Empire Of Souls: disponibilizando single “Si Vis Pacem, Para Bellum” nas plataformas digitais

A conceituada banda santista de Black Metal, Empire Of Souls, através da Cangaço Rock Comunicações, disponibilizou o single “Si Vis Pacem, Para Bellum” para audição nas principais plataformas digitais.



O single é composto por duas músicas, e na versão física, ainda conta com um videoclipe para a faixa “To Become Maker”, que traz à tona um sentimento de irmandade entre a banda e seus seguidores. As músicas farão parte do novo álbum, intitulado “Clame Por Seu Deu$”, que deve ser lançado no segundo semestre deste ano de 2018.

Na época do lançamento, o material foi disponibilizado com uma tiragem limitada de apenas 200 cópias, numeradas a mãos, em formato CD, que se esgotou rapidamente.
Tracklist:
1. To Become Maker
2. Lycanthropic Duality

Ouça o single “Si Vis Pacem, Para Bellum” na íntegra:
Deezer: https://bit.ly/2JRAxVC
iTunes/Apple Music: https://apple.co/2qER7zf
Spotify: https://spoti.fi/2HaRngx
YouTube: https://bit.ly/2qE4vne
Napster: https://bit.ly/2HxqFlu
Bandcamp: https://bit.ly/2vm4cTT
SoundCloud: https://bit.ly/2ET4iBV
Google Play Music: https://bit.ly/2EUXbbU

Contato: empireofsoulsbmh@gmail.com

Sites relacionados:
www.facebook.com/EmpireOfSouls
www.empireofsouls666.bandcamp.com/
www.soundcloud.com/empireofsouls666/
www.youtube.com/channel/UCvEeXkGe1kQdrusT7n0ziMA

Assessoria de Imprensa: www.facebook.com/cangacorockcomunicacoes/

Fonte: Cangaço Rock Comunicações

Nuuvem: banda cearense lança EP de estreia

EP autointitulado tem cinco faixas e está disponível nas principais plataformas de streaming




Entre o inverno de Lisboa e a saudade de Fortaleza, os primeiros versos e acordes. É nessa relação de nostalgia e descoberta que surge o projeto Nuuvem, formado pelos cearenses João Victor "Kbça", Pedro El Doca, Lucas "Lupita" (Forria), Isaac Maia e Bruno Lucas. Eles lançam o EP Nuuvem, que marca a estreia do grupo e está disponível nas principais plataformas de streaming.

O debut reúne cinco faixas gravadas em Fortaleza e Aquiraz, em janeiro deste ano. Já a concepção das músicas viajou o Oceano Atlântico. A composição começou mais de um ano antes, quando João Victor, ex-integrante da banda Capitão Eu e Os Piratas Vingativos, se mudou para Portugal.

"Em Lisboa tive um contato muito forte com o sentimento de saudade e com a vontade de descobrir novas coisas por lá. Buscar novos sons", diz o cantor e compositor. "Tava passando por uma fase pesada da vida".

Logo as composições iniciais surgiram, João gravou as primeiras demos. Do lado de cá do Oceano, Pedro, Bruno e Lupita ouviram as versões. E nasceu o Nuuvem. Com uma sonoridade noventista, a banda de rock alternativo carrega um inegável apelo nostálgico. As referências atravessam os clássicos do Nirvana e Sonic Youth.

Há também uma relação imagética do som, um flerte com a sinestesia. Para um ouvido mais atento, a sonoridade pode remeter a imagens e lembranças. Um passeio entre nostalgia e desejo. "Para mim, remete muito ao lance de fotografia analógica, em preto e branco", define João.

"Já entramos em estúdio com as ideias bem definidas. Buscamos nesse período de gravação acrescentar elementos para dar mais camadas para as músicas. Nas faixas que a gente viu que tinha espaço, acrescentar algo mais natural", explica. "Como gravar um som da gente falando e tentar encaixar isso na música. É uma questão de buscar uma liberdade controlada para gravar".




Nuuvem é
João Victor "Kbça" (voz, guitarra e synths)
Pedro El Doca (guitarra e synths)
Isaac Maia (baixo)
Lucas "Lupita" (bateria)
Bruno Lucas (produção, efeitos e som)

Contato de imprensa: Rubens Rodrigues / rubenssrodrigues@gmail.com
Crédito da foto: Isabella Freire

Drowned: novo lyric video ‘Violent March of Chaos’ está disponível

Aproximando-se do lançamento de seu novo e ansiosamente aguardado álbum, ‘7th’, o DROWNED apresenta mais uma música do trabalho, agora em lyric video.

http://www.metalmedia.com.br/images/drowned_pressfront.jpg

A música é a pesada e complexa ‘Violent March of Chaos’, que ganhou um belíssima edição de vídeo pelas mãos do vocalista Fernando Lima e de sua empresa de design The Most Destructive Art. Assista:



 

Recentemente o DROWNED apresentou a capa de ‘7th’. A arte também ficou nas mãos do talentoso Fernando Lima. ‘7th’ será lançado no dia 15 de junho no Brasil pela Cogumelo Records e nos Estados Unidos pela Greyhaze Records. O disco foi gravado e produzido pela própria banda, mixado e masterizado pelo guitarrista Marcos Amorim.

