25 setembro, 2017

Resenha: Synthetic Soul - All Seven Days (2017)

Na ativa desde 2012, All Seven Days é uma banda de Maceió (AL), que compõe Metal, colocando fortemente sua própria identidade nas músicas. Desde o início, a banda apostou em músicas autorais e o resultado da dedicação foi "Synthetic Soul", o primeiro álbum dos caras. São 10 faixas, somando quase 1 hora de som.



O visual da capa certamente é um convite a escutar esse trabalho. Ouvindo o álbum, percebe-se que a banda esbanja originalidade e modernidade em suas composições. As dez faixas transitam entre diferentes ritmos e estilos, por vezes mostrando mais velocidade e agressividade e em outros momentos calmaria. As músicas são muito expressivas, algumas até bem sentimentais, daquelas que te pegam pela emoção. 

Os vocais também alternam, mas é limpo a maior parte do tempo. A clareza do vocal soa muito bem, tornado a letra bem entendível e suavizando o peso do instrumental em alguns momentos. O tempo todo mantém-se um equilíbrio, mesmo havendo constantes alternâncias.  

Percebe-se uma ampla diversidade de influências. A própria banda expressa que seu estilo musical tem influências da musicalidade japonesa, assim como influências de diversas vertentes de rock e metal. Não é possível dar um rótulo à sonoridade de All Seven Days, pois ela é realmente alternativa e isso torna tudo mais interessante, pois você nunca sabe o que esperar da faixa seguinte. Cada uma das músicas tem uma pegada completamente diferente da outra.

Devido essas características, possivelmente o som da banda cause certo estranhamento ao ser ouvido pela primeira vez. É aí que eles arriscaram, pois a proposta não parece clara, sendo assim, esse estilo de música pode ser muito amado ou muito rejeitado logo de cara, porque pode parecer "bagunçado" para alguns ouvintes mais rígidos, por outro lado, pode parecer realmente genial por unir tantos elementos diferentes.

Goste ou não, All Seven Days está aí, cheia de jovialidade e inovação para mostrar. E aí? Bora conferir esse som? Compartilhe com a gente sua própria avaliação! 



TRACKLIST
01 – Synthetic Soul
02 – Ashes
03 – Black Ruby
04 – Dead End
05 – Enough
06 – Last Command
07 – Chronus and Cairos
08 – Solace
09 – Cross of Sorrows
10 – Tears of Revolution

FORMAÇÃO
Gui Fonseca (vocal)
Dan Gomes (guitarra solo e backing vocal)
Stanley Lima (guitarra base e backing vocal)
Matheus Carvalho (baixo e teclado)
Henry Correia (bateria)

Heitor Vallim: divulgado DVD Naissance Ao Vivo no Red Studio


O cantor de folk Heitor Vallim acabou de lançar o DVD Naissance Ao Vivo no Red Studio. Gravado em Santos, o audiovisual exibe uma apresentação intimista do músico para cerca de 30 pessoas.  A obra foi produzida por Daniel Capelo e dirigida por Kevin Willian, sendo que pode ser assistida na íntegra via Youtube pelo link: https://goo.gl/n3ngh9

Na ocasião, o artista performou todas as canções do EP Naissance - lançado em dezembro de 2016 – diante de um cenário estético repleto de quadros realizados pelos artistas visuais drigo Santana e Isabella Basaglia. O músico ainda contou com a participação especial do violinista Gustavo Chinarelli na canção Eu. 

Com uma duração total de 14 minutos e 25 segundos, o audiovisual ainda teve um tratamento de áudio realizado pelo técnico Neto Tezotto. Para Heitor Vallim, “foi sensacional tocar no lugar que eu componho, gravo, ensaio e vou todos os dias. Lá é praticamente a minha casa. Mostrar isso para quem acompanha o meu trabalho foi sensacional!”, ressaltou.

24 setembro, 2017

Melanie Klain: lançado o videoclipe da faixa "Lavagem Cerebral"

Reconhecidos pelo talento e por não mandar indiretas e serem dedo  na ferida, a Melanie Klain seguiu trabalhando forte após o sucesso do disco "Análise do Caos", que foi eleito por muitos veículos um dos melhores trabalhos de 2016, eis que a banda surge com um videoclipe de "Lavagem Cerebral".



A música é conhecida por citar uma ideologia que muitos acreditam, que a televisão de certa forma deixou de ser algo extremamente útil para o brasileiro, se tornando assim, um verdadeiro chiqueiro de falsas notícias, claro, tem suas exceções. Todo o disco da Melanie Klain foi composto por verdades, coisas que nem sempre o povo é capaz de dizer, o grupo com seriedade e muita criatividade conseguiu abordar pontos estratégicos e pontuais.


Assim como boa parte do disco, o videoclipe foi desenhado pelo artista/vocalista Duzinho. Sem mais delongas, confira o videoclipe:




23 setembro, 2017

Fast Evil: banda piauiense lança videoclipe

Quem é que não gosta de um Metal veloz? Ainda mais quando ele vem regado de influências típicas dos anos 80.



