20 setembro, 2017

Entrevista: Rebel Jeans

Como de costume, às quartas-feiras aqui no O Subsolo, nós fazemos um bate papo com artistas que compõem o cenário musical nacional, desta vez, os nossos entrevistados são os paulistanos da banda Rebel Jeans. Em uma entrevista leve e divertida, conversamos sobre carreira, shows e planos para o futuro. Vamos dar um "confere" no que os caras falaram? Chega mais!



Obrigada pelo tempo disponibilizado para conversar conosco, é um prazer fazer essa entrevista. Como surgiu a ideia da banda?
Álvaro: Primeiramente gostaríamos de agradecer a vocês, do Subsolo, por nos conceder um espaço tão bacana como este.
Bom, a ideia de ter uma banda sempre esteve na minha cabeça desde que me entendo por gente. Com o Pablo a história é a mesma. Quando o conheci, eu estava à procura de um integrante para substituir o primeiro baixista da banda, que na época nem tinha nome. Era apenas uma brincadeira para os outros integrantes, e isso me frustrava muito, porque apesar de acreditar no meu potencial, eu sabia muito bem que sem as pessoas certas isso jamais funcionaria.
Pablo e eu começamos a trocar ideias e mostrar um para o outro as nossas composições. Percebi na hora que ele era o cara certo. Tinha um talento incrível para compor, tinha ideias muito boas. Começamos a compor juntos e o resultado nos deixou muito satisfeitos. Naquele momento tivemos certeza: queríamos um projeto pra valer, uma banda de verdade. Tínhamos que mostrar a nossa música pra alguém.

Corrijam se eu estiver errada: no começo, vocês sofreram muito até encontrarem todos os integrantes. Como foi essa luta e quando a banda estava completa, quais foram os primeiros passos? 
Álvaro: É verdade, foi bem complicado, mas nós estávamos decididos a fazer a coisa virar, então começamos a procurar baixista para a banda, de novo (rs). Depois de meses de busca e de quase desistir (juro! Quase mesmo!) encontramos a Clau Correia que se encaixou perfeitamente no estilo da banda, não só como uma pessoa talentosa, criativa, mas muito humilde e esforçada. Era o que queríamos, uma banda sem estrelinhas, formada por pessoas legais e afim de fazer boa música.
Mas… como nada pra gente é fácil ou simples, meses depois que a Clau entrou e estávamos muito alinhados, começando a fazer pequenos shows e aparecer na cena, o nosso primeiro baterista resolveu sair da banda. Nesse momento ficamos à deriva, foram meses de busca de novo, uma busca que nós já conhecíamos bem, só que mais uma vez tivemos sorte. Depois de testar várias figuras, surgiu o cara certo mais uma vez. O Diego além de ser um bom baterista, é criativo, consegue sentir a música e fazer os ajustes certos. Além de saber impor seu próprio estilo com as baquetas. Era justamente o que queríamos: um baterista que soubesse ouvir, mas também dizer: “Não, acho que não é assim. Que tal tentarmos de outro jeito?” E a coisa virou. A partir daí começamos a pensar estrategicamente, não só como banda, mas como empresa, como marca. Hoje a Rebel Jeans está em todas as principais mídias sociais, divulgando a sua música e fazendo parcerias, trabalhando com assessoria de imprensa, buscando festivais maiores e investindo em materiais de merchandising.

Sabemos que toda banda no início sofre com altos e baixos, quais foram as primeiras dificuldades encontradas por vocês?
Clau: Foram muitas dificuldades mesmo. Pra se ter uma banda e fazer a coisa toda funcionar, não existe uma receita certa, né? Então, a primeira tarefa foi achar os integrantes certos pra vestir a camisa da banda e levar a coisa a sério. Depois tivemos o desafio de entrar em estúdio e gravar nosso primeiro EP, que foi cansativo, exaustivo, tivemos alguns problemas no percurso, mas no final o resultado ficou legal. São coisas que fazem a gente aprender de verdade sobre o que é ter uma banda. E tem a coisa toda de encontrar seu público, fazer algo que realmente as pessoas gostem dentro daquilo que a gente ama fazer.

As influências de vocês são bem distintas, David Bowie, Foo Fighters, Silverchair. Na hora de compor, de que forma várias influências ajudam na criação de novas músicas?
Álvaro: Eu acho que você compõe exatamente aquilo que você é musicalmente. Não tem como ouvir sempre David Bowie e criar Sepultura, entende? Você ouve as suas influências e no fim cria a sua própria identidade baseado no que mais agradou aos seus ouvidos, seja uma virada, um riff ou uma forma de cantar. Esses dias eu estava ouvindo um trecho de Free As a Bird e pensei: “Porra! Como eu nunca pensei nisso antes? É tão simples!” Maldito Lennon! (rs).

Pablo: Nossas influências são bem variadas na verdade. Acredito que no nosso som é possível ouvir bastante Grunge e Rock Britânico, que são os principais estilos que eu e o Álvaro ouvimos. Porém cada integrante da banda ouve coisas muito variadas.
No meu caso, além dos estilos citados, posso mencionar o Punk (bandas como NOFX e Millencolin), Jazz (artistas como Norah Jones), o camaleônico Bob Dylan (com a sua grande influência de Folk Rock, Blues e Country). Isto abre uma gama de possibilidades na hora da composição que, para ser sincero, ainda não exploramos 100%.

E por falar em compor, como é o processo de criação das músicas da Rebel Jeans? 
Pablo: Geralmente as músicas são compostas após alguma ideia do Álvaro ou minha (às vezes em conjunto). Quando a música chega ao estúdio já tem um refrão e verso quase prontos (no momento que entra o baixo da Clau e a bateria do Diego é quando vemos se a mágica realmente acontece). Uma vez que temos a base formada, focamos nos arranjos e solos de guitarra, que são pensados meticulosamente.
Eu e o Álvaro somos muito críticos com as músicas que levamos para o estúdio e apresentamos para a banda, realmente fazemos um filtro das músicas que têm mais potencial. Não prezamos pela quantidade e sim pela qualidade. Sendo assim, muitas músicas ficam na gaveta, às vezes para sempre, e outras vezes elas simplesmente estão incompletas, aguardando a inspiração para serem completadas.


