16 agosto, 2017

Conheça: Mesfray (Fortaleza/CE)

Mesfray é uma banda brasileira de Rock Alternativo, fundada em Fortaleza/CE. 

Foi em 2013 que a Mesfray foi fundada, com influências do Punk como Blink 182, Green Day, Sum 41, New Found Glory e algo mais alternativo como McFly, Fall Out Boy, Red Hot Chili Peppers e Linkin Park.



Em 2014 o grupo lançou seu primeiro disco, intitulado "Third Class Heroes" contendo doze faixas. Infelizmente em 2015, foi anunciado um hiato por tempo indeterminado, que segundo os integrantes era algo crucial para refrescar a mente e talvez voltar mais forte, sendo que foi o que aconteceu. em 2016 a banda retornou as atividades, como nova formação, nova visão e descansados após a pausa.

Seu retorno acarretou em diversas mudanças, como já citado a formação passou a ser diferente, com isso, acarreta também uma nova filosofia, o que é natural com novas mentes no projeto. Os novos membros adicionaram pitadas de suas influências pessoais ao projeto, o que de uma nova cara e também ânimo aos integrantes que continuaram nessa jornada, tudo o que é feito com calma tem um propósito, aqui não seria diferente. Em 2017 a banda continua a divulgação do seu trabalho, participando de festivais locais e tentando levar sua música para o maior numero de pessoas possível. 



SIGA MESFRAY

Datavenia: álbum também disponível nos principais distribuidores de música digital




Além de sua versão física, ‘Welcome To The Underground’, primeiro trabalho do DATAVENIA também está disponível em formato digital nas principais plataformas da atualidade.

Para ouvir o elogiado disco, basta visitar sua plataforma de preferência e buscar a banda, ou se preferir, use um dos links:

iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/welcome-to-the-underground/id1125789350
Spotify: https://play.spotify.com/album/1WnCYItoUX4B0R88TqB2AA
Deezer: http://www.deezer.com/br/album/13390635
Playstore: https://goo.gl/JHfB7s

Quem preferir, o disco também está disponível para venda em formato físico com envio para todo Brasil. Basta entrar em contato com a banda por e-mail ou Facebook.

Lançado em 2016 o álbum ‘Welcome To The Underground’ foi gravado no Drumm Studio e mostra todo o poderio da banda gaúcha com técnica e musicalidade no tradicional Heavy Metal, ainda assim criando algo único e poderoso.

A banda anuncia que está disponível para shows por todo o território nacional. Com a bagagem e experiência dos músicos, sua apresentação é flexível de acordo com o tempo e espaço oferecido pelo contratante do show.

Produtores, casas de show e fãs interessados em levar o show do DATAVENIA, podem entrar em contato com o grupo:

(55) 99921-7628
dataveniabanda@gmail.com
https://www.facebook.com/dataveniabanda

Confira o videoclipe para a faixa-título:



Contato: dataveniabanda@gmail.com

Fonte: Metal Media

15 agosto, 2017

Conheça: Odysseya (Joinville/SC)

A Odysseya é uma banda de Heavy Metal melódico fundada em 2015, formada por: Victor Franco(guitarra), Vitor Vieira(baixo), Felipe da Silva(vocal), Vinicius Mira (guitarra), Henrique Dias(bateria). 




A banda unida começou a desenvolver sua identidade, aprimorando seu metal rápido, voraz, mas também com linhas melódicas remetendo à grandes bandas do gênero tais como: Angra, Helloween, Iron Maiden e Judas Priest. 

Durante o ano de 2016 a banda esteve dedicada no estúdio para a gravação de seu primeiro trabalho de estúdio o CD denominado "In Media Res". O disco conta a história em que os grandes criadores do mundo, os Mestres, ficaram irritados de como os seres humanos conseguiram destruir com seu próprio mundo, e assim, o grande líder dos Mestres, o Mestre do Tempo, vendo como a humanidade o suplicava, deu um tempo para que sua criação pudesse o provar que eles estavam errados, e que de certa forma provar que o mundo ainda pode ser salvo. 

O disco foi lançado em março de 2017, e fazendo uma prévia divulgação do disco, no ano passado a banda fez diversos shows em diversas cidades do país, sendo um dos mais importantes, o show em que a banda teve a honra em fazer a abertura para o Angra no Rio de Janeiro, um dos shows especiais da tour de 20 anos do disco Holy Land. 

Durante o ano de 2017 a Odysseya estará fazendo a divulgação do Ep fazendo um repertório especial contando com todas as faixas do disco e musicas inéditas que farão sequencia para este EP em um próximo álbum. *mais informações no Release em .pdf em anexo. 





SIGA ODYSSEYA


OUÇA MAIS TRABALHOS DA ODYSSEYA

14 agosto, 2017

Cobertura: Matinê From Hell 4 (Taliesyn Rock Bar)

Domingo (06), final de tarde na Ilha de Santa Catarina... Hora de começar a ficar deprimido com o encerramento do final de semana, certo? Errado. A Old School Rock Produções garantiu o fechamento com chave de ouro pra quem curte Metal de qualidade. O  Matinê From Hellevento que já está na sua quarta edição, tem reunido mensalmente os headbangers no clássico Taliesyn Rock Bar, que fica no centro da Ilha. Os responsáveis por garantir o sucesso desta quarta edição foram as bandas R.E.U.S, Eletromotriz e Skombrus.



A primeira banda a assumir o palco do imortal Taliesyn foi a R.E.U.S (Renegados, Excluídos, Ultrajantes e Sarcásticos), power trio de Florianópolis/SC que transita entre as vertentes do Metal. Eu já havia visto a R.E.U.S há uns meses, mas a minha percepção foi diferente dessa vez. É incrível como as letras, que são em português e trazem críticas em relação às contradições da nossa realidade, são cantadas com tanta intensidade e força. O show do grupo mostra o que há de melhor em termos de entrosamento e sintonia: riffs muito bem elaborados, baixo estalado e bateria frenética. Além disso, é muito lindo ver a banda se divertindo pra caramba, o que fica bem claro com as danças do Beltrão (baixista). O primeiro show já trouxe fortes indícios de que a noite seria incrível.


