Phil Anselmo: O projeto En Minor é a coisa mais sombria, pesada e miserável que eu já escrevi

PHIL ANSELMO diz que  o álbum de seu projeto EN MINOR é o mais sombrio, pesado e merda mais miserável que ele já escreveu. 


O vocalista Phil Anselmo (Pantera) falou recentemente com o DamnationVault.com sobre diversos assuntos, incluindo seu projeto chamado EN MINOR que tem influências do período clássico do gótico dos anos 80 como artistas como The Cure e Sisters Of Mercy e que acabou de ser gravado. 

Phil descreveu o álbum como "o mais sombrio, pesado e merda miserável que eu já escrevi'', Anselmo disse que ainda não tem data definida para lançamento, apesar de estar pronto desde 2015. 

''Não sei se estou ficando com medo ou não, cara" ele disse. "Não é música para celebrar, não é música para se divertir". 

"As pessoas estão me pedindo para fazer shows e merdas do tipo, e eu não sei se isso vai refletir a maneira que as pessoas estão imaginando, porque eles não ouviram as músicas... isso é difícil de explicar". 

"É uma merda de cortar o coração, cara. É muito difícil eu explicar, e também é muito difícil para mim… É difícil porque ninguém ouviu, e eu não sei se as pessoas deveriam ouvir isso, cara. É, eu acho, o disco mais verdadeiro e sombrio que já fiz em minha vida, e não tenho certeza disso. Eu não estou certo sobre isso."

Anselmo adicionou: "Eu acho que a musicalidade é ótima, eu amo a banda que eu tenho comigo... eu só... Quando eu faço um projeto, eu me dedico 100%. Então, com o último lançamento PHILIP H. Anselmo & THE ILLEGALS nós fizemos death metal e o sabor do death metal reinava supremo enquanto nós estávamos escrevendo as coisas. E eu fui fiel a isso. A mesma coisa pode ser dita sobre EN MINOR, à exceção de que eu estava cantando como um baixo no projeto. Originalmente, eu diria que era barítono. Mas então alguém me corrigiu e disseram que ela um vocal baixo. E realmente, é isso que eu estou fazendo. É um estilo confortável. É um estilo diferente do que as pessoas já me ouviram cantar antes. Mas isso é o que é. E eu não tenho muita certeza... eu não sei se as pessoas vão gostar disso, eu não sei".

"O álbum está gravado, escrito e eu acho que eventualmente as pessoas vão ouvir isso", ele disse. "Eu só... não sei se é o momento certo. Eu tenho certeza que todos os caras da bandas estão certos de que devemos lançar agora. Mas vamos ver...".

"Eu realmente acho que é uma das coisas mais dolorosas que eu já escrevi e é verdadeiro pra caralho".

Fonte: http://www.blabbermouth.net/news/philip-anselmo-says-his-long-completed-en-minor-album-is-the-darkest-heaviest-most-miserable-st-he-has-ever-written/

Topfive: cinco bandas para ouvir neste final de semana #114

Nesse final de semana ensolarado, nada é melhor o que ficar no ar condicionado - seja em casa, no ônibus, na academia, no uber - ouvindo música. Para te ajudar, O Subsolo irá te indicar 5 bandas para agitar seu sábado e domingo!


1. Superbrava (São Vicente - SP)

O novo super(brava) grupo caiçara é formado por Silas, Nathan, Dido, Moisés e Vicente. A banda, que nasceu no final de 2018, já prepara seu trabalho de estreia, um EP com 7 músicas. Para matar a ansiedade, os calungas já divulgaram seu primeiro grande single, Verdadeiro Eu. A canção rendeu um belíssimo videoclipe com participações de amigos da banda. Ficou curioso? Saca só

Assista "Verdadeiro Eu"

2. New Day Rising (Rio de Janeiro - RJ)

A excelente banda carioca, recentemente, lançou seu mais novo single. Obtuso é pesado, melódico e reflexivo, o reflexo de todas as músicas do quinteto. Depois de três trabalhos e algumas mudanças em sua formação, a banda se manteve do mesmo que conseguiu conquistar seu espaço no cenário hardcore. Com uma pitada, também, de rap, NDR consegue trazer um pouco mais de crítica social aos seus discos. Chega de enrolação e bora ouvir essa nova pedrada!