O cenário paulista é um dos mais ricos do nosso país, se não for “o mais”. Onde costumam se apresentar e como é o público paulista diante das músicas de vocês?
Clau: Realmente a cena de São Paulo é muito rica e temos nos apresentado em lugares como Augusta 3.3.9., Morpheus, Cervejazul, Gillians English Pub e em todos os lugares em que tocamos fomos muito bem acolhidos. O público gosta dessa nossa mistura de influências com essa pegada Rock anos 90. 

Nos dias 23 e 24 de Setembro acontecerá o Buzina Festival 2, que contará com Supercombo, Ponto Nulo no Céu, Gloria, Medulla e entre outas bandas bem vistas no cenário. Qual a expectativa para a apresentação ao lado de tantas bandas bacanas?
Diego: A expectativa é a melhor possível. Estamos bastante ansiosos para participar desse Festival por vários motivos. É o nosso maior show até o momento. Tocaremos ao lado de bandas que já têm bastante tempo de estrada e que nos inspiram, seja musicalmente, seja pela força de vontade. Teremos a oportunidade de levar o rock autoral para a maior quantidade de pessoas possível, além do fato de podermos mostrar nosso trabalho para muita gente disposta a apoiar essa cena. Temos certeza de que temos muito a aprender com todos eles e que essa experiência vai servir para evoluirmos muito como músicos e como banda.

E sobre o futuro da banda, quais os planos? Algo ainda para 2017? 
Diego: Estamos focados na divulgação do nosso EP Disconnectors. Começamos a trabalhar em um roteiro e, se não até o final do ano, no máximo no primeiro trimestre de 2018, devemos lançar o clipe da nossa primeira música de trabalho. Devemos ainda, em 2017, finalizar a produção do novo merchandising da banda, e sobre isso, mas sem podermos abrir ainda muita coisa, formulamos um projeto que envolverá o aproveitamento do espaço urbano e como isso deixar marcas em cada um de nós. Além disso, faremos mais shows focados na divulgação do EP, além de aos poucos, estarmos inserindo algumas músicas novas no repertório para sentir a recepção do público com o que ainda está por vir. Estamos com o pé no acelerador!

Galera, obrigada pela oportunidade; desejamos muito sucesso à banda. Considerações finais aos nossos leitores? 
Clau: Nós é que estamos honrados em poder contar um pouco da nossa trajetória.
Queremos agradecer aos leitores que disponibilizaram alguns minutos para ler a nossa entrevista. Continuem nos apoiando, ouvindo nosso som, comparecendo aos shows e mandando good vibes! #GoRebels.

SIGA A REBEL JEANS NAS REDES SOCIAIS



19 setembro, 2017

Higher: assista vídeo inédito da pesada e melódica “Make It Worth”

A banda paulista de metal Higher continua trabalhando na pré-produção do seu segundo disco de estúdio. De acordo com o grupo, o álbum já tem título definido - embora os músicos decidam mantê-lo em segredo por enquanto – e um tema central conectará todas as faixas do trabalho. Mais da metade do álbum já está composta e boa parte do material já foi gravado.





O novo álbum do Higher é aguardado sob grande expectativa, uma vez que o disco de estreia rendeu elogios calorosos da imprensa: "Nove canções perfeitas" (Metal Samsara); "Surpreendente" (Portal Reidjou); "Som único" (Galeria Musical); "Pesado e criativo, difícil de rotular" (A Música Continua A Mesma); “O Higher é uma banda de grande qualidade musical" (Warriors Of The Metal); "Um banquete aos apreciadores do bom Metal" (Rumors Mag); "Indispensável" (Metal Revolution).

Em meio às gravações do novo álbum, o grupo que é formado por Cezar Girardi (vocal), Gustavo Scaranelo (guitarra), Will Costa (baixo) e Pedro Rezende (bateria), filmou uma série de vídeos no Estúdio Fusão em São Paulo sob produção de Thiago Bianchi e Juninho Carelli. O primeiro vídeo dessa série foi o cover de “Under Fire”, do Heaven’s Gate, divulgado no início do mês de Julho. “The Sign”, música presente no disco de estreia autointitulado de 2014, também foi disponibilizada. O terceiro e último vídeo dessa série é da pesada e melódica “Make It Worth”, também presente no debute.

Para assistir o vídeo, acesse: 



Entre outras novidades, no próximo dia 24 de Setembro o Higher dá uma escapada dos estúdio para ser uma das atrações do “Domingo Autoral” no Sebastian Bar em Campinas/SP. Outras duas bandas da região devem se apresentar no mesmo dia. Os shows terão início a partir das 18:00 e os ingressos estarão sendo vendidos apenas no dia diretamente no Sebastian que fica na Rua Dona Maria Umbelina Couto, 79 – Guanabara.

Mais Informações:
www.higherband.com
www.facebook.com/highermetal
www.soundclound.com/highermetal
www.twitter.com/highermetal
www.youtube.com/highermetalband

Press Release e Gestão Cultural:
Eliton Tomasi - SOM DO DARMA

Resenha: Discriminado - Triturador (2017)

Lançado em 2017, o EP “Discriminado” da banda Triturador possui 5 faixas, sendo que uma delas, a primeira, é um som inteiramente instrumental. Fundada em 2015, a banda santamariense de Thrash Metal declara toda a sua paixão pelo gênero nesta nova produção, que claramente possui várias influências de grandes nomes do Thrash, ao mesmo tempo em que tenta procurar seu próprio espaço no Rock gaúcho. 