Foi a vez, então, da Eletromotriz de Garopaba/SC, formada por Misael Furtado (vocal), Luiz Eduardo (guitarra), Quira Lopes (baixo) e Sidinei (bateria), mostrar a que veio. A banda que mistura elementos do Rock e Metal com composições em português impressiona já a primeira vista: achei muito interessante a heterogeneidade de estilos dos integrantes da banda. O vocal do Misa é um ponto altíssimo da banda, assim como sua energia e disposição no palco, suando até a última gota. A sonoridade da banda deixa claras as suas influências (Pantera, Confronto, RxDxP, Project46) sem perder, em nenhum momento,  a originalidade. Foi a primeira vez que vi a banda ao vivo, antes disso apenas havia ouvido sua faixa "Serial Killer", cuja introdução, uma das partes mais importantes, na minha opinião, não deixa nada a desejar: a banda soube encaixar um excelente riff de baixo com uma entrada estratégica da guitarra, mais um "Hahaha" no vocal que dá outra cara à faixa. É uma excelente música do início ao fim, literalmente. Coloque o volume no máximo e aperte o play aqui embaixo.


E pra fechar esse rolê, a incrível Skombrus, de São José/SC, sobe ao palco. Apesar de curtir muito o som dos caras, eu nunca havia estado num show da banda. Formada por Luis Henrique (guitarra e vocal), Ronaldo (baixo), Luis (bateria) e Robson (guitarra), a Skombrus faz um Thrash Metal de muita qualidade e acaba de lançar seu debut album "Betrayal of the Breed" (não deixe de ouvi-lo na íntegra logo abaixo). Foi um encerramento à altura para um evento marcante. Do início ao fim, a Skombrus deixou os fãs de Thrash muito satisfeitos. Com direito até a participação especial do ex vocalista em uma das músicas, a banda cumpre ao vivo aquilo que promete em seu álbum:  a combinação de velocidade, peso e agressividade feita com muita maestria por esses caras.


O Matinê From Hell é uma iniciativa corajosa e louvável de Jhonatan do Amaral e este domingo também serviu para trazermos uma boa novidade: o O SubSolo agora é parceiro na divulgação e cobertura dos Matinê's (e o que mais for necessário pra que esse projeto se mantenha firme e forte). Isso tudo só é possível porque confiamos no evento e sabemos que está sendo pensado e realizado com muita seriedade. Portanto, fique ligado no blog! Logo teremos a divulgação da próxima edição em mais um domingo memorável. 

Gostaria de, mais uma vez, parabenizar a iniciativa do Jhonatan e agradecer imensamente quem tem aparecido nos domingos pra conferir as bandas autorais da nossa região, afinal, é só assim que a cena underground cresce e se consolida: com união.

ACOMPANHE AS BANDAS
R.E.U.S / ELETROMOTRIZ / SKOMBRUS

Devastação Sob Terror: Grindcore brasileiro invade as plataformas digitais

Vindo da cidade paulista de São José dos Campos, o DEVASTAÇÃO SOB TERROR anuncia que seu material está disponível agora também nas principais plataformas digitais do mercado mundial.


Os discos disponíveis são as Demos ‘Brutalidade e Intolerância’, ‘Campo Minado de Atos Covardes’ e o EP ‘Legado de Tortura e Escravidão’, mais recente trabalho do grupo, lançado em 2016.

Spotify: https://play.spotify.com/artist/4PpEoh9VWpeVNaR97UAWvQ
Google Play: https://goo.gl/i5BwBB
Deezer: http://www.deezer.com/br/artist/11689093

Do EP ‘Legado de Tortura e Escravidão’ foi retirado um lyric video para a faixa ‘Colapso Mental’, assista:



A banda está em estúdio preparando novo material e em breve irá nos apresentar novidades dos trabalhos que estão por vir. Conheça mais pelo link: www.facebook.com/devastacaosobterror

Contato: dstgrindcore@gmail.com

Sites Relacionados:
www.facebook.com/devastacaosobterror
www.metalmedia.com.br/dst

Fonte: Metal Media

13 agosto, 2017

Resenha: Leviatã - Exorddium (2017)

Tiro o chapéu para bandas que correm atrás de seus objetivos sem medir esforços. Hoje em dia é comum vermos o pessoal lançando discos com ajuda do financiamento coletivo, mas poucas pessoas sabem como realmente é árduo o trabalho por trás da organização desta ferramenta. Você tem que compartilhar todo dia nas redes sociais, ir de inbox em inbox, divulgar por todo canto que conseguir e até de boca a boca (que se a cidade abraçar a banda, tem tudo para dar certo). Mesmo que atingindo apenas 18% da meta estabelecida, o Exorddium não desistiu e conseguiu lançar seu novo disco, o Leviatã.




Certa vez já tinha ouvido o grupo, era alguma música do disco de 2013,por alguma indicação se não me falha a memória, lembro também de ter ficado perplexo ouvindo o trabalho, sim, ainda me assusto fácil com músicas nacionais com "padrões europeus", se é que me entendem, ah, não estou menosprezando a música nacional. Então posso dizer que estava ansioso para ouvir esse trabalho, quando chegou a minhas mãos, enviado pela Roadie Metal Assessoria. Logo nos primeiros minutos me surpreendi, a qualidade musical dos músicos se manteve intacta mesmo com a diferença dos anos dos lançamentos, porém terei que citar alguns adendos para novos trabalhos, vale ressaltar o que se pode melhorar, dando assim uma visão aos músicos.

Acredito que os vocais são muito trabalhados, mas de alguma forma, chega um ponto que achei abusivo, batendo todo tempo em uma mesma técnica, chega uma hora que se torna um pouco maçante. Salvo também alguns comentários sobre a produção do material, em certas ocasiões o instrumental some por trás das linhas vocais, o que causa um pouco de estranhamento no meu caso, não sei se é proposital. Fora esses dois leves descuidos que podem ser consertados e claro, não descaracterizam o trabalho do disco todo, tivemos boas execuções das guitarras e do baixo, riffs contagiantes com um bom Hard Rock com pitadas de Heavy Metal tradicional, músicas que contagiam e quase chegam a ter um pé dentro do Power Metal, instrumentais bem trabalhados, destaques para a dupla de guitarras, Fernando Amaral e Paulo César.

