Black Flag: adiada turnê para 2020 sem explicações plausíveis e sem conhecimento de algumas produtoras

Na manhã desta terça-feira (25) a Powerline, produtora que tinha uma data com a banda Punk californiana, emitiu um comunicado assustados, pois assim como o público, ficaram sabendo apenas pelo Facebook.



Ainda assim no perfil oficial da Powerline, na data de 20 de Junho (quinta-feira passada), a produtora esclareceu que "talvez o Facebook" tinha excluído o evento do Black Flag da rede social por engano e hoje, tivemos essa triste surpresa, confira nota emitida pelo Black Flag:

"Devido a circunstâncias fora do nosso controle, somos obrigados a adiar a nossa próxima turnê pela América Latina para Março de 2020. Queremos deixar claro que cada promotor envolvido e booker de turnê cumpriram cada um dos nossos pedidos para fazer shows adequados para todos vocês! Garantimos-lhe que vamos trazer os melhores shows da Black Flag em nossas novas datas.

As novas datas são:

DIA 5 de Março Bogotá, Colômbia
DIA 6 de março Santiago, Chile
DIA 7 de março Buenos Aires, Argentina
DIA 8 DE MARÇO SÃO PAULO, Brasil
Dia 11 de março Montevidéu, Uruguai.

Ainda estamos a fazer os nossos shows reservados no México para esta semana em:

Dia 26 de Junho - Monterrey @ Cafe Iguana
Dia 27 de Junho -  Guadalajara @ Fórum Independência
Dia 28 de Junho -  Cidade do México @ 360 e local"

Compartilhando essa nota, a Powerline publicou a sua:

"Infelizmente, fomos surpreendidos com o anúncio do Black Flag sobre o adiamento da turnê.

Importante dizer que a Powerline não é a responsável pela turnê, fechamos apenas o show de São Paulo e cumprimos com todas as nossas obrigações e demandas. Não sabemos ao certo o que causou este adiamento e ficamos profundamente desapontados com a situação.

De qualquer maneira, ainda queremos fazer este show que foi adiado para 08/03 do ano que vem, 2020. Os ingressos adquiridos continuam válidos para a nova data. Para quem quiser o valor do ingresso de volta, basta entrar em contato com a PixelTicket através do email: contato@pixelticket.com.br

Confira abaixo a nota da banda:

Devido a circunstâncias que fogem do nosso controle fomos forçados a adiar a turnê que faríamos à América Latina para março de 2020. Nós gostaríamos de deixar claro que todos os promoters e bookers envolvidos trabalharam corretamente e atenderam a todos as nossas demandas para fazer os devidos shows para vocês. Nós garantimos que daremos tudo de nós nos shows do Black Flag nas novas datas.

As novas datas são:
5 de março Bogota, Colômbia
6 de março Santiago, Chile
7 de março Buenos Aires, Argentina
8 de março Sao Paulo, Brazil
11 de março Montevideo, Uruguai

Os shows do México foram mantidos."

Enquanto isso, ficamos aqui com cara de bobo, pois mais uma banda gringa pinta e borda em terras brasileiras. Até quando?

Michale Graves: Show em BH e cancelamento da turnê


Na última sexta-feira (21/06), aconteceu em Belo Horizonte o show de Michale Graves, em sua primeira turnê solo, tocando os álbuns clássicos “American Psycho” e “Famous Monster”, na íntegra. 

O show aconteceu no Mister Rock e a casa estava cheia, os fãs estavam muito empolgados moshando e cantando em coro do começo ao fim, com certeza uma noite memorável para os fãs de Misfits na capital mineira.



Mas nem todos os fãs puderam ter a mesma sorte, hoje dia 23/06 a turnê foi cancelada pelo próprio Michale, a produtora Vênus ainda está verificando os acontecimentos para atualizar em sua página oficial no Facebook, mas a banda e sua equipe já deixaram o hotel em São Paulo sem muitas informações. 

Alguns comentários dos membros da banda no Instagram dizem que o motivo do cancelamento, até o presente momento, se deve a problemas de saúde familiar.


Em breve a produtora dará mais informações e já garantem que todos os ingressos comprados serão devolvidos.








Talvez Desconhecido: 3teeth (EUA) - #11

Ultimamente andei mais aberto a conhecer sons novos, e consequentemente, bandas novas e artistas novos. Entre minhas sugestões do Spotify -que andou apresentando coisas condizentes com essa misturança musical que andei ouvido- acabo encontrando algo que me impressionou bastante, e esse algo envolvia 3teeth e Ho99o9. Foi ouvindo o resultado do feat desses dois grupos que comecei a questionar até onde meu gosto musical estava indo, e me dei conta que estava indo bem além das fronteiras mais conservadoras do Heavy Metal -e isso é bom.


Dos sons provenientes dessa besta de duas cabeças, vi que a parte que mais me agradou nessa mistura encontrada em "Time's Up" e "Lights Out" foi a que envolvia esse grupo 3teeth, e então resolvi entender melhor quem eram esses caras e percebi logo que tinha uma potencial banda para essa coluna de "Talvez Desconhecido", visto que a banda, que começou em 2013, apenas nos últimos anos tem conseguido romper as fronteiras de sua região (Los Angeles) e se tornando um nome cada vez mais ouvido na rota das grandes bandas mundo a fora.

