R$ 70,00
Meia-entrada 2° lote: R$ 40,00
Thunder Dope Camarote Open Bar 1° lote (cerveja, energético, vodka, refri e água): R$ 120,00
OBS: Ingressos limitados

09 outubro, 2017

Peixes Voadores: "Rei de Terno" é o primeiro EP lançado pela banda


Noite de lua cheia e os Peixes Voadores lançam seu novo EP, que levou o título de "Rei de Terno", puxando a energia das raízes mais profundas do Stoner Doom Nacional, um som visceral, cru e muito pesado, além disso, cantado em português.



Os Peixes Voadores vieram de Tuparendi e Santa Rosa, cidades do interior do Rio Grande Do Sul, e tem como principal influência a banda Black Sabbath, com ramificações em Down, Uncle Acid, The Sword e Kadavar.

Sobre o EP lançado com duas músicas, o vocalista Eduardo Daronch explica:

"Como lançamos duas músicas ao mesmo tempo, aproveitamos e fechamos um EP, ao invés de lançar só singles, inclusive essas músicas irão compor também o próximo álbum da banda."

Atualmente a banda está em turnê, passando por várias cidades do Rio Grande Do Sul e profanando o Rock And Roll por onde passam, então, se liga aí que tu vai ouvir duas faixas, e de bônus vai poder acompanhar o som embalado com dois clipes novos!

Rei de Terno

Pedrado

Conheça: End of Pipe (Florianópolis/SC)

Com inicio dos trabalhos em 2006, o End of Pipe com seu Punk Rock melódico influenciado pelos anos 90's, foi formada na capital catarinense, Florianópolis/SC conhecida como a Ilha da Magia.



A banda é conhecida pelas composições marcantes e guitarras bem arranjadas, seus primórdios foram tocando em festas e campeonatos voltados a Skate em todo o estado de Santa Catarina. Suas composições com letras em Inglês recebeu seu primeiro EP em 2008, o intitulado "Don't Think Twice" com cinco faixas, produzido pela própria banda com auxilio de João Veloso Jr (ex-White Frogs/atual Crash Playground), o selo responsável foi o catarinense Undermusic Records.

No ano de 2012 a banda entrou em estúdio e gravou um novo EP, esse intitulado "Keep Running" foi produzido por Phil Fargnoli (Reffer/Dead Fish/Zander). Esse disco teve seis faixas e foi lançado em 2014, mantendo a parceria com a Undermusic Records.



O End of Pipe já dividiu os palcos com grandes bandas como Face to Face, No Use for a Name, Less Than Jake, Dead Fish, Antillectual, Garage Fuzz, entre outras, e faz parte d'O Clube, um coletivo de bandas autorais catarinenses.

SIGA END OF PIPE

08 outubro, 2017

Oitava: confira o webclipe de "Monólogo"

A banda cubatense Oitava lançou o webclipe de "Monólogo".


O videoclipe de "Monólogo", faixa que encerra o disco de estréia da banda,  conta com imagens coletadas em Nova Odessa, durante o festival Grito Rock 2017, por Robson Afonso e Claudio Cestare Jr.

A banda formada por Bruna Lima (Vocalista/Guitarrista), Mac Gomes (Baixista) e André Félis (Guitarrista) e Leonardo Santos (Baterista), lançou seu disco de estréia no final de março desse ano. E já mostra uma boa qualidade sonora com seu rock pesado, bem puxado ao post-haradcore.

O vocal feminino e a ótima qualidade sonora deu a "Monólogo" um ar de psicodelia com hardcore. E as imagens em preto e branco calhou muito bem nessa ótima música. 

Assista ao webclipe de "Monólogo"

É bom ressaltar que Oitava está conquistando a região da Baixada Santista. A banda venceu o Festival da Juventude de Santos, evento que contou as bandas Garagem Erudita, Ruído Branco, Los Volks, Tabatha e Emmanuel, Surr, Vesúvio, Pahalla e Sinera.

07 outubro, 2017

Topfive: cinco bandas para ouvir neste final de semana #51

Mais um final de semana chegando e O SubSolo, como de costume, assume a responsabilidade de te indicar 5 bandas. Desta vez, resolvi trazer algumas bandas da minha playlist que têm vocal feminino. Coloca o volume no máximo, dê play e aprecie a força dessas vozes:



01) Hatefulmurder (Rio de Janeiro/RJ)


Conheci essa banda de Metal Extremo num show da turnê deles com o Torture Squad e fiquei impressionada de cara. A banda é muito coesa e original e esse vocal torna as coisas ainda mais intensas. A Hatefulmurder é formada por Angélica Burns (vocal), Renan Campos (guitarra e backing vocal), Felipe Modesto (baixo) e Thomás Martin (bateria). Entre suas influências, estão Krisiun, Decapitated, Killswitch Engage, Lacerated and Carbonized, Lamb of God, Exodus, The Black Dahlia Murder e Decapitated.


02) Sinaya (São Paulo/SP)


Banda de Death Metal formada por Mylena Monaco (vocal e guitarra), Renata Petrelli (guitarra), Camila Toledo (baixo) e Cynthia Tsai (bateria). Já tocou ao lado de grandes nomes do metal, como Sepultura, Suffocation e Ragnarok. 




03) Semblant (Curitiba/PR)


Dark/Gothic Metal equilibrando muito bem o gutural e o melódico, o que confere à Semblant um diferencial. A banda é formada por Mizuho Lin (vocal), Sergio Mazul (vocal), Sol Perez (guitarra), Juliano Ribeiro (guitarra), Thor Sikora (bateria), J. Augusto (teclado).


04) AnkerkeriA (Fortaleza/CE)


Banda cearense de Death Metal, sob influência de grandes nomes: Cannibal Corpse, Behemoth, Morbid Angel, Autopsy, Aborted, Bloodbath, Blood Red Throne, Immortal, Vader. Ankerkeria é formada por Jóice Lopes, Alessandra Castro e Marcus Teixeira.



05) Panndora (Maringá/PR)


Heavy Metal muito bem feito por Renata Paschoa (vocal), Luana Bomb (guitarra), Adrismith (bateria), Taise Bijora (baixo) e Rebeca Rastelli (guitarra). As principais influências da banda são Black Sabbath (Dio e Ozzy), Kiss, AC/DC, Twisted Sister, Wasp, Grave Digger, Quiet Riot, Judas Priest, Running Wild, Manowar, Vixen, Warlock, Acid, entre outros.



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