Surgida em 2016, em Teresina (PI), Fast Evil é uma jovem banda de Speed Metal, cheia de energia e determinação. 

Após lançamento do EP "Wake Up The Devil", o objetivo seguinte era criar o primeiríssimo videoclipe da banda, então a música escolhida foi "Ritual Of Sacrifice", uma das mais elogiadas pelo público.

Segundo declaração da banda nas redes sociais: "Ritual Of Sacrifice mergulha no mundo da bruxaria, das possessões demoníacas e do Heavy Metal oitentista".

Uma informação interessante é que o diretor do clipe é nada mais nada menos que André Nadler, vocalista e guitarrista da Jackdevil, que a propósito fez um belo trabalho.

Conferindo o resultado final da obra, podemos perceber que Fast Evil veio decidida a fazer um trabalho sério e de alta qualidade.

Então assista o videoclipe dos caras e tire suas próprias conclusões sobre Fast Evil e suas músicas de "acordar o diabo".




Topfive: cinco bandas para ouvir neste final de semana #49

Quase chegando em uma edição especial, a quadragésima nona edição do nosso topfive irá falar de cinco bandas que você provavelmente não conhece mas precisa ouvir. Saca só! 




01) Erodelia - Hard Rock - Santos/SP

Formada em 2010, a banda santista já lançou dois EP's e faixas icônicas como  "Essa Semana Eu Tirei Pra Te Odiar".

A banda segue no melhor estilo rock n Roll de ser e dá pra perceber grande influência de AC/DC em suas músicas.

Seu sucesso na região foi tão grande que a banda se apresentou no enorme Rock In Rio, no mesmo dia de Metallica e Motley Crue.

Os santistas andam fazendo muitos shows por aí,  então fique de olho que você não pode perder um em sua cidade.

Assista ao documentário da banda no Rock in Rio


02) Bullet Bane - Hardcore - São Paulo/SP

A banda paulista começou em 2010 e já teve até outro nome, Take Off The Halter. Uma das sensações do hardcore brasileiro, o Bullet Bane é uma daquelas bandas que todo mundo gosta.

Recentemente, a banda lançou seu novo single "Gangorra", que estará no novo disco da banda. A música segue no melhor estilo Bullet Bane e já não deixa ansioso para o que está por vir.

O disco "Continental" não tem data pra ser lançado mas já podemos ver que vai ser demais. Para ouvir o novo single, acesse o Spotify da banda aqui.

03) Mistanasia - Hardcore - Santos/SP.

Com algumas mudanças na formação, a Mistanásia é um projeto paralelo antigo do frontman Gustavo Oliveira. Mas em 2017, a banda veio pra ficar. 

Mistanasia lançou seu primeiro disco com 12 faixas e 24 minutos de um hardcore rápido e pesado.

As letras, totalmente em português, falam sobre o cotidiano, sobre como agir e também sobre o atual cenário político brasileiro.

Se você curte uma banda com crítica social, com peso e que não vai te deixar parado, essa banda é a Mistanasia. Ouça!



04) Esperanto Beatdown - Beatdown - São Paulo/SP

Diretamente do Capão Redondo, em 2014, a banda veio pra fazer um som diferente das demais bandas.

Os paulistas chegaram quebrando tudo em "Lei do Mais Forte" lançado no lendário Hangar 110. E o show deles pode ser resumido com apenas duas palavras: energia e porrada.

Suas letras falam sobre o cotidiano, o mau do ser humano e as dificuldades da sociedade. O quarteto merece atenção pelo peso e qualidade muito bem harmonizadas.

Ouça "Lei do Mais Forte" completo


05) Nenhum Caetano - Post-Hardcore - São Vicente/SP

O power trio caiçara já tinha uma banda que não tinha dado certo de post-hardcore mas quem disse que ia acabar ai? Nenhum Caetano vem com um EP extremamente qualificado.

Com 4 faixas de muita música gostosa e com letras filosóficas, o disco se chama "Acontece Sempre Isso" e é será apresentado ao vivo pela primeira vez no famoso Fullrise em Praia Grande com as bandas Oitava, Navy Blue e Drop Side. 

A banda pode se diferenciar das outras da lista em questão de peso, mas a qualidade continua bom.  Dê uma chance e escute o Nenhum Caetano. 

Ouça "Acontece Sempre Isso" completo

22 setembro, 2017

Marco Velho Monge: após 20 anos de estrada é lançado o primeiro trabalho solo

Após 20 anos de estrada, Marco Velho Monge lança primeiro trabalho solo, compositor atingiu 25 mil views no Youtube com o single Dias Iguais recentemente.

Foto: Lucas Siqueira

Presente na cena musical guarujaense desde os anos 90, o músico Marco Velho Monge acabou de lançar seu primeiro trabalho solo. Intitulado Outro Lado, o EP contém cinco faixas influenciadas pelas mais variadas vertentes do rock clássico e nacional. Compositor de todas as canções, Marco obteve destaque recentemente ao atingir 24 mil views no Youtube com videoclipe de Dias Iguais, single do disco. 