A banda está com a agenda aberta e tem datas disponíveis para todo o Brasil entre os meses de junho deste ano e agosto do ano que vem. Produtores interessados podem entrar em contato pelos canais:

Beto Loureiro
Whatsapp: 31 99421-7981
E-mail: beto@drowned.com.br
Facebook: www.facebook.com/beto.loureiro.7

Contato: drowned@drowned.com.br

Sites Relacionados:
www.drowned.com.br
www.facebook.com/DrownedMetal
www.metalmedia.com.br/drowned

Fonte: Metal Media

Anguere: fechando parceria com "Machine Man Records"

A Machine Man Records será a nova parceira na distribuição do novo Álbum “SUICIDA” do ANGUERE que será lançado em breve. Sediada em New Jersey / EUA, a Machine Man Records é uma gravadora independente fundada em 2017.



No dia 11 de maio a gravadora anuncio em sua pagina oficial a parceira com ANGUERE, segue pronunciamento original:

"NEW ANNOUNCEMENT FROM Machine Man Records:

Machine Man Records is proud to announce that Brazilian band Anguere HC, will be joining the label with the release of their upcoming album called "SUICIDA".

"SUICIDA" will be 10 songs of hardcore / grind / thrash metal and is tentatively scheduled for a late summer / early fall release. Mixing the musical genres of heavy metal, new metal, industrial, thrash, hardcore to grindcore and with the influences ranging from Angra, Judas, Metallica, Sepultura, Korn, Iron Maiden - Anguere HC is a band that mixes the characteristics of Brazilian music with the music of the metal!

More information to follow regarding this release as well as an official signing announcement from the label."

Siga Anguere HC
https://www.facebook.com/Anguere-HC-1916869465253152/
https://anguerehardcore.bandcamp.com/

Machine Man Records:
https://machinemanrecords.bandcamp.com/
https://machinemanrecords.com/

Fonte: Thiago Soares

Feminismo na música: Charlotte Matou um Cara #6

Depois de alguns meses sem trazermos esta Coluna, nesta quinta-feira vamos dar destaque às meninas que vêm ganhando espaço na cena underground da Charlotte Matou um Cara.



Charlotte Matou um Cara é uma banda punk feminina formada em agosto de 2015 em São Paulo/SP e tem como integrantes Andrea nos gritos, Dori na bateria, Camis no baixo e Nina na guitarra. 

Suas maiores influências musicais e ideológicas vêm do movimento punk riot girl, do feminismo interseccional e dos movimentos antifascismo e anti-homofobia.


O som é punk cru, gritado, rápido e de mensagem clara. As letras abordam temas como homofobia, machismo, fascismo, e a intervenção da igreja e do Estado sobre o corpo das mulheres e são um levante a qualquer forma de opressão. Os covers homenageiam bandas importantes da cena punk feminina como Bikini Kill, Mercenárias e Bulimia e fazem versões trocando letras de músicas como a dos Stooges, que vira “I dont wanna be your dog” e de Valesca, “Tá pra nascer homem que vai mandar em mim”.

O nome da banda faz referencia à Charlotte Corday, que matou Jean-Paul Marat durante a Revolução Francesa. Para ouvir e baixar gratuitamente nosso disco: https://charlottematouumcara.bandcamp.com/


ACOMPANHE AS BANDAS NAS REDES SOCIAIS



Conheça: Homero Nascimento (Campinas/SP)

Homero Nascimento é um guitarrista e violonista que há quase 20 anos se dedica a música, sendo também professor de guitarra e violão.




Após tanto tempo se dedicando a bandas e projetos, decidiu que era hora de investir e se dedicar em algo pessoal. Em 2017 começou a compor suas músicas, talvez querendo contar sua história, ou quem sabe, cantar a sua história.

Simplesmente tudo o que surgiu a partir dai, foi a vontade de transparecer sua alma em meio a melodias e belas poesias. Com a música autoral, todos sabemos o quanto conseguimos nos libertar, desabafar, imaginar e ir além com a nossa própria arte, com Homero não foi diferente.

Cada música do seu disco é um retrato de um momento, pensando em como fazer, decidiu fazer com vários amigos participando nos vocais, escolhendo a dedo de acordo com a mensagem que cada música passa e foi assim que surgiu "Sonho Que Não Sonhei", contendo oito faixas, sendo cada uma com sua história singular.