Passando a ouvir os sons de 3teeth logo identificamos um som bem similar ao que caracterizou movimentos como o Nu Metal e Industrial Metal, com muitas influências de Ministry, Rammstein e Nine Inch Nails, mas com espaço amplo para imprimir suas características peculiares. A relação com este cenário "tradicional" do Metal Industrial vai desde a sonoridade até a imagem da banda, que é muito bem trabalhada e estabelecida, tornando fácil reconhecer a banda.

Os vocais versáteis de Alexis Mincolla trazem um ar teatral e imersivo as musicas. Dar play no último álbum da banda, <shutdown.exe> (de 2017), é dar um mergulho numa sonoridade transiente que, sem você perceber, acaba levando sua mente para lugares distantes em alguns momentos e em outros lhe acorda com marretadas. Muito disso é em vigor do trabalho instrumental, que mesmo parecendo não se arriscar em riffs inovadores, acabam conectando tudo com coesão e criatividade dentro da atmosfera criada em cada faixa do grupo.

O visual tipicamente calcado em um gótico industrial soma-se ao conceito central da banda, representado nas letras e artes do grupo: liberdade pessoal, transitando por temas como política, sexo e morte.

3teeth está prestes a lançar seu próximo álbum de estúdio, Metawar, com lançamento marcado para 05 de julho. O conceito será o confronto "mundo vs mundo", no sentido de a própria humanidade, através dos políticos, estar lutando por seu próprio fim para poder construir seu novo começo. Das 13 faixas que irão compor o disco, quatro já foram lançadas como single, com a última, "PRESIDENT X" sendo liberada com video-clipe no dia 14 deste mês de junho. 


Topfive: cinco sons para se ouvir no fim de semana #126

Aproveitando o começo do Inverno (21 de Junho), vamos entrar no clima e trazer das profundezas do Underground bandas do estilo mais sorumbático, frio e negativo do Metal. Confira agora nossas indicações de Doom Metal e Depressive Suicidal Black Metal  (DSBM).

O SUBSOLO | PORTAL DO UNDERGROUND - TopFive #126

01) ... Do Fundo...Abismo - Morbidoom Metal - Manaus/AM


Formada no sombrio ano de 2007, a banda do estado do Amazonas, pratica um Doom Metal que flerta com os momentos mais mórbidos da alma humana - suas letras pregam a decadência da humanidade e a rota a qual fazemos rumo a extinção total. Atualmente composta por: Diego Moriendi (V), Alberto Alencar (B), Anderson Lucifero (G) e Crepúsculo (B).


02) Labore Lunae- Death/Doom Metal- Campo Grande/ MS 


Uma das primeiras bandas formadas no Estado do Mato Grosso do Sul no ano de 2002 e que mescla elementos de Death Metal com Doom. Lançou em 2009 a Demo Devaneio com  quatro faixas, além de terem participado do Split Mórbidos Dizeres ao lado...do Fundo...Abismo e o álbum Real e Abstrato de 2014. 


03) Dead Reward- Doom Metal - Londrina /PR


A amálgama que compõe o Doom Metal como estilo sombrio de música está presente na sonoridade do Dead Reward, ao lado de passagens obscuras, apresentam-se linhas mais melódicas e influências do Death Metal e Gothic. Suas características estão presentes no trabalho A Sort of Empty.


04) Thy Light- DSBM- Limeira /SP


Impossível falar de DSBM brasileiro sem citar o Thy Light. Arrisco-me a dizer que esse é o maior representante do estilo aqui no país, tendo um secto de seguidores em todo o mundo. Motivos para isso não faltam para o duo composto por Paolo Bruno - todos os instrumentos,e Alex Witchfinder nas letras. Recomendo muito o opus   Suici.De.pression para começar a entrar no vazio existencial do Thy Light.

5) Funesto - DSBM- Aracruz/ES


A one man band criada no ano de 2013 por Fúnebre, tem como característica dessa vertente musical letras que traduzem toda a negatividade da vida e o desespero que nos acompanha a cada dia. Em 2013 foi lançada a demo Meu Último Dia e seu registro mais atual é o single a Arte do Suicídio.


Metal com Batata: confira a programação do programa #81

O Programa METAL COM BATATA deste sábado, dia 22 de junho, entrevistará Dimitri Brandi, vocalista e guitarrista da banda Psychotic Eyes. Em atividade desde 1999, o Psychotic Eyes não é uma banda comum de death metal. Sua música é uma experiência profunda que se desenvolve a partir de diferentes referências musicais. A complexidade do rock progressivo, a técnica do jazz, o ritmo da música brasileira, todos esses elementos se juntam num caldeirão death/thrash metal.



Na entrevista Dimitri citou sobre a história da banda, e as principais influências da banda e de seus integrantes. 


O foco principal da entrevista ficará no lançamento do EP denominado “Olhos Vermelhos”, lançado em dezembro de 2018, pela dupla Dimitri Brandi e Douglas Gatuso, sendo este o primeiro trabalho de death metal acústico da história.