Produzido por Humberto Carrera, o disco contou com a participação dos músicos Lucas Siquiera (baixo) e Flávio Marciej (bateria). O restante do CD é composto pelas músicas Jeito certo, O mochilão, Vamos ser felizes e Fique em paz. 

De acordo com Marco, as músicas do trabalho “abordam as coisas do cotidiano comum. Não escolho e nem me apego à temas ou momentos para escrevê-las. Vou sempre vivenciando as coisas do dia-a-dia das pessoas e sobre os acontecimentos diários. Assim, elas fluem naturalmente”, afirma o músico.

Natural de Parnaíba (PI), o compositor está radicado em Guarujá há aproximadamente 25 anos e já acumula 2 EP’s em sua discografia - Longa Vida ao Rock'N Roll (2014) e Não Faça Guerra (2015), ambos gravados ainda pela banda Velho Monge, que atualmente vive período de reformulação.

É possível escutar o Outro Lado na íntegra via Soundcloud (https://goo.gl/TQAhX9). Assista o videoclipe do single Dias iguais:



Busic: banda toca pela primeira vez em Botucatu

A banda Busic, formada pelos irmãos Andria (vocal e baixo) e Ivan Busic (bateria) ao lado de Zeca Salgueiro e Thiago Melo (guitarras) se apresenta no dia 13 de outubro, em Botucatu, no Villa Blues


Os músicos levam à cidade o repertório de seu disco de estreia homônimo além de revisarem canções que compõe a carreira dos Busic no Dr. Sin e clássicos do rock a partir das 21h. 

A banda continua a trilhar o caminho do poderoso hard rock que consagrou os músicos mas dessa vez com canções em português com pitadas de metal e blues. 

Ingressos na bilheteria do local. A Busic Store com CDs e camisetas da carreira estará disponível no show.

Serviço
Busic em Botucatu
Quando: 13/10
Onde: Villa Blues (Rua Major Matheus, 253. Vila dos Lavradores, Botucatu. São Paulo)
Horário: 21h
Ingressos: R$25 na porta
Mais em: busic.com.br

Ouça Busic:
No Spotify: bit.ly/banda-busic
No Youtube: youtube.com/BUSIC2011

21 setembro, 2017

Conheça: Brechó Bit (São Paulo/SP)

Indo contra a maré da música, temos a Brechó Bit formada na periferia de São Paulo com o objetivo de buscar sempre suas referências, a banda mescla amplas influências, vai do MPB ao Rock.




Com bons olhos, a banda viu a possibilidade de misturar todas suas referências e assim encontrar novas sonoridades, reflexões e inovando uma maneira de compor e fazer música. Partindo do principio que São Paulo é um amplo centro cultura do país e que grande parte dos movimentos artísticos se encontram nessa metrópole, o grupo nunca procurou se limitar a algo especifico, trazendo sua música a ouvidos distintos e atendendo um publico bem diversificado.

Rótulos não foram feitos para usar em músicas, Brechó Bit deixa claro isso demonstrando sua obra de arte em meio a melodias vocais e riffs contagiantes.



SIGA BRECHÓ BIT

Especial: O Lugar de Mulher #8

Desde que nasceu, o Rock é um estilo musical que vai muito além da música, ele é um estilo de vida, uma ideologia, sempre permeado por uma imagem de rebeldia e atitude. Historicamente, o Rock e o Metal foram espaços muito mais frequentados por homens, pois eles são quem condizem com a agressividade, força e postura que esse estilo exige. Será?

As mulheres sempre foram bem sucedidas no cenário Pop, onde representam uma figura sensual e atraente, às vezes fazendo mais sucesso pela sua imagem do que pela essência de seu trabalho. Por outro lado, as musicistas que se dedicaram pelas guitarras, baixos, baterias e afins, muitas vezes sentiram-se menosprezadas, pelo fato de ocuparem um posto que não era comumente dedicado a elas. Como poderia ser aceitável, um ser tão doce e delicado assumindo uma posição tão bruta? 



Nos tempos atuais, após muita evolução cultural, vemos uma onda de mulheres ocupando espaços que antes não eram comuns a elas. Um desses contextos é a música, especificamente, o Rock e o Metal. Cada vez mais temos visto moças a frente de bandas de Metal Extremo, por exemplo, e cada vez mais elas vem sendo aceitas e respeitadas nesse contexto, afinal de contas, fazem por merecer! 

Atualmente, nós mulheres, já nos sentimos muito mais pertencentes a esses espaços, tanto no palco quanto na plateia. É claro que ainda temos muito para avançar socialmente em termos de respeito à mulher, mas o underground é justamente um espaço acolhedor à militância, às críticas sociais e à nossa revolta com o mundo lá fora. É aqui, dentro do underground, que nosso grito é mais forte. Aqui temos espaço para lutar pelo que acreditamos.

Tendo em vista esse cenário, O SubSolo sempre faz questão de valorizar e destacar a participação feminina na música autoral, principalmente porque sabemos do enorme potencial que temos em cena. Seja integrando uma banda ou batendo cabeça em frente ao palco, o índice da presença feminina não para de crescer! E isso é incrível!