Confira as participações:
O Amor Tem Quatro Patas - Participação Regiane Tozelli;
Entre Alice E Miguel - Participação especial Gustavo Frenhani voz e teclados;
Acaso - Participações especiais Giovani Hernandes e Padula;
Outro Lugar - Participação especial Padula;
Talvez O Tempo Nem Passou - Participação especial Gustavo Frenhani;
Desenhar O Amor - Participações especiais Regiane Tozelli (voz) Felipe Mangabeira (Baixo)
Não Pensar Em Você - Participações especiais Padula (vocal) e Rafael Smeke (banjo)
Sobre As Estrelas - Participações especiais de Gustavo Frenhani (Voz) e Felipe Manguabeira (Baixo) 


SIGA HOMERO NASCIMENTO
FACEBOOK / YOUTUBE


OUÇA "SONHO QUE NÃO SONHEI"

Black Crow Feather: um novo projeto no cenário nacional



A ideia do projeto surgiu após Caio Botrel deixar a banda Final Disaster no final de 2015. Após dois anos planejando como o projeto poderia ser realizado, finalmente em Maio de 2018 a ideia começou a tomar forma quando Kito Vallim (Final Disaster/HellArise) se juntou ao projeto como vocalista convidado e Kiko Ciociola (Aneurose) como baterista. 



Com a intenção de criar músicas que mesclam as diversas influências dos músicos e que são diferentes dos trabalhos que os tornaram conhecidos, o BCF busca desenvolver uma personalidade única e sem restrição dentro do Metal. 

Em breve sairá os primeiros vídeos sobre o trabalho da banda em suas redes sociais. 

Artes por: Thaíssa Reis. 

                                                  Caio Botrel - guitarras
                                                  
Kito Vallim - vocais (convidado)
                                                  Kiko Ciociola - bateria


                                                  ACOMPANHE A BANDA
                               FACEBOOK / TWITTER / INSTAGRAM / YOUTUBE
                                     Caio Botrel / Kito Vallim / Kiko Ciociola


Inverted Colors: power trio instrumental lança seu novo EP

A Inverted Colors é um Power Trio de Rock Instrumental catarinense, formada em Jaraguá do Sul em 2016. Compõem a banda os músicos: Raphael Günther na guitarra, Francisco Tavares na bateria e João Murara no baixo. 



As músicas do trio, são baseadas em progressões sobre riffs e grooves, geralmente explorando dinâmicas e trocas de tempo ao invés de solos ou linhas melódicas. Trazendo assim, influências do Rock clássico e pitadas do Post-Rock moderno, em um som diferente e caracteristico.

O nome da banda foi criada baseada na dualidade de quê cada cor tem a sua inversão em matriz oposta, o quê se transpõe para as músicas que constantemente variam climas. Já os nomes das faixas são inspiradas em histórias da infância e adolescência.
Em abril deste ano, a Inverted Colors lançou seu novo disco, intitulado "Colorful Blank" sendo também um EP, contendo cinco músicas gravadas ao vivo no estúdio Aquagreen Records, na cidade de Blumenau/SC. 

A produção ficou por conta de Roberto Lucena, dando sequência ao mesmo formato do primeiro EP "Inverted Colors" lançado em 2016,O conceito artístico da capa do "Colorful Blank" é sobre um indivíduo que, perdido e vazio de sentimentos, vai encontrando-se nas sensações geradas pelas cores. 




A arte é de autoria de Franco Giovanella / Rendi.


TRACKLIST
01) First Time (of Anything)
02) Sug4r Rush
03) The Girl 4nd the B4lloons
04) All Within You
05) Together
 
Ouça "Colorful Blank"
Spotify / Apple Music 
/ Deezer

Radiohead: artistas de todo Brasil se juntam em álbum coletivo em homenagem ao Radiohead

Poucas bandas foram mais influentes para a cultura pop nos últimos 25 anos que o Radiohead. Suas canções formaram parte da atual geração de artistas. Agora, um grupo multifacetado de artistas de diversas regiões do Brasil se une no projeto RAINDOWN, que recria 14 faixas de diferentes momentos da carreira da banda inglesa. O projeto está disponível para audição nas plataformas de música digital.



Ainda sob o efeito da nova passagem da banda pelo Brasil, o projeto começou a ser imaginado em 2009, quando o Radiohead fez sua primeira turnê sulamericana. Agora os amigos Gabriel Martins, que assina o projeto Filler, e Helder Dutra, que inicia seu projeto-solo Frater Dutra, decidem reviver uma ideia que tiveram há quase uma década:

"Tentamos organizar a coletânea em 2009 pela comunidade do Orkut Radiohead Brasil (RHBR), mas na época não deu muito certo. Agora com a volta da banda ao país, a ideia foi revivida, somando ao fato de que muitos dos músicos que idealizaram o projeto hoje em dia são mais experientes, possuem carreiras e maior facilidade para gravação e produção", conta Gabriel.


Com músicos de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná, RAINDOWN é um apanhado multifacetado, repleto de leituras muito distintas das canções da banda britânica. Das levadas suaves do violão de Dead Ice à versão krautrock da Goldenloki, a coletânea se inicia com o indie/pop da leitura de Frater Dutra, passa pelo clima tenso e sombrio de Funeral Wounds, fecha com a versão totalmente instrumental do compositor carioca Martins. 


