Kike Oliveira: nova música de trabalho "Linda Flor" ganha videoclipe que já ultrapassa os 60 mil views

O tão sonhado trabalho junto de Rick Bonadio e Giu Daga, três músicas intensas e cada uma com sua característica ímpar. Fazem parte deste EP as músicas "Linda Flor", "Vivo Nessa Solidão" e "Pode Ser Que Sim".




Mas uma das músicas chama a atenção em especial. "Linda Flor" além de ter ganho um videoclipe, a música encanta por sua melodia astronômica e pela sua letra de fácil memorização dando oportunidade de cantar junto. 

O videoclipe foi postado no canal oficial do Midas Music e em um pouco mais de duas semanas, o trabalho já ultrapassa mais de 60 mil visualizações e quase 100 comentários. A receptividade do clipe e do novo trabalho anima a todos os envolvidos que buscam cada vez fazerem o seu melhor.


"O Kike Oliveira arrebentou nesse clipe e na música e já vai mostrando a cara da nova geração de músicos que vai invadir nossas rádios e playlists com muito sucesso e verdade." Dizia um comentário no clipe com nome de sua conta no YouTube de Giuliano Condé. Já outro usuário do YouTube com o nome de Rafael Gomes deixou o seguinte comentário: "Mandou bem de mais pessoal. Sou músico e achei tudo na medida certa, o clipe  não faz vergonha, é tudo de muito bom gosto.".

Enquanto continua o trabalho árduo de divulgação dessa nova etapa, Kike Oliveira continua conciliando sua agenda que não para. Lembrando que o artista atende fãs, imprensa e contratantes por suas redes oficiais, enquanto isso, podemos assistir o clipe na íntegra:


Kike Oliveira - Linda Flor (Videoclipe Oficial)
Autor: Kike Oliveira, Pedro Borba
Produzido por: Giu Daga
Direção Artística: Rick Bonadio

Gravado e Mixado no Midas Studios - SP
Engenheiro de Gravação: Giu Daga e Lucas Medina
Assistente de Gravação: Ozeias Matos
Engenheiro de Mixagem: Giu Daga
Assistente de Mix: Ozeias Matos
Pós-produção de áudio: Peter Filgueiras
Masterizado no Midas Studios por: Renato Patriarca

Videoclipe:
Direção: Tony Santos e Kenny Kanashiro
Coordenação de Produção: Rodrigo Godoy
Assistente de produção: Camila Araújo, Lucas Godoy
Iluminação: Ronaldo Macalé 
Figurino: Maria Espiaut, Helena Dib
Maquiagem: Anna Rita Trunkl
Edição e finalização: Kenny Kanashiro

Agradecimentos: Made In Brazil Music Megastore (https://www.madeinbrazil.com.br/)

Diretor de Marketing: Hélio Leite
Marketing e Produto: Jô Pires
Gerente de Produto: Leo Mergulhão
Modelo: Michelle Lino

Vidaincerta: Setembro amarelo inspira disco de estreia

Com nove faixas, o álbum tem influências do trap ao R&B



O ex vocalista da banda Analisando Sara, Gilberto Junior, agora mais conhecido como  Vidaincerta,acabou de lançar o seu álbum de estreia. Intitulado Pessoa Tóxica, o disco aborda a depressão e faz alusão à campanha Setembro Amarelo. Produzido pelo beatmaker Sérgio Kamada (Emmercia), o trabalho foi masterizado por Rafael Ditolvo. 

O artista é natural de Santos e o disco é influenciado por gêneros como trap, pop e R&B, vertentes completamente distintas da Analisando Sara - que obteve destaque no cenário independente tocando rock entre 2006 e 2016. Pré-produzido pelo vocalista e guitarrista Yago Jacques (Atlante), o trabalho conta com nove faixas ao todo.

Vidaincerta afirma que a doença afetou a sua relação com amigos e familiares. “As pessoas que conviveram comigo tiveram de lidar com o meu pior lado. A depressão me fazia  ter uma toxicidade que fugia do meu controle. Ninguém se sente triste ou retraído porque quer ficar desta forma”.

Segundo o músico, o álbum traz uma mensagem positiva, mesmo falando sobre este tema. Para ele, “ao longo do trabalho, tento dizer o que aprendi entre os erros e acertos que obtive. Hoje tenho consciência do quanto fui tóxico e da forma como perdi o controle da minha vida”, ressaltou.

O disco Pessoa Tóxica já está disponível entre as principais plataformas de streaming, tais como Spotify, Deezer e iTunes. Escute-o na íntegra pelo link: https://spoti.fi/2QzJjLj.


Fonte: Pablo Mello 

QUADRO NEGRO - #4 Vakinha da MOTIM

Mesmo que você não seja do Rio de Janeiro, imagina um espaço que, apesar de denominar-se uma "casa independente, feminista e insubmissa", é o lugar mais acolhedor no meio underground que você vai encontrar. 





Chegar lá e ver a dona do lugar com os filhos e o marido, dando de amamentar para o seu bebê, sentada em um sofazão preto e se ajeitar para trocar uma idéia com o amigo ou a amiga que entrou (porque lá somos mais que frequentadoras e frequentadores)... Definitivamente não é em qualquer canto que você vai se deparar com essa cena maravilhosa. 



