26 agosto, 2016

Entrevista: Banda Combover (São Paulo/SP)
Beto Silver13:35 0 comentários


A banda Combover formada em 2012 pelos experimentados músicos paulistanos, nos emprestou um pouco da vida da banda e de seus integrantes, com uma entrevista exclusiva ao nosso Blog “o SubSolo” após sua turnê europeia. 

Conversamos com Don Carlón, guitarrista e vocalista da banda e ele prontamente nos atendeu. Agora, sem milongas, vamos lá.

Quem são os músicos da Banda Combover?
Don Carlón: Olhando a foto da esquerda para direita, Eu Don Carlón na guitarra e nos gritoso segundo da foto, Billy Lebowski aparece em primeiro, no baixo e nos backing vocals e, Peter Crise na bateria, O cara que tá ascendendo o cigarro.



Nos conta um pouco de como surgiu a banda?
Don Carlón: Do "fim" do Bloodbuzz, outra banda em que toco. Para resumir, estávamos ensaiando para gravar nosso disco de estreia quando o Pablo, baterista, anunciou que ia sair. Uma semana depois, no dia de ensaio, a Susan, vocalista, também resolveu que ia sair. Foi uma merda. Como tínhamos ensaio marcado, decidimos, eu, o Pablo e o Ian (baixista), ir pro estúdio só pra tocar pra se divertir e tomar umas. Saíram três músicas novas bem legais nas jams e resolvemos que continuaríamos a tocar juntos, mas com outro nome. Foi quando Ian sugeriu "Combover", que é aquele penteado que consiste em jogar cabelo mais comprido por cima da careca. A assim nasceu o Combover.

Quando e como que a banda foi formada?
Don Carlón: Foi nesse primeiro ensaio, mais ou menos em abril ou maio de 2012. Foi ali que a coisa começou.

A formação inicial é a mesma desde o início do Combover?
Don Carlón: Sim e somos um power trio clássico: guitarra, baixo e bateria. A ideia é continuar assim, já que mais gente junta, só traz mais problema. Mas, se valer a pena ter alguém mais, não abriria mão.

De onde é a banda? O som da banda é autoral? Qual idioma são as músicas?
Don Carlón: A banda é de São Paulo e somos uma banda autoral. Cantamos em inglês, mas, nas músicas que já fizemos até agora, temos, aqui e ali, palavras em alemão, dinamarquês e até em português. Não diria que temos regras quanto a idiomas. Se a piada for boa e der samba, a gente canta.

Como podemos passar para nossos leitores qual a definição da banda?
Don Carlón: Somos uma piada. Definitivamente! Não dá pra nos levar a sério. E isso é às vezes difícil de fazer algumas pessoas entender. Tem gente que diz: "Cara, o som de vocês é foda, mas nada a ver essas perucas e fantasias". Já ouvi isso de uma galera, mas cago e ando pra esse tipo de comentário. Essa banda não faria sentido se não fosse a maneira como tocamos ao vivo. Meu objetivo é que as pessoas riam enquanto a gente está no palco. E se nos acham ridículos, atingimos nosso objetivo.


Qual a situação mais difícil de enfrentar com a banda? 
Don Carlón: Qualquer dia sem tocar com essa banda é uma tristeza. Com todos os integrantes, sem exceção, sempre foi divertido enquanto tocamos. Quando lançamos nosso primeiro disco, em 2014, fizemos o show de lançamento, perdemos nosso baixista (o Ian, hoje baterista da Monocelha, uma das minhas bandas favoritas) e ficamos quase um ano sem tocar. Foi difícil. Por sorte o Billy, meu sócio no estúdio Aurora, resolveu deixar a guitarra de lado e tocar baixo.

 Em termos de apresentações, qual foi o show mais marcante para o Combover?
Don Carlón: Depois de ficarmos parados em 2015, voltamos com tudo este ano e, com o lançamento do nosso segundo disco, "Bomcover", rolaram uns shows BEM legais. O primeiro show, no bar Duesie, foi sensacional. Tinha até mendigo dançando do lado de fora. Fizemos uma turnê europeia entre abril e maio e fizemos alguns shows bem legais na Alemanha. Em Wolgast, uma cidadezinha no norte do país, fizemos um monte de punks com moicanos e tudo abrirem roda, dançar e se divertir com nosso visual escrachado. Mas, se fosse pra escolher só um, diria que foi o do festival Garagera, que rolou num coreto da praça Dom Orione, no Bixiga. Sábado de sol, um monte de bandas legais e um público maravilhoso, num show gratuito. Uma tarde incrível.

Vamos falar um pouco do gosto da banda, sobre preferência, qual a canção da banda que mais gostam de tocar?
Don Carlón: (Blow)Job, sem dúvida. A letra é fácil de decorar: "A job is a job is a job is a blowjob". E é uma música sobre trabalho, não sobre boquetes. Minha mãe uma vez viu um show nosso e me deu uma bronca sobre o assunto da música. E, no nosso segundo disco, que na verdade é uma regravação do primeiro (por isso nome Bomcover), conseguimos regravá-la com dois convidados de peso: o Adriano Cintra (do Thee Butchers' Orchestra e ex-CSS) e o Juninho Bill, do Trem da Alegria. 

