Topfive: cinco videoclipes que você precisa assistir - #01

Acredite, eu nunca tinha pensado em um Topfive sobre videoclipes. Ao contrário do que muitos pensam, o videoclipe é um investimento alto e mesmo assim, toda banda tem o sonho de lançar o seu, confesso, até eu tenho esse sonho. O videoclipe da uma vida a música que faz com que ela seja ouvida de uma forma diferente, e no Brasil como toda produção não é nenhum pouco barata, separamos cinco videoclipes para você assistir:




01) Intereffect - Metal - Guarulhos/SP
(Produção: Xtudo Obze / Eduardo Souza)

Me dou ao privilégio de iniciar essa pequena lista, com uma das bandas que mais acompanho no cenário nacional. A Intereffect tem tudo o que um bom degustador de Metal exige. Riffs, groove e muita melodia. O seu recém videoclipe lançado de "Recomeço", demonstra uma banda madura que busca evolução a cada material divulgado e isso torna essa, uma das bandas que mais gosto atualmente.



02) Hempadura - Hardcore/Punk - Porto Alegre/RS
(Produção: Hempadura / Coletivo Catarse - Imagens: Sheiná Botega / Billy Valdez)

"Cidadão de Bem" é uma das maiores obras de arte do Hardcore nacional, lançado no último disco do grupo gaúcho, intitulado "Artigo 331". A música reflete o problema do falso moralismo padrão, o falso religiosismo e o falso 'cidadão de bem', aquele famoso canalha que planta uma imagem na qual é acobertada em baixo dos panos por um mal caráter e se tem um videoclipe que conseguiu extrair uma verdade nua e crua, foi este do Hempadura.


03) Abominação - Grindcore/Metal - Lages/SC
(Produção: Gabriel Coelho)


Vou ser sincero, eu gosto quando uma banda de Metal lança algo com polêmica, colocando dedo na ferida e nem ai para a cicatrização. "Semo Serpentum" mostra o falso religiosismo pregado por aqueles 'servos de Deus' de que tudo o que eles fazem é de certa forma 'perfeito'. É uma crítica para os falsos religiosos, admiro os verdadeiros, porém o teatro é forte e alguém precisa fazer uma crítica quanto a isso, assista este videoclipe do power trio lageano.  



04) Reviere - Rock - Santo André/SP
(Produção: Foggy Filmes / Direção: Júnior Carelli e Rudge Campos)


Trago como quarta banda da lista, a excelente Reviere de Santo André. Com um videoclipe um tanto quanto mais simples das outras que estão na lista, porém a música "Labirinto" é uma música que eu ja tinha ouvido em outra oportunidade e afirmo, é uma das melhores da banda. O show de imagem distribuida no videoclipe é excelente e o cenário montado, coopera muito para uma obra fantástica. A música "Labirinto" com pitadas que vão do Rock até o Grunge, traz uma fábrica de bons riffs, peso e métrica vocal que impactam e impressionam. 



05) Ossos Cruzados - Hardcore/Thrash Metal - Taboão da Serra/SP
(Produção: Obze Arte)

Conhecia a Ossos Cruzados, mas não ouvia muito com atenção. Quando saiu o preview do videoclipe "A Prova de Morte" o riff do começo me convenceu, "eu preciso ouvir melhor essa banda". A única coisa que me arrependo é de não ter começado a ouvir com mais intensidade antes. O videoclipe tem cenas que me prenderam e me fez assistir no mínimo dez vezes a primeira vez. Como tinha falado, os riffs são contagiantes e o breakingdown na música faz bater cabeça involuntariamente. Gosto do cenário de uma oficina e as cenas de carros, casados com outros apresentados no clipe, demonstra o cuidado que a banda teve junto a responsável pela produção, de apresentar um videoclipe ímpar e conseguiu, é muito bom. 




Resenha: Killswitch Engage – Atonement (2019)

Killswitch Engage é uma banda de Metalcore formada em 1999 em Westfield Massachusetts, eles surgiram no início dos anos 2000 quando a famigerada onda do New Metal estava saturada e quase no fim. A ânsia de algo novo que movimentasse a cena de alguma forma pairava no ar.



Nesse sentido eles surgiram com seu primeiro álbum “Alive or Just Breathing” de 2002, dando ênfase para esse novo rotulo que viria ser chamado Metalcore. O álbum teve uma repercussão muito boa dando início a uma nova fase do metal nos anos 2000.

