O Rappa: falece com 53 anos, fundador da banda Marcelo Yuka

Marcelo Yuka, que na verdade era nome artístico de Marcelo Fontes do Nascimento Vaian de Sanata Ana, que foi um músico, compositor, ativista e palestrante, sendo conhecido como um dos fundadores da banda O Rappa e posteriormente do grupo F.UR.T.O.



Era baterista até ser baleado em um assalto no ano de 2000, fato que o deixou paraplégico, impossibilitando-o de tocar bateria. Sendo assim, notabilizou-se como compositor da maioria das canções do Rappa no período em que esteve na banda, com letras carregadas de intenso teor social e crítico. Lutou até seus últimos dias de vida através de uma ONG por realização de pesquisas com células tronco.

No dia 4 de janeiro, muitos veículos se precipitaram e anunciaram a morte do músico, o que não era verdade. O mesmo encontrava-se em coma induzido, vindo a falecer nesta madrugada de sábado (19). Já que estava internado em estado grave por conta de um quadro de infecção generalizada. O músico sofreu um acidente cerebrovascular (AVC) no dia 2 de janeiro, sendo que no meio do ano passado já havia tido outro AVC.

Músicas como "Minha Alma", "Me Deixa" e "Todo camburão tem um pouco de navio negreiro" que são clássicos indiscutíveis do Rappa, foram escritas por Marcelo Yuka, que teve sua saída oficializada em 2001 meio que conturbada do grupo, alegando a alguns veículos ter "sido expulso".

No fim, lamentamos a perda de mais um gigante talento da música brasileira.


Rock Laguna: edição 2019 acontecerá neste sábado (19) com grandes atrações

No ano de 2018, foi comemorado o Rock Laguna 30 anos e para a surpresa (ou não) de muitos, o evento teve continuidade. Porém, para a edição de 2019 apenas bandas nacionais presentes e com o mesmo nível se não, superior a edição passada.

Antes de mais nada, convidamos o leitor a ler a cobertura da edição passada: http://www.osubsolo.com/2018/01/cobertura-30-anos-rock-laguna-lagunasc.html feito esta viagem ao tempo, vamos as atrações deste ano.


Com exceção de "Mc Eltin", que assim como na edição passada os produtores tentam "globalizar" o evento, misturando tribos e não cabe a nós criticar (deixa isto para a cobertura), contaremos com Titãs, Capital Inicial, Dazaranha e curiosamente, Cpm 22 por mais um ano consecutivo.
Serviço:

Local: Praça Seival Laguna
Cidade: Laguna / SC
Horário de abertura: 18:00
Horário de início: 18:30
Atração principal: 20:30


2,000 vezes O SubSolo!

Para muitos, uma marca inexpressiva, para nós que estamos dia a dia lutando contra nossos horários de faculdade, trabalho e outros afazeres e mesmo assim, muitas vezes aturando a injustiça das bandas que quase sempre não compartilham o suor de uma matéria, essa é a matéria de número 2.000 e fazemos questão de não deixar passar em branco, portanto, para nós é uma marca de expressão, sim. 




E como tudo na equipe é dividido, desde tristezas à glórias e conquistas, todos os colaboradores foram convidados a falarem um pouquinho sobre essa marca e as dificuldades que nos assombram nesses últimos tempos, principalmente em 2018 que foi um ano bem conturbado para muitos de nós, principalmente para os que estudam. 

"Tudo na vida quando é 'novo' o entusiasmo é o que da gás para fazer as coisas, começamos do zero e tudo era novidade. Queríamos lançar várias postagens por dia, mas sabíamos que não tínhamos a qualidade que buscávamos. Fomos dar nossos primeiros passos rumo a algo mais profissional quando o Vinicius Saints entrou para a equipe, foi logo em seguida da criação do site, semanas depois. Assumiu o papel de redator chefe e até hoje tem a responsabilidade de administrar o site junto comigo e ficamos felizes de alcançar a marca de 2.000 postagens e não só isso, nossa página no Facebook está batendo a marca de 5.000 seguidores e fora outras coisas que já fizemos em prol da cena, temos muito orgulho da equipe que montamos também, acreditamos ser uma família. Está cada vez mais difícil manter o site, é uma correria, mas no fim sempre da tudo certo. Ficamos felizes de fazer algo pela cena, enquanto a maior parte reclama e não tira a bunda do sofá." (Maykon Kjellin)



"Olha, O SubSolo é um capítulo a parte em minha vida. Desde meu primeiro contato, ainda como músico de uma banda que foi uma das primeiras a apostar no portal, até hoje, foram tantas coisas, tantos momentos que vivi graças a esse portal e tantas matérias bacanas que foram elogiadas, que dá realmente pra escrever um livro. Cada som novo que conheci, cada músico com quem troquei ideia, cada banda que pude compartilhar com nossos leitores, cada show que fomos convidados a cobrir. Tudo isso é extremamente especial e importante. Mas além de tudo, O SubSolo foi responsável por manter minha paixão pela escrita em pé, o tempo todo. Aqui fiz meus melhores textos e li textos fantásticos também, já que tenho ao meu lado colegas de qualidade absurda, que sempre me agregam e animam muito ao escreverem aqui. Hoje, O SubSolo deixou de ser apenas um blog, já é um veículo de informação, uma fonte, um portal respeitado e conhecido por muitos em nosso país. E ter feito parte desse crescimento é uma satisfação e emoção enorme, que sequer pode ser descrito nos melhores textos." (Vinicius Albini-Saints)