Podemos dizer que todos temos uma inspiração! Queremos saber se a banda tem uma inspiração, quem ou o que os inspiram? 
Don Carlón: Cara, a gente é uma banda que leva a fio aquela máxima do "sexo, drogas e rock'n'roll", mas tudo à base do que aprendemos vendo Sexta Sexy, Cheech and Chong e Beavis & Butthead. Se você misturar esses três elementos, fica mais fácil entender quem somos, de onde viemos e para onde vamos.

Pelo que pesquisamos a banda tem vários vídeos e já se apresentou em vários locais, incluindo o exterior. Em termos de gravações quais os trabalhos que a banda tem?
Don Carlón: Lançamos nosso primeiro disco em 2014, "Combover". Este ano lançamos nosso segundo disco, "Bomcover", um tributo nosso a nós mesmos com convidados especialíssimos que incluíram até os Eagles of Death Metal e gente de um monte de outras bandas legais aqui de São Paulo, como Zefirina Bomba, Monocelha, Quarteta, Sheila Cretina, Danger City, Japanese Bondage, Comodoro, Orange Disaster, Bloodbuzz. E durante nossa turnê na Europa, gravamos em Hamburgo nosso novo single, "Smartphones, Dumb People". E em  breve sai coisa nova. Fiquem atentos.

Então! Falando em gravações, qual o maior sucesso de vocês? 
Don Carlón: Sucesso? Hahahahah. Nenhum, né? Mas confesso que estou orgulhoso dessa faixa que gravamos na Alemanha, "Smartphones, Dumb People". Ela só tem um acorde a música toda e não uso verbos na letra. Mas ela nunca será um sucesso – e acho isso ótimo.


Qual sonho vocês ainda pretendem realizar em relação a banda? 
Don Carlón: Queremos tocar e tocar e tocar e tocar. Não importa onde. Depois de tocar na Europa, um sonho seria tocarmos nos Estados Unidos, na Argentina, no Uruguai, no Nordeste, no interior de São Paulo... Nosso sonho é tocar pra todo mundo.

Para finalizar, mande uma mensagem para pessoas que acompanham o trabalho de vocês ou querem acompanhar?
Don Carlón: Pode falar?!!! Venham ver a gente ao vivo, gente! Nosso show é alto e barulhento, mas é legal. Preferimos que você venha se mijar de rir de me ver tocar de peruca e de ver o Billy Lebowski em ação do que qualquer curtida sua no Facebook. Vem tomar umas com a gente que a gente retribui. E, caso você goste da gente, obrigado por isso!

*Os créditos das fotos são: Freelas de una Pauta (Arthur Vahia/Daniell Marafon)

Links de redes sociais, acesso à banda, sites, email, videos

Instagram: @welovecombover
Nosso e-mail é welovecombover, no gmail, mas eu diria que respondemos mais rápido pelo Facebook.

Vídeos:
Ao vivo no Brewdog Bar, em São Paulo
https://www.youtube.com/watch?v=EEkyHtsNUNw
Ao vivo no festival Garagera #5, em São Paulo

Resenha: Good For Shit - Stoned Bulls (2016)
Maykon Santos Kjellin11:06 0 comentários

É impressionante a qualidade musical que se cria em cidades consideradas pequenas, sendo que é também assustador (no bom sentido) como cidades pequenas aonde outros gêneros são predominantes de quase boa parte da população, nascem boas bandas de Rock 'n Roll e de Heavy Metal, sem perceber são bandas assim que começam a conquistar seu espaço e ao mesmo tempo começam moldar crianças e adolescentes da cidade, o ser humano já está saturado dos lixos sonoros que "imperam" em nosso país.



Da pequena cidade de São João da Boa Vista, nasce o Stoned Bulls, uma banda que mescla Groove Metal, Stoner Metal e Soulthern Rock e a união destes elementos são o que dão a roupagem da banda ao mundo, boas músicas, fortes e pesadas. O bom desenvolvimento das técnicas, aprofundam ainda mais a certeza da boa música.

A banda foi formada a dois anos, mais exatamente em 2014, os integrantes André Guimarães (guitarra), Victor Pacheco (bateria), Eduardo Mourão (baixo) e Gabriel Bonilha (vocal) foram o grupo que para concretizar seus ideias, lançaram agora recentemente o álbum "Good For Shit" ou melhor "Bom por Bosta", expressão local da cidade natal da banda.

Pode não ter sido intencional, mas sinto pitadas de Metallica entre suas músicas, tanto pela bateria reta e cadenciada (com mais poder, claro) e o vocal forte, pesado e ofensivo, a guitarra tem acordes fortes e secos, enquanto o baixo cuida da cozinha com um groove massacrador como se estivessem batendo em ossos, as linhas foram muito bem criadas para dar mais ênfase aos vocais, ao decorrer do álbum várias outras bandas vão surgindo como influências, pelo menos na minha concepção ainda vi, Lamb of God, Slipknot e Project 46.

A banda tem um dom impressionante para quebrar o ritmo, quando sua mente memoriza e vai direto para a próxima música pensando que vem mais "pauleira", o Stoned Bulls lhe joga aos ouvidos uma música cadenciada e harmônica, pelo menos, mais light do que o que vinha apresentando, como é por exemplo na faixa "Edge Of The World", aonde a sonoridade é mais calma, assim como a quarta faixa do álbum (Traveler Man) também surpreende pelo surpreendente solo de baixo apresentado.

Bandas que não se prender a uma única forma de composição, sempre chamam a atenção, Stoned Bulls é uma delas, uma banda que vale a pena ouvir e procurar conhecer a história e que acima de tudo, nos trouxe aos ouvidos, boas novas músicas!