Ao começar a primeira faixa do EP com a música instrumental “Holocausto”, a banda pretende deixar bem claro a que veio. Iniciada com batidas de baterias, a música vai encorpando logo quando os riffs de guitarra se juntam as batidas, aumentado cada vez mais o ritmo e se tornando bastante imponente. Logo após a breve composição instrumental, inicia então a segunda faixa intitulada “Discriminado”, essa já com vocal e instrumental. Acompanhando a pegada de “Holocausto”, a segunda faixa possui basicamente a mesma estrutura inicial com uso de bateria e depois crescendo com guitarra e baixo, logo então somos apresentados a uma composição que destaca problemas sociais observáveis cotidianamente em nossa realidade, mostrando assim a temática que se torna corriqueira em todas as faixas do EP. 

A verdade é que a banda, na maior parte do tempo, consegue imprimir identidade nesse novo trabalho, criando sua própria estrutura de harmonia instrumental e se mantendo coerente a ela. As letras das músicas também fazem toda a diferença, os compositores em nenhum momento aparentam estarem querendo pisar em ovos ou serem eufemísticos em suas poesias, seus pensamentos e visões de mundo estão bastante claros e audíveis nas canções, transparecendo toda a energia do trabalho e também do Thrash Metal que a “Triturador” tão bem representa.




Tão aparente de que se trata de uma banda de Thrash Metal, “Triturador” ao primeiro momento revela um pequeno problema: A voz não muito grave de seu vocalista causa certo estranhamento para os meus ouvidos sobre o gênero. A sensação de que falta “força” na voz se torna evidente durante o decorrer do EP. Vale ressaltar que o vocalista não é um mau cantor, sua articulação e boa pronúncia das palavras não permite que algo como isso seja afirmado, o que está em jogo é a característica de sua voz, que a priori não aparenta ser a mais adequada e comum no cenário Thrash.


“Discriminado” é um bom EP, que traça uma linha característica de trabalho e a segue do início ao fim. Apesar de certos estranhamentos causados por característica vocal, a banda está longe de afastar seu público por pequenos defeitos. Como fã de rock, tanto a banda quanto o novo trabalho se tornam um grande achado, pois depois de curtir quase tudo do novo EP, confesso que se instalou em mim um gosto de “quero mais”.


Resenha feita por Pedro Henrique Alves, colaborador do Metal Etílico.

FORMAÇÃO
Guitarra e voz - Gabriel
Bateria - Yuri
Voz e baixo - Rafael

TRACKLIST
01- Holocausto
02 - Discriminado
03 - Triturador
04 - Thrash ou Morte 
05 - Palavras Falsas 

SIGA TRITURADOR

18 setembro, 2017

Conheça: XAKOL (Florianópolis/SC)

XAKOL é um projeto catarinense de Metal Progressivo e Melódico formado em 2015 na capital catarinense.



O projeto teve inicio pelo músico, compositor e vocalista Saulo Castilho, com o qual já colaboraram grandes renomes nacionais, como Edu Falaschi, Bruno Sutter, Marcelo Moreira e Rafael Pensado. Desde 2016 a banda se apresenta com a seguinte formação: Rafael Azevedo (guitarra), ​André Freitas​ (guitarra), ​Gil Lima​ (bateria), ​Daniel Schlemper​ (teclado) e ​Thiago Moser (baixo).

O ano de 2017 marca o lançamento dos seus primeiros singles, sendo eles: "Rise f a New Sun" e "Metal For Demons" este ultimo contando com a participação do vocalista Detonator, do Massacration. Além disso, dois álbuns estão em processo de gravação, sendo um deles produzido por Ivan Beretta com previsão de lançamento ainda para este ano e outro produzido por Edu Falaschi, ambos serão disponibilizados no Brasil pela MS Metal Records.

As composições visam a expressão artística pessoal, não se preocupando em conquistar mercado ou agradar críticos. Apesar de fundamentadas no power metal e no metal progressivo, suas músicas possuem natureza heterogênea, variando de melodias simples e pegajosas ao atonalismo gerado por algoritmos matemáticos, passando por inúmeras vertentes do metal e do rock.


Música Rise of a New Sun, versão completa:


Metal for Demons (feat. Detonator) Lyric Video:


SIGA XAKOL

17 setembro, 2017

Resenha: A Vida em Cores - cAsebre (2017)

Orgulho, essa é o sentimento que se destaca inicialmente por estar resenhando pela primeira vez uma banda da cidade em que vivo atualmente. A cAsebre formada por grandes amigos, teve outros nomes anteriormente, mas consolidaram seu trabalho com este novo nome e com seriedade e foco no que sabem fazer de melhor, música de qualidade. 




A sonoridade da banda mescla infinitas influências, que vai do Classic Rock ao Reggae. Suas músicas autorais transparecem as mensagens de amor, felicidade, diversão e compaixão. Ao contrário de bandas que fazem música por fazer, a cAsebre é sempre bem recebida por onde passa, os integrantes sempre com um sorriso no rosto são recebidos com enorme carinho por todas as casas da cidade e até da região.

Nos primeiros contatos com o disco, a capa já chama a atenção, pois a simplicidade alegra os olhos. Com uma capa colorida e apenas o símbolo do "A" de cAsebre ao canto, compõem a parte frontal do disco. O restante da parte gráfica é rica em detalhes minuciosos como por exemplo: encarte com letras e agradecimentos, fotos dos integrantes e todos os detalhes que uma banda não pode deixar de fora do encarte do disco, como links e acesso a banda.