Vale ressaltar os meus parabéns para um trabalho autoral cantado em Português, sim, meus olhos (de certa forma ouvidos também, rs) brilham ainda ver bandas tocando um som de qualidade cantado em nossa língua pátria, isso para mim, não tem preço, só gera elogios e consigo sugar uma mensagem mais facilmente dessa forma - sim, sou péssimo em Inglês. - e então consigo até cantar junto e me divertir com o trabalho enquanto ouço para falar um pouco dele aqui. Levando em consideração os adendos que fiz, acredito que o trabalho da banda é bem evolutivo, os vocais são bons, mas precisa ser mais moderados, as linhas de bateria impecáveis, assim como o restante do instrumental, talvez só um pouco mais de atenção na produção, que ela sim, não tem como falhar tem que ser pontual.

TRACKLIST
01 - Oceano Das Almas Perdidas
02 - Leviatã
03 - Hail
04 - Irmãos No Metal
05 - Coração De Aço
06 - Brinde À Vida
07 - Filhos Da Noite
08 - Dama Das Sombras

FORMAÇÃO
Eduardo Bisnik - vocal
Paulo César - guitarra
Fernando Amaral - guitarra
Nícolas Cortelete - baixo

Jailson Douglas - bateria

SIGA EXORDDIUM
FACEBOOK / YOUTUBE

Material recebido pela Roadie Metal.

12 agosto, 2017

Topfive: cinco bandas para ouvir neste final de semana #43

E aí, galera d'O SubSolo?! Aqui estamos novamente para mais uma edição do TopFive, onde apresentamos ótimas sugestões de sons para você curtir durante o final de semana. Então, vamos ao que interessa:


1) Imperious Malevolence - Curitiba/PR



Na estrada desde 1995, Imperious Malevolence é reconhecida no Brasil e no exterior pela seriedade de seu trabalho. Esse trio apresenta o melhor do Death Metal, tendo lançado vários trabalhos desde o início da carreira, sempre com um ótimo padrão de qualidade musical. Confira abaixo essa porrada nos ouvidos!






2) Kretentor Attack - São Luís/MA

Kretentor Attack é uma banda maranhense de Metalcore, que vem se destacado pelo bom trabalho. Em seu EP "Condenado", eles apresentam 5 músicas velozes, enérgicas e pesadas, com letras em português. 





3) Médicos de Cuba - Curitiba/PR

Aquele Rock que te pega e te conquista de primeira. Médicos de Cuba é formada por quatro talentosos rapazes, com ótimas composições e clipes muito interessantes. Você não vai se arrepender de dar um play nesse som!





4) Skombrus - São José/SC

Thrash Metal sempre é uma boa pedida, ainda mais quando se trata de um Thrash feito com muita responsabilidade. Em abril desde ano, Skombrus lançou seu primeiro álbum "Batrayal of The Breed", mostrando ótima qualidade. Vamos bater cabeça? 



5) Decolle - Orleans/SC

Recentemente a banda Decolle lançou sua nova música "Nós Estamos Aqui". As melodias e letras compostas pela banda são sempre bem agradáveis, envolvendo seus ouvintes com muita facilidade. Quem curte um bom rock, está convidado a conhecer Decolle. 





Curtiu nossas indicações? Comente, compartilhe com seus amigos e volte sempre para ouvir mais som autoral com a gente!

10 agosto, 2017

Conheça: Sin Rejas (Florianópolis/SC)

Banda de Street Punk e Hardcore de Florianópolis/SC, a Sin Rejas é formada por Fernando (vocal), Jorge (guitarra), Vitor (guitarra), Pogo (baixo) e Gustavo Borges (bateria). A proposta da banda é compor canções de cunho social, discurso anarquista, incondicionalmente antifascista e contra o racismo.

Nenhum texto alternativo automático disponível.

Formado em 2003 na cidade de Novo Hamburgo/RS e, desde 2007, residente na Ilha de Santa Catarina, o grupo surge em meio às fábricas de calçado e a militância de esquerda. Por este motivo, uma das características da banda é a de sempre proferir discursos antirracistas, antifascistas, contra homofobia, xenofobia, fazendo um alerta contra o sionismo (fascismo-judeu) e pela liberação animal. 

Sin Rejas, tem um único álbum "Faça a sua revolução", gravado entre 2014 e 2015, que conta com a participação de vários membros de bandas que fizeram parte da sua caminhada. Ouça uma das faixas:

As principais influências da Sin Rejas são Non Servium, Oi! The Arrise, Kaos Urbano, Ultimo Asalto, Sick Terror, Migra Violenta, Riistetyt, Kaaos, Kaos64, Olho Seco, Cripple Bastards, Extreme Noise Terror, The Casualties, Rasta Knast, Cólera e Confronto. Além disso, é muito importante ressaltar que a banda já dividiu palco com bandas de todo o Brasil e também do mundo, como Riistetyt e Rattus da Finlândia, Los Fastidios da Itália, Krisiun, Ratos De Porão, Gritando HC, Confronto e Surra.