Ajude a MOTIM a reabrir suas portas. 


A Vakinha vai até o dia 20/09/2018. Veja como no texto abaixo, escrito pela sua própria organização .

"Foi em agosto de 2016, logo depois de uma onda de denúncias feitas por mulheres contra produtores, artistas e administradores de espaços culturais no Rio, que nasceu a MOTIM. Duas amigas alugaram uma sala no centro da cidade para hospedar projetos feministas independentes e construir um espaço seguro para artistas e produtoras. De lá pra cá, a casa abrigou uma programação constante de oficinas, cursos livres, rodas de conversa, trabalhos manuais, festivais de música, ensaios de bandas, gravações, exposições e todo tipo intervenção artística que se propusesse a ocupá-la, até abril deste ano, quando encerrou as atividades por tempo indeterminado. Já em novo endereço, a MOTIM lança campanha de financiamento para reabrir as portas com administração coletiva. 


A MOTIM nasceu da necessidade de tocar nossos projetos de forma segura e autônoma, decidimos que iríamos arregaçar as mangas e botar a cara no Sol. Inicialmente éramos eu e Amanda Flores (vocalista da banda Ostra Brains), mas sempre contamos com uma grande rede de afeto de manas que chegavam para ajudar de todas as formas”, conta Letícia Lopes, vocalista e guitarrista da banda Trash No Star.

Moradora da Baixada, ela vê a ocupação do centro da cidade como uma saída para descentralizar o eixo cultural estruturado na Zona Sul. O novo endereço permanece no centro, próximo ao metrô Uruguaiana, e conta com uma estrutura mais adequada para eventos, além de mais espaço para abrigar a todos os projetos. A campanha de financiamento coletivo vai custear os contratos com a imobiliária, os requisitos de segurança e itens básicos que faltam para abrir e manter um ambiente saudável e seguro para todos os frequentadores.



Quando se tem uma curadoria feita por mulheres com diferentes vivências e espaços de fala, automaticamente já estamos transformando a maneira de fazer cultura na cidade. A MOTIM representa mais do que resistência num cenário de escassez, representa construção de um caminho paralelo, mesmo. A ideia é poder desenvolver um novo fazer artístico, em que seja possível ressignificar as velhas ferramentas, as mesmas que excluem e discriminam desde sempre, respeitando a pluralidade e a diversidade de fala. Pra mim essa é uma sementinha que foi plantada em 2016 e agora começa a brotar. Um novo começo”, reflete Larissa Conforto, artista carioca e colaboradora da casa.Com espírito do it yourself (faça você mesma) e propondo uma disruptura através da união, a coletiva formada por Bel Baroni, Hanna Halm, Helena Assanti, Larissa Conforto, Leticia Lopes, Marcelle Helt, Nathanne Rodrigues, Vitoria Parente, Fefê Alves e Yuri Santos acredita na ação compartilhada e entende a iniciativa como um espaço aberto a ser ocupado com ideias e projetos transformadores, prioritariamente feministas e interseccionais que construam respeito, igualdade de direitos e oportunidades, convivência e troca de experiências, e transformação local de produção cultural crítica com foco no trabalho por/para/com mulheres.

A campanha está aberta na plataforma Vakinha com uma cota única de R$ 25. Para os apoiadores será oferecido um mês de entrada VIP nos eventos da casa, além de um passaporte válido por dois meses para participação em oficinas ministradas pelas administradoras. O nome dos apoiadores estará impresso em um poster especial de reabertura da MOTIM."

Confira o vídeo da campanha: https://youtu.be/-SEFyk7GR2Y
Colabore com a Vakinha: http://vaka.me/768glu

Cobertura: Sublime With Rome (Rio de Janeiro/RJ)

Sublime é uma banda referência não só no Reggae mundial como também na cena Pop e Rock. Consagrada pelos hits Santeria, What I Got e Scarlet Begonias, deparou-se com a precoce morte de seu vocalista e líder em 1996, Bradley Nowell.



Os membros remanescentes deram prosseguimento  com o vocalista e gênio da guitarra Rome Ramirez, cujo carisma no palco é hipnotizante.

Claramente há uma divisão em era Bradley e era Rome, já que o novo vocalista dá uma cara diferente às músicas, apesar do timbre ser muito parecido com o de Nowell.

A banda, que agora leva o nome de Sublime with Rome, apresentou-se no Brasil em algumas cidades e, no sábado esteve no espaço HUB RJ, aqui no Rio de Janeiro.

A noite começou com abertura da banda La Raza que parece ter influências de bandas como Red Hot Chili Peppers, Suicidal Tendencies e pelo próprio headliner, tocou seu setlist habitual (o mesmo da apresentação da banda no Imperator no ano passado) somado a um cover de Give It Away.