Ouça "Obtuso"

3. Hurry Up (Americana-SP)

Com mais de 10 anos na estrada, os americanenses da Hurry Up trouxeram ao mundo seu mais novo filho, Empatia. O excelente trabalho aponta diversas críticas sociais como intolerância e depressão. O álbum, que tens 13 faixas, alterna entre músicas em inglês e português e pode alcançar tantos os gostos, graças ao seu dinamismo entre uma canção mais ou menos hardcore. O disco já rendeu até um videoclipe. Veja como ficou!

Assista "Hurry Up, Life Won't Wait"


4. Teste


Formada em 2014, a banda lançou em janeiro o seu primeiro trabalho. Seu, tão sonhado, EP veio homônimo e com 7 faixas. Com letras em português, o grupo transmite uma mensagem positiva sobre os problemas do cotidiano. O disco trouxe, também, seu primeiro videoclipe. Tested é uma banda que merece uma atenção!


Assista "Mais Um Dia"

05. Mistanásia (Santos - SP)

Outra banda da Baixada Santista, a Mistanásia lançou seu primeiro disco faz um tempo, e isso não é novidade. Mas ela não está a toa neste topfive. O Mistanásia merece sua atenção pois a qualquer momento pode vir um novo trabalho e, temos certeza, você não irá se arrepender. A pedrada na orelha que a banda traz com fortes críticas é para estar tocando em todos os fones de ouvidos e caixinhas de som. Bom, enquanto o novo disco não sai, fique com o último videoclipe a banda.

https://www.facebook.com/Mistanasia/videos/1774046985963881/

Cannibal Corpse: banda faz show com o guitarrista Erik Rutan pela primeira vez

Erik Rutan fez sua primeira apresentação com o CANNIBAL CORPSE no show de abertura da “Decibel Magazine Tour” no dia 17 de fevereiro em San Antonio, Texas. Ele estava tocando temporariamente com a banda para substituir o guitarrista Pat O’Brien, que foi preso em Dezembro por roubo e atacar um policial enquanto sua casa na Flórida pegava fogo.

Essa não foi a primeira vez que esses mestres do death metal tralharam juntos; Rutan produziu quatro álbuns do CANNIBAL CORPSE (“Kill”, Evisceration Plague’’, Torture e “Red Before Black”) e é extremamente eficiente para cumprir a tarefa – ele é um dos guitarristas mais aclamados do death metal e também é conhecido por ter sido membro do MORBID ANGEL (que estão como co-headliners da “Decibel” tour ao lado do Cannibal) durante os anos 90 e início dos anos 2000, e também por ser o responsável pelos vocais, guitarras e produção do HATE ETERNAL, sua atual banda. 

Rutan disse a Metal Insider que ele descobriu logo antes do feriado que ele substituiria O’Brien. “Tenho trabalhado muito, obviamente, para aprender um set de headliner com o Cannibal Corpse”, ele disse. “Mas eu tenho trabalho demais. Estou tocando guitarra 9 horas por dia e trabalhando com os caras (Cannibal Corpse)".

Tudo está correndo muito bem. Eu acabei de aprender a última música do set, foram 15 músicas no total de três ou quatro semanas, então eu realmente estou dando duro para saber as músicas. 

A boa parte é que eu produzi quatro álbuns, sou fã da banda e os caras são como minha família. Nós somos amigos há muito tempo e eu conhecia as músicas em minha cabeça, apenas  não na guitarra. Só tive que aplicar o conhecimento. Claro que tenho que trabalhar duro para aprender as músicas, já que o Pat O’Brien é um dos melhores guitarristas no death metal e metal em geral, além de ser um ótimo amigo meu.. todos eles são. 

Ele continuou: “Eu sabia que talvez fossem precisar de mim quando as coisas aconteceram, e se eu fosse o escolhido, eu iria fazer de tudo para ajudar os caras de todos os modos que eu pudesse e fazer o meu melhor para ir tocar em meu máximo, porque é isso que eu faço. Eu toco guitarra. Eu toco há mais de 30 anos e eu amo fazer essa merda. Eu acordo, eu trabalho nas músicas do Cannibal Corpse, vou para cama pensando nas músicas do Cannibal Corpse... e isso é tudo que eu tenho feito nas últimas 4 semanas. Me sinto bem.