"Queríamos fazer o projeto com membros da comunidade, como o Gabriel Lana (Dead Ice) e o Felipe Neiva. Com a consolidação da ideia, decidimos convidar para o projeto outros músicos amigos que fizemos ao longo de nossas jornadas. Os critérios eram basicamente dois: a qualidade dos músicos e ser fã de Radiohead”, continua Gabriel Martins.

Cada artista da coletânea se entende como fã e reconhece a força que o Radiohead teve em sua formação musical. Em RAINDOWN, eles refletem essas influências recriando ao seu modo as canções da banda. O resultado é um punhado de reinvenções, exercícios criativos sobre um trabalho artístico que, por si só, já instiga experimento, o novo, a mistura.

Tudo na coletânea foi feito pelo próprio grupo: é Chris Kuntz, da Goldenloki, quem assina a masterização das faixas. A obra que ilustra a capa é de Erik Baptista, que toca "Nude" no conjunto. O design gráfico é de Victor Meira, das bandas Bratislava e Godasadog e que recriou “Daydreaming”. 


A coletânea RAINDOWN é lançada pelo selo de música independente Paracelso Records (Rio de Janeiro/Brasil). Criado em 2016, o selo já lançou trabalhos de Orchestra Binária, Martins e Santos. Em 2018, além da homenagem ao Radiohead, o selo tem previsão de lançamento do disco de estréia de Frater Dutra (Rio de Janeiro), o novo trabalho da Dead Ice (São Paulo), single de Ruthe Maciel (Bahia) além do primeiro volume de "The Unauthorized Paracelso Soundtracks", série de trilhas sonoras não autorizadas para filmes em domínio público.




Ouça “RAINDOWN”:


Tracklist:
01 - Frater Dutra - Give up the Ghost
02 - Lemoskine - The National Anthem
03 - Filler - Identikit 
04 - Cellardoor - Where I End and You Begin
05 - Victor Meira - Daydreaming
06 - Varney - Motion Picture Soundtrack
07 - Erik Baptista e Matheus Fleming - Nude
08 - Jardim America - Decks Dark
09 - Dead Ice - Spectre
10 - Goldenloki - Ful Stop
11 - Funeral Wounds - Last Flowers
12 - Neiva - A Wolf at the Door
13 - Arlanda - Creep
14 - Arthur Martins - Airbag

Fonte: Build Up Media

The Wonder Years: divulgando o novo álbum “Sister Cities”

Disco inclui os singles “Sister Cities” e “Pyramids of Salt” e é um lançamento da Hopeless Records

Um sentimento avassalador de seriedade e vulnerabilidade." (Pitchfork)

“Há uma vida inteira gritada em cada música punk, capturada no desesperado e cativante ‘Sister Cities’” (NPR Music)

"Uma faixa crescente... sons mais parecidos com Death Cab For Cutie ..." (Billboard )

“Desde as primeiras notas, fica claro que o The Wonder Years está pisando em território desconhecido.” (UPROXX)





Os últimos três meses foram excepcionalmente movimentados para o The Wonder Years. Eles colocaram os fãs em uma busca mundial por conteúdos inéditos de seu álbum, foram anfitriões por várias noites de sua própria loja pop-up em Chicago e Philadelphia, recolheram doações através de sua sessão ao vivo Burst & Decay para ajudar Porto Rico após o furacão, e lançaram dois dos seus singles mais fortes até hoje: "Pyramids of Salt" e "Sister Cities". Parece cansativo, mas é assim que o The Wonder Years sempre foi, e tudo isso dá o tom para o seu maior progresso sonoro e um verdadeiro momento definitivo para estes seis amigos da Philadelphia.


Agora, quase três anos desde o lançamento de seu álbum mais famoso (“No Closer To Heaven”, de 2015, #12 no Billboard Top 200), The Wonder Years retorna com “Sister Cities”, seu trabalho mais transformador até o momento. Gravado no Sunset Sound com Joe Chiccarelli (Manchester Orchestra, The Shins, Spoon) e Carlos de la Garza (Jimmy Eat World, Paramore), “Sister Cities” é um álbum sobre distância, conectividade e a forma como a humanidade passa por cima de seus próprios limites.

Ouça “Sister Cities” agora:


O que o The Wonder Years faz de forma singular em “Sister Cities” não é uma façanha pequena; através do lirismo poético, ondas de guitarra ambiente e ímpetos explosivos no nível de Death Cab, a banda da Philadelphia se transforma. Enquanto no passado cantavam as pragas de crescer, aqui eles dão um inesperado e massivo passo adiante, tanto musicalmente quanto tematicamente, agora falando de forma confidencial com o mundo todo.

Assista o clipe de “Sister Cities”: https://youtu.be/ccIyBeLEjGM
Confira o visual de “Pyramids of Salt”: https://youtu.be/lBkFXE-DvHY
 


Acompanhe The Wonder Years:


Fonte: Build Up Media

Codinome Winchester: renascendo no novo single “Alvorada”

Marcando a nova fase, “Alvorada” chega com a força do rock alternativo da Codinome Winchester. A canção mostra o amadurecimento dos integrantes, com composições mais dramáticas e arranjos marcantes. A canção é a prévia do primeiro disco cheio dos sul-matogrossenses, que tem previsão de lançamento para esse ano.