Sublime with Rome abriu seu show com a elétrica Date Rape, música das mais conhecidas da banda e seguiu um setlist enlouquecedor, embora aparentemente tenha sido menor do que o da apresentação de São Paulo (não tocou Take It Or Leave It, por exemplo), mas não faltou a dançante Wicked Heart, música nova da banda. Apesar dos outros membros não esboçarem quase reação parecendo mumificados pelos hashs (entre outras coisas ilícitas provavelmente), todos eles arrepiaram nos seus respectivos instrumentos - destaque para Eric Wilson e sua habilidade impressionante no baixo.

Apesar de ter sido um show absurdo de bom, o público (que parecia ser mais cativo das festas alternativas do HUB RJ do que fãs da banda) parecia mais preocupado majoritariamente em puxar um baseado e conversar com os amigos do que interagir com a banda ou com as músicas. O que realmente levou a galera ao delírio foi Santeria, que como maior sucesso comercial dos caras, obviamente foi deixada para ser a música final da apresentação.



Outro ponto importante foi a organização do evento. Não houve conferência de ingressos e devido à chuva, abriram os portões e deixaram as pessoas entrarem em grande evasão, o que é bom para quem queria assistir e estava ali pela entrada tentando arrumar alguma forma de entrar, mas ruim para o público pagante e para a produção também. Teve food truck e, como na área onde o HUB RJ está localizado não tem opção para comer, essa foi uma grande sacada.

Agora o público aguarda com expectativa os próximos shows, Cypress Hill e Pennywise - este último, que seja sem pista Premium para facilitar stage dives e rodas punks.

O Nosso muito obrigado à assessora de imprensa Ana Paula por ter disponibilizado nossa cobertura do evento.

Resenha: Deformed By Law - Expurgo (2018)

Como um estilo que se propõem ser anti-musical na sua síntese, consegue produzir bandas tão incríveis que unem técnica à total falta de padrões musicais comuns, músicas que não tem refrões que sejam assimilados facilmente e algumas faixas com menos de um minuto consegue ser tão bom?!; Sem dúvida o Grindcore não é para o ouvinte comum , e se você se enquadra nessa descrição, saiba que o estilo ganhou mais um grande trabalho: Deformed By Law do Expurgo, que consegue ser muito mais do que o já citado. 




O Expurgo faz parte do nosso seleto time de bandas de grind como Are you God?, Desalmado, Facada e outras bandas que seriam demais para citar aqui. A banda se formou em 2001 na região de Belo Horizonte/MG. Sua discografia apresenta nada mais nada menos do que 15 registros entre EPs e um full-length, intitulado ''Burial Ground'' (2010).

Nesse novo registro, a banda mostrou que evoluiu ainda mais dentro da sua proposta, as guitarras estão mais nítidas e ao mesmo tempo mais cortantes. Também é válido dizer que a ''cozinha'' está mais veloz do que nunca. 

As principais temáticas abordadas nas músicas da banda são sobre: humanidade, conflitos, e horror, que por sinal, são excelentes temas para se escrever sobre, e que também são abordados por diversas bandas do estilo. Ao longo destes dezessete anos de carreira, a banda já lançou o total de 15 registros, sendo eles, doze Split's, uma compilação, e dois full-lenghts.

Me pergunto como apontar um destaque em meio de 27 músicas (algo bem normal para um CD de grind), porém não deixa de impressionar o andamento quebrado ''Atmosphere Of Horror'', a ''Xenon Pieces Swallowed'' que foi escolhida para ser o primeiro vídeo-clipe, ''Discurso Do Cadafalso” (que tem uma letra em português, mas que provavelmente passará despercebido aos seus ouvidos), ''Sadistic Executioner”, “Harmless Scares” entre todas as outras. Sabe a sensação de terra devastada após um holocausto nuclear? Pois bem, esse é o efeito que esse trabalho vai causar  em seu cérebro.

Ouça até apodrecer..


FORMAÇÃO
Egon - vocal
Philipe - guitarra e vocal
Sérgio W. Vilhena - baixo
Anderson - bateria

ACOMPANHE O EXPURGO

TRACKLIST
1. Silence
2. Victimized
3. Inhale Radiation Fumes
4. Carnivorous Eyes
5. Dead as Fuck
6. Xenon Pieces Swallowed
7. Interlude
8. The Taste Of Human Toxicity
9. Discurso Do Cadafalso
10. Nasty Gut Feast
11. Classic Utopia Of a Junkie Ambience
12. All Substances Are Toxic Under The Right Conditions
13. Habemus Cannis
14. Deviled Mind
15. Morgue Despair
16. Lungs Decay
17. Devil Variation
18. Sadistic Executioner
19. Harmless Scares
20. Agateophobia
21. Atmosphere Of Horror
22. Deploring Connections
23. Global Suppuration
24. Grey Waste III - Malebolge
25. Walk Among The Dead
26. On The Edge
27. Obsolescence



Dall: "Renascer" marca literalmente o renascimento da banda gaúcha

A natureza funciona por ciclos,
tudo vai e volta, como um eterno pulsar,
uma eterna respiração, uma eterna mudança.
Isso tudo pra chegar a que lugar senão,
aonde transborda o coração e a mente?