A banda Psychotic Eyes possui como integrantes e gravaram este EP com a seguinte formação:
Dimitri Brandi – vocais e violão
Douglas Gatuso – vocais e violão
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O programa Metal com Batata vai ao ar na Mutante Radio e pode ser ouvido através do site da rádio www.mutanteradio.com às 23h59min deste sábado, 22 de junho de 2019!!! Não percam!!!!

Rocket Five: anunciando lançamento de álbum ao vivo nas plataformas digitais

Show realizado no último festival Usina Jam em Campinas será disponibilizado nas plataformas digitais



Fotos: Marina Barbim / Produtora Hocus Pocus 

A banda de Hard Rock, Rocket Five, lançará no próximo dia 19 de julho um álbum ao vivo, com a apresentação no festival Usina Jam, realizado em dezembro de 2018 na Estação Cultura em Campinas, interior de São Paulo. Este lançamento se dará apenas nas plataformas digitais.

Intitulado “Movin’ On the Station (Live at Usina Jam)”, o trabalho contará com 9 faixas que cobrem na maior parte as faixas do debut “On the Move” de 2018 e incluirá uma faixa inédita, Solitary Man, que deve ser incluída no próximo álbum de estúdio da banda, com previsão para 2020.

A primeira edição do festival contou, além da banda Rocket Five, com Dead Parrot, Teorias do Amor Moderno e Bando d’Água. A gravação e mixagem ficou por conta de Daniel Dias da produtora Hocus Pocus.

Confira abaixo o tracklist:
01 Intro/Stressed Out/Crazy Bitch
02 Moneyless Rockstar
03 Solitary Man (inédita)
04 On the Move
05 Goin’ Everywhere
06 All Night Long
07 Riders of the Stars
08 Live With Me
09 Wrong Way

Formação:
Eduardo Haszler: Guitarra/Vocais
Leonardo Meliani: Órgão/Sintetizador/Vocais
Ricardo Marks: Baixo/Vocais
Julio Pilenso: Bateria/Vocais

Mais informações:

Syn Tz: vote em "Mirror" para ser tocada por uma Orquestra de Bateria

A Syn Tz acaba de entrar em uma disputa para lá de especial. A Orquestra de Bateria de Florianópolis/SC, uma das maiores da América Latina -se não a maior-, seleciona músicas do cenário independente catarinense para ser tocado em seus eventos, além disso, a Orquestra esta confirmada em um novo local, na ampla Passarela Nego Quirido, onde ocorre os desfiles de carnaval e entre outros eventos festivos de maior porte.




Mesmo trabalhando em sua agenda, inclusive confirmado suas primeiras datas em São Paulo, a Syn Tz sempre foca também na sua divulgação extra palco, tentando manter-se ativamente no cenário autoral não só da região catarinense, mas sim do Sul do país e agora ampliando seus horizontes até as terras paulistas.

A faixa "Mirror" é a que está representando o grupo na votação e para votar é fácil, basta acessar o link a seguir,  que irá direto para a página da Orquestra de Baterias: https://www.facebook.com/orquestradebaterias/photos/a.1015873495121290/2888002261241728 e comentar o número "8" para dar um voto a Syn Tz que busca mais essa conquista na sua carreira. 


Para conhecer um pouco da sonoridade da Syn Tz, ouça na íntegra o disco "Heavy Load":




L.o.T.u.S: segunda edição da "Lotus Friends Fest" acontecerá neste domingo (23)

Para a segunda edição do evento, a L.o.T.u.S convida as bandas: Zive Core, Rdg New Metal, A Phoyce, Rise fo Discord e InterEffect a se unirem com a banda para trazerem a segunda edição de forma beneficente, buscando arrecadar fundos para ajudar Sofia, uma garotinha de apenas 11 anos que está lutando bravamente contra a leucemia. 



Como o evento ocorrerá ao meio dia, no local terá venda de alimentação (feijoada, galinhada, pasteis e salgados) venda de vestuário e também apresentações de capoeira.

O evento ocorrerá na Quadra Poliesportiva Ponte Alta, localizada na Avenida José Rangel Filho, 1222, Bonsucesso, Guarulhos/SP às 12:00 neste dia 23 de Junho, domingo. A entrada será no valor de R$10,00 e ocorrerá sorteios de tatuagens.

Mais informações:

Cherry Ramona: na próxima sexta (21) presente no palco autoral do Colher de Chá

Cherry Ramona não tem tempo ruim, seja como autoral ou com seus repertórios especiais, continuam a preencher uma agenda que só aumenta. 



Após ter tocado em sua turnê em terras gaúchas, voltaram a alguns dias atrás para se apresentar novamente em uma das casas que abriu as portas para o grupo de Rock 'n Roll catarinense.

E por falar em casas tradicionais, a excelente casa Colher de Chá, abre mais uma vez as portas para a música autoral, com a criação do palco OBA, onde a Cherry Ramona está confirmada na próxima sexta-feira, 21 de Junho com inicio previsto para às 22:00h e contará com um especial Creedence pela El Cerrito, também com a banda Lady Die apresentando seu repertório vasto de clássicos e claro, a Cherry Ramona no palco OBA com suas músicas autorais.