"O Subsolo tenta fazer o impossível: manter a chama acesa de uma cena acabada. Eu, Marcel Caldeira, por exemplo, não sou músico. Sei nem tocar uma campainha direito. Mas sempre estive nesse mundo. E graças aO Subsolo, tive uma formação de texto melhor, conheci bandas novas e tentei fazer com que inúmeras bandas de hardcore - estilo no qual comento - tenham uma maior visibilidade. Nessas 2 mil matérias, fizemos com gosto e totalmente sem custo. Fizemos em prol do rock, punk, hardcore, glam, alternativo e todos os zilhões de gêneros. O Subsolo não é meu, não é do Maykon, não é do Vinicius ou de qualquer outro integrante. O Subsolo é do rock!" (Marcel Caldeira)




"O SubSolo é uma (pequena) grande família em prol de um só objetivo: fazer a diferença no cenário underground!

Tenho muito orgulho de fazer parte desse projeto há pouco mais de dois anos. Sabemos que discursos são fundamentais para a formação de ideias e que, infelizmente, nos tempos atuais, muitos perderam a capacidade de resenhar materiais, fazer entrevistas e produzir conteúdos de qualidade; a criação de novos discursos sobre a cena underground resta prejudicada. Então, para nós, na condição de 'amantes do som', é quase que um dever Legal mantermos isso; apesar das dificuldades, apesar dos surtos psicóticos que tomam conta da redação de vez em sempre (haha), apesar dos nossos afazeres em paralelo, procuramos dar o nosso melhor dentro do nosso possível." (Thabata Solazzo)



"Ser d'O Subsolo é um petardo Rock N' Roll independente familiar. É você fazer com amor parte de uma redação aonde a galera é família e gostam de desenvolver ideias. Fazer parte de uma mídia independente que tem material físico de sua coletânea e os melhores do ano é correria, responsabilidade pura e ir muito além do que é a música, pois deixamos muitas vezes de ter outro tipo de lazer para desenvolver matéria, escutar o artista e até mesmo marcar presença em eventos. Agradeço demais a equipe e ás bandas que com carinho tem respeito por nós e muitas prezam nosso trabalho. Subsolo é independente, gratuito aqueles que nos valorizam com apenas um compartilhamento e responsável por cada letra digitada. Aqui não temos tempo para desvalorizar a cena." (Wendell Pivetta)


"Redigir material para a família O Subsolo é valorizar o meu trabalho como músico e fazer com que as pessoas enxerguem melhor a união do underground. Me sinto incorporado e ajudando esta cena.  Cada pessoa que acessa o Subsolo sabe que o que é feito ali é de coração, forte e importante. Todos os detalhes são pensados para  fazer com que músicos, entusiastas, ouvintes, fãs, ídolos e qualquer que seja a sua posição nesse espaço maluco seja devidamente reconhecido com a sua importância e espaço." (André Bortolai)





"Antes de tudo, gostaria de agradecer imensamente ao Maykon Kjellin por ter me acolhido a família O Subsolo no ano passado e por ter acreditado em meu trabalho. O último ano foi difícil por motivos pessoais, profissionais e acadêmicos, pensei em deixar o barco algumas vezes, mas graças a compreensão da equipe, o amor por música e o carinho pelo trabalho que estamos desenvolvendo, foi possível continuar; e hoje é uma honra imensa dizer que chegamos a 2.000 publicações no site. Obrigado a todos pelo suporte, confiança e dedicação!" (Caio Botrel)



"Bom, provavelmente eu fui um dos últimos a entrar para equipe e minha entrada parece com a história do Tim Ripper Owens no Judas Priest, pois acompanhava o trabalho d'O SubSolo e sempre fui muito fã. Claro, que motivado pelo gosto pessoal sempre fui muito fã de Metal Extremo e por isso mesmo eram essas as postagens que mais me chamavam a  atenção e de tanto perturbar o Maykon para deixar eu escrever acabei entrando para a equipe e me encarrego de sempre levar um pouco mais de 'podreira' para O Subsolo. 

A organização e forma de trabalho d'O Subsolo sempre me chamou a atenção e serviu de inspiração para o Underground Extremo, se hoje o U.E é uma mídia mais organizada e funcional muito se deve a tentativa de emular o fantástico trabalho d'O Subsolo. Me sinto muito honrado e feliz de fazer parte da equipe da maior mídia underground do país, e tenho certeza que as conquistas só estão começando" (Luiz Harley Caires)



"Ter um espaço como o Quadro Negro para escrever sobre HC e Punk Rock é vital e graças a equipe do site, novamente retomei esse hábito que tanto me motiva a seguir em frente no meio underground. Por vezes pensei em não contribuir mais para sites especializados por achar que as pessoas não liam mais essas coisas, mas O Subsolo veio para provar que sim, ainda somos uma geração de leitores.