"Se das cinzas renasce a phoenix
é a natureza que a conspira a se aperfeiçoar"



Acreditando que todas as coisas passam por fases, eras, ciclos, períodos e que cada uma dessas fases tem suas alegrias e tristezas, porém, fundamentalmente tem seus aprendizados, que tudo muda e, talvez, de certa forma renasce. Com nova formação, novas ideias e novas aspirações, a banda Dall acredita nisso.

A Dall fica feliz em anunciar que o lançamento de sua nova música e também videoclipe Renascer, acontecerá no próximo sábado (22) nas melhores plataformas digitais e também no YouTube.

Também acontecerá a Premiere do clipe ao vivo nesta data, no Pier X, no Iguatemi de Porto Alegre, ás 19h. Todos estão convidados e a entrada é franca. Será exibido o clipe em um telão e rolará uma apresentação com a nova cara da Dall. Quem não puder comparecer, a apresentação será transmitida ao vivo nas redes sociais oficias da banda.

DALL - Renascer
Música produzida, mixada e masterizada pelo nosso baixista/tecladista/vocalista/samplerista/produtorista/guitarrista maravilhoso Neni Hx
Produção do clipe: Franciele Arnold
Atuação: Maia Jordan, Roberta Jorge e DALL
DALL é: Charlie Graeff, Rodolfo Deon e Neni Hx


Final Disaster: gravado o videoclipe de “The Dark Passenger”

O Final Disaster está finalizando o videoclipe da música “The Dark Passenger”, que faz parte de seu EP de estreia, “The Darkest Path”. A direção é de Thiago Almeida e logo será divulgado um teaser do vídeo. O clipe será lançado até novembro.



Recentemente o Final Disaster participou do programa É Noize da AllTV, no quadro “Sessions”, onde tocaram algumas de suas músicas. O É Noize é apresentado por Paulinho Heavy, lenda dos anos 80, que apresentava o Som Pop. Assista, aqui:



A banda também estará participando do segundo volume de um CD tributo ao Helloween, “Helloween Braziian Tribute Part II” – mais detalhes serão revelados em breve.

O Final Disaster deve anunciar novidades muito em breve!

A formação do Final Disaster traz Kito Vallim (vocal), Laura Giorgi (vocal), Daniel Crivello (guitarra), Rodrigo Alves (guitarra), Felipe KBÇA (baixo) e Bruno Garcia (bateria).

Acompanhe o Final Disaster em seus canais oficiais:

Rock Meeting: faça agora mesmo o download do "Collection Six"

A Rock Meeting completa mais um ano. Coloca mais um tijolo no seu degrau. Sempre atribuímos as nossas atividades em prol do Metal feito no Nordeste, apoiando esta cena importantíssima, por vezes sacrificada pela logística, e muito desejada para quem só ouve falar.



O Nordeste é um celeiro impressionante de estilos, cultura, inspirações e diversidade musical sem fim. Para a edição número seis da coletânea anual, trazemos representantes dos nove estados da região. É um orgulho imenso que não cabe nesse apanhado de bandas.

São 21 bandas para seu deleite. Todas contam sua história, abraçando, levando o seu nome e o Nordeste nas costas.

Participam desta coletânea as bandas: Alchimist, Angel's Fire, Decomposed God, Decomposing, Im The Storm, Infested Blood, Korvak, Malkuth, Megahertz, Natural Hate, Necro, Obskure, Sanctifier, Siege of Hate, Son of a Witch, Still Living, Suffocation of Soul, Tanatron, Tchandala, Torturizer e Warcursed.

Para edição de 2018, contamos com a participação do designer Jonathan Canuto que desenvolveu a parte gráfica desta coletânea.

Rock Meeting Collection Six está aí para ser ouvida, conhecida e disseminada. Quem tem ouvido, ouça. E quem tem mídia social, compartilhe. Eles merecem!

Clique aqui para fazer o download.

Fonte: Rock Meeting

Legacy Of Kain: extensa tour anunciada para os meses finais de 2018 e início de 2019

Após a consolidação de sua formação, a banda curitibana Legacy Of Kain (Groove/Thrash Metal) vem a público para divulgar a lista de suas apresentações para o final deste ano e princípio do ano que vem.



Serão 27 datas nos meses de outubro, novembro, janeiro, abril e maio (algumas delas juntamente com a banda Krucipha) passando pelo seu estado natal, assim como cidades de Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul e países como Bolívia e Peru.

Um novo álbum já está em produção para servir de suporte a turnê. Músicas como "O Trono" e "Dias Piores" já estão sendo usadas nos shows da banda e a resposta do público tem sido muito boa, o que só vem a motivar a banda a entregar algo de esmero e qualidade a todos. 

Para ajudar a cumprir os compromissos já estabelecidos (tnto quanto shows como a gravação do novo disco), a banda contará com a ajuda de Ozéias Rodrigues (Stauros, ex Doomsday Hymn e 7th Symphony).