Todas as letras em Português e melodias enriquecidas de detalhes. A bateria de Leo e o baixo de Tiago Vulcanis, se completam como uma fusão e a cozinha é muito bem constituída e firme, para a felicidade por conta da facilidade que isso da para o restante dos instrumentos. O guitarrista e vocalista, Gui Dias consegue expor uma voz calma e a o mesmo tempo marcante ao disco, sendo que maior parte das composições, são suas. Algo que raramente vemos em bandas, a cAsebre tem, que é a presença do teclado com o músico Hyuri Souza, que além de excelente músico, consegue contribuir com uma excelente segunda voz.

Entre todas as músicas, "Linda Morena" é a faixa mais marcante do cd. Já ouvi diversas vezes e não me canso de pedir nas apresentações da banda, é uma música que me cativou e sempre arranca muitos aplausos do publico. Cada música autoral é notório a sensação de liberdade que o grupo esbanja enquanto executa suas músicas, realmente essa é a hora que a alma do músico está presente nas pontas dos dedos e tocar uma criação de sua autoria, sempre eleva o autoestima. 

Resenhar esse disco, foi um desafio árduo para mim. Nem de perto é o que ouço no meu dia a dia e por conta disso, a mídia física me acompanhou por três semanas em meu carro, não importa a distância que iria percorrer, ligava e ouvia as músicas. A banda sempre me cativou e sou fã do trabalho, gostei muito das músicas e tenho orgulho do que vem fazendo, tenho certeza que não vão parar por ai e que logo virão coisas novas e de ótima qualidade.


FORMAÇÃO

Gui Dias - guitarra e vocal
Hyuri Souza - teclado
Tiago Vulcanis - baixo
Leo - bateria

TRACKLIST
01 - Recomeço
02 - Aquela Manhã
03 - Linda Morena
04 - Na Praia do Blues
05 - A Vida em Cores
06 - Mar do Coração
07 - Vá Viver
08 - O Amor Acontece
09 - To Contigo
10 - I Love You More


SIGA CASEBRE

16 setembro, 2017

Topfive: cinco bandas para ouvir neste final de semana #48

E ai pessoal! Preparados para mais um fim de semana? Nós estamos! E para embalar o seu sabadão, nós do O Subsolo, como de costume, vamos indicar cinco bandas para servir de trilha sonora para a sua pausa semanal! Segura que vai ser massa demais, saca só:



1) Razit - Hardcore - Valinhos/SP

De Valinhos para o mundo, a Razit nasce com o fim da Falling Jimmy, antiga banda do México e do Berteli. Após juntarem-se com outros músicos, começaram a fazer um som voltado pro Hardcore e pro Rap, com influências de diversas bandas, tanto nacionais quanto gringas. Ainda em 2015, começam a gravar o seu primeiro trabalho e o trampo dos caras não para!



2) Against Lions - Hardcore - Guarulhos/SP

A Against Lions é uma banda de Hardcore Melódico de Guarulhos/SP fundada em 2015. Em setembro do mesmo ano o quarteto lançou o seu primeiro ep intitulado "Horizontes" e atualmente está em processo de gravação de duas musicas novas. 

Durante a trajetória da banda ocorreram algumas mudanças na formação e atualmente é composta por Alan Novais (guitarra e vocal), Rafael Aquino (guitarra e backing vocal), Fernando Roldão (baixo) e Hugo Aparecido (bateria).



3) Molotov Conspiracy - CrossoverThrash/Surf Music - Piranguinho/MG

Fundada em meados de 2012, em Piranguinho, uma pequena cidade do interior de Minas Gerais, a Molotov Conspiracy é uma banda que mistura Hardcore, CrossoverThrash e Surf Music. 

Influenciada por bandas como Suicidal Tendencies e Agent Orange, suas músicas abrangem desde skatismo, molecagem, diversão e críticas ao lifestyle interiorano e outros temas.




4) John People - Rock - Santos/SP

Seu nome foi inspirado no nome de uma das avenidas da cidade. A banda procura através de suas diferentes influências fazer o seu próprio som. As músicas autorais possuem um padrão que caracteriza a banda, como a valorização das letras e uma pegada dos anos 80 e 90 misturada com elementos mais atuais. A banda quer que o público entenda o que queremos dizer e se identifique com isso.

"Honestamente, procuramos fazer rock de qualidade, baseado naquilo que gostamos de ouvir". A banda, liderada pelo vocalista Cassiano Campbell e co-fundador André Luiz (guitarrista), passou por várias mudanças de alinhamento e controvérsias desde a sua criação, porém, nunca perdeu a sua identidade e continua na ativa fazendo o que sabem, música de qualidade. 



5) Reviere - Rock'n'Roll - Santo André/SP

Prontos para uma nova fase, a atual formação da Reviere agora conta com André Prado nas guitarras. Sua personalidade e experiência vividas em projetos anteriores agora são somadas com os integrantes Rudá Costa na bateria, Marcelo Henrique no baixo e Paulo Bertelli nos vocais. Seu primeiro registro foi lançado em Abril de 2013, o EP intitulado "Matilha", com 5 faixas, nomeadas Atmosfera, Matilha, Munição, 6 gramas e Recomeçar. Com o objetivo de retornar ao estúdio, pretendem trabalhar todo amadurecimento desta nova fase, que apresenta uma nova identidade visual e auditiva.

A Reviere passa a frente de bandas comuns, pois apresenta um som progressivo e pós-contemporâneo, letras que transmitem sensações diferentes a cada palavra, mostrando a arte como ela é, mantendo a ideia da interação social e como toda verdade banda de Rock'n'Roll, fugindo das regras. 




Seu Roque: clipe novo mistura rock inglês com críticas sociais em português

O power trio carioca Seu Roque acaba de lançar o clipe do single de Visceral, música homônima ao disco que será lançado em outubro.  


Juntos desde 2009, Flávio D’Anunciação (vocal e baixo), Neube Brigagão (guitarra) e Diego Denucci (bateria) aproveitaram o momento social brasileiro para compor a canção embalada pelo que de melhor a escola clássica do rock oferece.