Dois mil posts refletem a dedicação de toda a equipe em fazer de O Subsolo um espaço de música, informação e entretenimento com seriedade e profissionalismo. Ser parte desta equipe é um prazer. Parabéns a todos nós pela conquista e que venham mais!" (Thabata Vieira)


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E que sobre tudo isso, consigamos chegar a um número expressivo novamente e SEMPRE com matérias de qualidade. Que consigamos sempre auxiliar as bandas e que as mesmas sempre retribuam da melhor forma possível, que a família que chamamos de equipe cada vez esteja mais intacta e pronta para novos desafios.

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Mensageiro do Prazer: nova formação é anunciada


A banda de Rock And Roll e Hard Rock de Porto Alegre (RS), Mensageiro de Prazer, anunciou através de suas redes sociais, a sua nova formação. O grupo que conta com os irmãos, Vagner Bueno (vocalista, guitarrista e membro fundador) e Rick Sanjames (baterista), passa a contar com Mateus Insano (baixista e backing vocal).

O grupo que já possui um EP lançado (Estrada – 2005), agora, volta a focar nos ensaios para o retorno aos palcos. Além das músicas que compõe o EP, a banda também apresentará novas canções autorais e algumas versões que ainda preferem manter em segredo.

Mateus, que também é vocalista e baixista da banda Pétalas Insanas, comenta a sua entrada na banda: “Eu sou fã da Mensageiro há tempos e já até havia recebido outros convites para me juntar ao grupo, mas a falta de tempo sempre foi um empecilho. Agora, que acabaram as aulas da faculdade e a Pétalas Insanas segue em hiato, finalmente conseguimos conciliar nossas agendas. Além disso, não ser o vocalista principal me dá oportunidade de me concentrar mais no baixo, curtir os shows e ficar mais livre no palco” - ressalta Mateus.

Após o retorno aos palcos, o grupo pretende entrar em estúdio para a gravação de um novo material. Ainda sem formato decidido, o sucessor do EP “Estrada” pode ser um álbum completo, já que a banda trabalha em mais de dez novas canções. Além de planejar a gravação do primeiro videoclipe oficial.


Fonte: Insanity Records

Wolf Among Us: Duo se prepara para lançar EP



Formado em 2017 no interior de São Paulo, o duo de Stoner Rock, Wolf Among Us, nasceu na vontade de criar algo verdadeiro e expressivo. A formação atual conta com Robin Wolf (Baixo e vocais) e Alexandre Cruz (Bateria).

Riffs marcantes somados a uma nova sonoridade utilizando-se de três amplificadores (dois de guitarra e um de baixo), ampliando a massa sonora, trás a sinergia e “identidade natural” buscada. As influencias do stoner, do heavy metal e do grunge contrastam com elementos modernos em uma experiencia stereo única e difícil de se encontrar em um duo.

Atualmente a banda se prepara para lançar seu primeiro EP intitulado “Soul Shard”, que irá abordar uma ambientação futurística mesclada a temas atuais. O EP é uma analogia entre conflitos existenciais a distúrbios psíquicos, aonde um ego personificado a varias personalidades ambíguas faz uma afronta entre a moral e instinto. “Who are you?” foi o single de estreia, produzida por Iuri Griga, lançada em Outubro, garantindo um significativo destaque na cena local.


Toda banda tem sua influência. Vocês se inspiram em alguma banda?

Robin: Podemos dizer que em muitas, somos praticamente um caldeirão de influencias. Eu e o Ale temos um gosto semelhante e acabamos dividindo algumas influencias como Led Zeppelin, Black Sabbath, Alice in Chains, Mastodon, Royal Blood, ReignWolf, Gojira, Metallica, e é isto que consigo me recordar no momento. Mas isto é só a base da pirâmide, têm muitas bandas novas que estão entrando nesta lista de influencias. 

De ondem vêm esse nome "Wolf Among Us"?   O que levou a banda a esse nome?

Robin: Wolf Among Us sempre esteve na minha cabeça como um possível nome de banda. Quando decidi montar o Duo foi a primeira e única opção. Digamos que tem muitos porquês deste nome, mas o motivo principal é que o lobo, para nós, é aquele que não foi domado e nunca pertenceu a nenhum grupo, e por mais que seja “caçado”, ainda esta entre nos, resistindo. Isto fala muito sobre eu e o Ale, vivemos o dia a dia em um meio totalmente diferente do que somos, e quando estamos tocando liberamos todos os demônios ocultos, liberamos os lobos.  

O que podemos esperar desse primeiro EP?

