Topfive: cinco bandas para ouvir neste final de semana #120



Feriados religiosos, pascoa , uma data perfeita para o Topfive apresentar um pouco mais da cena Extrema nacional , então essa semana  você encontrará  Grind, Black , Death todas lindas melodias para ouvir e entrar no clima do coelhinho


1) Western Day: Grindcore /Hardcore - São Paulo /SP tendo o Napalm Death como influência primaria mas também bebendo de fontes do Hardcore o Western Day é uma porrada anti musical, não indicada para ouvidos sensíveis, formada atualmente por: Bruno (Guitarrista atual e ex-baixista) - Thiago (Vocalista) - Gabriel (Baterista)


2) Poluição Sonora Gratuita: Grindcore - Taubaté/SP  Acredito que o nome aqui é auto explicativo, as mais variadas formas de agredir os seus ouvidos são as influencias para essa banda paulista como a banda gosta de dizer se posicionando contra tudo e contra todos indo de Terrorizer a Ratos de Porão, P.S.G é destruidor 



3) Rotten Penetration: Splatter Death Metal- Bento Gonçalvez- RS  fundada no ano de 2002 por Aécio Valenti na cidade de Bento Gonçalves, Estado do Rio Grande do Sul - Brasil. Desde o ano de sua fundação a banda passou por várias mudanças em sua formação. Atualmente compõe o quadro de membros da banda: Aécio Valenti (baterista), Lucas Lazzarotto (vocalista), Vagner Capellaro (baixista) e Alex Correa (guitarrista). Para quem acompanha a cena podre sabe o quilate de trabalhos como: Horrorous State of Anatomical Decomposition e Pathologic Porn Gore Splatter



4) Regurgimentação Necrovaginal Sangrenta  Death Metal -Indaiatuba/SP eu já era fã dessa legião de carniceiros desde a demo porém agora que eles recrutaram para sua formação Mayara Undead       (que na minha opinião é uma das melhores vocalistas do Brasil ) é possível dizer que eles terão um salto ainda maior de qualidade, até termos um trabalho, com essa nova formação indico os singelos e românticos trabalhos como Contos de Impulsos Antropofágicos Mutilações Desmembramentos e Manifestações de Doenças Crônicas



5) Spiritual Hate Death Metal/Black -ABC Paulista/SP formada em 2007 a Spiritual Hate iniciou se como um projeto, e depois de estabilizr sua formação a horda começou a conquistar os redutos do Underground paulista principalmente por sua garra e ódio contra o moralismo cristão,e a coroação de tal conquista veio com Diabolical Dominium , um opus perfeito que tem hinos como: Awaiting Fucking Jesus e Behind the lies of God.


 

Metal com Batata: confira a programação do programa #72

PROGRAMA METAL COM BATATA 42


O Programa METAL COM BATATA deste sábado, 20 de abril, entrevistará os integrantes da banda gaúcha de Thrash Metal Hollow. A banda foi formada em 2006 na cidade de Garibaldi, Rio Grande do Sul, e possui seu direcionamento musical voltado para o Thrash Metal old School.


No primeiro bloco da entrevista, os integrantes da banda irão contar um pouco de sua história, mudanças na banda até a atual formação com três guitarristas, e a sua participação no Festival Rock in Drio em Carlos Barbosa, Serra Gaúcha. Além disso, será citado quanto a dificuldade da contratação de bandas autorais pelas casas de shows, que acabam priorizando por bandas covers.

No segundo bloco, os integrantes apresentarão as influências específicas de cada um, e as influências principais da banda. Citarão também como foi a participação da coletânea Roadie metal de 2015 e de um tributo oficial ao Sepultura apenas com músicas do período pós Max Cavalera.

No terceiro bloco da entrevista, os integrantes citarão sobre o lançamento e divulgação de seu segundo álbum denominado “downfall”, através de quais plataformas digitais os ouvintes poderão ouvir seu disco e como os interessados podem adquirir as camisetas e o novo cd da banda em formato físico.  Os integrantes também citarão sobre a arte de seus discos que foram criadas por nada mais nada menos que Marcelo Vasco, criador de capas de discos de várias bandas famosas como Soulfly, Slayer, Machine Head, Kreator, Dee Snider, etc... 


A banda Hollow possui como integrantes:

Renan Cauê Müller (guitarra e vocal)
Mauricio Zorrer (guitarra)
Vinicius Tieppo Zeni (guitarra)
Lucas Lussani (contrabaixo) 
Mauricio Steffani (bateria)
..........................................................................................................

O programa Metal com Batata vai ao ar na Mutante Radio e pode ser ouvido através do site da rádio www.mutanteradio.com às 23h59min deste sábado, 20 de abril de 2019!!! Não percam!!!! 