Após a saída de Jesse Leach em 2002 em seu auge, o grupo começou a procura por um novo vocal, até encontrarem Howard Jones, e gravar mais três álbum que os consagram como banda percussora do estilo e atingindo cada vez mais o público do metal e aos novos fãs com os lançamentos dos álbuns “The End of Heartache” de (2004) e “As Dayligth Dies” (2006) o seu auto intitulado de (2009), esse último já dava para perceber que abanda precisava se reformular e que as coisas não andavam muito bem com Howard Jones.

No final do ano de 2011, começaram a correr boatos de que o vocalista Howard Jones estaria deixando a banda, e no dia 4 de janeiro de 2012, se tornaria realidade. Em uma nota no site oficial, o grupo explicou aos fãs sobre certos problemas pessoais, que não gostariam de citar, e que mesmo com isso Howard ainda é da família, e que desejam tudo de bom para ele.

Com isso começava novamente a procura de um novo vocalista para continuar, e não é que quem se candidata e participa de todos os processos seletivos e o primeiro vocalista, Jesse Leach agora recuperado de seus problemas e com a cabeça fresca, ele acaba tendo a sua segunda chance com a banda.

No dia 8 de fevereiro de 2012 a banda posta no site oficial que Jesse Leach é seu novo vocalista. Jesse volta após 10 anos, logo fazendo uma apresentação no “Rock am Ring” 2012 e uma turnê de comemoração dos 10 anos do álbum Alive or Just Breathing e a preparação de um novo álbum.

Aí veio os aclamados Disarm The Descent (2013) marcando o retorno do original vocalista e os credenciando a uma indicação ao grammy com a música In Due Time e o Incarnate (2016) que obteve ótima repercussão.

Agora em 2019 eles lançam “Atonement” que consolida cada vez mais o vocalista Jesse Leach na banda e mostra uma pegada mais voltada para os seus primeiros trabalhos, podemos perceber uma banda mais pesada e mais coesa em todos os aspectos menos melódica e mais dark.


O álbum abre com a excelente:


“Unleashed” que foi o primeiro single lançado e conta com uma letra marcante de Jesse, que trata como se libertar de algo insustentável na vida cotidiana, e mostra o lado mais melódico da banda nessa faixa, como podemos perceber a musica não tem muito vocais guturais e berrados, e sim mais vocais mais melódicos, as guitarras como sempre são um show a parte, onde a dupla Adam Dutkiewicz e Joel Stroetzel fazem um duelo de harmonias sensacional, quando escutei ela pela primeira vez me lembrou muito o projeto paralelo “Times of Grace” lançado em 2011 que conta com Jesse Leach e o guitarrista Adam Dutkiewicz como principal compositores.

“The Signal Fire” talvez uma das minhas faixas favoritas, se você escutar ela separadamente fora do álbum pode lhe trazer um ataque cardíaco, pois ela já começa com uma frenesia pesada com destaques para os timbres de guitarra e principalmente para a bateria intensa de Justin Foley. Outro ponto sensacional é a participação especial de Howard Jones, vocalista anterior da banda, abrilhantando mais ainda a música. Essa faixa também rendeu um baita clipe, para quem é fã como eu ficar arrepiado com produção e o principal ver o dueto entre Jesse e Howard. A letra da música foi inspirada segundo Jesse no filme “O Senhor dos anéis”, no momento que ascende o Farol para chamar ajuda na luta contra Mordor. Essa música me remete muito a fase inicial deles em “Alive or Just Breathing”.

“Us Against the World” mostra um lado da banda que eles nunca esconderam que são as influências de bandas Suecas como “Soilwork” e “In Flames” as letras tende a algo mais Punk. Da vontade de juntar um batalhão de pessoas e sair protestando contra os descasos da política com a nossa sociedade.

“The Crownless King” essa faixa e um petardo que conta com a participação do lendário vocalista do Testament “Chuck Billy”.
O início da faixa me remete a 2º música do álbum “The Gathering” musica “Down for Life” lançado pelo Testament em 1999, riffs matadores bateria e baixo sincronizados, e um dueto fantástico entre Jesse e Chuck Billy que por sinal manda aqueles seus guturais característico do incio dos anos 2000, flertando com os timbres rasgados de Jesse, sem dúvidas uma das faixas mais poderosas do disco.

“I Am Broken Too” 2º single lançado que conta com um riif bem cadenciado e muito cativante ao velho estilo característico deles e com uma letra falando sobre ansiedade e depressão, a mensagem proposta é que não podemos nos fechar, pois sempre terá alguém para estar ao nosso lado e ajudar em momentos difíceis.  