Robin: O EP ira se chamar Soul Shard, nele teremos 6 musicas que representam as primeiras composições da banda. As musicas estão pesadas, regadas de riffs marcantes que grudam na cabeça. Procuramos trabalhar com a dinâmica das musicas, que variam em momentos agressivos e calmarias. Por mas que as musicas não sigam um contesto geral e abordem temas distintos, ainda sim há um tema central, que basicamente traz os sentimentos ocultos tomando forma e entrando em conflito com a própria existência. Soul Shard é uma espécie de mito de Narciso moderno, um monologo entre nosso interior com o exterior, entre o ser e o existir, entre o real e o digital. 

De onde vêm as ideias para as composições? Existe alguma composição que é mais especial para vocês?  

Robin: Bem, geralmente as nossas composições são bem particulares e falam muito sobre o que vivemos, porem não de forma direta. Costumo criar em cima das experiências vividas, e muitas vezes utilizo filmes e jogos como influencia. Soul Shard mesmo, é uma espécie de “autobiografia fictícia” criada para minha segunda personalidade. Eu chamo esta segunda personalidade de Eros, homônimo de uma das musicas do EP. Não sei dizer se é a mais especial, mas “EROS”  sem duvida nenhuma é uma musica diferente, ela trouxe toda a questão da dualidade existente dentro de mim. Quando a escrevi procurei estar “fora da realidade” para dar ainda mais vida ao Eros. 

Como anda a agenda de shows e a divulgação do trabalho? 

Robin: Estamos começando a colocar lenha na fogueira. Quisemos focar mais nas produções, mas agora fechamos uma parceria com a agencia Collapse para fazer o negocio da forma mais profissional possível. Mesmo não focando em apresentações ao vivo, ano passado fizemos algumas apresentações importantes, uma delas ao lado dos holandeses da Komatsu. Agora que estamos com nosso EP praticamente pronto, pretendemos nos apresentar mais vezes ao vivo e até mesmo estamos pensando em uma turnê. 

O que esperam para 2019? 

Estamos muito ansiosos, vai ter EP no começo do ano, novas apresentações e provavelmente começaremos a produção do nosso álbum conceitual. 2019 é o ano do Lobo. 

Fonte: Collapse Agency

Cherry Ramona: confira o primeiro clipe "Verão do Sul"

Segunda feira no dia 07/01 a banda Cherry Ramona conduziu um evento fechado para o lançamento de seu primeiro clipe, da música “Verão do sul” faixa de seu primeiro álbum, “Soco na Bixiga” lançado a 3 anos. O evento aconteceu no Estúdio Tanuki, um espaço multicultural conhecido em Criciúma e nós d'O Subsolo tivemos o prazer de participar.



O evento foi entre amigos e muito animado, ressaltando o alto astral da banda, com salgadinhos, brinde de espumante, bastante conversa, e um “easter egg” peculiar do clipe: Uma rodada de velho barreiro. Quem conduziu o evento foi o próprio Naldo Arraes, vocalista fundador da banda, conhecido por trazer muita energia aos eventos da região.

Mas o clipe em si foi o destaque do evento, uma mídia muito pouco procurada pelas bandas atualmente, por seu alto investimento financeiro e de tempo, mas quando bem feito vale muito à pena, o que foi exatamente esse caso. Em primeiro lugar gostaria de chamar atenção à preocupação com a acessibilidade ao público mais excluído do acesso à música: os deficientes auditivos. O clipe é inteiro acompanhado por legendas e interpretação em libras, que incorpora o ritmo da música na interpretação, o que de fato pegou totalmente todos presentes de surpresa e foi uma mensagem extremamente importante para futuras produções. A segunda coisa que mais chamou a atenção foi a qualidade de produção, a Genuíno Films conseguiu expressar muito bem a banda com cenas dinâmicas e filmagem impecável, dentro e fora de estúdio. O enredo do clipe é simples mas eficiente, captura muito bem a essência da banda e da música, bastante animado e descontraído, remetendo bastante à região para quem conhece e aqui vive.



Em conclusão, um trabalho muito bem feito, um passo que muitas bandas teriam muita vantagem em seguir, pois apesar de ser mais um investimento, acaba trazendo uma destaque para a banda e mais uma oportunidade de se expressar.

Conheça: Black Bell Tone (Porto Alegre/RS)

Formada no início de 2017, a Black Bell Tone é formada por Taba Kunz nos vocais e guitarra, Nando Pontin na guitarra, Lucas Pontin no baixo e Fernando Paulista na bateria, todos os integrantes passaram por outros projetos em suas trajetórias musicais, bandas como Dissométrica, Wannabe Jalva e Sandálias. Tanto que o acumulo dessas experiências, são depositadas em uma sonoridade coesa, intensa e pretensiosa, agora na Black Bell Tone.


O intuito deste supergrupo foi trabalhar em suas composições autorais e apresentá-las o mais brevemente possível ao público, entretanto, sem ter como prever a duração do processo das composições e mais as gravações, os integrantes temendo ficar presos no estúdio sem interação do público, resolveram soltar algumas músicas tocando ao vivo, os famosos "live session". 