ACOMPANHE A SIN REJAS

Vida de Batera - #01

Nenhuma função na banda é fácil, mas tem uma que as vezes é a mais exigida de todas, o baterista. Desmontar tudo, carregar tudo, montar tudo, ter o tempo certeiro, comandar as chamadas, tudo isso faz parte do dia a dia desse músico. O "Vida de Batera"nasceu em parceria com o Cultura em Peso, porém, agora estará na nossa grade de colunas e para essa primeira, trazemos em um formato diferenciado com depoimentos de bateristas que se disponibilizaram a tirar um tempinho do seu dia para nos enviar algumas palavras, confira:



Eu diria que pra mim ser baterista está no meu sangue, no meu DNA. Vim de família de músicos (meu pai tocava em banda de baile por toda a vida dele, e ainda trabalha com sonorização, minhas irmãs também foram cantoras, cunhado, etc), e tendo um ensaio completo no porão da minha casa desde que nasci, não tinha como eu não criar paixão pela música. E tendo ali todos os instrumentos a disposição, o que mais me chamava a atenção desde pequeno sempre foi a bateria (que naquela época já era grande). Desde muito cedo tocava (ou tentava), tanto que ganhei uma mini bateria aos 7 anos, e de lá para cá, essa paixão só aumenta a cada dia. Tocar bateria faz parte de mim, não me imagino vivendo sem estar tocando. Ser baterista faz parte do que fui, do que sou e do que sempre serei! (Gustavo dos Anjos - Cherry Ramona)

Muito glorificante e também difícil, pois além de ficar no fundo do palco e aparecer quase nada em shows, a aparelhagem é a mais cara da banda, normalmente. Porém, tem as coisas boas, onde o baterista é o cara que leva a energia para a banda, e mantem o pique do show. Ou seja, é indispensável um bom baterista para ser ter uma boa banda. Além de tudo isso, ainda alivia a tensão do dia a dia. Acho um instrumento renovador e enérgico. Sou viciado, desde os a infância, sendo que tive minha primeira bateria somente com 13 anos. (Rafael Ortolan - Pause Hardcore)


É trabalhoso ,estressante,e mesmo assim uma grande válvula de escape. Onde expresso e deixo um pouco do dia dia! Refugio da alma! (Bruno Cardoso - Fault Line)

Pra mim ser baterista é sentir que você controla o ponto mais básico e mais importante de uma música: O tempo. E ser "dono" de tal responsabilidade faz com que eu traga toda a paixão, técnica e até mesmo improviso pra dentro do instrumento e consequentemente pra toda música. É muito gratificante ser um baterista com pegada e ser reconhecido por isso, pois apesar de toda técnica e estudo por trás do tocar em si, a VONTADE de tocar deixar qualquer som melhor, evidente, e é com essa vontade e paixão que me torna um fanático por esse instrumento. Só lembrando aquele velho ditado: Uma banda é igual xadrez, o peões ficam na frente e o rei atrás. (Bruno Garcia - Final Disaster)

Cara no meu caso estar na bateria é mais fácil para sentir minha participação na música, embora eu toque outros instrumentos a bateria me entregou uma sensação musical única desde a primeira vez que eu toquei em uma. Na prática é mais complicado o caminho do baterista é geralmente o instrumento mais caro para se começar é necessário ter um local adequado para se praticar sem problemas e sempre o batera vai ser o último a sair do estúdio por estar guardando equipamento. Qualquer instrumento musical tem suas peculiaridades mas acho que a bateria te exige ser a música por completo e te obriga a dedicar teu corpo inteiro para fazer a música acontecer, por conta disso a depender do estilo que o batera vai se dedicar ele tem que saber que vai ter de se transformar em um atleta de alto desempenho. No final a bateria é um instrumento sem igual apaixonante que te seduz a cada olhar e te entrega uma experiência única com muita troca de energia. Vale muito a pena conhecer esse instrumento assim como descobrir a nossa música interior. (Henry Correia - All Seven Days)

Ser baterista é ser o "maestro" de um conjunto de harmonias, é dar um o tempo e o sentido pra música ali executada, assim como qualquer outro tipo de instrumento a bateria tem sua devida importância dentro da música e acredito que a bateria não seja instrumento pra qualquer um, não querendo se exaltar, mas é preciso dedicação e muito esforço, tem que dar o seu melhor, até porque a bateria é facilmente identificado dentro de uma música e qualquer erro pode ser fatal, isso é ser baterista, acima de tudo, assumir responsabilidades, chegar cedo no ensaio pra montar tudo, chegar cedo nos shows, ser o último a sair do palco, carregar coisa pra caralho e de qualquer gostar do que faz. (Mateus Porto - Análogo)

Baterista é aquele cara que tem que saber todos os instrumentos não só a bateria, é necessário ter tempo, feeling e o groove no sangue para ser um bom baterista. Tem que estudar todos os dias a infinidade de rudimentos e técnicas. esse é o cozinheiro da banda. (Kevin Saviski - Antítese)


Desde milhares de anos o tambor vem sendo usado em cerimônias e rituais para auxiliar nossa conexão com aquilo que consideramos divino, nossos ancestrais, nossas raízes, até mesmo indução a um estado de transe. Tocar bateria em uma banda rápida e pesada é algo muito espiritual para mim, me permite invocar meus demônios, liberta-los e assim doma-los. É um ritual que me transporta para um lugar onde o ritmo, melodia, harmonia, movimento dos braços, pernas, banguear de cabeça, tudo está conectado com presente, passado e futuro como uma coisa só. Ansiedades, tristezas, raiva, nada existe, só existe o agora, só existe a música. (Matthew Liles - In Soulitary)

Ser baterista pra mim é um dos motivos que me fazem querer acordar todo dia e dar meu melhor, é o que me mantém motivado, é também uma forma de me desligar do mundo e esquecer todos os problemas! É surreal sentar no kit e aprender coisas novas, aperfeiçoar o que já aprendi e perceber a evolução todos os dias. A música muda a vida das pessoas pra melhor, e assim como mudou a minha eu quero inspirar e encorajar outras pessoas a tocar também e sentir todas as coisas boas que eu sinto simplesmente pelo fato de ser um baterista! (Rafael Negreiros - Eutenia)

Ser baterista me faz sentir um cara muito realizado, pois tenho um amor pelo instrumento desde os meus 6 anos. Ao me sentar no banquinho da bateria, pegar as minhas baquetas e tocar, é como se eu apertasse um botão e apagasse naquele momento tudo o que não esteja relacionado a tocar. Me sinto honrado e sortudo por ter este dom e nunca pretendo para de tocar, pois isso faz parte da minha vida, é algo que corre nas minhas veias e me dá forças para viver. (Leandro Silveira - Don Capone / Marys Secret Box)