“As Sure As the Sun Will Rise” E uma das músicas mais técnicas já composta pela banda com passagens e andamentos bem diferentes, ela poderia facilmente estar no “Disarm The Descent”

Know Your Enemy” Essa faixa já começa com uma sincronicidade entre os músicos de ficar de boca aberta, logo quando entra o vocal e os riffs do verso a cabeça já começa a bater, essa faixa me lembra um pouco a pegada do Groove Metal praticada pelo Lamb of God, e conta com um refrão de grudar na cabeça. A letra trata de uma mensagem rápida do tipo “Curve-se para ninguém e resista ao sistema”.

“Take Control” Nessa faixa podemos perceber um timbre de guitarra diferente do álbum com afinações mais baixas e com o vocais de Jesse lembrando muito as partes melódicas do Björn "Speed" Strid nos últimos Soilwork, fascinante e emocionante.

“Ravenous” talvez uma das faixas mais pesadas do álbum, aqui podemos perceber a Influência forte das bandas já citadas suecas como At The Gates, Meshuggah e Dark Tranquility e com um refrão daqueles de ficar grudado até na alma, para quem fã.

“I Can't Be the Only One” Tai a minha letra favorita do álbum com a mensagem “não perca a sua fé, tente acreditar, que os fins justificarão os meios” essa música tem aquela característica que marcante da banda guitarras com bastante harmonias e técnica absurda e o vocal cada vez mais afiado com a banda.

“Bite the Hand that Feeds” para encerrar o álbum com chave de ouro essa pancada que me remete fortemente com At The Gates “Slaughter of the soul” como já mencionei a banda tem muita inspiração neles e nesse álbum.

Então mais um álbum para quem e fã deles prestigiar e ouvir demasiadamente, eu dou nota 10 com estrelinha para ele.

FORMAÇÃO
Jesse Leach - vocais
Adam Dutkiewicz - guitarra
Joel Stroetzel - guitarra
Mike D’Antonio - baixo
Justin Foley - bateria

TRACKLIST

01) Unleashed
02) The Signal Fire (feat. Howard Jones)
03) Us Against the World
04) The Crownless King (feat. Chuck Billy)
05) I Am Broken Too
06) As Sure as the Sun Will Rise
07) Know Your Enemy
08) Take Control
09) Ravenous
10) I Can’t Be the Only One
11) Bite the Hand That Feeds

Resenha: Macabre Sentence - Suffocation of Soul (2018)

Suffocation of Soul está na estrada há mais de dez anos, e conta com cinco trabalhos lançados e turnê pela Europa. Pode parecer incrível, mas mesmo com todo esse currículo a banda ainda é pouco conhecida na cena nacional. Pois bem, Macabre Sentence vem mudar tal cenário, pois estamos diante de um EP que deixa muitos full de bandas gringas no chinelo. Feito para quem aprecia metal tocado com agressividade técnica e muita competência.



A banda vem da cena baiana e não faz menor questão de esconder suas influências do Thrash Metal Old School, então prepare-se para palhetadas precisas, solos urgentes e cozinha em velocidade empolgante, que contam com uma mixagem bem orgânica deixando todos os instrumentos bem audíveis.

Gravaram esse material André Costa (vocal/baixo), Maurício Sousa (guitarra), Tarcísio Correia (guitarra) e Marlon Pacheco (bateria), que se inicia com uma citação do francês Charles-Camille Saint-Saëns presente na obra "Dance Macabre", e logo temos "Crimes Behind the Influence”, note a mudança de andamento ao longo da faixa é empolgante, "Lifeinvader" mantem a pegada impossível não entrar em estagio de bangear sem parar.

Mostrando um caminho que pode seguir a banda apresenta nos sons “We Live in Pandemonium” e "The Perpetual Lie”, influências de |Hardcore devido a velocidade e Heavy Tradicional pelos timbres e solos).

Se Impios fecha o trabalho deixando a sensação de quero mais impossível não citar Dead Paradise como uma futuro hino da banda disparada a minha favorita canção do trabalho.

Sendo um EP é uma amostra do que a banda está produzindo ficamos ansiosos para saber o que a Suffocation of Soul irá nos apresentar no futuro.

Material enviado pela Sangue Frio Produções


TRACKLIST
01) Crimes Behind the Influence
02) Lifeinvader
03) We Live in Pandemonium
04) The Perpetual Lie
05) Dead Paradise
06) Impios

FORMAÇÃO
André Costa - vocal e baixo
Maurício Sousa - guitarra
Tarcísio Correia - guitarra
Marlon Pacheco - bateria

Resenha: Lucifer Prometheus – Sun In Aries 0º 0′ 0″ Equinox - Lord Blasphemate (2018)

Quem acompanha a cena do metal extremo brasileiro com proximidade, deve conhecer a horda Lord Blasphemate, que chegou ao seu quinto trabalho fazendo jus ao nome que carrega e que fará com que ela alcance ainda mais reconhecimento; não só com os fãs de Black Metal, mas headbangers em geral.