Resenha: Shadows Legacy - Lost Humanity (2018)

A banda Shadows Legacy é natural de Campo Grande/MS e praticam um Heavy Metal já tradicional e conhecido. A presente resenha é sobre o trabalho 'Lost Humanity' (2018). A formação da banda conta com Bruno Cardoso - vocal, Leandro Motta - guitarra, Max Batista - guitarra, Luciano Rivero - baixo e Augusto Morais - bateria


A primeira música 'Intro' é digna de um filme épico, além de possuir corais e orquestrações interessantes, a música é perfeita para abrir o álbum. 

Em seguida temos a faixa 'Sea Of Revenge' que possui belos riffs que casariam perfeitamente com alguma banda da cena do death metal melódico sueco, por isso eu estava esperando um vocal gutural, contudo, a surpresa de um vocal próximo de Bruce Dickinson e Dio me surpreendeu de forma positiva. Para mim é a melhor música do disco e a que soa mais diferente. 

As duas faixas seguintes 'Tough Ain't Enough' e 'Restless' são um clássico Heavy Metal tradicional, sem muito o que dizer sobre. Bons riffs, licks, cozinha e vocal. 

Um destaque para a faixa 'Minds Stalker' que se inicia com riffs e cozinha extremamente pesados e que vão te fazer balançar a cabeça imediatamente. Tem um clima bem interessante e é uma faixa extremamente poderosa. 

'Dystopian Reality' segue a mesma linha da faixa anterior e não tenho muitos comentários a fazer sobre. É uma faixa muito foda!

'Why?' é uma música com riffs mais cadenciados, mas que são perfeitos para banguear. Tem partes mais calmas, com guitarras limpas que criam um clima interessante. É uma "balada" bem interessante.

As três últimas faixas são ótimas para dar o direcionamento final do disco, que se encerra de forma positiva e demonstra que o Heavy Metal tradicional tem muito para mostrar ainda. 

A arte do álbum, produção e composições agradam bastante. Escutem! 

TRACKLIST
01) Intro
02) Sea Of Revenge
03) Tough Ain't Enough
04) Restless
05) The Final Act
06) Minds Stalker
07) Dystopian Reality
08) Why?
09) Block 11
10) Back On The Road
11) Prelude To The End

ACOMPANHE A SHADOWS LEGACY

Human Abomination: banda faz show no Barreiro Rock em Belo Horizonte


A Human Abomination é uma das representantes do Death Metal mineiro e fizeram um show mostrando toda sua força, garra, personalidade e atitude no Barreiro Rock em Belo Horizonte/MG. 


A banda está com um novo line-up: B.Empaliator - baixo, J. Godslayer - guitarra, M. Sadinekkropussy - vocal, A. Denigris - guitarra e Kolty - bateria. 

Confiram abaixo um breve vídeo de parte do show dos representantes do Death Metal mineiro: 


A banda está se preparando para entrar em estúdio para gravar seu EP intitulado 'Ensanguentando Até a Morte' ainda para esse ano.

ACOMPANHE A BANDA

Resenha: Land of Thousand Pleasures - Viletale (2018)

Banda de Blumenau, SC, trabalho de capa com arte sombria, correntes penduradas, nome da banda bem obscuro e clima de suspense. Artista está de parabéns. Já achei bacana que enquanto ouço o disco no YouTube o próprio vídeo vai passando a faixa que estou, letra da música e uma animação bem legal durante a execução.





Bom, vamos lá, a banda é formada por:




Bruno Jankauskas - guitarra e voz
Alan Ricardo - guitarra
Matheus Lunge - bateria
Filipe Oliveira - baixo



Participações especiais no disco:



Lucas Scaraveli (Zombie Cookbook) em  "Splatterhouse"
Michele Schade em "Hellish Blue"
José Fernando Metzger em "Hellish Blue"
Thiago Acantara (CWKNOT) em "Hellish Blue"


Começando o disco, Splatterhouse, intro bem escura com ruídos, movimentos, e entrada de uma música agressiva e não pude deixar de notar a presença extremamente ativa do baixo. O estilo da banda é um Death bem escuro bastante técnico. A música se desenrola de forma empolgante e gostei muito de como foram feitas as dobras de voz, um lance meio sobreposto, cheio de camadas que se conversam de forma quase dissonante trazendo uma sensação próxima do desconforto e dentro da proposta do som.

Faixa 2 - Santificada Seja a Carne - SIM, não é só o título não, esse som é em português mesmo! Surpresa bacana essa! Achei muito legal o jeito que as palavras foram encaixadas. Nosso idioma é ingrato demais para som pesado. A música é um pouco mais cadenciada, mais arrastada.

Seguindo - Overlord Murder - Novamente o baixo me chama a atenção com sua presença e peso! A música tem um riff de baixo super vívido e que conduz a música perfeitamente. A voz é bem marcante nessa faixa, dá pra berrar junto! No meio rolam uns gritos, uns lamentos, clima de terror total.