Promoções e mais informações:

Se você não conferiu o último trabalho autoral da Cherry Ramona, assista agora ao videoclipe "Verão do Sul":



Links Relacionados:
https://www.facebook.com/profile.php?id=100006441767671
https://www.facebook.com/bandacherryramona/
https://www.instagram.com/bandacherryramona/


Fonte: MK Press (www.assessoriamk.blogspot.com)

Dave Mustaine: diagnosticado com câncer


No meio dia de hoje (17) o vocalista do Megadeth soltou uma nota importante sobre sua vida, na página do Facebook da banda e pessoal, confira:

"Eu fui diagnosticado com câncer na garganta. É claramente algo que deve ser respeitado e encarado - mas eu já enfrentei obstáculos anteriormente. Eu estou trabalhando junto aos meus médicos e nós fizemos um mapeamento de um plano de tratamento que tem 90% de eficácia. O tratamento já começou.

Infelizmente, isso demanda que nós cancelamos a maioria dos shows desse ano. O Megacruise 2019 vai acontecer e a banda fará parte disso de alguma forma. Todas as informações atualizadas vão estar no megadeth.com assim que nós as tivermos. O Megadeth vai voltar para a estrada o mais rápido possível.

Enquanto isso, Kiko, David, Dirk e eu estamos no estúdio, trabalhando no sucessor do Dystopia - que eu mal posso esperar para todos ouvirem.

Eu sou extremamente grato por todo meu time - minha família, médicos, membros da banda, treinadores e outros.

Eu vou manter todos informados.

Te vejo em breve,
Dave Mustaine"

Conforme o esclarecido, desejamos melhoras ao grande vocalista.

Topfive: cinco bandas para ouvir neste final de semana #125

Chegou o fim de semana e com ele nosso super Topfive! Com a ideia de continuar a homenagem ao grande maestro Andre Matos, foram selecionada músicas que fizeram parte de sua carreira. Portanto, pegue sua bebida, deite no sofá e curta essas músicas em máximo volume!




01) Viper - Power Metal/Heavy Metal - São Paulo/SP


A banda paulistana Viper foi formada em 1985 por Andre Matos - vocais, Pit Passarell - baixo, Yves Passarel - guitarra, Felipe Machado - guitarra e Cássio Audi - bateria. O Viper foi uma das primeiras bandas de Heavy Metal do Brasil e também uma das primeiras a obter exposição internacional. Escutem o clássico absoluto da banda. 

02) Angra - Power Metal- São Paulo/SP


A banda paulistana Angra foi formada em 1991 por Andre Matos - vocais, Rafael Bittencourt - guitarra, André Linhares - guitarra, Luís Mariutti - baixo e Marco Antunes - bateria. A primeira formação clássica com Kiko Loureiro - guitarra e Ricardo Confessori - bateria veio depois. 

03) Shaman - Power Metal - São Paulo/SP


A banda paulistana Shaman foi formada em 2000 por Andre Matos - vocais, Hugo Mariutti - guitarra, Luís Mariutti - baixo e Ricardo Confessori - bateria. Os músicos decidiram deixar o Angra por divergências pessoais e conseguiram criar uma das maiores bandas da história do Brasil. 

04) Virgo - Rock Progressivo/Pop - Alemanha


O projeto alemão Virgo foi formado por Andre Matos - vocais e Sascha Paeth - guitarras. Juntos os dois produziram um disco que foi lançado em 2001 e obtiveram ótima resposta do público. 

05) Andre Matos - Power Metal - São Paulo/SP


A banda paulistana Andre Matos deu início a carreira solo do vocalista. A banda foi formada em 2006 por Andre Matos - vocais, Hugo Mariutti - guitarra, André Hernandes - guitarra, Luís Mariutti - baixo, Fabio Ribeiro - teclado e Rafael Rosa - bateria. 

Por Caio Botrel e Kito Vallim.

Metal com Batata: confira a programação do programa #80

O Programa METAL COM BATATA comemora neste sábado, dia 15 de junho, seu quinquagésimo programa na Mutante Radio, entrevistando João Manechini, baixista da banda Necrofobia. Em atividade desde 1994, o Necrofobia é uma das bandas de Thrash Metal de maior referência de Ribeirão Preto e região.


Na entrevista os integrantes irão falar sobre a história da banda e suas principais principais influências. 


O foco principal da entrevista ficará no lançamento do álbum denominado “Membership”, lançado em abril deste ano. Será citado sobre o processo de criação do disco, temas abordados nas composições, arte do disco e o feedback recebido do público em relação ao disco.



A banda Necrofobia possui como integrantes:
Romulo Felício – vocais e guitarra
Rodrigo Tarelho – guitarra solo
João Manechini - baixo
André Faggion – bateria
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O programa Metal com Batata vai ao ar na Mutante Radio e pode ser ouvido através do site da rádio www.mutanteradio.com às 23h59min deste sábado, 15 de junho de 2019!!! Não percam!!!!