De maneira geral, o trabalho nos apresenta todas as características da Lord Blasphemate: Black Metal veloz, violento e atmosférico. Não é incomum as faixas passarem de seis minutos, como em "Heptarchia Mystica - The Enochians Slaves Angelicae". 

A parte temática também é um grande destaque, sendo que as letras fogem do "satanismo de shopping" que vem infestando a cena e apresenta um conhecimento profundo do assunto, tratado com a seriedade que merece e lembrando por exemplo, as obras do Watain. 

Os responsáveis por esse opus são: Hellhammer - fundador, Nyarlathotep - vocalista e Znameni Diabolus - baixo e ex Sanctifier; além desses temos um grande cast de convidados para o trabalho, sendo eles: Jaque Moraques - vocalista que participou em "In Astral Journey Through Of Kingdom Of The Quliphots", Johnny Rodrigues - membro do Infested Blood e que gravou as baterias do trabalho e o Paulo Santiago - que realizou a mixagem e masterização do trabalho, gravou os samples, orquestrações, guitarras solos e vozes adicionais. 

O artista Alcides Burn desenvolveu uma belíssima capa e que casou com a mensagem explícita do trabalho, também com a atmosfera claustrofóbica que apareceu em músicas como ''The Paroketh Veil 0 The Sun Of Tipharet''. 

Para quem acredita que extremidade e beleza não podem andar juntas, aconselhamos a ouvir ''Draco Estelar Ophidian Ignea'' e a já citada ''In Astral Journey Through Of Kingdom Of The Quliphots''. 

É um registro que nos mostra que a cena do metal extremo brasileiro nunca decepciona. São trabalhos como esse que nos enche de orgulho e que provam que nós não devemos nada para bandas estrangeiras. 

O Brasil sempre será um dos celeiros mais prolíficos para o Black Metal.

Material enviado pela Heavy Metal Rock.


TRACKLIST
01) Lucifer Prometheus Sun in Aries 0°0’0″ - Equinox
02) Heptarchia Mystica - The Enochians Slaves Angelicae
03) The Magician Hierophant of Hadit in Equinox
04) The Paroketh Veil 0 The Sun of Tipharet
05) Draco Estelar Ophidian Ignea
06) In Astral Journey Through of Kingdom of the Quliphots
07) Le Messe Noir - Le Psychodrame Original
08) Heptarquia Mystica - The Enochians Slaves Angelicae (orchestral version)

Bruxa Verde Produções anuncia a segunda edição do 'Bruxa Rock Festival'

Bruxa Verde Produções apresenta:

BRUXA ROCK FEST #2 >>>> Fusage + GUEPPARDO + Zoidz, 6/9
VOLTAMOS!



Após a bem sucedida primeira edição do rock fest da Bruxa Verde Produções de Florianópolis, que levou para o Taliesyn Rock Bar em Maio a banda Mad Monkees, Setembro marca o retorno do festival no mesmo local, o clássico bar underground de rock de Floripa. E com um lineup tão pesado quanto o anterior!

Contando novamente com a presença fumegante da conhecida banda local de rock paulera Zoidz, que fez as honras também na primeira edição, dessa vez temos DUAS bandas vindas diretamente de fora de Santa Catarina:

FUSAGE - De Maringá/PR vem Fusage, formada em 2016 e um dos mais proeminentes e afiados nomes do cenário stoner rock nacional, mesclando rock´n roll, rock noventista, psicodelia e punk, calcando seu som e apresentações explosivas e altamente enérgicas. O quarteto traz diretamente do interior paranaense, aonde também ajuda a movimentar o cenário do rock independente, muita energia para sacudir o Bruxa Rock Fest! A trip da banda está sendo feita em parceria com os brothers da Espelho Cego Records de Blumenau, onde a banda também se apresentará (dia 7/9. na Mansão Wayne)

GUEPPARDO - os gaúchos da Gueppardo, banda formada em 2007,  vêm de Porto Alegre para uma apresentação no clássico festival RIver Rock,e aproveitam para dar aquela esticada e engrandecer nosso fest com seu Heavy Metal calcado na veia mais tradicional do estilo, contando com participações ao lado de nomes fortes do gênero como Blaze Bayley e Grim Reaper, alem de terem se apresentado fora do Brasil (Uruguai e Argentina).


Zoidz, Fusage e Gueppardo. Rock´n roll, stoner rock e heavy metal engrandecendo a segunda edição do festival da Bruxa Verde. É COLAR OU COLAR!