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Legacy Of Kain é:
Markos Franzmann - vocal
Karim Serri - guitarra
Tiago Rodrigues - bateria
 

"I.N.V.E.R.S.O." - Full album



Lyric video 'DF'



Lyric video 'Inverso'



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Spotify: goo.gl/dRpN6s
Deezer: goo.gl/REyWv1
iTunes: goo.gl/ocgVpf
Soundcloud: goo.gl/xvD7ZW
GooglePlay: goo.gl/qU7p3v

Fonte: Lex Metalis Assessoria

Resenha: Dark Victory Day - Obscurity Vision (2017)

Obscuro, brutal e criativo. Nunca consegui digerir muito bem o Black Metal, e sinceramente, tinha (e muitas vezes ainda tenho) um pé atrás com o Death Metal, confesso que não é algo que ouço muito e quando tiro para ouvir é pelo fato de uma banda ter me chamado a atenção, é o caso da Obscurity Vision.




Já começa pela forma da entrega do material, deixo claro minha admiração pelos irmãos Luiz Rodriguez e João Rodriguez. Em um desses encontros "de bailinho headbanger", o Luiz veio me cumprimentar, como bons amigos tivemos uma conversa bacana e do nada para minha surpresa, o mesmo me entrega um disco afirmando que eu merecia tal presente e disse que ficaria feliz se eu ouvisse e opinasse em uma futura resenha, ou melhor, nessa resenha. Primeiro grande ponto forte da banda, humildade e simpatia. 

Quando tenho que ouvir uma vertente na qual tenho medo de opinar, por não ouvir tanto, eu me desligo do mundo, coloco o disco no som e abro uma cerveja, degusto ambos com muita vontade (as vezes mais a cerveja), mas nesse caso, consegui sugar toda a sonoridade brutal e massacrante que a Obscurity Vision apresentou.

Cientes que a produção foi no estúdio "A Todo Volume", estúdio do guitarra e um dos cabeças da banda, Luiz Rodriguez. Porém, faltou um pouco de atenção nos volumes que alternaram um pouco dentro do disco. Em alguns casos a bateria cobriu todo o vocal e em outros casos o inverso aconteceu. Porém, destaco a qualidade das guitarras em todo o CD, pois, o jogo de riffs e o duelo de guitarras foram bem cruciais para que o trabalho obtivesse um resultado impressionante.

Após uma critica sobre a produção, quero destacar (também) a garra e força de vontade da banda, além de ser uma das pouquíssimas bandas de Black / Death Metal da região, investem no lema "faça você mesmo" e trazem um disco que está sendo distribuido nacionalmente pelos quatro cantos do país, totalmente produzido por sua conta e nunca desistiram de seus objetivos.


FORMAÇÃO
Luiz Rodriguez – guitarra
João Rodriguez – guitarra
Rafael Vicente – vocal
Luiz Trentin – bateria

TRACKLIST
01) JE.RAE (Intro)
02) Living A Suicidal Dream
03) Obscurity Creation
04) Benefit Of Evil
05) Dark Victory Day
06) Apodrecendo
07) Slow Agony
08) I Can See
09) The Silence Is Painful
10) Sick Minds
11) Violência
12) Black Funeral
13) Dark Truth (Storm Prelude)

Topfive: cinco bandas para ouvir neste final de semana #94

Hail Headbangers! Aqui estamos para mais um Topfive feito para atualizar (ou seria aterrorizar) sua playlist com bandas do nosso Underground, sendo que indiquei aqui uma banda de cada subgênero do Metal Extremo, o que só comprova o fato do Brasil ser um celeiro da Extremidade.




01) Adrammelech - Black Metal - SC

Banda que tem na sua formação membros da Diabolical Funeral a banda atende por um black Metal bastante,influenciado pela velha escola que ao contrario da Diabolical apresenta suas letras em inglês como é possível identificar no trabalho "Cold Fire Ritual".



02) Baixo Calão - Grindcore - PA

Fazendo Grindcore desde 1996 no estado do Pará com um começo mais voltado para o Hardcore porém depois de mudar de formação a banda caiu para o grind, entre as conquistas principais da banda destaca se a participação nas coletâneas “Desgraçacore” e “Burning in the Cross” sendo que em 2008 lançaram seu álbum de estreia tu crias, recentemente a banda dividiu um split com Chikara da Bósnia e Masis.




03) Exorcismo - Thrash Metal - PE

Ouvir essa banda foi amor a primeira audição, tanto é que resenhei o trabalho deles (Exorcise and Steal) para o Underground Extremo, a banda apresenta um Thrash Metal totalmente old school com direito a mudança de tempo, refrões para cantar junto e palhetadas nervosas, grave esse nome porque exorcismo tem tudo para ser uma grande revelação do metal nacional nos próximos anos. 



04) Land of Tears - Death Metal - RJ

Formada no ano de 2000 no Rio de janeiro vindo das cinzas da banda Apochryphon. Sendo que a busca pela constante evolução fez com que surgisse a Land of Tears. Com uma sonoridade difícil de definir pois a banda transita entre os momentos mais agressivos do Death Metal para melodias marcantes do Doom metal sendo que seu ultimo full lenght The Ancient Ages of Mankind” provam a rica sonoridade dessa horda. 




05) Moonmath - Gothic - Doom Metal - RS

Desde que foi formada em 2015 a Moonmath vem agregando conquistas, entre elas é possível destacar a abertura do show do Kadavar e o primeiro lugar do Fone Music Festival com a musica "Words To Deliverance”. Méritos para isso eles tem de sobra e isso e presente no seu trabalho de estreia "The Whisper's Hand", com uma mistura entre Gotthic e Doom Metal criando uma atmosfera bem densa.