Ser baterista é saber que todos os dias eu tenho que treinar e me superar para que eu possa chegar em um patamar mais alto. Porém bateria salvou a minha vida, ser baterista me deu alegria que eu precisava pra seguir em frente, mesmo com depressão e alguns problemas de saúde eu consegui seguir em frente pelo simples fato de um dia eu quero tocar bateria como aquele cara que eu vi no YouTube. Sabe, ser baterista é contagiar, alegrar e poder transmitir o que eu sinto no meu instrumento pra outras pessoas. Até mesmo para outras pessoas que passaram pelo mesmos desafios da vida que eu passei. Então ser baterista no meu conceito é trazer felicidade para outras pessoas e ser feliz fazendo isto. (Lucas Martins - Ember of Renewal)

É um trabalho que demanda muita concentração e uma explosão de energia única. Porém para mim já se tornou terapia! (Gabriel Suleiman - Hazze)


Se doar ao máximo, estar preparado duas ou mais horas antes de tocar e ser o último a ir embora, carregar diversas peças, ter dores musculares, investir valores significativo. Porém o prazer de conduzir e ritmar uma banda não tem preço e nem esforço que pague. Amo a bateria e tenho certeza que vou continuar pro resto da minha vida! (Rafael Martins - Preserva Roots)

Ser baterista é ser muito especial em uma banda pois mesmo estando situado atrais da banda ele é a parte mais evidente e principal da banda tornando tudo mais rítmico e abrangente. Bateria é o coração da música. (Leo - cAsebre)

Baterista é a âncora da banda, o esqueleto da música, não basta apenas ter coordenação nos braços e pernas mas sim a responsabilidade de conduzir, adaptar e colocar uma pegada na música!. (Adinan Américo)

A bateria funciona como o coração da banda, ela que marca a pulsação e determina qual o nível de adrenalina em cada momento do show. Na minha opinião ser baterista é ter o melhor lugar de show, onde podemos ver tudo oque acontece. Apesar de ser o primeiro a chegar e o último a sair dos eventos, com o carro cheio de peças de bateria, eu não trocaria esse instrumento por nenhum outro. Me sinto assim desde os meus 13 anos de idade. (André Cardozo - Alcoholic Trendkill / Na Veia Da Velha)

Ser baterista, antes de tudo, passa pela magnitude de ser um músico.  O músico é aquele que consegue, através de sua arte, transmitir  alegria, contagiar pessoas, despertar saudades, liberar sentimentos, promover a união e a satisfação das pessoas. E ser baterista é mais gratificante e emocionante ainda. Porque o baterista faz a música pulsar, dá o ritmo pra dançar, o compasso pra cantar, transmite a energia ou o conforto que a música necessita. Ser baterista é sentir-se o maestro da platéia, é  sentir-se o coração da banda, é  sentir-se plenamente realizado como músico! (Rod Konig - Falktrua)

Bom... O baterista fica no melhor lugar do palco, bem entre o baixo e a guitarra, ah e tem a melhor visão do show. Vi isso em algum filme, não lembro qual era, mas me define muito bem. (Renan "Lenhador" Wust - Morenas Azuis)

Aguarde a próxima edição!

09 agosto, 2017

Save Our Souls: novo single sendo masterizado pela Absolute Master

O novo trabalho do SAVE OUR SOULS, ‘The Dark Passenger’, já está gravando e agora segue para masterização na renomada empresa paulista Absolute Master (https://goo.gl/7B63La).

A banda comenta que o single apresenta novas ideias e sonoridades:

Vemos como uma mistura de Heavy e Prog com a dramaticidade do Sinfônico e um refrão super grudento! Acreditamos que vá agradar vários gostos e também trazer um frescor ao metal sinfônico que é conhecido hoje, principalmente por trazer essa essência progressiva que neste single é ainda mais evidente que nos trabalhos anteriores.




O material foi gravado no estúdio Monostereo com produção do renomado músico/produtor Renato Osorio (Hibria).

‘The Dark Passenger’, assim como o novo álbum, será lançado pela Roman Roads Records e uma data será anunciada em breve.

O novo trabalho sucede o álbum ‘The OtherSide’, lançado pela Shinigami Records e que angariou críticas extremamente positivas pela imprensa especializada, inclusive com a presença em algumas das tradicionais listas de melhores do ano do Brasil e do exterior.

Contato: contato@saveoursouls.com.br

Sites relacionados:
www.saveoursouls.com.br
www.facebook.com/SaveOurSoulsPage
www.metalmedia.com.br/saveoursouls

Fonte: Metal Media

08 agosto, 2017

Ministério Da Discórdia: novo vídeo retirado do DVD está disponível

O MINISTÉRIO DA DISCÓRDIA acaba de liberar em seu canal oficial no YouTube um novo vídeo retirado de seu DVD, ‘Por Bares e Becos’.





A música é a velha conhecida dos fãs, ‘Orquídea Negra’, e pode ser conferida abaixo:



A banda divulga seu novo álbum, ‘Abismo’, lançado no ano passado e extremamente bem-recebido pela crítica e fãs. O álbum foi gravado no estúdio Audiofusion e produzido por Rafael Zeferino. A capa ficou nas mãos do artista Silvio Senna, que também é músico da banda Sunset Red Lights.