SERVIÇO
DATA: 6 de Setembro, Sexta-Feira
LOCAL: Taliesyn Rock Bar
VALOR:  $10 até 23h /// $15 depois
HORÁRIO:  20h (previsão das bandas: 22h)

Produção:
Bruxa Verde Produções

Patrocínio:
Boteco do Arnoni
Kulturas Restaurante
Media Tools
Tumba do Faraó discos

Apoio:
Picnic Food FLN
Espelho Cego Records
Wolfstone Handcrafted Pedals


ARTE: Koostela Lopes
FONTE: Matheus Jacques

Killswitch Engage lança o seu novo disco intitulado "Atonement"

Atonement é o oitavo disco do Killswitch Engage



O Killswitch Engage lançou o oitavo álbum de estúdio da banda, Atonement.

O disco é uma espécie de carta do vocalista Jesse Leach contando os problemas por quais passou. Leach teve problemas de saúde que quase o impossibilitaram de continuar na banda, passou por um divórcio e lida com a depressão e com tendências suicidas.

“Eu queria que o ouvinte sentisse a urgência, o peso do assunto assim como uma possível conexão. Muitas pessoas sofrem de doenças mentais de uma forma ou de outra. Eu não quero nada além de que as pessoas não se sintam sozinhas nessa luta”, disse o cantor.

Ouça agora:





Confira capa e tracklist:

https://s2.glbimg.com/6mLWFhT8spPTZK--1pfmnuoNwFo=/i.glbimg.com/og/ig/infoglobo1/f/original/2019/06/25/kse.jpg 

01) Unleashed
02) The Signal Fire (feat. Howard Jones)
03) Us Against the World
04) The Crownsless King (feat. Chucky Billy)
05) I Am Broken Too
06) As Sure as the Sun Will Rise
07) Know Your Enemy
08) Take Control
09) Ravenous
10) I Can't Be the Only One
11) Bife the Hand That Feeds

Opeth divulga novo single "Svekets Prins", ouça agora!

O Opeth divulgou o mais novo single do disco In Cauda Venenum, previsto para sair dia 27 de setembro.

 Opeth divulga novo single do álbum ‘In Cauda Venenum’; ouça aqui

“Dignity”, “Svekets Prins” em sueco, foi lançado nos dois idiomas e você pode ouvir as duas versões logo abaixo. In Cauda Venenum irá suceder Sorceress (2016) e terá dez faixas, contando com uma canção instrumental de introdução. A capa, criada por Travis Smith, pode ser vista logo abaixo junto à tracklist.

Ouça o Single:

CONFIRA A CAPA E TRACKLIST


 
In Cauda Venenum tracklist:
1. Livet’s Trädgård / Garden Of Earthly Delights (Intro)
2. Svekets Prins / Dignity
3. Hjärtat Vet Vad Handen Gör / Heart In Hand
4. De Närmast Sörjande / Next Of Kin
5. Minnets Yta / Lovelorn Crime
6. Charlatan
7. Ingen Sanning Är Allas / Universal Truth
8. Banemannen / The Garroter
9. Kontinuerlig Drift / Continuum
10. Allting Tar Slut / All Things Will Pass

Mike Portnoy, Edu Falaschi e Noturnall confirmados no Colher de Chá em Içara/SC

Uma lenda das baquetas, tem data marcada para desembarcar em terras catarinenses. Após trazer shows como Angra, Sepultura e Hangar, agora a casa Colher de Chá em Içara/SC (que faz divisa com Criciúma), apresentará um encontro de lendas em sua casa de shows, Mike Portnoy, Noturnall e Edu Falaschi farão uma noite de quebrar as estruturas do ambiente.



Bateristas de bandas como Sons of Apollo e The Winery Dogs, sendo conhecido como ex-baterista do Dream Theater, Portnoy reencontrará o guitarrista Mike Orlando, que agora assume as guitarras do Noturnall, junto do novo baixista XaKoL e do baterista Henrique Pucci, nos vocais outra lenda, Thiago Bianchi.

Para complementar o evento que já era gigante, o ex-vocalista do Angra, Edu Falaschi com o seu projeto. A data marcada está para 17 de Novembro (domingo) e segundo informações, no Sul será a última data, junto de Porto Alegre que acontece uma semana antes.

Informações sobre vendas de ingressos, bandas de abertura e outras questões, serão divulgadas em breve.


AbomiNação: apresentando peso, melodia e influências de Rap em seu novo clipe

A sonoridade do AbomiNação cada vez fica mais distante de ser rotulada e isso se deve pelo leque de influências que o trio lageano carrega e introduz na sua música.