Rutan continou nesse caminho e disse “é uma situação única” preencher o lugar para o O’Brien"Escute, se alguém disse... eu não sei como descrever esse sentimento na realidade, porque eu me importo muito com o Pat e os caras do CANNIBAL, e claro que eu quero o melhor para eles, seja individualmente, coletivamente e em todos os meios”, ele disse. 

E nessa situação, eu estou mais que honrado e orgulhoso por ser apto a tocar com o CANNIBAL CORPSE e preencher o lugar para o Pat, mas, claro, os meus pensamentos estão em tocar as músicas do CANNIBAL CORPSE. Sobre meu amigo Pat, estou pensando positivamente por ele também. É uma situação única para mim. Estou animado, motivado, honrado e preocupado. Há muita emoção envolvida em tudo isso. A única coisa que eu sei, é que eu vou dar o meu melhor para tocar essas músicas com o CANNIBAL e fazer a turnê com o MORBID ANGEL e depois com o SLAYER. É um pouco avassalador. A coisa toda é massiva. Estou praticando pra caralho, fazendo eu ter certeza que estou no ponto. Qualquer um que me conheça sabe que eu faço as coisas colocando 110% e certamente estou fazendo o mesmo com o CANNIBAL CORPSE e para honrar o Pat O’Brien do jeito que ele merece".

O’Brien alegadamente invadiu uma casa em Northdale, Florida em 10 de Dezembro e gritou “os sequestradores estão vindo” antes de jogar uma mulher ao chão. Ele correu atrás de um policial com uma faca e foi subjugado com uma arma de choque. 

Há menos de um quilômetro de onde O’Brien foi preso, um fogo começou na casa em que elee estava descansando, mandando chamas para o céu noturno a partir do telhado. Os bombeiros encontraram uma grande quantidade de armas, cofres trancados e potenciais equipamentos explosivos na casa de O’Brien

O dono da casa onde O’Brien foi preso não quis aparecer nas câmeras, mas disse a ABC Action News que ele pensou que o guitarrista estava alucinando quando conversou com ele e disse que ele estava sendo perseguido. O dono da casa ainda disse que O’Brien estava com medo a ponto de se esconder em seu closet.

O músico de 53 anos foi solto da prisão de Hillsborough County em 14 de Dezembro, após pagar uma fiança de $50,000. 




Fonte: http://www.blabbermouth.net/news/cannibal-corpse-performs-with-erik-rutan-for-first-time-video/

Conheça: LoneHunter (Franca/SP)

LoneHunter é um projeto de Death Metal, criado em 2016 por Marcos Júnior.



Após ter participado da criação de outras bandas nos anos 90's, como Pesticide, Cauterization e Imortal Majesty. O LoneHunter iniciou sua trajetória em formato de "oneman band" e ganhou força em 2017, mais precisamente no mês de Fevereiro, quando anunciou a entrada de Juliano Bonacini (ex-Opus Bélico), com isso, o processo de composição ganhou força, buscando uma sonoridade diferenciada, porém, com sólidas fundações no Death Metal.


O primeiro single intitulado "Eternal Time" surgiu de experimentações livres por partes de uma música composta em 1994 por Marcos Júnior, nos tempos de Imortal Majesty. Aproveitando a evolução musical que teve nesses anos e as ideias incorporadas por Juliano Bonacini, principalmente pela inclusão de teclados massivamente, a música ganhou uma nova temática abordada, retratando todo o empiricismo oculto praticado em realidade no dia a dia por seus membros. 




Já o segundo single intitulado "Under the Raven's Shadows" (ouça no vídeo acima) e assim como outras composições, surgiram para consolidar o estilo da sonoridade que hoje define o LoneHunter, o Death Metal oldscholl.

Em 2018 o projeto lança o EP em formato digital, "Beyond the Portals of Death", contendo cinco faixas próprias de alta qualidade e pancadaria, tudo o que um verdadeiro fã de Death Metal gostaria para sentir "o prato cheio". Todo o trabalho foi mixado e masterizado por Marcos Júnior, no LoneStudio, onde a dupla está concentrada compondo o seu primeiro full-length previsto para este ano de 2019.

LoneHunter é:
Marcos Júnior: guitarras e vocal
Juliano Bonacini: teclados e vocal


Apesar de todo esse trabalho estar concentrado em apenas duas pessoas, não é nosso objetivo ser uma banda de estúdio. Estudamos sim apresentações ao vivo com a formação completa.
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Metal com Batata: confira a programação do programa #64



O Programa METAL COM BATATA deste sábado, 23 de fevereiro, terá como atração principal a banda ThreeSome de Campinas, São Paulo; sendo que quem estará no programa para um bate-papo bem descontraído é o Fred Leidl, guitarrista e vocalista da banda.