Do Mato Grosso do Sul para o Brasil, a Codinome Winchester é uma das bandas que estão mudando a música no país. Depois de entrar com tudo na cena independente com dois EPs “10% Alien” (2014) e “Ocasiões Espaciais” (2016), os músicos divulgam o single “Alvorada”. A canção dá o gostinho da temática por trás do primeiro álbum dos rapazes: a reunião entre céu e inferno, dois estados de espírito com os quais a sociedade convive todos os dias. O foco é a saída do espaço - tema presente nos EPs anteriores - e a chegada à Terra.

“Alvorada demonstra um grande amadurecimento musical nosso em relação às letras, arranjos, timbres e ousadia. Ela é uma música com uma pitada diferente dos outros singles nossos. É uma obra que é musicalmente uma reunião entre céu e o inferno, leve e pesado, amanhecer e escurecer”, explica o guitarrista Arthur Maximilliano.

O ar misterioso do início da canção abre espaço para o desconhecido. Logo, a sonoridade habitual toma conta e mostra o desembaraço do arranjo - consistente, calcado no alternativo, sem abrir mão de referências a décadas passadas. A psicodelia ainda está presente, mas com pequenas nuances que dão vida própria aos instrumentos e ao vocal inconfundível de Fillipe Saldanha.

Diretamente do Centro-Oeste brasileiro, a Codinome Winchester é admirada pelos amantes da boa música independente. O quinteto faz um mix do instrumental próprio, cheio de referências internacionais, junto de composições grandiosas. Depois de gravar dois EPs e um Acoustic Sessions, a banda se prepara para lançar o primeiro disco completo, realizado por meio de financiamento e gravado no lendário estúdio Toca do Bandido, no Rio de Janeiro.

Codinome Winchester é Fillipe Saldanha (vocal), Arthur Maximilliano (guitarra e teremim), Guilherme Napa (bateria), Luciano Armstrong (guitarra, backing vocal e sintentizador) e Thiago Souto (baixo).
Ouça “Alvorada”: http://bit.ly/CWAlvorada

Ficha técnicaCompositores: Fillipe Saldanha, Luciano Armstrong e Arthur Maximilliano
Interpretes: Codinome Winchester
Produzida por Felipe Rodarte
Gravada na Toca do Bandido + Estúdio 45
Mixada por Raphael Dieguez
Master por Felipe Tichauer

Fonte: Build Up Media

Radio Front: o grunge vive no single e lyric video “Cut My Wings”

A banda carioca Radio Front antecipa o clima do seu próximo disco, “Into The Rain”, com o lançamento do single e lyric video “Cut My Wings”. Com vocais fortes e sonoridade pesada, a canção evoca a raiva dos acordes grunge que se uniam em letras poéticas e críticas. Feito com animações, o vídeo traz influência dos traços do cartunista Mike Mignola (criador do Hellboy) e o single teve o dedo de Chris Hanzsek (The Melvins, Soundgarden, Far From Alaska), que masterizou o trabalho em Seattle (EUA). A canção já se encontra disponível nas principais plataformas de streaming.



Ouça “Cut My Wings”: http://bit.ly/CutMyWingsSpotify

“A música surgiu a partir de uma frustração em relação a diversas religiões, e o não entendimento de seus preconceitos pregados. A letra surgiu formatada em um sonho onde encontrei um deus de pedra que me citava a Bíblia chorando. Durante uma semana fiquei fazendo a letra me baseando na cena que havia sonhado, e no que pesquisava de passagens em religiões e suas simbologias. Ela é considerada a música de estilo mais pesado do disco ‘Into The Rain’”, analisa Felipe Nova, vocalista da Radio Front.

A sonoridade pesada da canção vem das influências musicais da banda, que incluem grupos do grunge e do stoner rock. Para gravar a faixa, os integrantes utilizavam o horário de 0h às 4h da manhã em ensaios realizados três dias durante a semana. O processo deu tão certo que a ideia inicial de gravar um EP de seis músicas logo evoluiu para um álbum de 11 faixas. Enquanto a canção foi um trabalho conjunto, o lyric video contou com a ilustração do próprio Felipe, que lembra como se deu o processo de aprendizado e criação:

“A minha influência principal foi de Mike Mignola, mas como não tinha habilidades o suficiente, coloquei em formato de sketch e fiz o projeto do zero em uma mesa digitalizadora. Como parte da música foi escrita em formato de narração, facilitou inserir passagens da Bíblia e Mahabharata - clássico épico indiano - que incitam a homofobia, machismo, escravidão, entre outros preconceitos. Durante este processo de ilustração, tive ajuda de Gregório Medeiros”, conta.