Letra extensa, peso, melodia e acima de tudo, arte. Com um cenário que busca a fazer uma sátira com o falso religiosismo, o AbomiNação acertou em cheio em seu novo single, com trocas de cenários para o ar livre.

Tudo o que o Metal e de certa forma o Rap pregam. Dedo na ferida, soco na orelha e mensagem direta sem massagem. A cada frase da letra, uma pedrada diferente e certeira. Para quem o chapéu possa servir, por favor, coloque-o.




Hellyeah: divulgado novo single de futuro álbum com último registro de Vinnie Paul na bateria

Libero o single "Perfect" que estará no álbum "Welcome Home" que inclusive será o último álbum com Vinnie Paul


Hellyeah divulga novo single com bateria de Vinnie Paul; ouça “Perfect”

O Hellyeah divulgou o mais novo single do disco Welcome Home, o último com o baterista Vinnie Paul, que faleceu em junho do ano passado aos 54 anos.

“Perfect” mostra um lado diferente do grupo que contrasta com as outras músicas já lançadas – “Oh My God”, “Welcome Home” e “333”. Atualmente, o Hellyeah está em turnê tocando essas faixas para os fãs e celebrando o legado de Vinnie.

“Vinnie ficaria muito decepcionado se nós não promovêssemos esse disco direito. Ele ficaria muito bravo com todos nós se, depois de todo o trabalho que tivemos para gravar o disco, não fizéssemos nada com ele”, disse a banda em uma declaração à imprensa.

Ouça “Perfect”:



Track List "Welcome Home"
1. 333
2. Oh My God
3. Welcome Home
4. I’m The One
5. Black Flag Army
6. At Wick’s End
7. Perfect
8. Bury You
9. Boy
10. Sky and Water
11. Irreplacable
 
Hellyeah - Welcome Home

Mayhem: novo álbum intitulado "Daemon" será lançado em Outubro

Antes de mais nada, vale ressaltar que "Daemon" não será uma continuação de 'Esoteric Warfare'.

Mayhem anuncia novo álbum Daemon, com lançamento para outubro
 
O Mayhem anunciou o novo álbum Daemon, com lançamento previsto para outubro. Segundo a banda, o disco não será uma continuação direta de Esoteric Warfare. Daemon se sustenta sozinho.

“Mayhem sempre será Mayhem”, disse o guitarrista Teloch. “Nós colocamos o gênero um pouco de lado, ninguém mais soa como o Mayhem. É difícil colocar uma etiqueta na banda. Metal seria o mais correto. Não é um black metal puro, na minha opinião.”

Confira a capa e a tracklist do álbum abaixo:

Mayhem anuncia novo álbum Daemon

01. The Dying False King
02. Agenda Ignis
03. Bad Blood
04. Malum
05. Falsified And Hated
06. Aeon Daemonium
07. Worthless Abomination Destroyed
08. Daemon Spawn
09. Of Worms And Ruins
10. Invoke The Oath

Topfive: cinco bandas para ouvir neste fim de semana #132


Hail Headbangers, no fim de semana que se comemora o dia dos pais, nosso Topfive  é uma homenagem a todos os papais rockeiros que além de amar e cuidar de seus pequenos lhes apresentam os caminhos do Rock/Metal. São sons que irão agradar todos os tipos de papais, desde os fãs de Metal mais extremo até o mais tradicional. Confiram aí:

01) Armum - Death Metal - Goiânia/GO

A banda foi formada no ano de 2011, com uma proposta voltada para as veias mais brutais do Death como: Nile, Krisiun e Vital Remains; atualmente é um power trio formado por Camila Andrade - Baixo e vocal, Gesiel Coelho - Bateria e Moyz Henrique – Guitarra. O motivo de estarem nessa lista, é porque seu mais recente trabalho 'Demons Of Hate' está disponível nas plataformas de streaming. Esse é o  primeiro trabalho oficial da banda e é extremo e agressivo como o Metal da morte deve ser.


02) Hellish War - Heavy Metal - Campinas/SP

Uma verdadeira instituição no que se refere ao Heavy Metal Tradicional. Mudanças de formação e as dificuldades do Underground não impediram o Hellish War de continuar na batalha brindando os headbangers com verdadeiros hinos forjados no fogo e aço. Recentemente lançaram o trabalho Wine Of Gods e os músicos que completam a banda: são: Bill Martins no vocal, os guitarristas Vulcano e Daniel Job, o baixista JR e o baterista Daniel Person.