TRACKLIST
1. Stoned
2. Mimotaur
3. Fault?
4. Traveler Man
5. Edge Of The World
6. First Joke
7. Good For Shit


FORMAÇÃO
André Guimarães (guitarra)
Victor Pacheco (bateria)
Eduardo Mourão (baixo)
Gabriel Bonilha (vocal)

25 agosto, 2016

Water Rats: novo clipe é lançado
Marcel Caldeira19:40 0 comentários



A banda de garage punk Water Rats divulgou nesta quinta-feira (25) o videoclipe da faixa “Mad Dog”, que faz uma paródia sobre a vida de pessoas viciadas em internet.

Gravado em Sevilla, na Espanha, durante a turnê do Water Rats na Europa, o videoclipe teve o resultado comemorado pelo grupo. “Ficou animal, era bem o que esperávamos, dentro da nossa referência, que eram os clipes do Beastie Boys. Só que o nosso, na versão mundo medieval (rs)”, diz Alexandre Capilé. A direção de “Mad Dog” é assinada por Dênis Carrion, que segundo Capilé captou a ideia da banda, “que era não tocar a música, e sim interpreta-la como nos clipes de Hip hop”.

O Water Rats pretende continuar a turnê do EP "Hellway To High", lançado neste ano pela Hearts Bleed Blue (HBB) em parceria com a Laja Records e a gravadora americana Placenta Recordings, até o primeiro semestre de 2017, quando a banda deve começar a preparar o seu segundo álbum.

CONFIRA O VIDEOCLIPE "MAD DOG"

Por: Assessoria HBB
SIGA WATER RATS

Resenha: Blancato - Intensidade (2016)
Marcel Caldeira12:57 0 comentários

A Blancato foi formada em 2015 através de uma parceria entre Ana e Gabriel. A parceria era resumida em realizar shows acústicos em Uberlândia – MG. Mas fizeram vários shows elétricos e acabaram formando a banda Beetle Juice. Depois de um tempo fazendo músicas autorais e alguns covers. Neste período surgiu a primeira faixa da futura Blancato: “Queimadura de Gado”. Mas a banda acabou focando apenas em shows acústicos, gravação do primeiro single, “Privilegiado de tevê”, músicas autorais e a formulação de uma formação.




Surge a ideia então de formar a banda Blancato. Músicas como “Intensidade”, “Laís” e “ caso” foram compostas neste momento. Em meados de 2015, a banda resolveu iniciar a gravação do seu primeiro EP: “Intensidade”, que foi lançado em janeiro de 2016. Atualmente, a banda possui uma nova formação: Ana Blancato no vocal, Gabriel Fernandes na guitarra, Eduardo Gondim no contrabaixo e Laís Franco na Bateria, e segue com agenda de shows e novas composições, para compor o primeiro álbum da banda.

A Blancato tem um alto teor político-filosófico e melodias com características marcantes, como a faixa “Laís” que se encontrará na coletânea Roadie Metal Volume 8. Produzido pela Chederrecords Studios, o EP "Intensidade" conta com três faixas e 15 minutos de duração. "

"Queimadura de Gado" abre o EP, conta com uma intro ao som de uma intro com o baixo e a guitarra em ótimas harmonias. A música, que é meio "dark", tem como foco o vocal feminino de Ana Blancato. Um dos grandes pontos da música é a letra. Não é qualquer um que pode a entender, mas não que deixa a faixa ruim, Aliás, suas letras fazem com que a banda ganhe mais luxo. Os riffs de guitarra junto com a bateria dão um certo peso a música mas logo encontra a voz bonita, e de certa forma fina, de Ana.

OUÇA "QUEIMADURA DE GADO"


A segunda faixa, "Laís", é calma, bela e bem desenvolvida. Essa música conta com um belo trabalho da vocalista, que consegue nos envolver com a música. Meio puxada ao folk, a faixa logo fica pesada em seu refrão. Mantando sua qualidade do início ao fim, "Laís" é a melhor faixa do EP. O instrumental é muito gostoso de ouvir, e te faz querer ouvir de novo. 

OUÇA "LAÍS"


"Intensidade" leva o nome do EP, e além de encerrar o EP, não é tão pesada quanto a primeira e nem tão leve como a segunda. Mais uma vez o destaque é a voz de Ana Blancato, mas a guitarra não fez feio e deixou a música muito envolvente. A faixa nos dá vontade de querer ouvir o EP de novo. 

OUÇA "INTENSIDADE"


O EP é curto e direto. Não há motivos para alguém não gostar desse EP. Muito bem desenvolvido, com um instrumental leve e gostoso, mas que também conta com seus momentos de peso. Com apenas três faixas, o EP deixa aquele gostinho de "quero mais". Mais músicas, mais EP's. Esperamos que Blancato acabe com essa vontade e lance novos trabalhos. 

TRACKLIST
01 - Queimadura de Gado
02 - Laís
03 - Intensidade


MEMBROS
Ana Blancato- vocal
Gabriel Fernandes - guitarra/contra baixo
Laís Franco - bateria
João Batista - guitarra


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24 agosto, 2016

Same Flann Choice: banda lança single que nos deixa ansioso para novo álbum
Marcel Caldeira22:27 0 comentários


Os santistas do Same Flann Choice lançaram recentemente o lyric video de sua nova música "Descarado".