Largamente influenciados por artistas ingleses, Seu Roque já abriu shows para os lendários Glenn Hughes e Uriah Heep e o disco a ser lançado foi masterizado no estúdio Abbey Road, em Londres. 

No vídeo de Visceral, os músicos são parte do elenco e dividem a atuação com animações requintadas assinadas por Estevão Viana. A banda resume o enredo da história em uma frase do escritor George Orwell: "num tempo de engano universal, dizer a verdade é um ato revolucionário".

Assista Visceral:



Links relacionados:

15 setembro, 2017

Matakabra: lançamento de videoclipe e anuncio de mini-tour

Após shows com Nervochaos e Torture Squad, Matakabra lança novo clipe e sai em uma mini tour.



Após finalizar o ciclo de lançamento do seu primeiro EP, o Matakabra anuncia o lançamento de um novo trabalho, o “Marginal” EP. Com o EP “Prole” (2016) a banda iniciou a divulgação do material dividindo os palcos com Project46 em agosto do ano passado. O lançamento teve sequência com a “Prole Maldita Tour”. Foram quase 20 shows espalhados por 7 estados do Nordeste, finalizado com a ida do Nervochaos ao Recife em agosto desse ano.

Dia 13/09 foi realizado o lançamento do webclipe da música “Mordaça”, que faz parte desse novo compacto. As imagens do clipe foram captadas pela Lumos na passagem da “Far Beyound Existence Tour” pelo Recife, onde o Matakabra foi a banda local a representar a cidade. A música “Mordaça” foi gravada, mixada e masterizada pelo produtor, Joel Lima.

Na sequencia deste novo lançamento, a banda segue em uma minitour pelas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza e Natal.



A pernambucana Matakabra surgiu em 2015 com a intenção de deixar sua marca no metal nacional.

A soma dos seus riffs elaborados a uma bateria com performances do metal extremo, criam o território perfeito para que a agressividade contida nas linhas de voz possa se manifestar. Em suas letras procura retratar com clareza a brutalidade e a violência do cotidiano da vida em sociedade. Assista ao clipe:



Fonte: Cangaço Rock Comunicações

14 setembro, 2017

Topfive: bandas que cantam em Português #5

Vem ai mais um "bandas que cantam em Português". Mas qual é o motivo de ter uma coluna desse tema? Muitas bandas optam por compor em Inglês, muitos alegam a facilidade de encaixe de métrica entre outros motivos. Pelo fato de cada vez termos menos bandas optando pela nossa língua pátria, resolvemos dar continuidade nessa coluna que foi criada por um ex-colaborador e amigo, Matheus Gusthavo.




01) Stranhos Azuis - Rock - São Carlos/SP

A primeira indicada vem lá de São Carlos, no estado de São Paulo. Recentemente a banda teve seu disco resenhado por este que vos escreve e consegui captar muitíssimo bem a mensagem exposta pelo grupo em seu trabalho. Além do destaque das músicas, a banda chama a atenção pelo capricho no disco em si, a capa é muito chamativa, consegue prender quem o pega com as próprias mãos, pois é impossível pegar em mãos e não olhar, fora isso, o seu som grudento e rotulado por mim como um Stoner Rock muito bem feito, é o que mereceu fazer essa banda ser a primeira indicada.




02) Peltstrok - Hard Rock - Garopaba/SC

A Peltstrok foi criada por amigos da igreja, e mesmo com toda esse preconceito sobre músicos religiosos (o que ao meu ver é idiota), os caras tem muita técnica e talento. Destaco o grande amigo Gustavo Schattschneider, que é tecladista, guitarrista, baixista, baterista, vocalista, produtor e dono do estúdio onde a banda faz seu trabalho, é totalmente auto-ditada. Sendo que o disco "O que o mundo precisa ouvir" está prestes a chegar, em fase final de prensagem. Libertar a mente de preconceito e ouvir a essência da música é importante, fiquem com Peltstrok:





03) Laboratori - Metal - São Paulo/SP

A banda não é só uma das maiores promessas do Metal paulista, a banda é vencedora do Manifesto Rock Fest 2016, concorrendo com bandas como Eutenia. Além disso, o grupo vem de um disco com incríveis dezessete músicas. Fazer música em Português já é algo difícil de ser ver, Metal em Português é lindo demais. Laboratori é uma banda forte com sua composições, na linha do Groove e Thrash Metal, os caras trazem uma composição forte e árdua, com boas linhas vocais e guitarras em erupção. Difícil não clicar no repeat inúmeras vezes.





04) Vox Ígnea - Hard Rock - São Paulo/SP

Além do vocal feminino contagiante, o Vox Ígnea também canta em Português. As músicas da banda tem mais clarezas e transmite a mensagem com facilidade. Sua sonoridade é bem pegada, tem uma base forte e bons riffs de guitarra, Os vocais de Raquel Lopes, de certa forma arrepia. Sua voz grave é impactante e pela proposta apresentada pelo grupo, apresentam suas influências com transparência, pegadas de Deep Purple, AC/DC e até Led Zeppelin são notórios em suas músicas.




05) Arde Rock - Hard Rock - Santa Maria/RS

Arde Rock, uma banda gaúcha na lista, é impossível não citar uma banda da terra de tantos artistas de renome do Rock 'n Roll nacional.  Formada em 2008 e com seu primeiro trabalho autoral lançado em 2012, que mescla vocal masculino e feminino com uma envolventes que traz aquela influências do Rock oitentista.




13 setembro, 2017

Entrevista: Nenê Altro (Dance of Days)

Hoje trazemos uma entrevista bem especial. Conversamos com Fábio Altro, conhecido pela cena como Nenê Altro, vocalista do Dance of Days. Nenê fez parte do Personal Choice, é um excelente compositor e um ótimo escritor, tendo em seu currículo obras como “Os Funerais do Coelho Branco” e “O Diabo sempre vem para mais um drink”, foi zineiro e blogueiro, fez também parte de várias bandas de Hardcore, Gothic Rock e Punk.