Cannibal Corpse + Napalm Death: 7 grandes álbuns das duas bandas


Por: David Torres

O álbum de estreia do Cannibal Corpse é aquele debut simples, sujo, brutal e direto ao ponto. Trazendo composições como "Shredded Humans", "Edible Autopsy", "Scattered Remains, Splattered Brains", "Born in a Casket", "Buried in the Backyard" e o hino "A Skull Full of Maggots", "Eaten Back to Life" introduziu os mestres do Gore ao cenário Death Metal emergente no início dos anos 90. O resto, como dizem, é história!




Nesse sábado (15), os veteranos estadunidenses do Death Metal do Cannibal Corpse e os pioneiros ingleses do Grindcore do Napalm Death retornarão a São Paulo para uma noite regada a mais pura pancadaria e som extremo. Para entrar no clima desse evento imperdível, selecionamos 7 álbuns matadores e indispensáveis de ambas as bandas. Ressaltamos que os trabalhos escolhidos foram listados por ano de lançamento e não são necessariamente os melhores de cada banda, porém são discos que representam muito bem as carreiras dessas duas lendas da música extrema. Esperamos que apreciem! 

- Cannibal Corpse:


"Eaten Back to Life" (1990)

Metal Blade Records


O álbum de estreia do Cannibal Corpse é aquele debut simples, sujo, brutal e direto ao ponto. Trazendo composições como "Shredded Humans", "Edible Autopsy", "Scattered Remains, Splattered Brains", "Born in a Casket", "Buried in the Backyard" e o hino "A Skull Full of Maggots", "Eaten Back to Life" introduziu os mestres do Gore ao cenário Death Metal emergente no início dos anos 90. O resto, como dizem, é história!

Também é importante dizer que Francis M. Howard (Opprobium) e Glen Benton (Deicide, ex-Vital Remains) emprestam suas vozes cavernosas em duas faixas. Ambos urram em "Mangled" e Benton ainda colabora na clássica "A Skull Full of Maggots". Por fim, não podemos deixar de mencionar a arte de capa desenvolvida por Vincent Locke, artista responsável por conceber trabalhos para quadrinhos do Batman e The Sandman. Locke se tornaria uma peça fundamental para o CC, ilustrando todas as artes de capas dos registros da banda. Pra finalizar, essa grandiosa obra malevolente ainda possui o aclamado Scott Burns (Sepultura, Terrorizer, Obituary) na produção, cargo na qual ocuparia nos cinco primeiros álbuns do grupo.

"Butchered at Birth" (1991)

Metal Blade Records

Resultado de imagem para Butchered at BirthAinda mais agressivo e visceral que o disco anterior, "Butchered at Birth" dilacera por completo os tímpanos do ouvinte com rolos compressores como "Meat Hook Sodomy", "Gutted", "Under the Rotted Flesh", "Covered with Sores" e "Vomit the Soul", outra faixa que possui Glen Benton como convidado especial nos backing vocals. Nunca há tempo para descansar, cada composição soa como lâminas afiadíssimas e que jamais deixam qualquer resto mortal intacto. Impossível também deixar de falar a respeito da icônica e bizarra ilustração de capa, arte que foi censurada na época de lançamento, assim como outras da banda, conforme falarei a seguir. 

"Tomb of the Mutilated" (1992)

Metal Blade Records

Resultado de imagem para Tomb of the MutilatedMuito conhecido devido a sua infame e marcante arte de capa que ilustra cadávares praticando sexo oral, "Tomb of the Mutilated" é outro trabalho da banda que prova que os caras realmente não tinham limites para a sua temática hedionda e sangrenta. Não é a toa que uma capa alternativa foi lançada na ocasião de seu lançamento. "Hammer Smashed Face" e "I Cum Blood" são legítimos hinos do CC, enquanto "Addicted to Vaginal Skin", "Necropedophile" e "Entrails Ripped from a Virgin's Cunt" são outros grande exemplos de composições completamente vis. 


"The Bleeding" (1994)

Metal Blade Records

Resultado de imagem para The BleedingEsse é o último trabalho da banda com seu vocalista original, Chris Barnes (Six Feet Under, ex-Torture Killer). "The Bleeding" reúne composições ainda mais diversificadas entre si, alternando entre momentos frenéticos com outros mais cadenciados. A trinca "Staring Through the Eyes of the Dead", "Fucked with a Knife" e "Stripped, Raped and Strangled" se tornou obrigatória nas apresentações ao vivo, enquanto outras faixas, como "The Pick-Axe Murders", "She Was Asking for It", "Force Fed Broken Glass" e "An Experiment in Homicide" também são outros grandes destaques da obra. Ah e claro, a arte de capa, embora não seja tão brutal e muito menos obscena como a anterior, foi novamente censurada.