O clipe será é o quinto da banda, e conta com diversas fotos da bandas e de seus shows. "Descarados" certamente estará presente no novo álbum "Saber o Caminho é Diferente de Percorrer". O novo álbum, irá contar com 11 faixas e será lançado neste fim de agosto pelos selos Seein' Red e Together Records- que também lançaram "Pelo Hardcore", em 2013.

Com a cara de Same Flann Choice, "Descarados" só nos deixa mais ansioso para o lançamento do segundo disco da banda. Confira a seguir: 

OUÇA "DESCARADO"


Os caiçaras já tem mais de 10 anos de atividades, mas houve mudanças tanto com suas formações como com o nome da banda. SFC já lançou 2 EP'S e 1 álbum intitulado "Pelo Hardcore".

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Resenha: Beer Revolution - Red Razor (2015)
Maykon Santos Kjellin19:11 1 comentários

Por Hermes Gregorio 
A Hora Hard

Numa tarde de um dia difícil parei tudo o que estava fazendo e ouvi o álbum novo da RED RAZOR intitulado “Beer Revolution”. Aquele som pesado, rápido e rasteiro exorcizou tudo de ruim que insistia em me perseguir naquela tarde pesada. Mas pesadas mesmo são as 10 faixas de pura fúria metal com produção impecável e sonoridade de alta fidelidade. 



Na primeira faixa “Wish You Were Beer” você já começa a entender o que quero dizer. É Thrash Metal intenso, potente e da nossa terra. A banda, de Florianópolis, lançou este álbum em julho de 2015 e ao longo deste ano foram inúmeras notas e resenhas de sites e revistas especializadas em rock pesado em diversos países. Esse é o metal catarinense ultrapassando as fronteiras e conquistando o mundo.

As guitarras em fúria continuam ao longo do álbum. Enquanto a segunda faixa “Red Razor” serve como uma espécie de hino evocando a banda, me deparo com “Shut Up And Mosh”. É difícil ficar parado ao ouvir toda aquela monstruosidade em guitarras, baixo e bateria. Todos em sinergia emanando uma energia sem igual. Isso é metal! Cale-se e dê um mosh!

A quebradeira se intensifica em “Napalm Pizza” e “Beer Revolution” e servem para reafirmar que o metal independente pode ser muito bem produzido, com um áudio de qualidade tanto dos vocais como do instrumental. A composição dos instrumentos é explosiva e perturbadora como o bom Thrash Metal deve ser.

Chegando na última faixa “Temple Of Lies” e toda a raiva reprimida se foi. Porradas sonoras em pouco mais de 30 minutos. Peso do som em meio a um mundo de hipocrisias que te rodeiam. A revolução sonora de um thrash metal numa tarde qualquer pode te fazer rever seus conceitos. Música é como um elixir, mas no caso do Red Razor é uma cerveja. A revolução da cerveja.



Destaque também para a arte da capa do álbum com zumbis bêbados pedindo por cerveja enquanto se vê a ponte Hercílio Luz ao fundo.

Confira a entrevista dada para A Hora Hard, clicando aqui.

TRACK LIST
1 Wish You Were Beer
2 Red Razor
3 Shut Up and Mosh
4 Napalm Pizza
5 Alive
6 Beer Revolution
7 Controversial Freedom
8 Cancerous Prelude
9 Malignant Cell
10 Temple of Lies

FORMAÇÃO
Felipe Ferreira - guitarra
Fabricio Valle guitarra/vocal
Gustavo Kretzer - baixo
Igor Thiesen - bateria

Evento: HonorSounds confirma nova edição com surpresa
Maykon Santos Kjellin10:42 0 comentários

HonorSounds confirma nova edição e apresenta 36 Crazyfists pela primeira vez no Brasil 

O projeto HonorSounds acaba de anunciar uma nova edição do evento com a banda 36 Crazyfists como principal atração e os grupos brasileiros Choldra e Abstrato ZK + Lado B como convidados especiais. O evento acontece no dia 2 de outubro, à partir das 18h00, na Clash Club, em São Paulo. Os ingressos já estão à venda no site da Ticket Brasil e custam de R$ 90,00 (pista/meia) até R$ 300,00 (camarote/inteira).

Compre os ingressos:

36 Crazyfists é uma banda de heavy metal formada em Anchorage, Alaska. O nome da banda vem do filme de Jackie Chan, “Jackie Chan and the 36 Crazy Fists”. Eles lançaram sete álbuns de estúdio: “In the Skin”, “Bitterness the Star”, “A Snow Capped Romance”, “Rest Inside the Flames”, “The Tide and Its Takers”, “Collisions and Castaways”, e “Time and Trauma”.

Atualmente a banda é formada por Brock Lindow (vocal), Steve Holt (guitarras), Mick Whitney (baixo) e Kyle Baltus (bateria). Inspirados por bandas como Metallica e Deftones, o 36 Crazyfists tem letras baseadas em suas próprias experiências como "The Deserter", "Anchors", "Death Renames the Light", e "In the Midnights".

Esta edição conta com as bandas Choldra e Abstrato ZK + Lado B

Para quem não conhece o HonorSounds é um projeto de comunicação em formato de festival itinerante que oferece para artistas de diferentes nichos a oportunidade de organizar movimentos e apresentações musicais dentro de um espaço mainstream com estrutura e atuação no âmbito social.

Já se apresentaram no evento Soulfly, Cavalera Conspiracy, Suicidal Tendencies com Dave Lombardo, Ratos de Porão, Reação em Cadeira, Laraza, Oitão, Capadocia, Test, Claustrofobia, Medulla entre muitos outros. 