O grupo disponibilizou todas as faixas inéditas do material em seu canal no YouTube. Para conferir:

Abrace a Discórdia: https://www.youtube.com/watch?v=9TcgrO3qKDg
Abismo: https://www.youtube.com/watch?v=CHzdSavd6Zc
Supremo Concílio: https://www.youtube.com/watch?v=n8vc4YAyfsI
Orquídea Negra: https://www.youtube.com/watch?v=qJTWpsBXI5M
Perdidos: https://www.youtube.com/watch?v=BI9Wq6uYBf0

Para quem quiser o álbum inteiro em sua plataforma de preferência, ele está disponível em todas as plataformas de música digital do planeta, alguns links:

iTunes: https://goo.gl/JZgBry
Amazon: https://goo.gl/4qpf53
Spotify: https://goo.gl/XwJFOk
Play Store: https://goo.gl/L7mNLK

Contato: ministeriodadiscordia@gmail.com

Sites relacionados:
www.facebook.com/ministeriodadiscordia
www.metalmedia.com.br/ministeriodadiscordia

Fonte: Metal Media

07 agosto, 2017

Conheça: Rebel Jeans (São Paulo/SP)

Com o britpop dos anos 90 dando ritmo à suas canções, Rebel Jeans é uma espécie de embaixador do gênero no Brasil. O quarteto paulistano aposta no rock inspirado nas ondas britânicas que elevaram gente como The Verve e Strokes ao domínio público e tem isso registrado em Disconnectors, seu primeiro álbum que acaba de ser lançado.


Além da proposta sonora 'garageira', as letras seguem o discurso e o tom do estilo abordando os sentimentos, conflitos e as relações humanas. Com três anos de estrada, Rebel Jeans é Álvaro Carvalho (guitarra base e vocal), Pablo Baliño (guitarra solo e vocal), Diego Ribeiro (bateria) e Claudina Correia (baixo).

Disconnectors é uma produção independente e nasce apenas em formato digital obedecendo os novos moldes do mercado da música: são oito canções lançadas nas plataformas de streaming como Spotify, Deezer e iTunes.

Na videografia, a banda conta com lyric videos para algumas canções como Shelter e Rolling Wheel que podem ser assistidas em bit.ly/youtube-rebel

Ao vivo, Rebel Jeans cumpre o circuito das principais casas de rock de São Paulo como The Wall Café Gillan's Inn English Rock Bar, Feeling Music Bar, Cerveja Azul e Augusta 3.3.9.

Escute Disconnectors em http://bit.ly/disconnectors


Assessoria: Agência 1a1

Uganga: novo álbum será patrocinado pelo Wacken Foundation

Em mais de 20 anos de carreira, o Uganga lançou cinco álbuns – alguns licenciados no exterior –, fez duas turnês pela Europa, centenas de shows por quase todas as regiões do Brasil e mais recentemente lançou seu primeiro DVD. Boa parte dessas produções do Uganga, sejam projetos de gravação ou circulação (shows e turnês), têm recebido incentivo através de políticas públicas de cultura, comprovando a relevância do trabalho da banda, seja em seu sentido artístico/subjetivo ou social.





Às vésperas de entrar em estúdio para dar início às gravações de seu próximo álbum, o grupo recebeu a notícia de que será mais uma vez patrocinado por um programa de apoio à cultura, dessa vez um internacional, o Wacken Foundation.

O Wacken Foundation é uma organização alemã sem fins lucrativos criada para apoiar projetos de hard rock e heavy metal de todas as partes do mundo. A organização foi idealizada em 2008 pelos produtores do Wacken Open Air (W:O:A), o maior festival de hard rock e heavy metal do planeta, e tem a missão de manter ativa a produção criativa nesse segmento e estimular novas bandas e projetos. Desde 2010 o Wacken Foundation passou a fazer contribuições em Euros para projetos de gravações de discos, turnês e até mesmo festivais. Os projetos podem ser enviados durante todo o ano e uma comissão de curadores avaliam os mais relevantes que virão a receber o apoio. A vocalista alemã Doro Pesch figura entre a equipe de curadores.


Prevendo o início das gravações de seu novo disco de estúdio para o segundo semestre, o Uganga apresentou um projeto ao Wacken Foundation no começo desse ano e foi contemplado com uma soma em Euros que vai ajudar a financiar a produção. O grupo mineiro é a segunda banda brasileira a ser patrocinada pelo Wacken Foundation.

“A parceria com o Wacken Foundation foi mais uma vitória da banda e equipe à custa de muito suor, estrada, planejamento e amor à camisa” – declarou o vocalista Manu Joker. “Trata-se do maior festival do planeta terra! Por sermos uma banda latino-americana tocando em um país como o Brasil e todas as suas dificuldades, essa ajuda financeira torna-se ainda mais bem-vinda. Só de ter o logo do Wacken no trabalho já nos deixou honrados. Se pessoas ligadas ao Wacken se interessaram pela gente, então nosso trabalho está valendo a pena. Às vezes a estrada de um grupo de rock pesado brasileiro é muito dura e você pode ficar um pouco desanimado com as dificuldades, mas enquanto nos for permitido seguiremos fazendo o que mais amamos e buscando formas para crescer como banda e pessoas.”

Para o gestor/manager do Uganga, Eliton Tomasi, programas como o Wacken Foundation são essenciais para a nova realidade da comunidade metal de todo o mundo.

Não é novidade que o mercado para esse tipo de música tornou-se mínimo nos últimos anos”, comenta Tomasi. “As poucas gravadoras europeias e americanas que ainda investem nesse segmento de som pesado têm se limitado às bandas já consagradas. Isso faz com que a produção criativa fique estagnada, sem renovação. E a falta de novas bandas, com novas ideias, contribuem para um engessamento do movimento como um todo, seja a partir de sua concepção estética-artística ou no que se refere a formação de público, razão pela qual não há muito mais jovens em shows de metal por todo o mundo. Os organizadores do Wacken Open Air demonstram cultivar um pensamento responsável com relação a esse movimento cultural que é o heavy metal, e a idealização do Wacken Foundation é uma louvável alternativa para manter o hard rock e o heavy metal pulsante e criativo, seja a curto ou a longo prazo. Além de sua conveniência econômica, o Wacken Foundation tem um valor simbólico muito significativo por ser um exemplo da força que o pensamento e trabalho colaborativo podem vir a ter frente a filosofia competitiva e mercantilista que predominam na contemporaneidade metaleira”.

O novo disco do Uganga que receberá o patrocínio do Wacken Foundation já tem título definido. Cerca de 90% do material já está pronto. Mais novidades sobre o novo trabalho e a parceria com o Wacken Foundation serão anunciadas em breve.