Cara, um prazer estar conversando com um cara com uma história como a sua. Para iniciarmos, nos conte como você começou a escrever?
Nenê Altro: Eu que agradeço pelo espaço. Comecei a escrever logo cedo, na escola sempre adorei as aulas de português e de redação. Li muito na adolescência também e foi assim que comecei a desenvolver o gosto. Não me considero intelectual, nunca me considerei e nem tenho conhecimento assim para tanto, mas tenho muita afinidade com a palavra e encanto pela poesia, coisa que aplico mais em meu trabalho como compositor do que em livros.

Todos são influenciados por algo. Quais suas influências na hora de escrever?
Nenê Altro: Eu sou de fases, tive a minha juventude intensa e dramática como muitos, adorava Wilde e Baudelaire, Augusto dos Anjos, quanto sofrimento... Tirei disso o bom, porque a maestria com as palavras desses poetas é inegável e o resto o tempo fez amadurecer. Tive a fase Offbeat também, já gostei muito desse tipo de poesia, mas hoje esse segmento não me diz muita coisa além do aspecto que é convergente com tantos outros segmentos de poesias que tem na flor da pele o encanto pelos detalhes belos da vida urbana. Enfim, eu gosto muito quando isso acontece, principalmente quando o que não faz bem me perde o sentido, pois sinto que não fiquei parado e estou sempre em busca de meu próprio caminho.

Por falar em influência, você acreditava que seria influência de alguém um dia? Tenho amigos que tem frases suas tatuadas. Como é a sensação de presenciar isto?
Nenê Altro: É um lance delicado porque acima de tudo eu sou humano e cheio de imperfeições. E como sou transparente e como artista acabo tendo de certa forma uma vida popular, peso muito o que causei nesse sentido quando por vezes me deixei levar por minhas fraquezas. Mas de certa forma isso também aconteceu comigo quando mais novo e sob influência de meus ídolos, é um ciclo. Todavia também penso que minha vida de batalhas e minha luta por vencer os obstáculos da estrada por outro lado hoje sirva de exemplo para quem me acompanha e isso me dá muita força. 

E como surgiu o Dance of Days e quais foram os primeiros passos?
Nenê Altro: O Dance of Days surgiu em 1996 no olho do furacão do hardcore paulista, com o final do Personal Choice. Sempre foi um projeto pessoal meu, confessional, e mesmo com o passar dos anos ainda carrega essa essência intacta. Eu tinha umas músicas prontas, chamei amigos de outras bandas e começamos a ensaiar ainda sem nome definido. Em 1997 gravamos o primeiro ep, “6 First Hits” e finalmente dei nome à banda. Foi assim que tudo começou. 



Mesmo com as trocas de formação, nunca deixaram cair a intensidade. O que causa esse padrão na sonoridade da banda desde 1997?
Nenê Altro: Mudar de formação é algo normal e faz parte de ter uma banda com longevidade. Nessa primeira fase de 1996 a 1998, por exemplo, sei lá quantas formações tivemos, foram três bateristas, dois baixistas e depois um sem número de mudanças após a gravação do A História Não Tem Fim em 2000. A essência nunca se perdeu e a intensidade nunca caiu porque a ideia que formou o conceito Dance of Days sempre se manteve a mesma, que é essa coisa forte e carregada em primeira pessoa em torno do que tudo foi construído desde o princípio. E é óbvio que cada um que passou pela banda trouxe também um pouco de si no aspecto musical em cada fase e todos tem seus méritos nesse sentido. 

A discografia do DoD é de dar inveja em muita gente, tem algum disco que tu gostaste mais de compor, aquele com gostinho especial? (Poderia nos falar um pouco sobre a sua escolha?)
Nenê Altro: A Valsa De Águas Vivas de 2004, mas gosto do processo de composição e gravação, não do capítulo que iniciou após o lançamento do álbum. Mesmo hoje sendo outra pessoa (o que agradeço) esse momento de criação foi meu ápice na evolução dos dois primeiros trabalhos em português e o último antes de começar uma das fases mais tristes de minha vida. Gosto da força que consegui registrar no Valsa e sinto que, uma década depois, principalmente após minha evolução gradual nos eps de 2013 a 2015 e com as letras do Amor-Fati, consiga corrigir o desvio e retomar aquela mesma esperança e credulidade na vitória, ou coisa que o valha. É o que desejo para o próximo álbum da banda.

E sobre o cenário musical. Você é um cara bem ativo na cena, já fez coletâneas e diversos materiais para auxiliar bandas. Como você vê o cenário atualmente?
Nenê Altro: Acho que a música brasileira sempre foi muito rica. E fico feliz que o rock nacional esteja finalmente se tornando algo mais aberto a influências e mudanças. Do hardcore como cena, apesar da história do Dance of Days levar pra sempre essa raiz lá nos anos 90, eu já me desliguei faz muitos anos, mas tem sempre uma juventude empolgada gravando, tocando e que sempre vai criar suas próprias histórias. Eu gosto muito do que tenho visto, o pessoal da música tem sido mais autossuficiente e isso pra arte é muito bom. Pra quem espera tudo cair do céu a cena musical sempre vai ser injusta, “cheia de panelas” e vai estar uma merda. Mas pra quem tem coração de músico todo lugar é palco desde que tenha receptividade e alma.