Então, hoje, compartilharemos com vocês o som de cinco bandas TOTALMENTE femininas! Vem com a gente para conferir o que as moças do underground nacional tem para nos mostrar! 

1- Psycho Queen

O quinteto de meninas da Psycho Queen iniciaram os trabalhos em 2012, focando no Rock clássico e agregando outras influências musicais. Além dos covers, elas se aventuraram em suas próprias composições. O resultado foi esse som cheio de estilo e personalidade, que você confere aqui:



2- The Knickers

A banda surgiu em 2007, propondo um som pesado que caminhasse entre o clássico do Hard Core e do Heavy Metal. Em seus 10 anos de história, com formação totalmente feminina, The Knickers já lançou dois trabalhos. Temos certeza que você não vai se arrepender de clicar no play:


3- Profasia

Desde 2009 (antiga Rock Roach), essas meninas apostam em Rock autoral. O nome já expressa muito bem o objetivo da banda (Pró: a favor / Fasia: expressão). Em suas redes sociais, citam: "Que nunca nos deixemos calar apesar de toda opressão que a sociedade nos impõe". Vamos curtir o som dessas garotas cheias de atitude?


4- Aborn

Desde 2016, Aborn vem se dedicando a compor Metal da melhor qualidade. No momento ainda preparam suas gravações para em breve nos contemplarem com seu trabalho. Enquanto isso, vamos assistir a uma apresentação da banda e ver toda agressividade e peso que nos aguarda:


5- Nervosa

Para encerrar a lista, vamos citar a banda que possivelmente é inspiração para todas as outras: Nevosa Thrash! Conhecidas pelo mundo inteiro, essas moças não poupam esforços para produzir sons incríveis. Tanto ao vivo quanto nos discos, elas esbanjam técnica e responsabilidade musical. Se você curte Metal, não tem chances de não curtir Nervosa!




Com esta lista, esperamos ter representado um pouco do que nosso cenário nacional tem a oferecer: música autoral e de alta qualidade, também por responsabilidade das mulheres. 

Apoie as bandas autorais e, principalmente, valorize as bandas femininas, pois já constatamos que essa mulherada não está de brincadeira!

E aí, Curtiu? Deixe seu comentário e compartilhe com suas amigas e amigos d'O SubSolo!

20 setembro, 2017

Entrevista: Rebel Jeans

Como de costume, às quartas-feiras aqui no O Subsolo, nós fazemos um bate papo com artistas que compõem o cenário musical nacional, desta vez, os nossos entrevistados são os paulistanos da banda Rebel Jeans. Em uma entrevista leve e divertida, conversamos sobre carreira, shows e planos para o futuro. Vamos dar um "confere" no que os caras falaram? Chega mais!



Obrigada pelo tempo disponibilizado para conversar conosco, é um prazer fazer essa entrevista. Como surgiu a ideia da banda?
Álvaro: Primeiramente gostaríamos de agradecer a vocês, do Subsolo, por nos conceder um espaço tão bacana como este.
Bom, a ideia de ter uma banda sempre esteve na minha cabeça desde que me entendo por gente. Com o Pablo a história é a mesma. Quando o conheci, eu estava à procura de um integrante para substituir o primeiro baixista da banda, que na época nem tinha nome. Era apenas uma brincadeira para os outros integrantes, e isso me frustrava muito, porque apesar de acreditar no meu potencial, eu sabia muito bem que sem as pessoas certas isso jamais funcionaria.
Pablo e eu começamos a trocar ideias e mostrar um para o outro as nossas composições. Percebi na hora que ele era o cara certo. Tinha um talento incrível para compor, tinha ideias muito boas. Começamos a compor juntos e o resultado nos deixou muito satisfeitos. Naquele momento tivemos certeza: queríamos um projeto pra valer, uma banda de verdade. Tínhamos que mostrar a nossa música pra alguém.

Corrijam se eu estiver errada: no começo, vocês sofreram muito até encontrarem todos os integrantes. Como foi essa luta e quando a banda estava completa, quais foram os primeiros passos? 
Álvaro: É verdade, foi bem complicado, mas nós estávamos decididos a fazer a coisa virar, então começamos a procurar baixista para a banda, de novo (rs). Depois de meses de busca e de quase desistir (juro! Quase mesmo!) encontramos a Clau Correia que se encaixou perfeitamente no estilo da banda, não só como uma pessoa talentosa, criativa, mas muito humilde e esforçada. Era o que queríamos, uma banda sem estrelinhas, formada por pessoas legais e afim de fazer boa música.
Mas… como nada pra gente é fácil ou simples, meses depois que a Clau entrou e estávamos muito alinhados, começando a fazer pequenos shows e aparecer na cena, o nosso primeiro baterista resolveu sair da banda. Nesse momento ficamos à deriva, foram meses de busca de novo, uma busca que nós já conhecíamos bem, só que mais uma vez tivemos sorte. Depois de testar várias figuras, surgiu o cara certo mais uma vez. O Diego além de ser um bom baterista, é criativo, consegue sentir a música e fazer os ajustes certos. Além de saber impor seu próprio estilo com as baquetas. Era justamente o que queríamos: um baterista que soubesse ouvir, mas também dizer: “Não, acho que não é assim. Que tal tentarmos de outro jeito?” E a coisa virou. A partir daí começamos a pensar estrategicamente, não só como banda, mas como empresa, como marca. Hoje a Rebel Jeans está em todas as principais mídias sociais, divulgando a sua música e fazendo parcerias, trabalhando com assessoria de imprensa, buscando festivais maiores e investindo em materiais de merchandising.