A Radio Front é Felipe Nova (voz), Victor Larcher (guitarra), Bruno Moreira (guitarra), Marcelo Moreira (baixo) e Leonardo Bourseau (bateria). O single “Cut My Wings” foi produzido e mixado pela produtora Musark, e contou com a engenharia de som de Luiz Freitag e Jon Marques. A faixa foi gravada nos estúdio AM e Musark.

Assista o lyric video de “Cut My Wings”: 

Lyria: considerada uma das maiores bandas do Heavy Metal nacional, Lyria lança novo disco e clipe

Considerada uma das mais importantes bandas de metal do cenário independente nacional, o Lyria lançou recentemente o álbum "Immersion", que marca uma nova fase em sua carreira. Segundo disco da carreira, ele traz 11 faixas sobre superação de obstáculos, abordando temas como autismo, ansiedade e depressão. O trabalho sucede o bem-sucedido "Catharsis" (2014), que levou a banda a conquistar fãs em diversas partes do mundo. "Immersion" já se encontra disponível nas principais plataformas de streaming.




Ouça Immersion: http://bit.ly/Immersion_Spotify

"O álbum mantém a mesma temática do 'Catharsis', sendo uma espécie de continuação mais madura e mais densa do primeiro disco. As músicas deste trabalho contemplam diferentes influências, desde o folk, o tradicional e até o lírico", analisa Aline Happ, vocalista do Lyria, sobre a concepção criativa.

Muito mais do que mera imersão na decisão de fazer música independente, o trabalho atual consolida o crescimento de um projeto que supera os 60 mil fãs no Facebook e ganhou vida graças à uma campanha de crowdfunding. Durante o financiamento coletivo, a banda superou os 11.500 dólares necessários para a produção do "Immersion" e do clipe "Hard to Believe" e arrecadaram 13 mil dólares (cerca de 40 mil reais).

Assista “Hard to Believe”: 



O Lyria é a mistura da poderosa e afinada voz de Aline Happ, com o peso dos riffs da guitarra de Rod Wolf, e a enérgica cozinha formada por Thiago Zig (baixo) e Thiago Mateu (bateria). Atualmente, o grupo encontra-se em turnê nacional, tendo realizado shows com casa lotada no Rio e em São Paulo.

O vídeo "Hard to Believe" já supera as 15 mil visualizações e contou com a direção e cinematografia de Vinicius Hozara, além da produção por CS Music Videos. O roteiro foi realizado pela própria banda.

O disco foi produzido, mixado e masterizado por Celo Oliveira, no Kolera Home Studio. A ficha técnica de "Immersion" conta com a composição de todas as músicas por Aline Happ, Thiago Zig E Rod Wolf. Todas as faixas foram escritas por Aline Happ, Rod Wolf e Thiago Zig e todas as letras por Aline Happ e Patrick Happ, exceto “Let me be me”, apenas por Aline Happ. A arte de capa e o design do encarte são de Aline Happ. fotos do encarte por Roberta Guido exceto foto da capa, por Patrick Happ e foto da contracapa por Aline Happ. É possível adquirir o merchandise oficial da banda na loja online especialmente para o Brasil  em www.lyriaband.com/loja


Ouça “Immersion” nos streamings:
Spotify: http://bit.ly/Immersion_Spotify
Deezer: http://bit.ly/Immersion_Deezer
iTunes: http://bit.ly/Immersion_iTunes

Fonte: Build Up Media

TopFive: cinco bandas para você ouvir neste fim de semana #78

É tocado o gongo, e com ele ás especiarias do seu fim de semana no clássico TopFive. Os melhores estão aqui para renovar e deixar seu dia mais especial com aquele toque independente que é a nossa cara. Vamos conferir o lado O Subsolo da força:




01) Ponto Nulo no Céu - Metalcore - Gravatal/SC

Esta banda catarinense vem cada vez mais crescendo na cena. Já conquistaram prêmio como melhor banda do estado, e agora lançam clipe novo, alçando sua força pelo país. Sonoridade claramente de plena entrega com letras que podem salvar o seu dia.


02) Paquetá - Surf Punk - Canoas/RS

Os gaúchos da banda Paquetá guiaram ás melhores ondas no seu mais recente video-clipe. Com produção de Lucas Nóbrega a banda visitou ás praias de Fernando de Noronha, Praia do Francês (Alagoas), e Novo Campeche (Floripa). A viagem é completa, e nestes dias de frio, vale a pena este baita instrumental.


03) Grandfúria - Rock N' Roll - Caxias do Sul/RS

Grandfúria traz um som de peso, calcado na musicalidade e letras com intensidade e profundidade mesclando rock, chamamé, milonga e hardcore. Ricos em cultura e com letras inteligentes a banda supera qualquer expectativa e escolhe muito bem uma excelente música de seu cast para representar seu mais recente vídeo-clipe.


04) SAGA - Rock N' Roll - Júlio de Castilhos/RS

Batalhando sempre na cena gaúcha, a banda SAGA traz um som regravado de sua discografia, com participação especial de uma das suas maiores influencias, o guitarrista Daniel Jeffman (Reação em Cadeia). A banda renova acordes, fortalece o timbre com uma ótima produção, merecedora de estar presente nesta lista.