Faixa 4 - Preggophile - Peso, riffs, "punch" - receita dessa música! Tem até um momento mais seco com só bateria, depois a música volta, rola um solo dissonante com clima de relógio e caricato de terror. O momento dissonante rola por mais um tempo e depois a música volta com o mesmo clima, modificando a atmosfera toda. Depois a coisa começa a arrastar bem e vai até morrer mesmo. Interessante.

Glasgow Smile é uma música mais lenta mas não menos poderosa. Música mais longa até agora, 7 minutos e pouco, tem uma introdução bem agonizante e segue nesse clima, logo depois surge um tema mais groove, bem mais leve e adivinha quem marca presença? Sim o baixo!

Faixa 6 - R.A.W. - Sigla que em inglês significa "Crú" e que foi tirada de "Roasted Alla Westchester". A letra é algo bem dentro do propósito da banda e remete à algo retirado de um filme de horror. Decididamente fala sobre canibalismo e é bem traduzida para o instrumental.

Passando do meio do disco, Hellish Blue, mais uma pedrada na orelha com momentos de solo de voz e um vocal feminino lírico que achei surpreendente ter sido colocado ali. Seria totalmente atípico pensar numa voz feminina limpa e clara no meio da destruição do disco, mas ela está ali!

Esta faixa se chama Voiceless Beseech e é das longuinhas também, 7 minutos novamente e volta para o clima mais lento porém nem tão lento quanto foi da outra vez. Agora a velocidade vem em ondas e o peso se mantém. Achei bem interessante que perto do final tem um tipo de cenário com passos, coração batendo, conversas, sensação de pessoas, aceleração de coração, sinos de igreja, sons de facada, é bem perturbador e super cinematográfico.

Faixa 9 - Behold O´ Brotherhood - Música de quase 12 minutos de duração, perto do fim do cd. Eu achei que ela não pega tão pesado quanto as outras, tem uma pegada menos agressiva e mais ritmada, mais riffs que soam diferentes do restante do disco até agora. Ouso dizer que tem até uma pegada dos riffs Iron Maiden, aquela coisa mais marcante. Nem preciso dizer que o baixo brilha na música, né?

A próxima faixa é um cover de Goatpenis e se chama Captain Benjamin Willard. Goatpenis é uma banda veterana, também de Blumenau e o cover ficou bem bacana! Na minha opinião, o ideal de fazer o cover de banda vizinha foi sensacional. Apoio da cena, irmandade, amizade, tudo junto.

Última faixa é uma regravação de Vile, música que saiu no primeiro EP da banda, chamado Initiation. - É um som mais cru, porém não menos trabalhado. As duas faixas finais são um tipo de bônus e cumpriram super bem o papel. Viletale foi formada em 2016, seus temas líricos são voltados para o Horror, violência e H.P. Lovecraft.

Este é o primeiro disco full dos catarinenses depois de 3 Ep´s e 2 singles. O material soa bem em termos de peso e definição. As guitarras foram um pouco escondidas pelo baixo, mas acredito que a banda de fato prefere essa sonoridade e no final caiu muito bem para a proposta deles.

Eu gostei da temática e da execução, com certeza é um disco para se apreciar mais de uma vez.

Rock Sem Fome: terceira edição do evento acontecerá em Taquari/RS no próximo sábado (20)

Cidade de Taquari é conhecida por ter boas bandas, como principal temos a Dust Commando que sempre é notícia nos melhores sites relacionado a (boa) música no Brasil. 




Organizado por amigos e junto do Casulo Records, o terceiro evento do Rock Sem Fome está confirmado para dia 20 de Abril, próximo sábado. No cast, confirmado bandas que tem o verdadeiro intuito de ajudar os necessitados, assim como toda organização e apoiadores. 

O evento contará com bandas gaúchas, são elas: Boca Braba HC de Viamão, Infecto de Teutônia, Papiloma de Lajeado e as anfitriãs, Dust Commando, The Beardos e Kashmir. 

Um dos organizadores do evento, Robson Cardoso fala com orgulho: "Thiago Rabuske, Gabriel Lisboa, Anne Gonçalves, Ernesto Piovesan, J Lucas de Souza, Franciele Souza, Ana Mallmann, Amanda Cardoso, Marcos Porto e eu (Robson) somos a organização uma fusão Rock Consciência e Casullo Produtora. Eu sou grato por todos esses nossos irmãos e irmãs pela dedicação e empenho em ajudar nossos projetos sempre aqui em Taquari e região.Agradeço também a'O SubSolo e todos que sempre estão dispostos a nos ajudar a divulgar os nossos eventos."