Sabemos que toda banda no início sofre com altos e baixos, quais foram as primeiras dificuldades encontradas por vocês?
Clau: Foram muitas dificuldades mesmo. Pra se ter uma banda e fazer a coisa toda funcionar, não existe uma receita certa, né? Então, a primeira tarefa foi achar os integrantes certos pra vestir a camisa da banda e levar a coisa a sério. Depois tivemos o desafio de entrar em estúdio e gravar nosso primeiro EP, que foi cansativo, exaustivo, tivemos alguns problemas no percurso, mas no final o resultado ficou legal. São coisas que fazem a gente aprender de verdade sobre o que é ter uma banda. E tem a coisa toda de encontrar seu público, fazer algo que realmente as pessoas gostem dentro daquilo que a gente ama fazer.

As influências de vocês são bem distintas, David Bowie, Foo Fighters, Silverchair. Na hora de compor, de que forma várias influências ajudam na criação de novas músicas?
Álvaro: Eu acho que você compõe exatamente aquilo que você é musicalmente. Não tem como ouvir sempre David Bowie e criar Sepultura, entende? Você ouve as suas influências e no fim cria a sua própria identidade baseado no que mais agradou aos seus ouvidos, seja uma virada, um riff ou uma forma de cantar. Esses dias eu estava ouvindo um trecho de Free As a Bird e pensei: “Porra! Como eu nunca pensei nisso antes? É tão simples!” Maldito Lennon! (rs).

Pablo: Nossas influências são bem variadas na verdade. Acredito que no nosso som é possível ouvir bastante Grunge e Rock Britânico, que são os principais estilos que eu e o Álvaro ouvimos. Porém cada integrante da banda ouve coisas muito variadas.
No meu caso, além dos estilos citados, posso mencionar o Punk (bandas como NOFX e Millencolin), Jazz (artistas como Norah Jones), o camaleônico Bob Dylan (com a sua grande influência de Folk Rock, Blues e Country). Isto abre uma gama de possibilidades na hora da composição que, para ser sincero, ainda não exploramos 100%.

E por falar em compor, como é o processo de criação das músicas da Rebel Jeans? 
Pablo: Geralmente as músicas são compostas após alguma ideia do Álvaro ou minha (às vezes em conjunto). Quando a música chega ao estúdio já tem um refrão e verso quase prontos (no momento que entra o baixo da Clau e a bateria do Diego é quando vemos se a mágica realmente acontece). Uma vez que temos a base formada, focamos nos arranjos e solos de guitarra, que são pensados meticulosamente.
Eu e o Álvaro somos muito críticos com as músicas que levamos para o estúdio e apresentamos para a banda, realmente fazemos um filtro das músicas que têm mais potencial. Não prezamos pela quantidade e sim pela qualidade. Sendo assim, muitas músicas ficam na gaveta, às vezes para sempre, e outras vezes elas simplesmente estão incompletas, aguardando a inspiração para serem completadas.


O cenário paulista é um dos mais ricos do nosso país, se não for “o mais”. Onde costumam se apresentar e como é o público paulista diante das músicas de vocês?
Clau: Realmente a cena de São Paulo é muito rica e temos nos apresentado em lugares como Augusta 3.3.9., Morpheus, Cervejazul, Gillians English Pub e em todos os lugares em que tocamos fomos muito bem acolhidos. O público gosta dessa nossa mistura de influências com essa pegada Rock anos 90. 

Nos dias 23 e 24 de Setembro acontecerá o Buzina Festival 2, que contará com Supercombo, Ponto Nulo no Céu, Gloria, Medulla e entre outas bandas bem vistas no cenário. Qual a expectativa para a apresentação ao lado de tantas bandas bacanas?
Diego: A expectativa é a melhor possível. Estamos bastante ansiosos para participar desse Festival por vários motivos. É o nosso maior show até o momento. Tocaremos ao lado de bandas que já têm bastante tempo de estrada e que nos inspiram, seja musicalmente, seja pela força de vontade. Teremos a oportunidade de levar o rock autoral para a maior quantidade de pessoas possível, além do fato de podermos mostrar nosso trabalho para muita gente disposta a apoiar essa cena. Temos certeza de que temos muito a aprender com todos eles e que essa experiência vai servir para evoluirmos muito como músicos e como banda.