Entre outras novidades, "Manifesto Cerrado", o primeiro DVD do Uganga que celebra os 20 anos de carreira do grupo, já está disponível no Youtube. O projeto reúne um documentário de longa-metragem que conta a história da banda e um show inédito realizado na histórica estação ferroviária Stevenson em Araguari/MG.

Assista online o documentário: https://youtu.be/FLgcH9dN-OQ
Assista também o show na estação ferroviária Stevenson: https://youtu.be/vMtQBqmoNrM

"Manifesto Cerrado" foi financiado pelo Programa Municipal de Incentivo à Cultura (PMIC) de Araguari. O Uganga decidiu disponibilizar o material online e gratuitamente como uma forma de ampliar e democratizar o acesso. A versão física do DVD com lançamento pela Sapólio Rádio estará disponível no mês de Agosto.

Mais Informações:
www.uganga.com.br
www.facebook.com/ugangaband
www.youtube.com/ugangamg
www.twitter.com/uganga
www.wacken-foundation.com
www.sapolioradio.com.br


Press Release e Gestão Cultural:
Eliton Tomasi - SOM DO DARMA

06 agosto, 2017

Demons Inside: confira o clipe de "Fuck Your System, Fuck Your Power"

Formada em 2014, na cidade de Guarujá (SP), a banda Demons Inside é composta por Raquel Silva  (vocal), Vanilson Ferreira (baixo), Marcelo Figueiredo (guitarra), Luciano Alves (guitarra) e Zensky (bateria). 



Tendo influências de diversos gêneros do Metal, essa galera define seu som como Speed/Heavy Thrash Metal.

Recentemente Demons Inside lançou o clipe "Fuck Your System, Fuck Your Power", uma excelente música que vem acompanhada de ótima produção e críticas sociais. Confira abaixo o lançamento da banda: 


Curta Demons Inside no

05 agosto, 2017

Cobertura: 7º Encontro de Bandas O SubSolo (Drakos Beer Pub)

No dia 23 de Julho, uma semana após o festival O SubSolo Rock Festival, foi feito um after, para não deixar ninguém descansar. Três bandas estrearam no palco do Drakos, sendo duas delas novas bandas da região e pisando pela primeira vez na cidade de Imbituba. Foram convocadas as bandas, Attitude HC de Laguna/SC, Threzor de Florianópolis/SC e o Alkanza, agora residindo em Tubarão/SC. Ultima checagem antes da quebraceira, palco pronto, cerveja gelada, nenhuma chuva, era hora do Rock 'n Roll.




Attitude HC foi a primeira a subir no palco, com dificuldades em executar algumas músicas do repertório, fica um pequeno adendo, procurar identificar o ponto fraco dos integrantes e não cometer falhas desnecessárias, algumas músicas soaram um pouco cansadas e fora de sua normalidade, mesmo assim destaco o guitarrista Edir Júnior, o músico tem uma qualidade impecável e consegue executar bons riffs e ótimos acordes durante a apresentação. Os vocais de Erik Quinsler são rasgados, graves e as vezes exagerados (fica esse alerta), combina com o repertório escolhido para a banda, que tem tudo para seguir a linha musical de Matanza. Uma banda em evolução, espero que suguem as criticas construtivas para somar, não estamos aqui para ofender ninguém, conheço cada músico e sei da capacidade dos mesmos, eu mesmo gostei de várias músicas, mas por conhece-los, sei que podem vir a melhorar e muito. 

E sem deixar a galera esfriar, a Threzor foi a segunda banda a subir no palco, assisti os caras no festival que teve Jackdevil e outras bandas em Florianópolis um tempo atrás e já tinha me surpreendido mesmo com a péssima qualidade da estrutura naquela ocasião, agora com uma qualidade superior, pude perceber a verdadeira potência do quarteto, que tem um vulcão em erupção nos tambores, o nome do músico por trás da banda é João Kuntze. Esse músico citado anteriormente, sabe manter uma boa base e alternar entre uma base pesada e uma base cadenciada, em poucas ocasiões acelerou algumas músicas, algo natural em resultado de empolgação, afinal, voltava depois de um algum tempo a sua terra natal com a sua nova banda. Antes de ter visto a Threzor, já tinha assistido um tributo do Metallica que os mesmos participam em outro projeto, deixaram o tributo no chinelo, não por qualidade musical, mas sim pelo simples fato de tocar músicas autorais com sangue no olho, porém seguem uma linha do Metallica, isso é fato que está enraizado em suas veias, impossível cair um fruto longe do pé.

O Alkanza é uma banda que me assusta, já perdi as contas de quantos shows dos caras eu já assisti, muito tempo atrás antes do "Colonizados pelo Sistema" achava a banda razoável, hoje, me pego cantando sem querer as músicas do novo disco, "O Céu da boca do Inferno", os caras tem uma evolução monstra, tudo fruto de trabalho sério e profissional. Tocando os novos hits como "Escolhas" e abrindo com a introdução matadora de "Em Coma" a banda mesclou com músicas do antigo disco, como a minha favorita "Brasil". O grande escritor e incentivador da cena Luiz Harley, levou sua filha para o evento, a pequena headbanger ficou na frente do palco batendo cabeça com todos os presentes e cantou todas as músicas do Alkanza, era nítido a cara de emoção do vocalista e guitarrista Thiago Bonazza, que quando viu a pequena headbanger cantando as músicas, disse : "Essa é a nova geração do metal, batendo cabeça com a gente". A roda logo se formou e a pancadaria foi de inicio ao fim da apresentação dos caras, fechando assim com chave de ouro mais um evento.

Mas com pesar anunciamos que o "Encontro de Bandas O SubSolo", não existirá mais por tempo indeterminado, porém, estaremos anunciando um novo formato de evento com bandas autorais para movimentar o cenário da região sul aos domingos.

Fique ligado nas fanpages do Drakos Beer Pub e d'O SubSolo.
www.facebook.com/osubsolo
www.facebook.com/drakosbeerpub

04 agosto, 2017

Nenhum Caetano: banda de São Vicente lança EP de estreia com muita qualidade


A banda caiçara Nenhum Caetano acaba de lançar seu trabalho de estreia: Acontece Sempre Isso. 