Mais informações no evento no facebook: 

https://www.facebook.com/events/858868171122597/

CASULLO ENTREVISTOU ORGANIZADORES, ASSISTA:

AC/DC: banda está planejando turnê com Brian Johnson


Com Brian Johnson confirmando tacitamente que ele está voltando para o AC/DC no início do ano - após fotos dele em estúdio com a banda no último verão - uma turnê eventual com o line-up reunido parece inevitável. Agora a personalidade do metal na rádio Eddie Trunk está divulgando que ele tem informações de uma fonte confiável de que a banda está planejando uma turnê com Johnson, que está recuperado da perda de audição em 2016. 

Trunk também disse que o próximo álbum do AC/DC será um tributo ao guitarrista Malcom Young, que morreu em 2017. Foi anunciando anteriormente que o álbum vai ter algumas gravações de Malcom, algumas gravações de Cliff Williams que se aposentou em 2016. 

Vale a pena notar que fontes confiáveis disseram que o AC/DC continuaria a gravar e a fazer turnês com Axl Rose... então pegue todas essas coisas como um grão de sal e aguarde até que aconteçam. 

UFO: guitarrista e tecladista Paul Raymond morre aos 73 anos



Com o UFO voltando recentemente da última parte da turnê que ocorreu no Reino Unido, a banda recebeu a notícia de que o guitarrista e tecladista Paul Raymond morreu aos 73 anos. A morte do músico foi confirmada por sua parceira, Sandra, que postou a notícia na rede social. 

Sua mensagem pode ser lida abaixo:

''Oi para todos os fãs e pessoas que conheciam o Paul! Aqui é a Sandra, parceira de vida do Paul, que está falando: com desespero e coração quebrado, cheio de lágrimas e dores que parecem que vão me matar, eu preciso dizer que o meu mais bonito e amado Paul Raymond morreu hoje. Os médicos estavam tentando reanimá-lo e assim o fizeram com sucesso na primeira vez, mas então seu sistema desligou de novo e não havia mais nada que pudessem fazer por ele, ele morreu de ataque cardíaco. Ele absolutamente adorou as últimas semanas excursionando com o UFO no Reino Unido e Irlanda e ele estava animado para o resto desse ano de turnê. Essa foto foi tirada na última quarta feira, quando nós fizemos o check-out do nosso último hotel antes de voltarmos para a Alemanha! Eu sempre vou ama-lo e espero que você descanse em paz até que nós nos encontremos face a face no outro lado!!! Eu te amo muito Paul, Sandra''. 


Colega de banda de Raymond, Peter Way, também postou sobre a morte de Raymond em sua rede social. Sua declaração pode ser lida em seguida: 

"Eu acabei de saber da triste notícia da morte de Paul Raymond e não quero parecer que nós sempre fomos melhores amigos, mas eu estou completamente destruído por saber disso. Minhas sinceras condolências a sua família e particularmente a Sandra. Eu vou sentir sua falta, companheiro! Durma bem. Pete x''.


Metal com Batata: confira a programação do programa #71


MUTANTE RADIO  PROGRAMA 41


O Programa METAL COM BATATA deste sábado, 13 de abril, entrevistará os integrantes da banda Overthrash. A banda foi formada nos anos 80 na cidade de Baurú, São Paulo, época em que começava a surgir as primeiras bandas de Thrash Metal no mundo e no Brasil. Nesta época a banda angariou admiradores através de diversos shows realizados em festivais no interior paulista, incluindo apresentações antológicas ao lado de suas maiores influências – Dorsal Atlântica e Vulcano. A banda garantiu uma maior difusão e exposição em âmbito nacional após o lançamento de sue primeiro compacto “Reality in Black” lançado em 1991.


Na entrevista os integrantes da banda falarão um pouco sobre a história da banda desde seu início, além das principais alterações na formação da banda. E, como de costume no programa, serão apresentadas as influênicas da banda e de seus integrantes. 

A entrevista citará sobre vários assuntos, inclusive o lançamento do primeiro video-clipe que está em fase de gravação; comemoração de 30 anos do lançamento da primeira Demo com músicas antigas e com a composição de músicas novas; propostas de shows na Russia e na Republica Tcheca; além de citar como foi a criação do disco “Until death”, através de projeto coletivo. A banda também citará como adquirir seus discos, tanto a versão brasileira quanto a inglesa.


A banda Overthrash possui como integrantes:

Gilvá "P.A.D." Jr: bateria e vocal
Edmir Almeida: guitarra
Vitor Cavalcanti: guitarra
Jé Tarzia: baixo
O programa Metal com Batata vai ao ar na Mutante Radio e pode ser ouvido através do site da rádio www.mutanteradio.com às 23h59min deste sábado, 13 de abril de 2019, não perca!

#18 - De músico para músico: Caixa da banda, como administrar e usar?

É hora de falar de uma das coisas mais importantes (e essenciais) dentro de uma banda. O caixa. Uma das coisas que melhor precisa ser administrado e sempre com paciência e inteligência e por isso, hoje o "De músico para músico" fala sobre isso, confira:




Como proceder com entrada e saída de grana? Pode parecer engraçado que uma banda que gera uma receita na maioria das vezes pequena,  possa gerar problemas até maiores do que em algumas empresas.