03) Cranial Crusher - Thrash Metal -  São Bernado do campo/SP 

A banda foi formada em 2010 e contém alguns elementos do Speed Metal em sua música. A formação da banda contém: Renan (vocal e baixo), Aímola (guitarra) e Fruto (bateria).  As letras tem uma grande abrangência, indo de temas como consciência ambiental a problemas sociais. A banda possui um Split com a banda Cerberus Attack, intitulado 'Cranial Attack' lançado em 2014 e que conta com quatro faixas do Cranial Crusher. No início de 2016 foi lançado um EP intitulado 'Necrópole' com um total de cinco faixas.


04) Sun Diamond - Hard/Heavy - Recife/PE

Para quem aprecia sonoridades mais leve mas não abre mão da qualidade, temos o Sun Diamond. A banda foi formada no ano de 2014 e três anos depois conseguiram lançar o seu debut alto intitulado. Com muita qualidade em suas composições, a Sun Diamond é a típica banda para se ouvir tomando uma gelada no fim de semana. Atualmente é formada por: Ailton Neto - VocalEduardo Teixeira -Guitarra, Leo Campanha - Guitarra, Lucas Alves - Bateria Miguel Guerra - Baixo.


05) Praga - Black Metal – Rio De Janeiro/RJ

Formada em 2011 com a união profana  de Yury Opositor - vocais, Lucas Asmodeus, Surtur Impurus - bateria e Bode de Sade - baixo, a horda finalmente conseguiu  dar vazão ao seu opus profano, pregando a destruição do moralismo cristão; Inspirados em grandes guerreiros do Metal Negro como o  Sarcófago e Venom. Após uma pausa, a horda teve uma mudança na formação onde Washington Wolfer assumiu os vocais. Atualmente eles estão trabalhando no material para um próximo obscuro lançamento.




#22- De músico para músico - Comportamento - Como registrar suas músicas?


#22- De músico para músico - Comportamento - Como registrar suas músicas?




Vamos abordar um tema bem teórico que parece um bicho papão pra muita gente. A coluna desse mês está mais carregada de textos, mas acho que todo bom profissional ou todos que querem ser bons profissionais podem tirar boas pesquisas a partir das dicas que daremos.

Composições ok, banda tocando, cd gravando….. mas e se alguém copiar? E se der algum problema de direito autoral? Ecad???

Normalmente as bandas perdem de ganhar direitos autorais, ou perdem os direitos totais de uma música, disco ou até mesmo marca pelo simples fato de não saber como se resguardar com esses detalhes.

O ponto inicial é ter como transcrever suas músicas em partituras. Um músico profissional pode ajudar, mas é sempre legal estudar para saber escrever suas obras e ter seus registros.

Maneira garagem - Grave uma fita demo, de qualquer forma desde que seja inteligível, envie para sua própria casa e guarde o envelope com os carimbos datados. Isso ajuda. Lembrando que uma gravação caseira em IOS ou Android também costumam ter data, e podem salvar a banda num momento de comprovação.

Maneira profissional - Canções gravadas, partituras escritas, dirija-se à biblioteca nacional e registre sua obra. 

Neste caso, a música deve ser transcrita e organizada como uma monografia: trabalho encadernado, numerado, com índice, etc. Além das partituras, deve-se transcrever as letras, se houver.

O site da biblioteca nacional fornece os formulários para impressão doméstica e feito isso, só levar pessoalmente no órgão competente da sua cidade. (https://www.bn.gov.br/)

Esse registro garante que as músicas do seu disco são de fato suas, e isso pode ser feito com singles, ep’s, qualquer tipo de trabalho que sua banda gerar.

Além disso, deve-se registrar o monograma da sua música. Depois de gravado, o estúdio que produziu seu trabalho deve gerar um código para a música chamado de ISRC (International Standard Recording Code), que garante a unicidade da música. Esse código é utilizado em diversos mecanismos de busca e é quase o cpf do seu material.

Evitar ao máximo solicitar que outro estúdio gere seu ISRC, pois quando criado, o código automaticamente direciona para aquele estúdio uma parte dos direitos autorais… Pode ser bem ruim isso, imagine se sua banda começa a faturar? Quem gerou o ISRC passa a ganhar sem ter feito nada.

Além das músicas toda banda deve e preocupar em registrar logo, nome, marca. Isso é feito no órgão marcas e patentes de cada cidade. O processo demora de 2 meses a 3 anos e garante que, se um dia alguém resolver reivindicar o nome da banda, tudo esteja resguardado.

Todos esses processos devem ser divididos pelos integrantes da banda ou canalizados em um responsável. Todo cuidado é pouco para fazer essas divisões ou canalizações. Plena confiança é necessária.

ECAD - Escritório Central de Arrecadação e Distribuição - Pensou em impostos né? Pois é, música paga imposto e gera receita como qualquer outra empresa ou seja lá o tipo de pagador de impostos que tenha sido imaginado. 