Com um grande apoio cultural e o intuito de expandir a música para fora de suas barreiras mercadológicas as edições do HonorSounds serão diversificadas entre a música contemporânea nacional e internacional sem rótulos e proporcionam aos fãs a chance de conhecer seus ídolos através da campanha #corridacontrafome que arrecada alimentos não perecíveis para a Casas André Luiz. 


Honorsounds Serviço:
36 Crazyfists 
Atrações Convidadas Choldra (Lançando o Clipe da Nova Música "Delta") e Abstrato ZK + Lado B (Lançando o EP "A+B")
Data: 02 de Outubro - Domingo 
Local: Clash Club – São Paulo/SP
Endereço: Rua Barra Funda, 969 - Barra Funda (5 minutos do Metrô Barra Funda)
Ingressos: 
TicketBrasil - https://ticketbrasil.com.br/festival/4422-36crazyfists-saopaulo-sp/


Pok Gai: anunciado tour dos canadenses pelo Brasil
André Guilherme10:34 0 comentários

A banda Pok Gai, começou as atividades no ano de 2015, em Ottawa- Canadá. É formada por Tasha- bateria, Will- nos vocais, Matt- na guitarra e Tim- baixo. O nome da banda, Pok Gai, vem de uma expressão cantonesa ( dialeto chinês), que  significa "foda-se, vá morrer nas ruas".  A banda já entrou em estúdio para gravar duas vezes, lançaram a demo "Pok Gai", e também um split com a banda japonesa The Erections. Ambos lançados em 7''.  

23 agosto, 2016

Dead Fish: Gravação de novo DVD ocorre nesta sexta-feira com Zander e Bullet Bane
Marcel Caldeira18:02 0 comentários


Uma das maiores bandas de hardcore do Brasil voltará a São Paulo para mais um show. Mas não será um show comum e sim a gravação de seu terceiro DVD. Contando 7 álbuns, 3 splits e 2 DVDs, Dead Fish já lotou os ingressos de pista e está faltando alguns de mesa para tornar o show literalmente, lotado. 

O evento será no Audio Club (Av. Francisco Matarazzo, 694, 05001-000 São Paulo, Brazil) às 22h deste sexta-feira (26.08). As bandas convidadas parar abrir nesse grande evento serão Zander e Bullet Bane.

Para maiores informações evento do Facebook.

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Cobertura: SIOD (São Paulo/SP, 2016)
Beto Silver13:08 1 comentários

SIOD lança o seu primeiro CD em São Paulo e O Subsolo foi convidado para esse evento. Nós fomos lá para conferir o que esses caras de Avaré-SP tem para mostrar e pelo visto estão com tudo para entrar no cenário do Metal incluindo conteúdo, técnica, brutalidade, estrutura e originalidade.

O evento já tinha uma cara original, foi dentro de um Hostel da Vila Mariana, bairro da capital paulista, bem alternativa, regados a rock, boa recepção e chopp, isso mesmo, chopp da marca SIOD, muito bom por sinal, fabricado pelo Umberto Buldrini guitarrista e vocalista da banda.

Estavam lá vários personagens da mídia paulista querendo ouvir e conhecer o SIOD, a banda não fez uma performance ao vivo, mas foi marcada por uma apresentação formal acompanhada da apresentação do assessor de imprensa somados ao também lançamento do novo webclip da banda.

A banda originalmente foi formada em 2013 pelo guitarrista, vocalista e compositor Umberto Buldrini, completada por Fabiano Gil no baixo e André Silva na bateria. O nome da banda veio do da frase "Esse Ódio" e quando pronunciado revela a idéia SIOD, sobre tudo também cantam o ódio em sua músicas.

O CD tem uma pegada bem contemporânea, apesar de dito pelo próprio Umberto que as composições são de 2006, foi produzido pelo próprio Umberto e Fabiano, pelo fato de terem trabalhado juntos em outros projetos de áudio facilitou a produção do CD da banda.

Composto por oito faixas, o trabalho batizado como esSIODio, traz um excelente trabalho visual e músicas bem compostas, todas em português, um trabalho de primeira linha.

No decorrer do evento fomos convidados a participar da apresentação oficial da banda através do seu assessor de imprensa Eliton Tomasi da "Som do Darma", junto com o lançamento oficial do CD que trazia um Web Clip inédito para curtir e ouvir em som alto e bom tom.

Falamos um pouco sobre o que a banda achava de estar lançando o CD aqui em Sampa, Umberto e Fabiano disseram ao Subsolo que tinham a intensão de intensificar esse contato para poder ir além disso tudo, devido a isso gerou a parceria com Eliton.

Perguntamos o iriam fazer após o lançamento do CD. A banda pensa em fazer uma turnê em em São Paulo e região para mostrar o seu som, nem que para isso teriam que mudar-se para SP.
SIOD
Formação

Umberto Buldrini (vocal/guitarra)
Fabiano Gil (baixo)
André Silva (bateria)

Sites relacionados:








Cobertura: Agosto Negro (Laguna/SC, 2016)
Maykon Santos Kjellin11:48 3 comentários

Tínhamos em mãos tudo o que um bom evento de Rock/Metal pedia, um cast repleto de boas bandas e um bom final de semana sem chuvas, o que não contávamos era com o baixo público e bandas de renome nacional com pouca vontade em cima do palco, fato que de certa forma, fez com que o público se sentisse um pouco desrespeitado.