Então a situação é uma banda pequena, que faz eventos regularmente e que ensaia semanalmente.




O número de integrantes não importa demais, mas o importante é que todos estão investindo por igual. Tudo dividido ali, na base da calculadora, certinho pra não dar problema!




Primeiro ponto: Montar uma planilha em qualquer aplicativo de qualquer plataforma com as entradas e saídas da banda.




Isso é vital em diversos níveis. Segue exemplo




Data/Motivo da saída/Valor da saída/Investimento do fulano/invest. do ciclano / invest do beltrano / data /motivo da entrada / pra onde a grana vai




Esse cabeçalho de planilha aí pode variar, mas nesse exemplo com uma fórmula básica de soma a banda pode ter em números claros quanto investiu, quanto gastou e exatamente quem e onde.




Feito isso, o problema inicial é: Quem será o caixa?  (se tiver líder, já sabe!)




Conta em banco pode ser muito útil mas também pode ser outro gasto, dependendo do tipo de conta aberta.




Vantagens: Controle, Recebimento mais sério, Recibos, aplicativo com informações.

Desvantagens: Custos, não ter o dinheiro na mão, burocracia, precisar ir até a agência para qualquer movimentação extra.



Ou, num cenário padrão, um dos integrantes é eleito para guardar o dinheiro.




Em qualquer situação, o controle precisa ser geral e não de quem controla a conta bancária ou o dinheiro vivo.




A administração desse dinheiro precisa ser diretamente conectada com a utilização dele. 




Vamos listar entradas e saídas:




ENTRADA 

- Show
- Venda de cd
- Venda de camiseta
- Venda de outro tipo de merchan
- Crowdfunding



SAÍDA

- Ensaio
- Estrada/Locomoção
- Merchan
- Estacionamento
- Gravações de áudio ou vídeo
- Fotografia
- Instrumentos que a banda se propõe a comprar



As possibilidades de gasto são infinitas, mas as de recebimento nem tanto.




A banda precisa ter consciência de que a entrada pode ser menor que a saída e que assim, o excedente deverá ser dividido.




Dicas:




- Evitar usar dinheiro de entrada para pagar ensaio. 

 É comum pagar ensaio mensalmente e isso vira rotina. Não misturar a grana de shows e afins pode fazer o dinheiro render mais.



- Não comprar cachaça com grana de show.

 Precisa mesmo explicar?



- Não envolver gastos pessoais com a banda.

 Esse é perigoso, mas quando acontece pode ser bem destrutivo.



- Ter controle das vendas é fundamental.

 Controlem exatamente cada venda, por menor que seja. Saiu produto? Marca na planilha!



Com isso sua banda deverá manter um dinheiro de entrada bem empregado, manter o fluxo de caixa com entradas e saídas consistentes e o melhor de tudo:Ter um pouco menos de gastos com dinheiro pessoal.




Sempre que um integrante entra ou sai, a questão financeira deverá ser conversada, explicada, mostrada e sempre manter às claras o que está acontecendo.




O controle não só ajuda numa situação de proposta como também para evitar uma futura desavença por conta de valores.




Bora faturar! 

Coletânea O SubSolo: conheça as bandas que estarão no Vol. 4

Colecionadores, fãs, mídias e músicos, anotem em suas agendas: a partir do dia 29 de abril a Coletânea O SubSolo #4 começará a ser distribuída para as mídias e estarão disponível com as bandas. O trabalho de divulgação são com cópias que serão disponibilizadas para as bandas e estarão também em nossas mãos para distribuição para mídias interessadas em obter o material para elaboração de conteúdo dedicado à coletânea.




A quarta edição trará 18 bandas dos mais distintos nichos do Metal. Confira abaixo a tracklist desse volume.



01) Medjay - Death in the House of Horus (MG)

02) 100 Dogmas - Resistência (SC)
03) Syn TZ - Held By The Cold (SC)
04) Dark New Farm - L.O.V.E (SC)
05) Lacuna - Verdade Nua e Crua (SP)
06) Muqueta Na Oreia - Samba de Maria (SP)
07) Brutalsick - Brutal Tension of War (PR)
08) Grim Reckoning - La Danse Macabre (RJ)
09) Octodemon - The Call (SP)
10) Timball - Aqui Não (SC)
11) AGP - Electric On The Farm (RJ)
12) Khorium - Idiocracia Tropical (RJ)
13) Dirty Swede - Eudaemonia (SP)
14) 80 Rock - Égo (MG)
15) Distrito Zero - Facínoras (feat. Siquieri) (SP)
16) OverMist - Land of The Dead (SP)
17) Death Chaos - Gushing Blood (PR)
18) Rest in Chaos - Ego Riser (SC)

Além das bandas e organização, o disco teve participação também do artista Romulo Dias (https://www.instagram.com/rdd.artwork), que contribuiu assinando a arte do trabalho. Para obter sua cópia, entre em contato conosco.