05) Falange - Thrash Metal - Santo André/SP

Com extrema qualidade e encontro de mestres da escolha do Thrash Metal tradicional do ABC paulista, trago aqui a Falange com uma live excelente da banda. Encerrar com aquele agito de qualidade é sempre bem vindo no TopFive.


Fallen Idol: lançando terceiro disco e já disponibiliza trabalho para venda

Com seis anos de estrada, a banda paulista Fallen Idol chega ao seu terceiro disco de estúdio completo. Ao todo (se contarmos os três singles) este é o sexto trabalho do power trio de Araujá, que carrega o título de “Mourn the Earth”. O álbum traz a banda em seu melhor momento e conta com sete faixas distribuídas em cerca de 44 minutos.




Tracklist:
1.      Witches of Lucifer
2.      Time To Mourth The Earth
3.      Wait
4.      Shattered Mirror
5.      Chrisalism
6.      Lucidity
7.      Secret Place



Transitando pelos caminhos do Doom Metal oitentista, o Fallen Idol carrega influências que também passam pelo Heavy Metal tradicional dos anos 70 e 80, o que faz com que sua sonoridade resulte em algo pesado e sombrio. As caraterísticas da banda, que foi formada em 2012, se devem ao fato de sua formação se manter a mesma desde o início contando com Rodrigo Sitta (vocal/guitarra), Márcio Silva (baixo) e Ulisses Campos (bateria).



Gravado no estúdio No Limits, entre outubro e dezembro de 2017, “Mourn The Earth” foi produzido por Ivi Kardec, Felipe Stresser e Rod Sitta. Mixado e masterizado por Ivi Kardec e Felipe Stress, o disco contou com a arte gráfica feita por Cesar Benatti, além do design do próprio Cesar e Rodrigo Bernardo. O disco sucede o aclamado segundo álbum da banda, “Seasons of Grief”, lançado em 2016.

 Ouça os singles que serviram como prévia do disco:

“Mourn The Earth” é lançado em parceria com os selos Nomade Records, Tales from the Pit, The Metalvox, Left Hand Prod., Mutilation Records e Nuktemeron Records.

Discografia:
“Fallen Idol” (2015)  
“The Boy And The Sea” (single – 2016)     
“Seasons of Grief”  (2016)    
“Witches of Lucifer”  (sngle - 2018)
“Shattered Mirror” (single – 2018)   
“Mourn the Earth” (single – 2018)


Mais informações e encomendas:



Por: VHPress
Foto: Neneh Thall

Especial: Os sons d'O SubSolo Rock Festival II


Estamos na semana do evento que é a síntese máxima do movimento que é O SubSolo. Mais que um blog, mais que uma rádio, mais que uma coletânea. A melhor forma de expressar o que é nosso portal é através dos eventos que promovemos, e em especial, o que leva o nosso nome. Depois da edição de estréia, que foi um sucesso, estamos aqui prestes a abrir as portas do Congas para receber você e todo mundo que quiser fazer parte de mais um pedaço de nossa história. Com isso, é justo que mostremos nosso cardápio para o que teremos para servir no sábado. Garanto que é um prato cheio para quem gosta de boa música, independente do gênero.

CÁRTAMO - Hardcore - Lages/SC


PELTSTROK - Hard Rock - Garopaba/SC


MARY'S SECRET BOX - Stoner - Imbituba/SC


DARK NEW FARM - New Metal - Nova Fazenda/SC


BONDE DO METALEIRO - Humor Rock/Metal - Florianópolis/SC


BOCA BRABA - Hardcore - Viamão/RS


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Dark New Farm: vagas na excursão para primeira vez em Rio do Campo


Com mais uma viagem na rota dos farmers do New Metal, a Dark New Farm já está aquecendo os motores para a jornada que terá pela frente em junho. Entre os dias 8 e 10, a cidade de Rio do Campo receberá público de todo estado e região Sul do país para o Rock in Hell do Campo, e mesmo com dois shows a fazer antes do festival, a banda de Nova Fazenda está com os preparativos de pé para enfrentar os mais de 400km que terá pela frente. 




Em ação coletiva com as bandas The Undead Manz e Norium, que também estão no cast do Rock in Hell do Campo, uma excursão saindo de Criciúma, com passagem por Tubarão, Laguna, Imbituba e Florianópolis, irá levar as bandas e público que está interessado em passar um final de semana regado a tudo de melhor que um festival de rock pode oferecer. Assim sendo, o ônibus está com vagas abertas para aqueles que quiserem garantir um espaço para ir e voltar com tranquilidade do fest no interior catarinense.


Para reservar sua vaga, basta entrar em contato com uma das três bandas através de suas páginas no Facebook.