Cobertura: 3º O SubSolo Rock Fest (Colher de Chá)

Acreditem que são capazes de fazer o inimaginável. Acreditem que aquele menino que nasceu rodeado de Sertanejo, música tradicionalista e pagode, pode ser sim um bom amante do Heavy Metal e todos os seus derivados futuramente. O que era para ser uma ovelha negra, se tornou um incentivador da música autoral dos gêneros que tanto amamos e quando ele fazer dois eventos e levar prejuízo, o correto era desistir, mas o destino fez ir um pouco mais além. 


Alex Pizzeti, dono e proprietário do Colher de Chá em Içara/SC. Rodrigo dos Santos, guitarrista e advogado de São Paulo. Maykon Kjellin, baterista  e fundador d'O SubSolo. O que esses três nomes tem em comum? Apenas o amor pelo Rock e Metal e juntos, cada um com suas determinadas funções trouxeram o Angra para a pequena cidade de Içara/SC e o evento, teve sucesso e nada de prejuízos.


Antítese (por Vinicius A.-Saints)

Abrir um festival deste porte e para um público eufórico não é uma tarefa fácil, mas a Antítese não foi escalada para esse posto a toa. Banda da região e com um domínio admirável de palco, o grupo enfileirou clássicos do Hard Rock como é de seu costume, e logo conquistou os olhos e ouvidos dos presentes. A verdade é que o palco ficou pequeno pra banda que conta com seis músicos, mas isso deixou ainda mais concentrada a reação incendiária que é o show da Antítese. Além de puxar hinos de bandas como Queen e até mesmo Iron Maiden, a banda soube aproveitar o espaço que tinha para mostrar o que eles tem de verdade, e inclusive encerraram o show com "Ser Igual", uma de suas autorais executadas, e foram com elas que veio a maior aprovação do público.

Syn TZ (por Vinicius A.-Saints)

Confesso que se tinha uma banda desse cast que eu estava curioso para conhecer ao vivo era a Syn TZ. A reputação que o grupo vem construindo me fez travar minha atenção no palco no instante que a banda de Balneário Camboriú subiu no palco e logo compreendi a razão desta banda já ter admiradores por todo o estado. O Heavy Metal intenso e autêntico do grupo é explosivo e lhe obriga a bangear cada vez mais conforme o show se desenvolve. O som não é nada inovador, mas ainda assim, conquista, pois apela pra uma visceralidade estonteante nos instrumentos e ao poderio vocal que impressiona desde o primeiro grito, que é absurdamente natural para o vocalista Jay Heart, fazendo parecer fácil performar as músicas da Syn TZ. Foi um show pesado e com um final épico, contando com participação de diversos presentes para entoar os refrões de "Headbanger", música que conta com todos os requisitos para ser um verdadeiro hino de Heavy Metal.

AlkanzA (por Maykon Kjellin)

Nunca me canso de ver a AlkanzA tocar e foi por isso, que foi uma das bandas que estava no topo dos meus convites para integrar o time que abriria o evento para o Angra. AlkanzA pode não ter nada a ver sonoramente falando com o Angra, mas é a banda de Metal que mais cresce no sul do país e é natural que todos os produtores queiram a banda em seus eventos. Um dos motivos ficou claro no evento, mesmo com problemas no equipamento e na montagem, Renato Lopes (guitarrista) e com um vasto currículo em eventos independentes, conseguiu se sobressair e fazer uma excelente apresentação. Como todas as bandas de abertura, o repertório foi curto e bem escolhido, foi uma paulada atrás da outra e logo se formaram os primeiros mosh's no meio do público. Além disso, muita gente com a camisa da banda durante o evento, portanto, AlkanzA é uma banda que tem um futuro promissor, basta manter a pegada nos shows e a cabeça no lugar, impossível não ver apresentação da banda sem sangue no olho e veias saltando de tanta raiva misturado a técnica instrumental. Os vocais de Thiago Bonazza evoluem a cada apresentação e isso só tem a ir mais além.

Nekrós (por Maykon Kjellin)

Primeira vez que vi a Nekrós e já esperava muito, por conta de ter na guitarra um dos caras mais exemplares, Robson Brigido. No começo não entendi muito a troca de equipamento que a banda fez, que não estava no script, mas no fim, felizmente deu tudo certo. O pessoal conhecia a banda e foi para a frente do palco e isso criou uma energia entre banda x público, que não tem como descrever. Quando desenhamos o evento, estava estipulado que teríamos no minimo duas bandas "da casa" e essa foi uma banda escolhida pelo Alex Pizzetti como sua parte da sociedade no evento, isso agradou muito o público, o restante dos organizadores e com certeza a mídia especializada. Como os shows tiveram que serem curtos, ficou um gostinho de quero mais e almejo ver uma apresentação completa da banda futuramente.