Portanto, toda a rotina da banda vem sendo gravado, registrado e veiculado de maneira a aproximar o publico do que acontece durante o nascimento de uma banda e claro, mostrar como é o processo de gravação de um disco ao público. Atualmente a banda gaúcha trabalha para finalizar o seu disco de estreia e aos poucos lança alguns singles para atualizar e captar novos fãs e admiradores para a banda. 

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Matanza-INC.: A volta do Matanza, com novo nome e novo vocalista

Se os fãs de Matanza ficaram tristes que em 2018 a banda anunciou o seu fim, o ano de 2019 já começa com uma notícia que muda muito o rumo praticamente fadado da banda. Como já havia sido especulado nos bastidores do cenário do Rock Nacional, o problema do Matanza era uma divisão incorrigível entre Jimmy London e seus companheiros de banda. Para reforçar essa teoria, Dony Escobar, Jonas Cáffaro, Marco Donida e Maurício Nogueira anunciaram que o legado do Matanza não termina aqui. Através do Instagram da nova banda, nasceu a Matanza-INC.


A line-up da nova banda é composta pelos ex-membros e o vocalista Vital Cavalcante, conhecido de longa data de Donida e figura do underground. Na postagem, fica claro que Cavalcante é a figura que buscavam para esta nova fase da banda.

O novo nome da banda é uma referência ao Venom Inc., banda paralela ao Venom que surgiu com a mesma finalidade do Matanza-INC: ex-membros que querem continuar tocando as músicas que compuseram em outrora.

Ainda na postagem, o grupo anuncia que o material novo está pronto e vai sim seguir os passos do Matanza. No entanto, não há data ou prazo, pois o Matanza-INC diz não estar com pressa e espera que as coisas sejam devidamente lapidadas.

Galantis: apresentação única no Rio acontece nesta sexta

Na próxima sexta, 11/01, o Duo de música eletrônica, o Galantis, chega ao Rio de Janeiro para apresentação única no The Epic Summer, no Maracanazinho. A festa tem início às 23h e só termina às 7h da manhã.


Quem é fã do Galantis, dono de hits com mais de 500 milhões de visualizações no youtube como Runaway e No Money, não precisará ir até Ibiza ou qualquer outro local da Europa para curtir o supershow. Serão vendidos dois tipos de ingressos, Pista Premium Open Bar e pista comum. Para quem adquirir o convite premium terá acesso a todas as áreas. Para os que optarem pela compra da pista normal não deixarão de ter uma visão privilegiada, já que terá acesso a arquibancada também.

O público curtirá mais de 10 horas de festa, a poucos metros do palco. A estrutura será 100% interativa de LED, assinado pelo Muti Randolph, com uma line up de peso, que vai além do grupo internacional, os DJs Milena Scheide, Just Mike, lucce, Manimal, Make your Swet, John fAILY & marie Bouret e Reezer comandarão o restante da noite, até o dia amanhecer. 

''Foram 4 anos tentando trazer um dos melhores lives do mundo, e finalmente conseguimos. Nós vamos realizar uma festa perfeita para o público, proporcionando experiencias inesquecíveis através de serviços e estrutura. Nosso show de luzes será fantástico e foi assinado pelo fera Muti Randolph, responsável também pelo projeto da D-EDGE. As pessoas vão dançar com os olhos'', brinca o sócio-fundador da Party Industry André Barros. 

Serviço:
Local: Maracanãzinho
Data: 11/01/2019 - Sexta-feira
Horário: das 23h às 7h

Valores pistas Premium OpenBar: 
Feminino Lote 03 : R$ 190  (Sujeito à mudança de valor sem aviso prévio)  | Masculino Lote 03 : R$ 260  (Sujeito à mudança de valor sem aviso prévio);

Valores Pista comum:
Feminino Lote Único: R$ 80 (Sujeito à mudança de valor sem aviso prévio)  | Masculino Lote Único: R$ 120  (Sujeito à mudança de valor sem aviso prévio) 


Fonte: Hochmuller Comunicação

Topfive: cinco bandas para ouvir neste final de semana #110

Resolvi criar um topfive baseado em bandas que conheci na correria da listas de melhores do ano, tanto aqui n'O SubSolo, quanto no Underground Extremo no qual sou colaborador. Difícil não deixar claro, o quanto me espanta quantos lançamentos bons e incríveis tivemos nesse ano de 2018, claro que tivemos lançamentos medianos e alguns bem abaixo da média, mas vou trazer cinco que me chamaram a atenção e explicar o motivo.




Confira as cinco indicações:

01) Arconde - Pop Rock - Lages/SC

O Arconde foi um dos projetos que mais encheu meus ouvidos (para não dizer olhos, pois não vi pessoalmente) e quando ouvi pela primeira vez, veio um sentimento de "os caras mandam ver". Depois tomei um banho de água fria ao descobrir que todo o projeto é na verdade uma "one man band", não necessariamente isso, mas o disco foi gravado inteiro todos os instrumentos por um único músico e o nome do cara é: João César Matias.