Dividisse o palco com muitas bandas. Tem algumas que indicaria para ouvirmos? E quais te marcaram?
Nenê Altro: Puxa, é uma pergunta difícil porque apesar de eu ter 30 anos de palco eu vivi muitas fases e em especial nos últimos anos eu fui muito recluso, muito bicho de caverna e curti um momento só meu com minha esposa e musa Nicolle. Tirei esse tempo maravilhoso para me analisar e redescobrir. Ainda não toquei junto, mas gosto do Nando Reis, do Humberto Gessinger, do Paulo Miklos. Recentemente toquei no mesmo festival que o mestre Edgard Scandurra, mas não consegui ver o show, coisas da estrada... Estou mais nessa praia agora, é o que tenho escutado.

Quais são os planos futuros do Dance of Days e ainda mais, sobre a sua carreira solo? Algo que possa nos adiantar?
Nenê Altro: O Dance of Days vai gravar um DVD acústico com sucessos das duas primeiras décadas em releituras para teatros e audiências que envelheceram junto com a banda e também não tem mais pique de aguentar gente caindo dos palcos nas cabeças. Estamos trabalhando somente nisso nesse semestre, fazendo poucos shows e nos dedicando aos arranjos. A ideia é gravar ainda esse ano, mas não quero fazer nada com pressa, vamos ver como as coisas vão rolar. A minha carreira solo também está num momento bem legal, lancei meu álbum de estreia “Classe de 1972” em Maio pela Monstro Discos, já fiz o grande Goiânia Noise Festival, vou fazer Hangar nessa sexta, um passo por vez. Minha ideia é divulgar esse primeiro disco e já trabalhar no segundo para não ter que seguir tocando sempre músicas antigas do Nenê Altro & O Mal de Caim para completar um tempo mínimo de show.  

Nenê, obrigado pela parceria e disponibilidade. Pode deixar uma mensagem para os nossos leitores?
Nenê Altro: Mais uma vez agradeço ao O Subsolo pelo espaço e peço desculpas pela demora, pois tenho vivido cada vez mais fora da internet e deixado minhas redes e meu tempo nelas apenas para divulgação de meus trabalhos artísticos. Agradeço também aos que estão dando suporte divulgando as faixas do meu primeiro álbum solo. É um trabalho que estou fazendo com muito carinho e muita coisa boa ainda está por vir. Muita força a todos! 


A HORA HARD TAMBÉM ENTREVISTOU DANCE OF DAYS, RELEMBRE:


12 setembro, 2017

Bizibeize: "Eu não quero ter que ser" é o novo videoclipe da banda

Natural de Florianópolis, capital catarinense, o Bizibeize é uma banda de Hardcore / Punk, formada em 2013.



Em abril de 2014 tiveram seu primeiro EP intitulado "Aquela Merda Toda" lançado com três faixas. Conhecida pelo o espirito de "faça você mesmo", a banda tem registros de todas as faixas do EP em vídeo no seu canal oficial do YouTube. Suas músicas retratam indignação, revolta e protesto, na melhor maneira que o Hardcore / Punk tem a oferecer.


Recentemente foi lançado o videoclipe da faixa "Eu não quero ter que ser" produzido pela Sette Filmes, essa faixa é a abertura do EP "Passando Mal" que será lançado ainda neste ano, mantendo sua origem dedo na cara e com as energias renovadas, o resultado de todo esse esforço e trabalho pode ser absorvido por aquele que vivencia uma apresentação da banda.

ASSISTA "EU NÃO QUERO TER QUE SER" :


11 setembro, 2017

Statues on Fire: banda estreia novo guitarrista no Sesc Belenzinho, em São Paulo/SP

A banda Statues on Fire apresenta sua nova formação no Sesc Belenzinho, em São Paulo, no dia 30 de setembro, às 21h30.  Sobe ao palco pela primeira vez Regis Ferri à frente da guitarra substituindo Andre Curci.

Crédito: Fernanda Carrilho Gamarano/Divulgação
O show é baseado no repertório dos dois álbuns que formam a discografia da banda de Santo André: o mais recente No Tomorrow (2016) e também o debut Phoenix (2014) que rendeu o título de melhor disco de punk rock/hardcore do ano pela mídia especializada brasileira.   

Com apenas quatro anos de vida, Statues on Fire acumula três turnês pela Europa e desponta como um dos nomes mais promissores do punk e hardcore nacional. A quarta passagem pelo velho continente deve acontecer no primeiro semestre de 2018.

Desde o disco de estreia, Statues on Fire contou com assinatura de nomes potentes da música pesada em seu trabalho: Marcello Pompeu e Heros Trench foram os responsáveis pela produção do primeiro CD e todos os álbuns formam lançados no exterior por gravadoras internacionais na Europa, Estados Unidos e Japão.

Statues on Fire é formada pelos experientes Andre Alves (vocal e guitarra), Lalo Tonus (baixo), Alex Silva (bateria) e agora o novato Regis Ferri (guitarra). Andre Curci se desliga da banda após três anos por motivos pessoais.

Antes do Statues on Fire se firmar como banda, seus músicos orbitaram os mesmos projetos: Andre Alves e Lalo participaram do Nitrominds, conjunto que ganhou grande expressão com a marca de 14 turnês mundiais. Alves e Curci integraram também o projeto Musica Diablo, que contava com o vocalista do Sepultura, Derrick Green.

Na filmografia, Statues on Fire contabiliza cinco videoclipes que podem ser assistidos em youtube.com/statuesonfire e a discografia está disponível nas principais plataformas streaming.

Serviço:
Statues on Fire no Sesc Belenzinho
Quando: 30/09
Hora: 21h30
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000. Belenzinho. São Paulo
Ingressos: R$6 a R$20
Compras online: bit.ly/SOF-ingressos

OUÇA STATUES ON FIRE


Kike Oliveira: artista catarinense agora é assessorado pel'O SubSolo

O jovem músico Kike Oliveira agora é um artista assessorado pela equipe d'O SubSolo. 