Dark New Farm (por Rodrigo Santos -guitarrista, Vox Ignea)

A banda Dark New Farm apresentou em seu show um som extremamente pesado e denso, executando composições que tornam difícil rotular de forma imediata o seu estilo musical, que perpassa por diversas vertentes da música pesada, indo do New Metal, até o metal mais tradicional, com pitados de Doom e Death Metal em determinados momentos. A performance da banda chama bastante a atenção pela disposição pouco usual dos integrantes no palco, com o vocalista Luiz Harley Caires do lado direito e o guitarrista Sol Portella ao centro. O timbre de voz do vocalista é bastante agressivo, combinando com a pegada áspera da guitarra e o peso sólido da cozinha, que é fornada por Vini Saints no baixo e Maykon Kjellin na bateria. A densidade do som da Dark New Farm se fez presente ao longo de todo o show e combina bastante com a temática das letras da banda, que, dentre outros temas, tratam de violência contra a mulher e se posicionam contra a homofobia. O show da Dark New Farm foi um pouco mais curto que os demais da noite, mas a banda foi bastante competente em apresentar de forma concisa e contundente o seu material ao público, que, ao final da apresentação, teve uma ótima amostra do que é a banda.


Vox Ignea (por Maykon Kjellin)

A Vox foi parte crucial do evento, principalmente pela figura do Rodrigo Santos, guitarrista e fundador do grupo, não é atoa que carrega em seu braço uma tatuagem com o logo da banda. Sair do seu estado natural para tocar em terras desconhecidas, sempre tem um toque de nervosismo, mas a banda soube aproveitar cada segundo e portanto, fizeram uma apresentação que deixou o público sem ar e ainda mais, energizados positivamente para o Angra. Os caras saíram de São Paulo e deixaram muitos novos fãs e admiradores da banda em terras catarinenses, principalmente pela energia e a presença no palco. Destaco que em uma banda onde não existe duas guitarras, o baixista sempre carrega o fardo de ter um poder defensivo, fazendo toda a cama para o guitarrista solar, ainda mais no Hard Rock. Evandro Gomes é um baixista sensacional, o cara toca com clareza e desfila as mãos pelo baixo como se estivesse acariciando, mas quem ouve na frente das caixas, vê uma paulada nas cordas e isso faz com que a cozinha seja fortemente sólida, junto de André Martins na bateria. Raquel Lopes, é uma vocalista versátil. Bom contato com o público, boa presença de palco e quem vê a baixinha no microfone, se assusta com sua voz e quem dirá quem conhece a história da banda após e sabe que ela é a dona das letras. Vox Ígnea, voltem logo, SC amou vocês!

Angra (por Vinicius A.-Saints)

Eu esperei muito por esse momento, mais do que para meu próprio show, admito. Perdi as contas de quantas vezes tive chances de ver Angra ao vivo e sempre alguma coisa me impedia. E dessa vez, quase que fui impedido de novo, mas nem mesmo um problema clínico poderia me impedir, ainda mais tendo de subir aos palcos pouco antes com meus irmãos da Dark New Farm. Era todo um sonho montado das maneiras que menos esperei, mas enfim, acontecendo.

E o sonho chegou a sua escalada para o ápice com o iniciar da trilha que precede "Newborn Me", faixa que abre o disco de 2016 Secret Garden. Já considerada um clássico da banda, a música fez o Colher de Chá tremer e ecoar o poderoso refrão da música, lindamente entoado por Fábio Lione e repetido em alto e bom tom pelos presentes, que logo em seguida foram agraciados com outra música que em pouco tempo se tornou um clássico da banda: "Travelers of Time". Um começo impactante e feito principalmente para os novos fãs da banda, mas já era hora de agradar os "das antigas": "Waiting Silence" e "Nothing to Say" explodiram nos corações que estavam ali e foram devidamente apreciadas.

A essa altura já era nítido: o Angra é impecável em palco. Banda que crava cada nota com desenvoltura. Não só isso, possuem sinergia entre si e entre o público, principalmente por conta do maestro Lione, que não perdia uma oportunidade de interagir com seu povo, praticamente colocando cada um em cima do palco para fazer parte do espetáculo. Uma aula de domínio de massas e, principalmente, domínio vocal, por que o que esse italiano canta é um absurdo.

Com nove álbuns gravados, é uma missão sempre difícil para o Angra elencar o repertório a ser apresentado, e tentaram ser o mais justos possível com os novos trabalhos e com os clássicos. Foram sete faixas do "Omni" e duas do "Secret Garden" -sendo deste o momento mais "fraco" da noite, na execução de "Upper Levels", que poderia dar espaço para a lindíssima "Final Light", do mesmo disco-, enquanto o restante do repertório foram de tributos prestados ao passado da banda, incluindo lindas execuções de peças que a muito não eram tocadas, como a lindíssima "Millennium Sun", que desde 2014 não era executada ao vivo, e as provectas "Silence and Distance" e "Time", que pegaram no coração, especialmente, dos fãs mais antigos do Angra.

As lembranças deste show é de uma apresentação linda, uma palestra musical regida pelo mago Fábio Lione, mas que só é possível graças a banda espetacular que constrói a nova essência do Angra. A precisão e técnica soberba e vistosa de Marcelo Barbosa é de encher os ouvidos, enquanto Felipe Andreolli é um monstro sagrado no contra-baixo, e as vezes tenho a impressão de que poderia apreciar o show apenas com o som de seu instrumento. O eterno-jovem Bruno Valverde é uma máquina por trás da bateria da banda, e tem seu momento de grande brilho no meio do show, ao fazer um solo que mistura uma demonstração magistral de categoria e desenvoltura com público. No entanto, tudo isso gira em torno da inspiração cosmo-astral de Rafael Bittencourt, que cruza sua história com a do Angra e vice-versa, e isso é muito sentido em palco. E após momentos alegres, momentos tocantes, instantes de euforia e quase todos de emoção, sabemos que a balada "Rebirth" é o prelúdio para o final, e com isso, traz em sua mensagem revigorante um certo tom de melancolia, afinal, nunca é fácil aceitar que o show está chegando ao fim. Mas ele termina da forma que todos esperam e amam: a dobradinha "Carry On" e "Nova Era", que move e colide os corpos presentes para os últimos momentos de apreciação a essa banda mágica e fantástica chamada Angra.