02) Cardiac - Metal Alternativo - Campinas/SP

Os caras são oriundos de Campinas/SP e fazem um som bem autêntico com bons fraseados e um instrumental pesado com técnicas abundantes. Não só receberam o prêmio de melhor disco de Metal Alternativo, como também reconheceram e tiveram a humildade de enviar uma mensagem a'O SubSolo agradecendo, não que precise, mas isso demonstra caráter de uma banda que faz jus as suas letras abordadas no excelente disco "Equilíbrio". De todas as bandas indicadas e as que venceram, foi uma das que mais ganhou o meu respeito, ouça o disco:



03) Koppa - Pop Rock - Brasília/DF

Conheci o Koppa pela sua assessoria, "Build Up Media". Porém, na época foi por causa do Webclipe "Medos" e posteriormente fui informado sobre o lançamento do disco dos candangos, intitulado "Transparecer". Os vocais de João Quirino realmente "transparece" a calmaria do bom e velho Pop Rock, que a cada ano que passa começa a surgir novos nomes capazes de alavancar essa vertente ao topo. 



04) Hellway Patrol - Metal - Londrina/PR

Um power trio paranaense de qualidade ímpar. Entre os cinco melhores EP's de Heavy Metal com o excelente "Desert Ghost", que conta com participação de May "Undead" Puertas do Torture Squad na faixa "Satan Free Me". A banda pode ter pouco tempo de estra com essa nomenclatura, formada apenas em 2017, porém os músicos carregam uma bagagem de experiência de outras bandas e tudo isso é agregado nesse projeto. Ouça o EP "Desert Ghost":




05) Os Capial - Grind/Death Metal - Araraquara/SP

Ajudando nas listas do Underground Extremo, teve uma banda entre a listagem de Grindcore que me chamou a atenção, primeiramente pela capa, pela "sutileza" se falando de Grindcore. Formada em 2014, a banda tem esse nome em homenagem ao trabalhador bração do campo, porque o trabalho musical é igualmente pesado como um serviço bração, pois moram no interior paulista, que originalmente agrário e a banda resolveu prestar essa singela homenagem as suas origens caipira. Temáticas, vestimentas, letras e falas, são todas voltadas ao mundo caipiresco, e isso que torna essa banda única e simplesmente sensacional.






Lasting Maze: assista agora o excelente videoclipe de "Greatest Sin"

Lasting Maze lançou recentemente seu novo single "Greatest Sin" e para nossa surpresa, o mesmo foi lançado em forma de videoclipe.



Influenciados por Lacuna Coil, Evanescence, Halestorm, KoRn, Disturbed e tantas outras excelentes bandas do Metal Alternativo & Melódico. O single marca uma nova formação da banda mossoroense, que lançou esse seu primeiro videoclipe no final de 2018 demonstrando que preparam o campo para tornar 2019 um ano inesquecível para sua carreira musical. 

Já o single, fala sobre sair de um relacionamento abusivo, mas não como vítima ou problemas que tanto vemos por aí e sim, com coragem de seguir em frente e o melhor, sem medo. A mensagem que a música passa, é que embora todos os caminhos te levem de volta a aquela pessoa, você se torna forte o suficiente para dar um basta nessa situação. 

Ficou curioso? Ouça a música e assista o videoclipe de "Greatest Sin":



Cobertura: 115 Rosas Barbadas (Caverna Kilmister)

No dia primeiro de Dezembro se uniram duas bandas do cenário sul catarinense com uma banda rio grandense e a única coisa em comum, era a amizade, sonoridade completamente diferente. De covers foram de CPM 22 até Nirvana, de autoral foi de Punk até Psicodelia total e com isso o público foi de calmo a confuso, de confuso a eufórico de sonolento a contagiante e no fim, um gostinho de quero mais.



A primeira banda a subir no palco, foi a novata P-115.



Oriunda de Tubarão/SC, cidade conterrânea do Caverna Kilmister, a gurizada da P-115 estava esgotada por conta da faculdade e toda a pressão que os estudos + trabalho vem causando a quem está na idade dessa rapaziada e estar nos palcos é o refúgio para todos os problemas e pressão desta fase da vida. Não faço ideia se foi a resenha do último show dos caras ou a conversa que tiveram com o proprietário do Drakos, mas a apresentação da banda teve uma evolução gigantesca de apenas algumas semanas de diferença e mostrou uma banda bem mais focada e preparada do que anteriormente resenhada aqui. 

Mas ainda acho que os covers apresentados são bem chatos e não empolgam a sua apresentação como suas autorais, que são bem bacanas e contagiantes e isso precisa se revisto imediatamente. Música boa é a que te joga para cima e não a que desanima na frente de um palco, concordo que é questão de gosto, mas tem que procurar fazer releituras de banda que se encaixam melhor com as autorais, ai vai uma dica: Bad Religion e Pennywise, essas são as bandas que combinam com vocês.