E sobre o futuro da banda, quais os planos? Algo ainda para 2017? 
Diego: Estamos focados na divulgação do nosso EP Disconnectors. Começamos a trabalhar em um roteiro e, se não até o final do ano, no máximo no primeiro trimestre de 2018, devemos lançar o clipe da nossa primeira música de trabalho. Devemos ainda, em 2017, finalizar a produção do novo merchandising da banda, e sobre isso, mas sem podermos abrir ainda muita coisa, formulamos um projeto que envolverá o aproveitamento do espaço urbano e como isso deixar marcas em cada um de nós. Além disso, faremos mais shows focados na divulgação do EP, além de aos poucos, estarmos inserindo algumas músicas novas no repertório para sentir a recepção do público com o que ainda está por vir. Estamos com o pé no acelerador!

Galera, obrigada pela oportunidade; desejamos muito sucesso à banda. Considerações finais aos nossos leitores? 
Clau: Nós é que estamos honrados em poder contar um pouco da nossa trajetória.
Queremos agradecer aos leitores que disponibilizaram alguns minutos para ler a nossa entrevista. Continuem nos apoiando, ouvindo nosso som, comparecendo aos shows e mandando good vibes! #GoRebels.

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19 setembro, 2017

Higher: assista vídeo inédito da pesada e melódica “Make It Worth”

A banda paulista de metal Higher continua trabalhando na pré-produção do seu segundo disco de estúdio. De acordo com o grupo, o álbum já tem título definido - embora os músicos decidam mantê-lo em segredo por enquanto – e um tema central conectará todas as faixas do trabalho. Mais da metade do álbum já está composta e boa parte do material já foi gravado.





O novo álbum do Higher é aguardado sob grande expectativa, uma vez que o disco de estreia rendeu elogios calorosos da imprensa: "Nove canções perfeitas" (Metal Samsara); "Surpreendente" (Portal Reidjou); "Som único" (Galeria Musical); "Pesado e criativo, difícil de rotular" (A Música Continua A Mesma); “O Higher é uma banda de grande qualidade musical" (Warriors Of The Metal); "Um banquete aos apreciadores do bom Metal" (Rumors Mag); "Indispensável" (Metal Revolution).

Em meio às gravações do novo álbum, o grupo que é formado por Cezar Girardi (vocal), Gustavo Scaranelo (guitarra), Will Costa (baixo) e Pedro Rezende (bateria), filmou uma série de vídeos no Estúdio Fusão em São Paulo sob produção de Thiago Bianchi e Juninho Carelli. O primeiro vídeo dessa série foi o cover de “Under Fire”, do Heaven’s Gate, divulgado no início do mês de Julho. “The Sign”, música presente no disco de estreia autointitulado de 2014, também foi disponibilizada. O terceiro e último vídeo dessa série é da pesada e melódica “Make It Worth”, também presente no debute.

Para assistir o vídeo, acesse: 



Entre outras novidades, no próximo dia 24 de Setembro o Higher dá uma escapada dos estúdio para ser uma das atrações do “Domingo Autoral” no Sebastian Bar em Campinas/SP. Outras duas bandas da região devem se apresentar no mesmo dia. Os shows terão início a partir das 18:00 e os ingressos estarão sendo vendidos apenas no dia diretamente no Sebastian que fica na Rua Dona Maria Umbelina Couto, 79 – Guanabara.

Mais Informações:
www.higherband.com
www.facebook.com/highermetal
www.soundclound.com/highermetal
www.twitter.com/highermetal
www.youtube.com/highermetalband

Press Release e Gestão Cultural:
Eliton Tomasi - SOM DO DARMA

Resenha: Discriminado - Triturador (2017)

Lançado em 2017, o EP “Discriminado” da banda Triturador possui 5 faixas, sendo que uma delas, a primeira, é um som inteiramente instrumental. Fundada em 2015, a banda santamariense de Thrash Metal declara toda a sua paixão pelo gênero nesta nova produção, que claramente possui várias influências de grandes nomes do Thrash, ao mesmo tempo em que tenta procurar seu próprio espaço no Rock gaúcho. 



Ao começar a primeira faixa do EP com a música instrumental “Holocausto”, a banda pretende deixar bem claro a que veio. Iniciada com batidas de baterias, a música vai encorpando logo quando os riffs de guitarra se juntam as batidas, aumentado cada vez mais o ritmo e se tornando bastante imponente. Logo após a breve composição instrumental, inicia então a segunda faixa intitulada “Discriminado”, essa já com vocal e instrumental. Acompanhando a pegada de “Holocausto”, a segunda faixa possui basicamente a mesma estrutura inicial com uso de bateria e depois crescendo com guitarra e baixo, logo então somos apresentados a uma composição que destaca problemas sociais observáveis cotidianamente em nossa realidade, mostrando assim a temática que se torna corriqueira em todas as faixas do EP. 

A verdade é que a banda, na maior parte do tempo, consegue imprimir identidade nesse novo trabalho, criando sua própria estrutura de harmonia instrumental e se mantendo coerente a ela. As letras das músicas também fazem toda a diferença, os compositores em nenhum momento aparentam estarem querendo pisar em ovos ou serem eufemísticos em suas poesias, seus pensamentos e visões de mundo estão bastante claros e audíveis nas canções, transparecendo toda a energia do trabalho e também do Thrash Metal que a “Triturador” tão bem representa.