A execução de "OMNI - Infinite Nothing" no som da casa marca o fim do espetáculo e o início das últimas palmas para o grupo que não se cansa de ser fenomenal. Com todas as mudanças, com todas as fases, o fato é que o Angra nasceu e sempre foi gigante, e no Colher de Chá isso apenas foi atestado por outras pessoas, como eu, que voltam para casa com a sensação de ter vivenciado um show mágico e raro, e que sabe que ficará registrado para sempre nas mais profundas de suas memórias.


Mais fotos em facebook.com/pg/CasaDeArteECulturaColherDeCha/

Essa matéria já estava concluída quando fomos devastados com o falecimento de André Matos. Pouco tempo após a espetacular noite que tivemos com o Angra, somos então arrasados com a perda de um musicista, maestro e pessoa incrível, que fora fundamental para a existência dessa banda que amamos. Além de nossa homenagem, publicada na terça-feira, 11, deixamos esta matéria como tributo a André, já que se falamos de Angra, somos obrigados, com gosto, a recordar a obra imortal do eterno vocalista e compositor de Angels Cry, Holy Land e Fireworks.

Resenha: Crônicas do Post Mortem: Um Guia para Demônios e Espíritos Obsessores - Matanza INC (2019)

Matanza anunciou o encerramento de suas atividades, shows cumpridos e uma despedida que muitos lamentaram. Porém, alguns meses após o encerramento do Matanza, eis que Marco Donida a mente por trás do Matanza em todos os anos, anunciou que o retorno do Matanza. Porém, agora com o nome de Matanza INC, para diferenciar os ciclos da banda.




Marco Donida voltou as guitarras, junto de Mauricio Nogueira. Jonas Cáffaro na bateria, Dony Escobar no baixo e surpreendentemente, Vital Cavalcante nos vocais. O antigo vocalista do Matanza era considerado uma das principais características do grupo, mas quem ouve Vital Cavalcante, não sentirá falta alguma. 

Matanza INC é um novo ciclo do Matanza, e sinceramente, um ciclo bem evoluído da antiga banda. Basta ouvir a primeira música que fica a clareza da cooperação musical como um time. A pegada das novas músicas não difere muito do que já foi apresentado pelo Matanza, mas além dos vocais mais intensos e cantados com mais vontade, também há um enriquecimento no quesito instrumental. 

Demonstrando que a banda fez muitas parcerias em toda sua carreira, Marco Donida e companhia convidaram e tiveram participações especiais de Rodrigo Lima (Dead Fish), Marcello Schevano (Patrulha do Espaço) e Vladimir Korg (The Mist) e isso só prova que a banda tem o apoio de outras bandas importantes do cenário e fica a dúvida: Qual era o problema do Matanza? É nítido caro padawan, só pensar. 

O Horror Punk está enraizado neste disco como nunca esteve tão presente em outras audições de 'trabalhos anteriores' (desculpa, difícil não falar de Matanza INC, sem falar dos trabalhos do 'falecido' Matanza). O brilhante é como Vital Cavalcanti conseguiu sugar a proposta e o que todos já sabiam de outros trabalhos apresentados pelo mesmo, é um excelente vocalista, mantendo a pegada falada e rouca, porém com mais vontade de cantar. 

Várias faixas facilmente podem ser consideradas os futuros sucessos e próximos a grandes hits do Matanza. "A Cena do Seu Enforcamento", "Seja o que Satan Quiser", "Chumbo Derretido", "Pode Ser Que Eu Me Atrase" e "Para Inferno" são músicas grandiosas e  com temáticas que me conquistaram, os riffs de Mauricio Nogueira foram muito bem elaborados, sem falar que o disco fecha muitíssimo bem com "Memento Mori Blues" que em meus ouvidos é como se fosse uma faixa experimental do disco, porém, se lembrar em outras ocasiões a banda já tinha apresentado algo puxado ao Country e talvez seja uma deixa para um próximo disco da Matanza INC. 

Sou muito fã do trabalho do Jonas Cáffaro, suas linhas de bateria são coesas, sem frescura, diretas e objetivas. Adicionado ao baixo pesado e groovado de Dony Escobar e suas palhetadas firmes e em horas estridentes, faz com que a cozinha seja muito bem cuidada em todo o disco. Para resumir bem, é um grande retorno de uma banda em que muitos sentiram quando anunciaram que partiriam, é ótimo que voltaram e com melhoras, muitas melhoras aliás. 

O disco foi lançado em formato digipack pela Monstro Discos.