O trio formado por Luiz Kelevra (Guitarra e Baixo), Luciana (Baixista) e Luiz Fernando (Baterista) mostra a cara da banda pela primeira vez com quatro faixas de um post-hardcore de uma excelente qualidade. 

O disco está disponível para download gratuitamente no bandcamp da banda.


O trio já tinha criado outra banda de Post-Hardcore que acabou não dando certo. E depois de um tempo, os amigos se reuniram para fazer "Acontece Sempre Isso". Acompanhe o EP também no Youtube!

SIGA NENHUM CAETANO
Facebook | Bandcamp | Youtube

Los Volks: banda é atração na Rádio Jovem Pan nesta sexta-feira (4)

Banda obteve destaque na Austrália recentemente

Foto: Flavia Damasio


Nesta sexta-feira (4), a banda guarujaense Los Volks estará ao vivo na Rádio Jovem Pan Santos. O grupo participará do programa “Esquenta na Pan”, que tem início às 22 horas. Também é possível acompanhar a entrevista na frequência 95,1 FM e no link: https://goo.gl/zqEq9i.

Na oportunidade, o sexteto abordará os próximos rumos e lançamentos que estão por vir ainda neste ano, além da eminente repercussão no estrangeiro após o lançamento da coletânea Sound Of A Spark - à qual participara a convite da Fast Factory Records, gravadora nova-iorquina. Vale ressaltar que a Los Volks foi ranqueada por duas emissoras australianas entre abril e julho, respectivamente pelas Banks Radio Australia e Valley FM 89,5

Para Pablo Mello, vocalista e guitarrista da Los Volks, a banda tem “intuito de lançar um novo single até o mês de dezembro. Estamos imensamente felizes com tudo que vem ocorrendo em 2017, desde a repercussão com o ‘EP Luna’ às novas canções que vêm surgindo. Estamos ansiosos pra ir na ‘Pan’ novamente”, afirmou.

_________________________________________________

Twitter/ Instagram: @losvolks

03 agosto, 2017

Rest in Chaos: banda de Thrashcore divulga seu primeiro EP

Rest in Chaos surgiu em 2016, no estado de Santa Catarina. Trata-se de uma banda Thrashcore, formada pelos músicos Gustavo Novloski (vocal), Juliano dos Santos (guitarra), Sandro Diefenbach (baixo) e Marlon Joy (bateria).



Recentemente, a banda liberou na internet seu primeiro EP "Worship Machines". Esse trabalho foi produzido pelos próprios integrantes da Rest in Chaos, utilizando um estúdio próprio, ou seja, o EP é cem por cento autoral. 

Os caras demonstram toda velocidade e agressividade típicos do Thrashcore, apresentando seis músicas de curta duração, com alternâncias de ritmo, riffs, vocais nervosos e principalmente muito peso e energia.

Confira o primeiro e bem sucedido trabalho da Rest in Chaos:




Curta Rest in Chaos no

Escute as músicas no





Resenha: Defender of Metal - Hellish War (2001/2017)

De certa forma é uma responsabilidade imensa receber em mãos um disco tão importante na história do Heavy Metal nacional. Hellish War está no cenário a mais de vinte anos e para comemorar o lançamento do "Defender of Metal" fez uma regravação neste ano de 2017. Confesso que já tinha ouvido falar do Speed Metal, ouvi algumas bandas que não me convenceram, mas só a introdução deste disco, me ganhou de primeira e assim, me prendeu a ouvir com mais atenção o restante do trabalho, que por sinal, é fantástico.



A velocidade e fúria do disco trazem pitadas de Power Metal, adicionando o tempero principal do Speed Metal o resultado não poderia ser outro, extraordinário. As músicas são envolventes e trazem a mesma pitada dos anos 80's, mesmo sendo uma regravação, o grupo procurou não tirar a essência do disco, ainda está com a cara de 2001, porém, com melhor produção. O vocalista Roger Hamer, infelizmente não faz mais parte da formação, mas deixou de presente essa excelente gravação, seus vocais retos, com ótimos timbres e técnicas apuradas, dão um brilho a mais a todo o trabalho.

Mesmo que não apresente nada de muito surreal, acredito que a forma como todos os músicos trabalharam juntos e de igual para igual, sem nenhum instrumento se sobressair sobre o outro, respeitando o destaque de cada um, tenha feito total diferença. Ninguém merece ter que ouvir aqueles discos que o baterista fica fazendo viradas a música toda, ou o guitarrista sole praticamente a todo momento, ou o baixista tente te empurrar slap's ou o vocalista tente alcançar notas altas a todo instante, não, aqui tudo é dosado no seu limite e quando o "time joga entrosado", o resultado é de goleada, esse disco é uma obra de arte sem igual.



Dessa vez conheci algo que só ouvia falar, Speed Metal tem uma verdadeira pegada old school, com doses de voracidade e técnicas. Gosto da forma como a bateria é distribuída em todas as músicas e os timbres dos pratos também me conquistaram, por falar em timbres, os da guitarra em sintonia com o baixo groovado dão um ar a mais nas músicas, quando mencionado como uma das bandas mais clássicas e conhecidas do Metal nacional dos anos 80's e 90's tudo se torna autoexplicativo ao ouvir este disco
e já estou ansioso para ouvir o outro que a Som do Darma me enviou.


FORMAÇÃO
Roger Hammer – vocais
Vulcano – guitarra
Daniel Job – guitarra
Gustavo Gostautas – baixo
Jayr Costa – bateria

TRACKLIST
01 - Into The Battle
02 - Hellish War
03 - We Are Living For The Metal
04 - Defender Of Metal
05 - The Sign
06 - Gladiator
07 - Into The Valhalla
08 - Sacred Sword
09 - Memories Of A Metal
10 - Feeling Of Warriors
11 - The Law Of The Blade

SIGA HELLISH WAR
FACEBOOK / SITE OFICIAL
Postagens mais antigas → Página inicial