O Agosto Negro é o maior evento de Rock/Metal do Sul de Santa Catarina, com organização impecável, horários bem definidos e sem atrasos, boa acústica e uma interessante escolha das bandas, dando sempre oportunidade para as nomes locais e ao mesmo tempo, trazendo boas apresentações de fora do estado, casos da lendária Dark Avenger e das garotas da Indiscipline, vindos de Brasília e Rio de Janeiro respectivamente.

Antes de mais nada, gostaríamos de explicar que por se tratar de um evento muito extenso, não conseguimos assistir a apresentação de algumas bandas e para não tornar esta cobertura cansativa, vamos focar a narrativa nas principais apresentações, ou seja, as que mais chamaram a nossa atenção.



No início do evento, enquanto a Doctor Jimmy abria a sequência de apresentações, os presentes ainda estavam em fase de preparação de seus respectivos acampamentos, algo que não intimidou a banda e mesmo com baixo público, tocaram como se fosse para uma multidão. Após, foi a vez da experiente + D40 subir ao palco, trazendo verdadeiros clássicos do Rock 'n Roll aos ouvidos do público que ia crescendo à partir deste momento.

Chegando a terceira apresentação, era a vez de subir ao palco a banda Macchina 67 de Ararangua/SC, mas aonde estava a banda? Com um pouco de atraso, subiram ao palco e tocaram menos do que imaginávamos (acreditamos que tenha acontecido algum imprevisto que desconhecemos). 

Quarta banda e que surpresa! As cariocas da Indiscipline um dia antes desembarcaram em Florianópolis, capital catarinense, para apresentação no Célula Showcase e logo após veio para Laguna para a sua performance no Agosto Negro. Pense em um power trio formado por garotas  e que deixou muito marmanjo boquiaberto, a sonoridade da banda traz um Heavy Metal Clássico e suas composições autorais realmente são uma obra de arte, foi neste momento que o público começou a enlouquecer, um verdadeiro espetáculo. 

Silent Empire de Criciúma/SC (já mencionamos eles na cobertura do último Laguna Metal Fest) é uma banda de Death Metal onde a maior qualidade além das boas músicas, está no entrosamento adquirido pelo quarteto Criciumense, que trás integrantes já conhecidos do cenário, com destaque ao frontman Ivan, que organizou por anos um dos melhores festivais de Criciúma, o Steel Festival, vale a pena procurar conhecer a banda.

Com performance de banda principal, a Don Capone sobe ao palco para nos apresentar sua nova roupagem, com a saída recente de integrantes importantes, recrutaram Leandro Silveira (Mary's Secret Box) e Robson Brigido (Leopoldo e Valéria) para assumir a bateria e guitarra base respectivamente. O que vimos foi um show com muita energia e a apresentação da nova música, cadenciada e harmônica no melhor estilo Leandro Silveira de tocar, desde o início mostrando a que veio e algo que o público já esperava, afinal em edições anteriores a Don Capone trouxe muita energia ao palco e sempre nos brindou com boas perfomances, até afirmo que este show valeu muito mais do que o de uma das bandas principais (o motivo será explicado em breve, continue a leitura).

O Rhestus não pode participar do festival por conta da contusão de seu baterista e a banda chamada para substituí-los foi a Diemordinate, para a surpresa de todos e sem exitar, lançaram as novas músicas que estarão em seu vindouro álbum. Quem achou que a surpresa era só essa, ainda viu a banda apresentar uma música cantada em nossa língua pátria, sim, em português, o que de certa forma surpreendeu até a própria banda, pois segundo o frontman Egvar, estavam com um pé atrás em tocar a composição, pois é algo que nunca tinham feito. O público foi ao delírio com a apresentação, mostrando que a banda é uma das melhores do estado, sem pensar duas vezes afirmo isto!

Chegava a hora de entrar no barracão e curtir um show de uma banda lendária, Chute no Formigueiro voltou e Gene Rocker (vocal) trouxe excelentes músicos para o acompanhar nesta nova trajetória, o que vimos no barracão foi realmente um CHUTE NO FORMIGUEIRO, até as pessoas que se encontravam comendo cachorro quente para descansar um pouco, se sentiram obrigados a correr para as constantes rodas punks. Todos dentro do barracão voltaram no tempo  e foram enviados diretamente para os anos 80's e quem simplesmente não esteve presente na época do Punk Rock, viveu por quarenta minutos uma década que deixou saudades, a banda fez pessoas assim como eu, se sentirem como se estivessem em um período não vivenciada, me sentia como se estivesse no tempos de ouro do Punk Rock, foi absolutamente antológico.

Dark Avenger, o que falar? Precisa? Os "candangos" do Dark Avenger mostraram por que vieram para Laguna, um show memorável, onde algumas pessoas presentes simplesmente choravam em frente ao palco vendo uma das bandas mais esperadas do evento. Mario Linhares conseguiu botar uma interrogação em minha cabeça, porque este cara não foi chamado para assumir o Angra? Segundo relato de pessoas presentes, foi por pouco, que voz exuberante, não é o único que se destaca na banda, a harmônia criada pelo simpático Vinicius Maluly é outro diferencial, sendo que até curiosamente recebeu a "clichê" música de parabéns por conta de seu aniversário. A banda trás um Power Metal super elaborado, guitarras com acordes interessantes e dando ênfase a harmônia pregada em sua proposta, enquanto isso, a cozinha é bem cuidada e o baixo e a bateria estão sempre em perfeita sintonia.