FORMAÇÃO
Vital Cavalcanti - vocais
Mauricio Nogueira - guitarra
Marco Donida - guitarra
Dony Escobar - baixo
Jonas Cáffaro - bateria


TRACKLIST
01) Guia para Demônios e Espíritos Obsessoras
02) Seja o Que Satan Quiser
03) Lodo no Fundo do Copo
04) O Elo M ais Fraco da Corrente
05) As Muitas Maneiras de Arruinar Sua Vida
06) Péssimo Dia
07) Tudo de Ruim Que Acontece Comigo
08) Para o Inferno
09) Chumbo Derretido
10) A Cena do Seu Enforcamento
11) Pode Ser Que Eu Me Atrase
12) Memento Mori Blues

Creedout: banda catarinense fecha assessoria com 'MK Assessoria'

Creedout agora passa a investir em sua carreira autoral e inicia este ciclo fechando com a "MK Assessoria".



Formada em 2015 na cidade de Criciúma em Santa Catarina, a Creedout iniciou com a proposta de trazer a sonoridade do Rock dos anos 90's e 2000's.

As influências da Creedout vão de muitos artistas diversificados, porém, a influência em comum e a busca de elevar o Grunge como seu principal foco musical, inspirado por bandas como Pearl Jam e Soundgarden.

A sonoridade da banda vem regada de guitarras que alternam ora limpas outrora com peso e distorção, baixo groovado e bateria marcante, junto de tudo isso, aliando a letras fortes onde vão além do que simplesmente completar a música e transparecendo mensagens que buscam total atenção de quem as ouve, misturando em meio de toda a performance instrumental, agregando-se a criar uma sonoridade ímpar da Creedout.

Conhecida pelos seus especiais Creed e Reação em Cadeia, a Creedout busca agora levar suas músicas autorais a um novo patamar, para serem conhecidos por suas próprias composições e buscarem seu espaço na cena autoral nacional.

Creedout é formada por:
Karlus Valga - vocais
Robson Borges - guitarra solo
Leandro Colombo - guitarra base
Aquiles Grego - baixo
Ruan Ribeiro - bateria

Links Relacionados:

Fonte: MK Press

L.o.T.u.S: assista agora ao videoclipe de "Resiliência"

Em 2017 a L.o.T.u.S lançou seu primeiro videoclipe de "Vale das Ilusões" e agora complementando a história apresentada no videoclipe anterior, é lançado o single/videoclipe de "Resiliência" que dá continuidade na história apresentada no clipe antecessor.



Em um pouco mais de um dia disponibilizado no canal oficial do YouTube o videoclipe de "Resiliência", já alcança quase 500 visualizações que conta com a participação de Marcos Santos, vocalista da Intereffect, conhecido como "Marcão". O single é gravado no estúdio GR e o videoclipe tem a gravação e produção da Empiritah Filmes.

A L.o.T.u.S agradece a participação de todos que participaram e agradecem ao Leandro Chechter, ex-baterista do grupo que produziu em estúdio e realizou a gravação da linha da bateria.

ASSISTA AGORA AO VIDEOCLIPE DE "RESILIÊNCIA"



100 Dogmas: apresentação no próximo sábado (15) em Blumenau/SC

No próximo sábado a 100 Dogmas subirá aos palcos da conceituada casa "Mansão Wayne" conhecida pelos diversos eventos voltados ao Rock/Metal independente.



Neste evento, a banda dividirá o palco com as excelentes bandas Rest in Chaos e Bitter Lake dos Estados Unidos. Rest in Chaos continua em uma constante evolução. Fundada em 2016 por músicos experientes da cena catarinense, liderado por Gustavo Novloski nos vocais (ex-Deadpan), lançou em 2017 o EP "Worship Machines", considerado por vários veículos como o melhor daquele ano. Suas características passam pelo Metal atual, com pitadas de Thrash, Death e até Hardcore, suas apresentações são intensas e marcantes, contagiando entusiastas do estilo.

Diretamente dos Estados Unidos, a Bitter Lake é uma banda experimental de Metal/Punk, uma explosão sonora dissonante e ao mesmo tempo groovada com paixão e consciência social. Carregam em suas veias, influências de Dead Kennedys e Rage Against the Machine. Afirmam que suas composições são apenas uma reflexão do modo que vêem o mundo em que estamos cercados e chegam para sua turnê no Brasil empolgados por trazerem sua música para um público totalmente diferente.

Já a 100 Dogmas vem para continuar a divulgação do excelente disco, "Amaldiçoado Seja" lançado ainda neste ano com críticas positivas da mídia especializada. O grupo que tem seu Stoner/Groove Metal enraizado, traz excelentes músicas cantadas em língua pátria, com uma nova formação e com sangue novo em busca de consolidar no cenário catarinense, sendo que já é considerada uma das maiores revelações dos últimos anos.

Você pode ouvir o disco na íntegra no canal oficial do YouTube:




Confirme presença no evento:
https://www.facebook.com/events/2259016127515408/


Links Relacionados:

https://www.facebook.com/100dogmas/
https://www.youtube.com/channel/UCAzfx40QKW7YrT2_hSSaMQw
https://www.instagram.com/100dogmas

Fonte: MK Press (www.assessoriamk.blogspot.com)
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