O SubSolo também está aberto para audições para o volume #5 da coletânea do portal. Para enviar sua música, utilize o e-mail coletanea@osubsolo.com

Entrevista: Karim Serri (Legacy of Kain)

Quase três anos de banda, dois discos e um terceiro à vésperas de lançar, turnê continental. Essa é a história da Legacy of Kain, banda curitibana que simplesmente não conhece a palavra "parar" e pensa apenas em seguir em frente, custe o que custar. Para contar mais sobre o atual momento dessa banda em constante ascensão tivemos a oportunidade de conversar com o guitarrista Karim Serri, que abre conosco e com você o livro de Cain e conta o desenvolver desse legado até os tempos atuais:





Prazer em ter a oportunidade de conversar com você, Karim, primeiro queria elogiar o material de divulgação da banda. Para nós da mídia, principalmente, é bem bacana receber tudo completo, com todas as informações e conteúdos necessários para poder conhecer a banda. Aproveito pra começar com algo que confesso que sempre me deixou curioso: quanto ao nome do grupo, qual a história por trás do "legado de Cain"?



Karim Serri: Valeu Vinicius. Mano, na verdade o mínimo que a gente pode fazer é entregar um material de divulgação organizado, eu acho isso meio básico. Imagino que vocês, assim como nós, tem mais o que fazer do que ficar caçando informações das bandas. Cara, já o lance do nome é que nós acreditamos que o que estamos vivendo nos dias de hoje nada mais é do que a herança que Cain nos deixou quando cometeu o assassinato contra seu irmão Abel, é uma herança de inveja, ganancia, egoísmo e ódio. Claro que em níveis diferentes dependendo da situação, mas hoje em dia ninguém mais respeita ninguém, “seja feita a minha vontade ...”.

E como a banda encontrou o som que deveria forjar esse legado? Essa mistura de doses descarregadas de peso e essas presenças melódicas fortes que casam inesperadamente bem no resultado final, qual foi a receita pra chegar nisso?



Karim: Bom, se você curtiu o INVERSO, tenho absoluta certeza que vai gostar ainda mais do Paralelo XI, pois esses elementos de peso e melodia estão muito presentes nesse novo disco. Na verdade não foi e não é nada pensado, quando eu componho eu deixo fluir, os riffs aparecem naturalmente e vão se interligando por inercia.

A Legacy apresenta também letras bem enfincadas nas causas sócio-políticas de nosso país. Acredito, inclusive, que o Brasil é um prato cheio pra esse tema. Já que mencionou o novo álbum, vão manter esse direcionamento temático para o Paralelo XI?



Karim: Com certeza, temos isso muito forte em nosso posicionamento. Acreditamos que temos a obrigação de criticar o que achamos que não funciona ou o que não é socialmente justo. Mas buscamos em todas ou quase todas as letras deixar um fio de esperança, apesar das criticas temos uma visão otimista da humanidade, acreditamos que podemos deixar uma mensagem positiva no final de cada uma dessas histórias. Não teria sentido nenhum viver se não tivéssemos a perspectiva de viver dias melhores. 

A primeira música anunciada de Paralelo XI dá nome ao novo disco, e é com letras em inglês, e mostrava influências de um Hard Core extremamente pesado em alguns momentos. De fato, criou um nó na cabeça, ainda mais sabendo que teremos a presença da ilustre Fernanda Lira (vocalista da Nervosa) em algumas faixas. Como estão as expectativas da Legacy pro disco e o que mais pode revelar pra nós sobre ele?



Karim: Cara, eu estou extremamente feliz e com uma enorme expectativa em relação ao Paralelo XI. Eu amo essas músicas, pode ser que ninguém mais goste mais eu gosto demais de quase todas elas, tem uma ou outra que são um pouco mais diferentes mas mesmo assim achamos que elas se encaixariam na proposta do disco e elas estarão presentes. Eu ja gravei quatro discos cheios de som autoral, esse é o de número 5 e acho que nunca fiz nada tão legal quanto o Paralelo XI. A Fernanda participou de uma faixa chamada "Split In Half", que conta uma história horrorosa ocorrida na Tribo dos Cinta Larga de RO/MS e ela cantou a parte que representa a tribo. Ficou lindo demais. Baita profissional.



Quais principais mudanças que a banda identifica em si daquela Legacy que começou em 2016 e a que está agora, prestes a lançar seu segundo álbum e com mais uma turnê continental na agenda?