Como o evento não pode parar, enquanto o Cachorro Grande supostamente se preparava, a Hellio Costa de Laguna estava começando seu show dentro do Palco Alternativo. O que pudemos presenciar é que muitos ali presentes devem ter saído com um torcicolo, bater cabeça foi inevitável, principalmente em suas músicas autorais, que foi aonde conquistaram o público, afinal, é sempre diferente tocar uma música que você compôs, é como colocar o coração na ponta dos dedos e deixar a canção falar por si.

Enquanto todos corriam para ver o show do Cachorro Grande, a mais aguardada da noite, eis que uma pergunta surgiu, cadê o Cachorro Grande? Cadê a banda? Só o baterista do grupo estava pelos arredores e nada dos outros integrantes comparecer, isso resultou em um atraso de quase quarenta minutos e quando finalmente todos apareceram e o som já estava passado, iniciaram o show com uma das suas melhores músicas, a faixa "Você não sabe o que perdeu". Após mais umas duas ou três músicas, o vocalista deitou no palco e tomava algo que aparentava ser vinho enquanto os instrumentistas da banda faziam uma jam (improviso musical), algo que durou entre quinze a vinte e cinco minutos. Quem ficou até tarde para ver o show deste grande nome do Rock nacional, viu uma banda minuscula em palco, principalmente pela falta de comprometimento com o evento e com o público presente. Até agora não tivemos nenhuma resposta sobre o atraso e nem o motivo de tanto improviso no show, só podemos aqui escrever o que vimos e a organização do evento afirma que não teve empecilhos entre contratante e contratada, nada que justificasse esta péssima apresentação da banda gaúcha, talvez ao ver este relato se manifestem.

Já que o clima estava pesado, que tal um Death Metal? Brincadeira a parte, Khrophus é uma banda que dispensa comentários, mais uma vez presente em um evento do Agosto Negro Produções, a banda veio mostrar o motivo de estar com quase todas as datas até o final do ano fechadas. Alex Pazetto voltou a banda e mostrou o motivo do qual não deveria nunca ter saído, a roupagem clássica e única do grupo estava de volta e o som foi brutal, trazendo o espirito headbanger de todos os presentes de volta após a apresentação pífia do Cachorro Grande.

Para fechar a noite, uma homenagem ao Alice in Chains realizada pela banda Spam, conhecida por realizar belíssimos tributos a outras bandas também. Demonstraram toda sua maturidade no palco, levando cada acorde a sério e tentando chegar o mais perto possível do que Alice in Chains executa. O frontman Serlen Luchi é um excelente músico, diferenciado e simpático, sabe como conquistar o público presente e foi assim que conseguiu fazer o Agosto Negro encerrar suas atividades no sábado com chave de ouro.

No domingo, o despertador não funcionou e assim peço desculpas a Little Joe e a Lithium pois não pude presenciar suas apresentações, chegando assim no início do show dos já conhecidos do blog, Made in Porão, mas agora com novidades, pois tocaram suas primeiras músicas autorais e para uma primeira impressão, nada resumiria melhor do que simplesmente fantástico! A banda conseguiu pregar sua característica em cima das músicas, com riffs fortes e músicas descontraídas, mesclando a sonoridade do Heavy Metal Clássico e o Hard Rock. Jamais poderia deixar de citar como o frontman Xandy Ferreira é a alma da banda, sua simpatia e descontração em cima do palco fez com que o público servisse whisky de graça ao músico, o profissionalismo é assustador e o cara gosta do que faz, ansioso pelas novas músicas.

O trio de Stoner de Imbituba/SC subiu mais uma vez ao palco do Agosto Negro, desta vez com novidades, a Mary's Secret Box trouxe o seu novo EP lançado recentemente e  cantado totalmente em português, o que de imediato surpreendeu aos desinformados sobre este novo trabalho. Não houve desapontamento na hora de demonstrar que a sonoridade continua afiada como sempre, o trio é completo quando está junto, é uma das poucas bandas que eu julgo que os integrantes são insubstituíveis uns para os outros, pois suas características se misturam, se completam e fazem a total diferença. Gostei muito das novas músicas, principalmente pela desenvoltura das mesmas e claro, o ênfase foi todo para as letras em Português, mas não se prenderam apenas a este trabalho, trouxeram também as boas músicas do seu primeiro disco, "Just".

E as mulheres resolveram invadir o Agosto Negro, haha. Conhecia as garotas da Velvet Lips via redes sociais, vi uma vez uma apresentação delas pela metade, porém desta vez pude ver uma completa e o que eu vi, foi uma banda super entrosada e carismática, sendo que sua maior intensão é passar boas mensagens Rock n' Roll e ao mesmo tempo, se divertir no palco. Sim, elas fazem isto com maestria. Além de apresentar suas músicas autorais, as garotas da capital mostraram boas versões cover, como diversas músicas do Kiss, banda que há algum tempo já vinham preparando um tributo e que tocaram pela primeira vez na semana decorrente ao festival, como a aceitação deste evento foi positivo, repetiram a dose no Agosto Negro e claro, a aceitação foi novamente positiva, banda que tem futuro.