Tão aparente de que se trata de uma banda de Thrash Metal, “Triturador” ao primeiro momento revela um pequeno problema: A voz não muito grave de seu vocalista causa certo estranhamento para os meus ouvidos sobre o gênero. A sensação de que falta “força” na voz se torna evidente durante o decorrer do EP. Vale ressaltar que o vocalista não é um mau cantor, sua articulação e boa pronúncia das palavras não permite que algo como isso seja afirmado, o que está em jogo é a característica de sua voz, que a priori não aparenta ser a mais adequada e comum no cenário Thrash.


“Discriminado” é um bom EP, que traça uma linha característica de trabalho e a segue do início ao fim. Apesar de certos estranhamentos causados por característica vocal, a banda está longe de afastar seu público por pequenos defeitos. Como fã de rock, tanto a banda quanto o novo trabalho se tornam um grande achado, pois depois de curtir quase tudo do novo EP, confesso que se instalou em mim um gosto de “quero mais”.


Resenha feita por Pedro Henrique Alves, colaborador do Metal Etílico.

FORMAÇÃO
Guitarra e voz - Gabriel
Bateria - Yuri
Voz e baixo - Rafael

TRACKLIST
01- Holocausto
02 - Discriminado
03 - Triturador
04 - Thrash ou Morte 
05 - Palavras Falsas 

SIGA TRITURADOR

18 setembro, 2017

Conheça: XAKOL (Florianópolis/SC)

XAKOL é um projeto catarinense de Metal Progressivo e Melódico formado em 2015 na capital catarinense.



O projeto teve inicio pelo músico, compositor e vocalista Saulo Castilho, com o qual já colaboraram grandes renomes nacionais, como Edu Falaschi, Bruno Sutter, Marcelo Moreira e Rafael Pensado. Desde 2016 a banda se apresenta com a seguinte formação: Rafael Azevedo (guitarra), ​André Freitas​ (guitarra), ​Gil Lima​ (bateria), ​Daniel Schlemper​ (teclado) e ​Thiago Moser (baixo).

O ano de 2017 marca o lançamento dos seus primeiros singles, sendo eles: "Rise f a New Sun" e "Metal For Demons" este ultimo contando com a participação do vocalista Detonator, do Massacration. Além disso, dois álbuns estão em processo de gravação, sendo um deles produzido por Ivan Beretta com previsão de lançamento ainda para este ano e outro produzido por Edu Falaschi, ambos serão disponibilizados no Brasil pela MS Metal Records.

As composições visam a expressão artística pessoal, não se preocupando em conquistar mercado ou agradar críticos. Apesar de fundamentadas no power metal e no metal progressivo, suas músicas possuem natureza heterogênea, variando de melodias simples e pegajosas ao atonalismo gerado por algoritmos matemáticos, passando por inúmeras vertentes do metal e do rock.


Música Rise of a New Sun, versão completa:


Metal for Demons (feat. Detonator) Lyric Video:


SIGA XAKOL

17 setembro, 2017

Resenha: A Vida em Cores - cAsebre (2017)

Orgulho, essa é o sentimento que se destaca inicialmente por estar resenhando pela primeira vez uma banda da cidade em que vivo atualmente. A cAsebre formada por grandes amigos, teve outros nomes anteriormente, mas consolidaram seu trabalho com este novo nome e com seriedade e foco no que sabem fazer de melhor, música de qualidade. 




A sonoridade da banda mescla infinitas influências, que vai do Classic Rock ao Reggae. Suas músicas autorais transparecem as mensagens de amor, felicidade, diversão e compaixão. Ao contrário de bandas que fazem música por fazer, a cAsebre é sempre bem recebida por onde passa, os integrantes sempre com um sorriso no rosto são recebidos com enorme carinho por todas as casas da cidade e até da região.

Nos primeiros contatos com o disco, a capa já chama a atenção, pois a simplicidade alegra os olhos. Com uma capa colorida e apenas o símbolo do "A" de cAsebre ao canto, compõem a parte frontal do disco. O restante da parte gráfica é rica em detalhes minuciosos como por exemplo: encarte com letras e agradecimentos, fotos dos integrantes e todos os detalhes que uma banda não pode deixar de fora do encarte do disco, como links e acesso a banda.

Todas as letras em Português e melodias enriquecidas de detalhes. A bateria de Leo e o baixo de Tiago Vulcanis, se completam como uma fusão e a cozinha é muito bem constituída e firme, para a felicidade por conta da facilidade que isso da para o restante dos instrumentos. O guitarrista e vocalista, Gui Dias consegue expor uma voz calma e a o mesmo tempo marcante ao disco, sendo que maior parte das composições, são suas. Algo que raramente vemos em bandas, a cAsebre tem, que é a presença do teclado com o músico Hyuri Souza, que além de excelente músico, consegue contribuir com uma excelente segunda voz.