Karim: É outra banda, as coisas andaram muito rápido para nós, e o amadurecimento esta apenas começando. O EP GRETA foi uma primeira experiência que fizemos para começar a moldar nosso som, dali veio o INVERSO, ainda uma mescla do que era o LOK no GRETA e como estava soando naquele momento. São 3 anos de banda e estamos lançando o segundo disco. Acho que Paralelo XI representa o que será o Legacy of Kain daqui em diante. Quem escutar esse disco vai perceber que achamos uma identidade, talvez nada que vá mudar os rumos do Heavy Metal hahaha mas tem identidade e personalidade, e tem a cara do Legacy of Kain.

Bom, queria aproveitar para recapitular um pedaço muito importante na história de vocês. Vejo que a Legacy já tem datas marcadas para turnê em promoção do vindouro álbum de vocês, mas me chama atenção é que vocês criaram um vínculo forte com a América Latina, como que foi que a tour de 2017, que passou por Bolívia, Chile, Paraguai e Peru, ocorreu? 



Karim: Bom, eu ja estou indo para minha quarta tour sul-americana. Fiz uma em 2004 com o Seven Angels, uma em 2015 com o Doomsday e essa de 2017 com o Legacy e agora em junho vamos de novo para promover o Paralelo XI. Na verdade é um lance que dá muito trabalho, a logística pela América do Sul é tenebrosa, complicada e exaustiva. Mas, a galera comparece, retribui e prestigia demais a gente e isso nos motiva a voltar, e como por aqui as coisas também andam muito complicadas em outros aspectos, como os custos altos, péssimos organizadores (claro que há exceções), temos um mercado com perspectiva quase 0 e um circuito inexistente. A gente tenta separar um tempo do nosso ano pra viajar e divulgar o disco fora do Brasil. Nossa esperança é que no ano que vem consigamos fazer uma tour na Europa.

Imagino que a repercussão por lá tenha sido realmente muito positiva, já que, como disse, vocês estão com mais datas confirmadas pela frente, por Peru e Bolívia. Como que vocês enxergam a cena Metal pelos países em que passaram? Quais as diferenças que vocês mais sentiram?



Karim: Repercussão ótima, tanto que essa segunda tour com o Legacy foi bem mais tranquila de organizar e os shows parece que serão melhores. A cena é igual em toda a America do Sul, você tem que ralar muito pra achar o contato certo e o cara certo pra fazer o rolê. Sempre dá pra fazer, só tem que ter paciência e garimpar certinho que você acaba chegando lá.

Teve algum momento em especial nessas turnês que foram uma motivação a mais pra desejar esse retorno à estes países?

Karim: Mano, pra mim particularmente cada show exitoso que a gente faz me motiva a querer voltar, mas acho que o legado disso tudo que estamos fazendo é uma das coisas mais importantes, não foi um nem dpos organizadores que ja me falaram que até o dia da nossa passagem estava “se aposentando” da cena e com a ida do LOK ganhou uma força extra, um motivo a mais para continuar. Em Santa Cruz de la Sierra, quando fui com o Doomsday em 2015 foi o primeiro show daquela produtora, casa lotada, mais de 300 pessoas, de lá pra cá eles ja levaram o Torture, Vader, Scepticflesh, Brujeria, Fleshgod entre outros. E sempre que falo com esse produtor ele faz questão de me deixar bem claro que foi a partir da nossa ida que ele tomou gosto pelo lance. Isso não tem nada que pague.

E para essa sequência de 2019, vocês comunicaram que estavam ainda tentando uma solução para o cargo de baixista da banda e como alternativa a Legacy optou por contar com baixista provisório que poderia, futuramente, se tornar membro integral da banda. Atualmente, a Legacy já está com um músico para essa vaga? E qual foi a principal dificuldade que acarretou nessas mudanças quanto ao responsável pelos graves da Legacy?



Karim: Infelizmente ainda não temos um cara fixo para o posto. Seguimos procurando. O mais difícil de conseguir um cara fixo é que temos muitos compromissos com a banda, muitos deles fora do país, são muitos finais de semana viajando e nem todo mundo pode fazer isso, ou é afim de fazer isso. Pra dificultar, a gente não ganha dinheiro com a banda, continuamos investindo, então pensa, o cara tem que ter um emprego flexível, tem que ter tempo, disposição, vontade de trampar e viajar e um mínimo de grana pra investir... eu sei que é bem difícil. 

Por fim, vocês acabaram de publicar um inusitado e surpreendente cover de "Get Lucky", do Daft Punk, com participação da Fernanda Lira. Afinal, de onde veio a ideia de pegar um hit pop e transformar numa demonstração de Metal Extremo Contemporâneo? Essa faixa vai estar no Paralelo XI?



Karim: Sim, essa faixa faz parte do Paralelo XI, mas somente nas plataformas digitais, ela não estará no disco físico. Cara, um dia tava dirigindo, e quando não estou trampando no estúdio ou com a banda, escuto muito outros tipos de música e nesse dia tava  escutando radio, aí tocou essa música e eu falei pra minha mulher "essa música dava um metalzão"... e fiz hahaha.