Kike Oliveira é um músico do litoral catarinense, cantor, compositor e multi-instrumentista. Em 2016 lançou seu primeiro álbum de titulo homônimo, que ganhou uma grande proporção em terras catarinenses, tendo músicas inclusive tocadas na famosa rádio Atlântida. 


Depois de ter tocado em algumas bandas durante a sua adolescência, Kike fez seus primeiros shows como artista solo após se mudar para Lages/SC, no interior de Santa Catarina, tocando em festas da faculdade. Retornando à sua cidade natal, decidiu gravar seu primeiro CD, produzido por José Roberto Chapolin. Gravou voz, violão, guitarra e bateria. O lançamento ficou marcado por um lindo evento n'O Botequim localizado na sua cidade natal, no qual Kike Oliveira apresentou para o público suas 10 músicas inéditas.
Atualmente Kike vem tocando em bares, pubs e festas de Imbituba e região, ao lado de grandes músicos e amigos: Bruno Nazário (baixo), Richard Espindola (bateria) e Mateus Perfeito (guitarra).

Sobre agora ser um artista assessorado pel'O SubSolo, Kike Oliveira comenta:

"Me sinto muito grato e honrado. Grato porque O Subsolo já vem me apoiando há algum tempo, ajudando a divulgar meu trabalho com as belas resenhas feitas por Maykon Kjellin, sem contar da oportunidade que me foi dada de ter feito parte da Coletânea O Subsolo Volume 2. É uma grande honra também porque sei da dedicação e do profissionalismo desempenhado. Por tudo isso, tenho certeza de que com essa parceria, colheremos bons frutos em breve."
O álbum completo está disponível no Spotify, AppleMusic, Deezer e nas principais plataformas digitais. Além disso, um trabalho de voz e violão está sendo divulgado no seu canal do YouTube, inclusive contando com seu videoclipe recém lançado de "Seu Jogo", que você pode assistir abaixo:

Links relacionados;
https://www.kikeoliveira.com

10 setembro, 2017

ZÉZ: banda carioca lança EP de estreia

ZÉZ é uma banda de Rock formada 2016 em Rio de Janeiro/RJ.



Em abril de 2016 mais precisamente, a ZÉZ deu seu pontapé inicial no cenário carioca, vindo mais tarde a despontar no cenário nacional com o recente EP lançado. O intuito da banda sempre foi fazer um Rock nacional com pitadas modernas e composta por influências do Rock clássico, misturando e respeitando suas origens regionais, nacionais e até internacionais, com muita energia e pressão em sua sonoridade.


Com todo o repertório autoral e em português, o objetivo dos músicos é extrair uma única essência, que é bem definida pelo nome da banda, reforçando a ideia de que todos são iguais, ao mesmo tempo em que são únicos. Em uma sonoridade contagiante, levando ao público composições de alto nível.

"Ciclo" é o nome do EP lançado nesse mês de Setembro, o disco é composto por quatro faixas, sendo elas: "Cadê Você", "Mentiras Sujas", "NFTP" e "Novo Dia" a arte da capa e gravação do trabalho, foram compostas de forma caseira, na responsabilidade do músico & designer Henrique Marçal, que ocupa a função de guitarrista e vocalista do grupo.

O EP está liberado audição gratuita no YouTube e no Facebook oficial da banda, quando o assunto é "faça você mesmo" a ZÉZ da um show de bola, criatividade e vontade.

OUÇA AGORA "CICLO"



SIGA ZÉZ

09 setembro, 2017

Topfive: cinco bandas para ouvir neste final de semana #47

Neste fim de semana, indico aquelas 5 bandas que nasceram clássicas e que detonam na cena deste país. Bandas que são imperdíveis de estarem no seu setlist. Aqui vai uma variação do que há de melhor para os bons ouvidos rockeiros buscando citar bandas atuais em letras e arranjos musicais:



01) Terra Celta - Folk Rock - Londrina/PR

Banda de Folk Rock para animar seu fim de semana e tomar aquele hidromel dos deuses. A Terra Celta faz sons únicos e com letras atuais, sem perder sua temática. Recentemente, a banda lançou single novo com um videoclipe muito bem elaborado, fazendo uma crítica extremamente importante. A banda já tocou no Rock in Rio Las Vegas e hoje gira o país com seus shows únicos e contagiantes.






02) Revolução - Indie Rock - Belo Horizonte/BH

A Revolução trás seu mais novo EP, "O Mito Da Alegria Tropical" para o cenário nacional e dentro deste trabalho, destaco o single "Me mostre o que é o amor" que traz uma mistura do Rock com o eletrônico. Uma mistura interessante e que traz uma nova face do Indie Rock.


03) Arde Rock - Hard Rock - Santa Maria/RS

Uma das bandas mais profissionais lança seu mais recente trabalho de inéditas. A Arde Rock é aquela banda que se você tiver a oportunidade de ir num show deles, vá! Mudará sua vida! E aqui eu deixo o mais recente clipe da banda para ser apreciada e ficar aquele gostinho de "quero mais" que será saciado no ao vivo. 



04) Diego Lopes e os Dínamos - Rock N' Roll - Porto Alegre/RS

Este cara é o cara! Diego Lopes reúne uma super banda para lançar seu primeiro álbum de inéditas. Baixista super experiente no cenário do Rock gaúcho, arregaçou suas mangas e botou todas as suas influências em um disco que já nasceu clássico. Este clipe é super interessante, pois foi gravado na "Seattle dos pampas" Santa Maria - RS.



05) Triturador - Trash Crossover - Santa Maria/RS

Para encerrar e com peso na chave de ouro, solto aqui o EP que me surpreendeu muito positivamente. A Triturador reúne uma gurizada que resgata o som de peso cantado no bom português. Velocidade com letras muito bem elaboradas a banda ainda lançará em breve novo CD que eu aqui,aguardo ansiosamente. 



Postagens mais antigas → Página inicial