Entre todas as músicas, "Linda Morena" é a faixa mais marcante do cd. Já ouvi diversas vezes e não me canso de pedir nas apresentações da banda, é uma música que me cativou e sempre arranca muitos aplausos do publico. Cada música autoral é notório a sensação de liberdade que o grupo esbanja enquanto executa suas músicas, realmente essa é a hora que a alma do músico está presente nas pontas dos dedos e tocar uma criação de sua autoria, sempre eleva o autoestima. 

Resenhar esse disco, foi um desafio árduo para mim. Nem de perto é o que ouço no meu dia a dia e por conta disso, a mídia física me acompanhou por três semanas em meu carro, não importa a distância que iria percorrer, ligava e ouvia as músicas. A banda sempre me cativou e sou fã do trabalho, gostei muito das músicas e tenho orgulho do que vem fazendo, tenho certeza que não vão parar por ai e que logo virão coisas novas e de ótima qualidade.


FORMAÇÃO

Gui Dias - guitarra e vocal
Hyuri Souza - teclado
Tiago Vulcanis - baixo
Leo - bateria

TRACKLIST
01 - Recomeço
02 - Aquela Manhã
03 - Linda Morena
04 - Na Praia do Blues
05 - A Vida em Cores
06 - Mar do Coração
07 - Vá Viver
08 - O Amor Acontece
09 - To Contigo
10 - I Love You More


SIGA CASEBRE

16 setembro, 2017

Topfive: cinco bandas para ouvir neste final de semana #48

E ai pessoal! Preparados para mais um fim de semana? Nós estamos! E para embalar o seu sabadão, nós do O Subsolo, como de costume, vamos indicar cinco bandas para servir de trilha sonora para a sua pausa semanal! Segura que vai ser massa demais, saca só:



1) Razit - Hardcore - Valinhos/SP

De Valinhos para o mundo, a Razit nasce com o fim da Falling Jimmy, antiga banda do México e do Berteli. Após juntarem-se com outros músicos, começaram a fazer um som voltado pro Hardcore e pro Rap, com influências de diversas bandas, tanto nacionais quanto gringas. Ainda em 2015, começam a gravar o seu primeiro trabalho e o trampo dos caras não para!



2) Against Lions - Hardcore - Guarulhos/SP

A Against Lions é uma banda de Hardcore Melódico de Guarulhos/SP fundada em 2015. Em setembro do mesmo ano o quarteto lançou o seu primeiro ep intitulado "Horizontes" e atualmente está em processo de gravação de duas musicas novas. 

Durante a trajetória da banda ocorreram algumas mudanças na formação e atualmente é composta por Alan Novais (guitarra e vocal), Rafael Aquino (guitarra e backing vocal), Fernando Roldão (baixo) e Hugo Aparecido (bateria).



3) Molotov Conspiracy - CrossoverThrash/Surf Music - Piranguinho/MG

Fundada em meados de 2012, em Piranguinho, uma pequena cidade do interior de Minas Gerais, a Molotov Conspiracy é uma banda que mistura Hardcore, CrossoverThrash e Surf Music. 

Influenciada por bandas como Suicidal Tendencies e Agent Orange, suas músicas abrangem desde skatismo, molecagem, diversão e críticas ao lifestyle interiorano e outros temas.




4) John People - Rock - Santos/SP

Seu nome foi inspirado no nome de uma das avenidas da cidade. A banda procura através de suas diferentes influências fazer o seu próprio som. As músicas autorais possuem um padrão que caracteriza a banda, como a valorização das letras e uma pegada dos anos 80 e 90 misturada com elementos mais atuais. A banda quer que o público entenda o que queremos dizer e se identifique com isso.

"Honestamente, procuramos fazer rock de qualidade, baseado naquilo que gostamos de ouvir". A banda, liderada pelo vocalista Cassiano Campbell e co-fundador André Luiz (guitarrista), passou por várias mudanças de alinhamento e controvérsias desde a sua criação, porém, nunca perdeu a sua identidade e continua na ativa fazendo o que sabem, música de qualidade. 



5) Reviere - Rock'n'Roll - Santo André/SP

Prontos para uma nova fase, a atual formação da Reviere agora conta com André Prado nas guitarras. Sua personalidade e experiência vividas em projetos anteriores agora são somadas com os integrantes Rudá Costa na bateria, Marcelo Henrique no baixo e Paulo Bertelli nos vocais. Seu primeiro registro foi lançado em Abril de 2013, o EP intitulado "Matilha", com 5 faixas, nomeadas Atmosfera, Matilha, Munição, 6 gramas e Recomeçar. Com o objetivo de retornar ao estúdio, pretendem trabalhar todo amadurecimento desta nova fase, que apresenta uma nova identidade visual e auditiva.

A Reviere passa a frente de bandas comuns, pois apresenta um som progressivo e pós-contemporâneo, letras que transmitem sensações diferentes a cada palavra, mostrando a arte como ela é, mantendo a ideia da interação social e como toda verdade banda de Rock'n'Roll, fugindo das regras. 




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