Karim, grande honra ter lhe entrevistado. Uma banda em constante evolução e que em pouco tempo como Legacy já conquistaram muita coisa e tem uma tendência a continuar conquistando sempre. Peço que deixem uma última palavra pro portal e pros leitores que nos acompanham e admiram o trabalho de vocês tanto quanto nós.



Karim: Só posso pedir pra galera continuar nos apoiando, comparecendo aos shows, mas principalmente que consumam nosso produto, que comprem merch, ouçam-nos no Spotify, Youtube, iTunes e etc, e estejam sempre em contato, cada mensagem que nos chega é um sopro a mais, cada real que vocês consomem do nosso merch, nos possibilita pensar e criar coisas novas, nunca se esqueçam que nós que somos pequenos fazemos tudo do nosso bolso, portanto a ajuda de vocês é fundamental para que possamos continuar.

QUADRO NEGRO - #13 Tim O'Hara, o Lillington fit


Vocês já ouviram uma banda pop punk chamada The Lillingtons? 

Não tenho certeza quanto a popularidade da banda aqui pelo Brasil, mas em termos de EUA e Europa, os caras estão sempre nos line-ups dos principais festivais de hardcore e punk rock, como Punk In Drublic, por exemplo. Formada em 1995, Lillingtons tem seis álbuns de estúdio e artes incríveis nos materiais de divulgação.



Não lembro mais como Tim O'Hara, o baterista, foi parar nos meus amigos do Facebook. Sei que um dia, vi O'Hara online e puxei um "não acredito que tenho um Lillington de amigo aqui". 

O'Hara pareceu ser bastante arrogante e fez lembrar de filmes de cowboy, que o ator principal (só me vem Clint Eastwood em mente) senta no balcão de um bar com um palito na boca, olha com desdém para o bartender que tem que adivinhar que ele quer um Scotch. Tive absoluta certeza que ele me odiou também.

A banda é de Wyoming e surpresa zero quando o Google revelou que o apelido do estado é "Cowboy State": relevei O'Hara e voltei a ouvir Death By Television, meu álbum favorito do Lillingtons - mesmo que ele fosse um Clint Eastwood punk, ainda valeria a pena ouvir esse álbum.


Mas ainda subindo e descendo na minha timeline, vi O'Hara começar uma pequena revolução: sua determinação com a sua perda de peso, que no começo parecia momentâneo, levou a uma grande parcela de seus amigos e fãs a ficarem cada vez mais interessados na sua mudança de vida e reeducação alimentar. 

Tim criou um grupo chamado Fit Fam United, público no Facebook, onde compartilha informações, dicas, fotos de antes e depois e criou uma corrente colaborativa para quem quer emagrecer, seja por saúde ou estética, e não sabe como começar ou não consegue manter-se focado. E ele, com acompanhamento de profissionais da área, já conseguiu eliminar mais de 23kg.

Se todo punk pensasse em fazer algo de estimulante para o coletivo, hein? 
E by the way, Tim O'Hara é uma pessoa incrível - a começar por essa iniciativa. 

Transformation Tuesday:
Antes & Depois
- foto cedida pelo próprio Tim -


 Have you ever heard a pop punk band called The Lillingtons?

I'm not sure about the band's popularity here in Brazil, but in terms of the US and Europe, they are always in the line-ups of major hardcore and punk rock festivals like Punk In Drublic, for example. Formed in 1995, Lillingtons has six studio albums and incredible arts in the publicity materials.

I no longer remember how Tim O'Hara, the drummer, became one of my Facebook friends. I know that one day I saw O'Hara online and started out with a "I can not believe I have a Lillington here".

O'Hara seemed to be quite arrogant and reminded of cowboy movies, which the lead actor (only comes Clint Eastwood in mind) sits on the counter of a bar with a toothpick in his mouth, looks with disdain at the bartender who has to guess that he wants a Scotch. I was absolutely sure he hated me too.

The band is from Wyoming and surprise zero when Google revealed that the state nickname is "Cowboy State": I relayed O'Hara and returned to listen to Death By Television, my favorite album of Lillingtons - even if he was a  punk Clint Eastwood, it would still be worth listening to this album.

But still, ups and downs on my timeline, I saw O'Hara start a small revolution: his determination with his weight loss, which at first seemed momentary, led to a large portion of his friends and fans becoming increasingly interested in their life change and food reeducation.

Tim has created a group called Fit Fam United, public on Facebook, where he shares information, tips, before and after photos and created a collaborative chain for those who want to lose weight, whether for health or aesthetics, and do not know how to start or can not keep up, if focused. And he, with accompaniment of professionals of the area, has already managed to eliminate more than 23kg.

If every punk thought of doing something stimulating for the collective, huh?
And by the way, Tim O'Hara is an incredible person - starting with this initiative.
Postagens mais antigas → Página inicial