"Vile" (1996)

Metal Blade Records

Resultado de imagem para Vile cannibalEis aqui o primeiro álbum do grupo com George "Corpsegrinder" Fisher (ex-Monstrosity, Paths of Possession, Serpentine Dominion) assumindo os vocais! "Vile" não apenas faz juz a seu título ("Vil", em português), como também agrada em cheio os ouvintes graças a desgraceiras arrebatadoras como "Mummified in Barbed Wire", "Perverse Suffering", "Disfigured", "Bloodlands", "Monolith" e principalmente "Devoured by Vermin", composição que já estava sendo desenvolvida ainda com Chris Barnes na banda e inevitavelmente se tornou o primeiro grande clássico da era "Corpsegrinder". Esse também é o segundo material do grupo com o guitarrista Pat O'Brien (ex-Nevermore).

"Bloodthirst" (1998)

Metal Blade Records

Resultado de imagem para BloodthirstProduzido por Colin Richardson (Bolt Thrower, Carcass), esse terceiro álbum com "Corpsegrinder" nos vocais é um esquartejamento sonoro muito bem construído. A arrasa-quarteirão "Pounded into Dust" dá início ao trabalho com toda a insanidade que o disco necessita. Por outro lado, "Dead Human Collection", "Unleashing the Bloodthirsty", "The Spine Splitter" e "Blowtorch Slaughter" também são outras facadas nos tímpanos desavisados. Uma pedrada daquelas, sem mais!



"Torture" (2012)

Metal Blade Records

Resultado de imagem para torture cannibal"Torture" é o décimo segundo álbum de estúdio desses mestres do Death Metal e dessa vez, tem sua produção assinada por Erik Rutan (Hate Eternal, ex-Morbid Angel, ex-Ripping Corpse). Rutan já havia produzido os dois discos anteriores a esse, bem como também produziu o último álbum de estúdio da banda, "Red Before Black" (2017) e mais uma vez, realizou um trabalho primoroso, deixando o som das composições na medida certa, equilibrando a sujeira e a qualidade da gravação com sabedoria. Tente sobreviver ao massacre proporcionado por "Demented Aggression", "Scourge of Iron", "Encased in Concrete", "As Deep as the Knife Will Go", "Intestinal Crank", bem como "The Strangulation Chair", som devastador que possui um solo de baixo de Alex Webster capaz de deixar muitos de queixos caídos.

- Napalm Death:


"Scum" (1987)

Earache Records

Resultado de imagem para scum napalmLançado há 31 anos, o debut do Napalm Death é aquele tipo de disco cuja fama o precede. Contando com uma arte de capa ilustrada por Jeff Walker (Carcass, ex-Brujeria), essa desgraceira de pouco mais de meia hora de duração virou o mundo de cabeça pra baixo ao disseminar o Grindcore, sonoridade totalmente nova naquele período, fruto da fusão de Hardcore Punk, Metal Extremo e outros elementos. A bolacha é dividida em dois lados e duas formações. Falando de forma resumida, a primeira parte do disco tem uma pegada mais Punk e a segunda já é mais extrema e caótica. Ao todo, são 28 hinos da anti-música, dentre os quais podemos citar "Instinct of Survival", "The Kill", "Scum", "Caught... in a Dream", "Siege of Power", "Control", "Human Garbage", "Life?", "Success?", "Deceiver", "Divine Death","M.A.D." e claro, a infame "You Suffer". "Scum" é simplesmente um clássico atemporal e uma das muitas bíblias do gênero. 


"From Enslavement to Obliteration" (1988)

Earache Records

Resultado de imagem para From Enslavement to ObliterationApresentando uma arte de capa tão impactante e memorável quanto a de seu antecessor, cortesia do alemão Mark Sikora, "From Enslavement to Obliteration" é, assim como o debut, outra bíblia do Grindcore. Também é importante dizer que esse é o primeiro trabalho do ND com sua primeira formação clássica, encabeçada por Lee Dorrian (vocal), Bill Steer (guitarra), Shane Embury (baixo) e Mick Harris (bateria). Esse line up possui um entrosamento bárbaro e isso é mais que perceptível ao ouvirmos faixas como "Evolved as One", "It's a M.A.N.S. World!", cujo título é um tributo ao Crass, "Lucid Fairytale", "Retreat to Nowhere", "Social Sterility", "Practice What You Preach", "Inconceivable?", "Mentally Murdered" e claro, as obrigatórias "Unchallenged Hate" e "From Enslavement to Obliteration". Outra obra prima indispensável!


"Harmony Corruption" (1990)

Earache Records

Resultado de imagem para Harmony CorruptionMuitos fãs de Death Metal tem esse disco – ou o seu sucessor, "Utopia Banished" (1992) – como seu álbum favorito da banda. Falando sobre o álbum em si, há muitas coisas a serem ditas, porém tentarei ser breve em meus argumentos. Primeiramente, o baixista Shane Emburry e o baterista Mick Harris retornam e, trazendo sangue novo a banda, temos três monstros igualmente formidáveis: os guitarristas Jesse Pintado (1969 – 2006), ex-Terrorizer, ex-Lock Up, ex-Brujeria e Mitch Harris, do Righteous Pigs e ex-Meathook Seed e claro, o eterno "dinossauro do Grind", Mark "Barney" Greenway, ex-Benediction, ex-Extreme Noise Terror, assumindo os guturais. 