Red Wine já é considerada uma banda residente do evento e não é por menos, tem um talento impressionante, porém pela primeira vez subiram ao palco acompanhados do seu recém novo integrante, Leoberto Bittencourt, ou seja, pela primeira vez a banda se apresentou no Agosto Negro com um vocalista. Mesmo sendo uma banda que opta por covers (segundo os integrantes é uma escolha), trouxeram músicas inéditas como canções do grupo que vem em ascensão no cenário musical mundial, a Rival Sons, banda de boas músicas e se é uma banda de boas músicas, nas mãos da Red Wine se torna espetacular. Ainda apresentaram outros grandes clássicos do Heavy Metal, mostrando que a afinidade no palco é gigantesca.

O Soul Zeppelin não pode comparecer ao evento e agora, como vão preencher o vão deixado pela banda antes do Replicantes? Eis que aparece um tributo ao Metallica, o grupo estava em excursão com as garotas da Velvet Lips, o nome do tributo se chama "Phantom Lord" e é composta por Lucas Souza - Guitarra base e vocal, Gabriel Theofelo - Guitarra solo, Guilherme Cunha - Baixo e Gustavo Souza - Bateria (este último já conhecia de outros shows que vi e já logo esperava uma boa apresentação, é um excelente baterista). Sabe o motivo de citar nome por nome? Os caras vieram a passeio, sem seus equipamentos, de repente pedem emprestado para as garotas da Velvet Lips e fazem um show monstruoso, sabe como se define isto? Atitude, o que falta em algumas bandas do cenário, por mais que o O SubSolo prese por música de som autoral, não podemos deixar de elogiar a atitude destes músicos. Parabéns!

Chegamos ao final do evento, Os Replicantes chegaram muito antes da sua apresentação e curtiam as bandas que tocavam antes deles, digno de um grupo com o nome que tem, ao contrário de outras principais do evento. Para quem curte muito Punk Rock e clássicos da banda, pôde aproveitar e curtir um bom show, demonstraram o motivo de estar no patamar que estão, o carisma da vocalista e dos demais músicos é impressionante e fizeram o encerrando de mais uma edição do melhor evento de Rock e Metal do Sul de Santa Catarina.

Acredito que o baixo público tenha decepcionado os organizadores, muitas pessoas que confirmaram presença e falavam do evento sem parar em whatsapp, facebook e diversas outras redes, não compareceram, sendo assim, ficou evidenciado a hipocrisia que ainda assombra o cenário musical do Rock/Metal, que tanto lutamos para manter unido e na ativa. Cada vez fica mais difícil para o Agosto Negro se firmar e continuar em pé, mas torcemos para que tenha uma próxima edição, a organização não diz que sim e muito menos que não, só nos resta esperar e torcer, desde já, Obrigado Danniel Bala pela oportunidade, você é um guerreiro que devemos tirar o chapéu. 

Foi inevitável não falar de todas as apresentações, desculpem pelo texto extenso e sentimos muito pela falta de fotos, até a publicação deste, não foi postado nenhuma cobertura fotográfica para que pudéssemos utilizar as fotos.

Liar Symphony: todos os álbuns estão disponíveis no Spotify
Maykon Santos Kjellin10:20 0 comentários

Agora os antigos e os novos fãs de uma das mais respeitadas bandas de Heavy Metal do Brasil, a paulista LIAR SYMPHONY, tem mais uma opção para conferir sua vasta discografia. Todos seus sete álbuns estão disponíveis no Spotify.



Então desde o primeiro, ‘Affair Of Honour’ de 2000, até o mais recente, ‘Before The End’ de 2014 estão lá. Para conferir, visite o link:


O LIAR SYMPHONY segue preparando novidades e continua divulgando o aclamado ‘Before The End’. Lançado no Brasil pela Encore Records é o quinto álbum de estúdio do grupo e novamente foi celebrado pela imprensa especializada como um dos principais lançamentos de seu ano. O disco foi gravado no estúdio Masterpiece e produzido pelo guitarrista Pedro Esteves e a capa ficou nas mãos do próprio Nuno Monteiro.

Contato: liarsymphony@liarsymphony.com

Sites relacionados:

Fonte: Metal Media

22 agosto, 2016

Angra: banda Odysseya realizará abertura no show do Rio de Janeiro
Maykon Santos Kjellin20:58 0 comentários

A banda Angra realizará um grande show com convidados e amigos no Rio de Janeiro, dia 26 de agosto, no Vivo Rio. Os ingressos custam entre R$ 60,00 e R$ 260,00. A procura está bastante alta pelos ingressos, mas restam alguns ingressos para a pista comum e Vip. 

Para comprar seu ingresso acesse http://www.vivorio.com.br/evento/angra/.  

Nesta apresentação no Rio de Janeiro, a banda Odysseya será a responsável pela realização da abertura do show na cidade maravilhosa. Anteriormente divulgada como banda convidada, a Symmetrya não se apresentará mais devido a problemas técnicos. 

Formada originalmente em Joinville (SC), a banda Odysseya é composta por Victor Franco (guitarra), Vitor Vieira (baixo), Felipe da Silva (vocal), Vinicius Mira (guitarra) e Henrique Dias (bateria). Os músicos devem apresentar músicas autorais e alguns covers para animar o público presente.

O Angra está em turnê de comemoração de 20 anos do álbum “Holy Land” e tem apresentado o disco na íntegra, incluindo músicas nunca tocadas anteriormente como "Deep Blue". A banda também completa 25 anos de fundação em 2016. 

“Holy Land” é um trabalho conceitual e bastante elaborado. A história do álbum trata sobre a época das navegações entre os séculos XV e XVI, com ênfase no descobrimento do Brasil em 1500, quando foi descoberto pelos portugueses.



Mais informações:
Hoffman & O'Brian