Existem 7 órgãos filiados ao ECAD que podem te ajudar com seus impostos musicais. Abramus, Amar, Assim, Sbacem, Sicam, Socinpro e UBC. Cada um desses órgãos atende regiões específicas e pode te oferecer serviços diferenciados.

O ideal é buscar o mais próximo da sua região e fazer uma visita, tornar-se membro e a partir daí entrar na regularidade.

É dever do músico estar em dia com suas obrigações tributárias para ter seus direitos garantidos. Não é ser “coxinha”, é ter um trabalho e querer garantir que seu recebimento seja correto.

Tirar carteirinha da ordem dos músicos, estudar para fazer um trabalho mais profissional e filiar-se ao ECAD é visto por muitos músicos como algo feito apenas por idiotas.

Sugiro avisar seu chefe que você não quer ser nem PJ nem CLT, que seu trabalho será totalmente pago em cerveja e entradas gratuitas pra sua namorada no seu trabalho.

Sacou? Só da pra reivindicar direitos quando os deveres estão em dia.

Registro garante seu sossego, arrecadação garante seu pagamento, carteira profissional de músico garante sua eficiência para o cliente.

Dicas resumidas:
  • Busque os órgãos do Ecad perto de você;
  • Tire sua carteira de músico;
  • Registre sua marca;
  • Eleja um integrante da banda ou divida os direitos por igual;
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Topfive: cinco bandas para ouvir neste final de semana #131

Nesse fim de semana em Laguna/SC está rolando o festival Agosto Negro, que começou ontem (02.08) e vai rolar até domingo (04.08). Cerca de trinta bandas de todas as vertentes do rock e metal vão se apresentar no palco do festival, agitando os headbangers de todo o sul do Brasil. 


Quem, assim como eu, infelizmente não pôde comparecer ao festival, vai poder ter um gostinho do que está rolando/rolou no fest com o topfive de hoje, que traz algumas das bandas que se apresentam ao público do festival. 

01) Somberland - Black Metal - SC

Formada em 2016, a banda se inspira na segunda onda do Black Metal, manifestando-se contra o cristianismo, seus dogmas e contradições. Após o primeiro álbum "Pest'Ology", a banda encontra-se em estúdio gravando seu segundo álbum, que deve sair ainda em 2019. A banda sobe ao palco do Agosto Negro hoje às 20h. É formada por W.A.G na bateria, Nargoth no baixo e vocal, O dium e Dmortest nas guitarras.



02) Leviaethan - Thrash Metal - Porto Alegre/RS

Lendária banda Gaúcha, formada em 1983, vem à 35 anos espalhando o peso do seu Thrash metal por todo o país. No Agosto Negro, tocarão no sábado às 21h e trarão músicas de todas as fases da banda, que dispensam  apresentação. Atualmente é formada por Flávio Soares no vocal e baixo, Ricardo Fonseca na bateria e Denis Goulart e Manoel Rodrigues nas guitarras.



03) Syn TZ - Heavy Metal - Balneário Camboriú/SC

Syn TZ começou suas atividades em setembro de 2012, com a ideia de trazer um som próprio, sem seguir tendencias ou modismos, fazendo um som de personalidade. Em 2017 lançou seu primeiro disco oficial, "Heavy Load", com um som pesado e com grande técnica. No Agosto Negro se apresenta no domingo às 14h15. Seus membros são Jay Heart no vocal, Marco A. G. na guitarra, Edu Beeck no baixo e Juninho Vormehlen na bateria.



04) Orquídea Negra - Heavy Metal - Lages/SC

Uma das maiores e mais clássicas bandas de Santa Catarina, o Orquídea Negra foi criada em 1986 na cidade de Lages, com grande influencia da NWOBHM. Com um carisma impressionante e shows poderosos, o Orquídea conquista os públicos headbangers por onde toca. No Agosto Negro, se apresenta no sábado às 22h. Hoje é formada por André Graebin no vocal, Vinicius Porto na guitarra, Robson Anadon no baixo e Raphael Marini na bateria.



05) MX - Thrash Metal - Santo André/SP

Grande banda formada em 1985 que faz um Thrash Metal com bastante pegada e agressividade. Depois de um hiato de 12 anos (2000-2012), retornou às atividades em 2012 e desde então gravou dois álbuns. Atualmente está divulgando seu ultimo Full-lenght, "A circus called Brasil". No palco do Agosto Negro tocará no domingo às 15h15. Atualmente seus membros são Alexandre Cunha, Alexandre "Dumbo", Alexandre "Morto" e Décio Jr.


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