O resultado desse line up foi um novo direcionamento musical, algo que já estava sendo construído no EP "Mentally Murdered" (1989) e aqui foi consolidado com perfeição: um Deathgrind nervoso e pungente. Outra figura responsável pela pegada mais Death Metal do que Grind nessa obra foi o já mencionado produtor Scott Burns Não tem jeito, a produção desse sujeito é uma marca indelével e isso pode ser comprovado ao ouvirmos pedradas como "Vision Conquest", "If the Truth Be Known", "Malicious Intent", "Unfit Earth", que conta com dois convidados especiais, John Tardy (Obituary) e Glen Benton (Deicide) fazendo backing vocals e claro, "Suffer the Children", um dos maiores hinos da história do Deathgrind.

"Utopia Banished" (1992)

Earache Records

Resultado de imagem para Utopia Banished"Utopia Banished" é o último disco da fase clássica da banda e também o primeiro trabalho dos mestres do Grindcore com o criativo Danny Herrera (Venomous Concept) assumindo as baquetas no lugar do amalucado Mick Harris, que abandonou o barco por não aprovar o direcionamento musical que a banda estava tomando. Trazendo uma produção suja e ao mesmo muito orgânica de Colin Richardson (Fear Factory, Brutal Truth), esse disco possui uma pegada mais intensa e brusca, unindo a velocidade e a histeria visceral do Grindcore com o peso volumoso, a cadência e a precisão do Death Metal. Chequem faixas como "I Abstain", "Dementia Access", "Christening of the Blind", "Cause and Effect (Part II)", "Distorting the Medium", "Got Time to Kill", "Awake (To a Life of Misery)", além da clássica "The World Keeps Turning" e a experimental e ambiente "Contemptuous" e comprovem o que estou dizendo.

"Inside the Torn Apart" (1997)

Earache Records

Esse é certamente um dos pontos altos da chamada fase "experimental" da banda e sem dúvida alguma é um disco que merecia uma atenção maior. "Inside the Torn Apart" foi produzido e mixado por Colin Richardson (S.O.B., Machine Head, Overkill) em parceria de Andy Sneap (Accept, Lock Up, Exodus). Ao longo das doze faixas que compõem o trabalho, temos uma compilação bastante eficiente e coesa de músicas, que combinam muito peso, agressividade, groove intenso e envolvente, experimentalismos bem feitos e claro, velocidade nos momentos precisos. Destaque para a grudenta "Breed to Breathe", o grande clássico do álbum, bem como as cadenciadas "Birth in Regress", "Section" e "Indispose", a moderadamente rápida "Reflect on Conflict", além da excepcional e Old School "Lowpoint", um Deathgrind pra fazer qualquer um se matar no moshpit. 


"The Code Is Red... Long Live the Code" (2005)

Century Media

Resultado de imagem para The Code Is Red... Long Live the CodeEsse álbum poderia ser descrito como uma legítima hecatombe de Grindcore que novamente compila sabiamente o que a banda fez em seu passado monstruoso com o presente igualmente bem-sucedido. Nesse décimo primeiro álbum de estúdio, temos uma monstruosa arte de capa concebida por Mick Kenney (Anaal Nathrakh, Born to Murder the World) e a produção é assinada por Russ Russell (Claustrofobia, Brujeria, Evile, Venomous Concept), produtor inglês que se tornou um verdadeiro braço direito da banda desde "Enemy of the Music Business" (2000). Preparem suas mentes e ouvidos para desgraceiras como "Silence Is Deafening", "Right You Are", "Climate Controllers", além da épica faixa título. Destaque também para "Instruments of Persuasion" e "Sold Short", ambas com participação especial do vocalista Jamey Jasta (Hatebreed, Jasta) e "The Great and the Good", que possui o ilustre vocalista convidado Jello Biafra (ex-Dead Kennedys, Jello Biafra and the Guantanamo School of Medicine).

"Utilitarian" (2012)

Century Media

Resultado de imagem para Utilitarian napalm"Utilitarian" é outro baita álbum realizado pelos mestres da música feia e suja. Essa maravilha possui uma belíssima arte de capa desenvolvida pelo sueco Frode Sylthe (At the Gates, Heaven Shall Burn) e conta mais uma vez com Russ Russell no comando da produção. A respeito do conteúdo musical e desgovernado aqui presente, podemos destacar "Circumspect", a faixa que dá início ao trabalho e o faz da forma mais épica possível, bem como "Errors in the Signals", "Everyday Pox" e seu inusitado – e insano – solo de sax do músico especialmente convidado John Zorn, além de outros destaques, como "Protection Racket", "Quarantined", "Analysis Paralysis", "Fall on Their Swords", "Leper Colony" e claro, "The Wolf I Feed". Como podem ver, "Utilitarian" é outra coleção de pérolas esmagadoras da banda e cuja audição é monstruosamente impecável desde sua épica abertura até seu colérico encerramento.

E é isso, pessoal! Em breve rolará também um review das apresentações aqui em São Paulo dessas duas instituições da música extrema mundial, portanto fiquem ligados!
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