Logo após foi a primeira vez que vi nos palcos a banda Rosa de Vênus. Pela forma que trataram a equipe d'O SubSolo dentro do Caverna, até achei que eram banda mainstream, mas ok. Cada ação, gera uma reação. No palco os caras são um vulcão em erupção e quando eu acreditava que não conseguiriam fazer o público pegar mais fogo do que já estavam, me jogam um cover de Nirvana que ninguém esperava, dito e feito, primeiro mosh da noite estava formado.

A apresentação teve seu auge com suas músicas autorais, são bem melhor executadas (toda banda executa as autorais melhor, eu sei). Mas há algo de especial no Rosa de Vênus e eu não sei explicar, há um toque especial nas composições que consequentemente faz com que o público cante junto a partir do segundo refrão e esse é o encanto de quem compõe em Português, não desmerecendo outros idiomas. Quem não conhece, indico a parar tudo o que esta fazendo e ouvir a banda agora mesmo.



Para fechar a noite o Barba Rala, muito ouvi falar da banda e até agora não sei como definir, rotular ou falar dos caras, é sinistro o que fazem no palco. Talvez um pouco exagerado a força que usam nos instrumentos, mas isso vai de cada um. 

Consigo definir que a banda é muito bem entrosada, não tem aquelas pausas irritante (até minha banda tem essa pausa chata) e a banda é muito bem ensaiada. Ninguém acelera e ninguém se perde, é tudo no seu tempo certo e tem contratempos ensaiados que ficam perfeitos no palco tocando ao vivo, o que de fato deve ser muitíssimo bem ensaiado e não é atoa que é uma das bandas que mais cresce no estado de Santa Catarina nos últimos anos. Destaco muito o feeling depositado pelo quarteto e a forma que se entregam a música, pela humildade e o caráter como pessoas. Foi uma excelente apresentação e este que aqui escreve admite, foi uma ótima primeira impressão.


Topfive: Cinco bandas para ouvir neste final de semana #109 (Otacílio Rock Festival)


Aproveitando o sucesso que foi o nosso TopFive especial com bandas do Maniacs Metal Meeting 2018 (se você não viu, dá uma conferida, clicando nesse link, aproveite e confira a cobertura deste evento, clicando aqui. Mas só depois de ler essa matéria, 0k?). Como ia dizendo, eu, com a honrosa missão de fechar o circuito de seleções musicais do ano de 2018 para você, caro leitor, apreciar um bom som no fim de semana e ampliar o seu conhecimento da cena Underground, vou iniciar uma série com bandas que estão confirmadas no cast do Otacílio Rock Festival que acontecerá entre os dias 15 e 17/02/2019. Sem mais delongas, vamo de som!

O SUBSOLO - TOPFIVE #109











Porém antes, quero falar de uma novidade que trouxemos para vocês. Agora você pode ouvir as músicas por nós elencadas, diretamente na playlist do Youtube, incorporada este post, para não precisar trocar de tela a cada música, ou dar o play uma a uma. Esperamos que curtam!

1) Legado Frontal - Otacílio Costa/SC

A primeira banda não poderia ser outra, se não a anfitriã. Oriunda da cidade que dá nome à festa em questão, Legado Frontal formou-se em 2010 com a proposta de um som pesado e inovador. Sua principal característica era a agressividade do Hardcore. Com o passar do tempo e uma mudança na formação, o som ganhou ainda mais peso tomando a forma de Metalcore, abordam temas do comportamento humano, seus atos e suas consequências. Enfatizo porque valorizo o fato de cantar em português.



2) Tressultor - São Bento do Sul/SC

A porradaria toma conta quando o som é por conta de Tressultor. Com um Thrash Metal ora mesclado a elementos de Groove, ora Crossover. Transformando-os assim, numa banda versátil que sabe a hora de utilizar os recursos dos quais dispõe. Seu último trabalho (Cartel de Juarez/2017) o qual abre com uma intro misteriosa e sombria com guitarra clean, que logo dá lugar ao peso dos instrumentos tradicionais do Thrash Metal, também cantado em português, cujo tema é violento, sanguinário e satanário. Abordando temas como ateísmo, satanás e direção automotiva, e canibalismo nordestino.


3) Posthumous - Criciúma/SC

Trazendo aquela densidade tenebrosa, peso e agressividade do Black/Death Metal, do jeito que o capiroto gosta, Posthumous com uma baita bagagem, desde 1993 executa um trabalho maduro, concreto e bastante característico. Compôe a banda: R.Satan - Vocals, R.Mutilator - Guitars, O.Marauder - Guitars, E.Nargoth - Bass, J.V.A-K - Drums.