Acompanhe todos os detalhes do evento "Rock in Hell do Campo" pelos links:

Atropina: novo disco é liberado para audição

Com um Death Metal visceral, o Atropina vem conquistando cada vez mais espaço na música pesada no eixo nacional. De 2004 à 2008 se chamava Legis Edax e nessa fase de mudanças de nome, registrou o álbum "Hideous Manipulation" no estúdio Hurricane sob os cuidados do produtor Sebastian Carsin.



Porém esse disco nunca foi lançado oficialmente devido a separação da banda em 2008, vindo a retornar em 2013 consolidado com o nome Atropina. Seguindo todo o planejamento do zero, a banda lançou em 2014 o disco "Mallevs Maleficarvm" e logo em seguida em 2016 o "Porões de Luxúrias", este último resenhado pel'O SubSolo inclusive.

Após isso a banda começou a estudar lançar o disco "Hideous Manipulation", gravado pelos membros Alex Alves, Murilo Rocha e Mateus Perotti e o antigo membro Leônidas Rübenich nos vocais e guitarra solo.

Aliando ao lançamento do disco, o grupo lança o clipe da música "Philosophy's Extravagances", na época do registro com a participação de Samuel Heemann, que esteve a frente dos vocais de 2007 até 2008.




"Hideous Manipulation" se destaca sendo o único disco da banda em língua estrangeira e está disponível nas principais plataformas digitais.

Links relacionados:
www.youtube.com/atropinadeathmetal
www.facebook.com/atropinametal

Malabaristas de Semáforo: criticando sociedade (tel)espectadora em novo clipe

O power trio carioca Malabaristas de Semáforo entrega mais uma prévia de seu novo disco, que será lançado no segundo semestre de 2018. No novo single “Feno”, a banda aborda o comodismo e a passividade da sociedade moderna. No vídeo, os espectadores, com cabeças de cavalo, assistem de uma tela em estática, apoiada sobre um monte da planta ressecada, da qual os equinos tão comumente se alimentam. Indo no caminho oposto, a canção é enérgica e potente, já disponível nos serviços de streaming pelo selo Caravela.






Assista “Feno”: https://youtu.be/WKcfSdQljnw

Ouça “Feno”: http://bit.ly/MalabasFeno

O conceito do vídeo tem uma ligação direta com a letra da canção. A inspiração veio dos reality shows, fazendo um paralelo com o livro “1984”, de George Orwell. Na obra, o "Grande Irmão" observa e controla toda a sociedade. Em uma comparação com a nossa própria realidade, a Malabaristas de Semáforo imagina um cenário em que telespectadores consomem conteúdos televisivos como em um zoológico humano. Nesse caso, o observador é o real manipulado.

A banda não é contra a TV de uma forma geral, apenas a algumas situações onde a mesma é utilizada para anestesiar e alienar a população sobre seus problemas reais, limitando o interesse do povo ao já desgastado pão e circo”, reflete o vocalista e baixista Cleber ST. Além dele, a banda é formada por Fabrício Cardozo (bateria) e Pedro Grisolia (guitarra).
A Malabaristas de Semáforo surgiu em 2013, no subúrbio carioca. Passando por diversas formações até a atual, a banda busca provocar algum tipo de reflexão através de composições intensas que trazem protestos, ironia e reflexões sobre a vida, de forma seca e direta, evitando rodeios ou evasivas. Os múltiplos estilos - punk rock, pós punk, indie - valorizam ainda mais a guitarra, os riffs de baixo e a bateria sincopada.

A sonoridade tem influências do punk e pós punk do fim dos anos 70 e 80 de grandes nomes como Joy Division, The Cure e Plebe Rude. No indie rock, passeia com arranjos que lembram The Strokes, Bloc Party e Arctic Monkeys. A banda adiciona novos conceitos e influências ao seu rock sem rótulos, resultando num som selvagem, visceral, cru, explosivo e em constante metamorfose, suscetível a diversas interpretações.

Em “Feno”, a Malabaristas interpreta a composição de Vitor Monteiro, com produção musical do próprio Cleber e de Celo Oliveira, que também assina gravação, mixagem e masterização. Celo ainda filmou o clipe de “Feno”, e cuidou de edição e pós-produção ao lado de Gabby Oliveira.

Agora, os Malabaristas de Semáforo preparam um disco de inéditas. O álbum de 10 faixas teve como primeiro single a canção “Tédio”. O novo trabalho se soma ao elogiado EP de estreia, “Malabas”, lançado em 2017.
 
Ficha técnica:

Música:
Autor/compositor: Vitor Monteiro
Produção musical: Celo Oliveira e Cleber ST
Gravação, mixagem e masterização: Celo Oliveira
 
Clipe:
Filmagem: Celo Oliveira
Edição/Pós produção: Gabby Oliveira e Celo Oliveira

Acompanhe Malabaristas de Semáforo:
Site Oficial: http://bit.ly/2sjbkP4
Facebook: http://bit.ly/2nS1ZbE
Twitter: http://bit.ly/2nTUP6G
Instagram: http://bit.ly/2nU4WbK
Google Plus: http://bit.ly/2ERv5zY
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