4) Spiritual Devastation - Lages/SC

Heavy Metal tradicional com pegadas Thrash traçam o estilo da banda lageana que outrora compunha o grupo Dark Whisper. Somando as trajetórias, o grupo está na estrada desde 2004, e após um período (como eles mesmos costumam dizer) de amadurecimento, seu som ganhou peso, técnica e atitude. Composta por Guilherme (Guitarras e Vocal), Thiago (Baixo) e Marco (Bateria), Spiritual Devastation vem disponibilizando algumas músicas do álbum War and Peace (2018)como In Freedom We Trust recentemente publicada e que estará disponível em breve nas plataformas digitais.


5) Witches Town - Itajaí/SC

Com pegadas aceleradas extremamente características, Witches Town mistura o Heavy Metal Clássico ao Power Metal com uma incrível e harmoniosa levada pesada e carregada, remetendo-nos ao Doom Metal. Com influência de bandas como Accept, Judas Priest e Black Sabbath, claramente perceptíveis nas músicas Whispering My Name e Black Pestilence. Pisando pela primeira vez no palco do OTA, os músicos tendo passado ou ainda integrantes de bandas já renomadas na Cena catarinense, como Powersteel, Syntz, Mr Fear (atual Holy Diver Dio Tributo) e Lost Pines, prometem um show memorável.




Abaixo, você pode conferir bandas que também compõem o cast do Otacílio Rock Festival e já foram citadas pel’O Subsolo em outros TopFives.

Carniça: TopFive n° 58 Frade Negro: TopFive n° 79 Pain Of Soul: TopFive n° 98
Chaos Synopsis: TopFive n° 107

Melhores do Ano (2018)

Ao contrário do ano de 2017, neste ano não lamentamos tantas perdas, porém também ao contrário não tivemos tantos lançamentos e tivemos maior dificuldade na escolha por não ter um leque recheado como nos anos anteriores, fica uma dúvida: O que anda acontecendo com o nosso cenário?




Enquanto escrevia essa introdução e preparava o material de postagem desta matéria oficial dos Melhores do Ano O SubSolo 2018, me deparei com um post no Facebook, onde em poucos minutos um amigo perguntou quem mais lançaria disco no ano que viria e em menos de dez minutos passaram incríveis vinte nomes de bandas nacionais. Então, isso responde minha pergunta. Esse foi um ano bizarro, corrido para muitos e principalmente final deste ano, onde foi perceptível bandas lançando material "apenas por lançar", o que deixou nossa equipe "levemente preocupada".

Sobre os Melhores do Ano, adicionamos uma nova categoria, Metal Alternativo. Pelo fato da ascensão do mesmo no cenário nacional/internacional nos últimos anos, sendo que, tivemos grandes lançamentos neste ano, portanto nossas categorias deste ano ficaram o seguinte:
  • Heavy Metal Tradicional (Álbum)
  • Heavy Metal Tradicional (EP)
  • Metal Extremo (Álbum)
  • Metal Extremo (EP)
  • Metal Alternativo (Álbum)
  • Metal Alternativo (EP)
  • Rock / Hard Rock (Álbum)
  • Rock / Hard Rock (EP)
  • Hardcore / Punk (Álbum)
  • Hardcore / Punk (EP)
  • Pop Rock / Alternativo / Indie (Álbum)
  • Pop Rock / Alternativo / Indie (EP)
  • Videoclipes - Todas as Vertentes
  • Melhores Capas (Álbum/EP)
Como todos os outros anos, cada membro votou em três opções. Elencando a sua trinca favorita de acordo com o seu gosto. O primeiro contabilizava cinco pontos, o segundo três e o terceiro apenas um. No final, após a contagem geral dos pontos é relevado os cincos melhores de cada categoria, que você conhece agora:


HEAVY METAL TRADICIONAL (ÁLBUM)


HEAVY METAL TRADICIONAL (EP)

METAL EXTREMO (ÁLBUM)


METAL EXTREMO (EP)



METAL ALTERNATIVO (ÁLBUM)

METAL ALTERNATIVO (EP)

ROCK / HARD ROCK (ÁLBUM)

ROCK / HARD ROCK (EP)

HARDCORE / PUNK (ÁLBUM)

HARDCORE / PUNK (EP)

POP ROCK / ROCK ALTERNATIVO / INDIE (ÁLBUM)

POP ROCK / ROCK ALTERNATIVO / INDIE (EP)

VIDEOCLIPE (TODAS AS VERTENTES)

MELHORES CAPAS (ÁLBUM/EP)

E é com essa lista, que anunciamos nossos melhores de 2018. Eleita democraticamente pela nossa equipe ponto por ponto, inclusive desempatando algumas categorias que tiveram uma mesma pontuação.

Aquela velha e clichê frase de que não somos donos da verdade e a real é que estamos satisfeitos com a lista que estamos postando/divulgando para encerrar as nossas atividades neste 2018 que acumulamos vitórias, derrotas e o mais importante. aprendizados.

Agradecemos a equipe que compõe O SubSolo atualmente e que possamos fazer um 2019 ainda melhor e claro, que seja repleto de conquistas e lançamentos, com aquela dorzinha de cabeça para escolhermos os melhores do ano de 2019!
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