Na entrevista o guitarrista Fred contará um pouco sobre a história da banda paulista que começou suas atividades em 2012, influenciada pelo rock dos anos 60 e 70 e com referências de outros segmentos como o blues, jazz e o indie. Além disso, também será falado sobre as influências da banda e a mudança de alguns de seus integrantes, o que levou a banda a tomar novos ares.



O foco principal da entrevista ficará na inclusão da banda Threesome em duas coletâneas da Produtora inglesa Secret Service Records onde em uma delas, bandas brasileiras fazem um tributo ao AC/DC, e a Threesome foi convidada a participar tocando a música badlands do disco Flick of the Switch.




Na outra coletânea que a banda participou, um tributo ao Deep Purple, também apenas com bandas brasileiras, mas neste caso, bandas com vocais femininos. No caso da banda Threesome, eles tiveram a incumbência de tocar a música Perfect Strangers.




A banda citará também sobre o próximo lançamento, seu novo EP denominado “Fucking Toys”, que deverá ser lançado até o final do semestre.

A banda Threesome possui como integrantes:
Juh Leidl: vocal
Fred Leidl: guitarra
Bruno Manfrinato: guitarra
Bob Rocha: baixo
Henrique Matos: Bateria.

No segundo bloco, os ouvintes poderão ouvir grandes clássicos do metal internacional, com bandas como Ted Nugent com sua clássica música Cat Scratch Fever, e Accept com a também clássica música Balls to the wallls.

O programa Metal com Batata vai ao ar na Mutante Radio e pode ser ouvido através do site da rádio www.mutanteradio.com às 23h59min deste sábado, 23 de fevereiro de 2019.

Por Onde Toca?: Kiara Rocks

Começo com repertório de covers, ascensão na cena regional, reconhecimento nacional e um show inesquecível no Palco Mundo do Rock in Rio. A trajetória dos sonhos de qualquer banda aconteceu na história da Kiara Rocks, mas os passos seguintes foram longe do esperado. Se o céu parecia o limite em 2013, foi bem abaixo dele que a banda passou a andar. Pouco mais de um ano após a memorável noite no maior festival de música do mundo, a Kiara Rocks anunciou seu término, jogando um balde de água fria em seus fãs. No entanto, a banda não nasceu para ter uma história fácil ou retilínea, e após o seu retorno, em 2015, muita coisa mudou, mas a luta por levar Rock n Roll autoral e de qualidade nunca acabou.


O ano era 2007 quando Kadu Pelegrini (na época, Cadu) traçou a banda que viria a ser seu projeto de vida, fruto de suas experiências anteriores e praticamente seu laboratório para novas ideias, mas sempre em torno de levar o Rock n Roll, que naquela altura estava em baixa no Brasil, para o público, independente se fosse com covers sempre lindamente executados de bandas gigantes de Hard Rock (como Guns n' Roses, Aerosmith e AC/DC) ou com suas primeiras músicas autorais sob esta nova banda. A Kiara passou a aparecer constantemente na cena paulistana e aos poucos ia colocando seu nome em diversas casas do estado de São Paulo.

Após um início agitado na cena estadual, a banda deu as caras na televisão pela primeira vez nos anos seguintes. Foi no programa Astros, nas edições de 2008 e 2009, que o grupo ganhou reconhecimento nacional, mesmo batendo na trave de ganhar os programas. A Kiara obteve boas avaliações e seu desempenho permitiu que sua atitude em palco fosse conhecida no país e ganhasse fãs em todo país, nascendo fã-clubes de norte a sul do Brasil.

Em 2010, a banda deu seu passo definitivo no caminho de se tornar um grupo de referência no novo movimento de Rock n Roll do país. Trazendo influências das bandas clássicas e também se adequando as sonoridades contemporâneas, a Kiara Rocks lançou seu disco self-titled, que depois veio a ser chamado de "Últimos Dias", mesmo nome da faixa de abertura e que se tornou um dos hinos da banda e também uma das grandes músicas da cena nacional. Além dela, "Todos os Meus Passos" e "Invisível (L.C.E.)" ganharam grande destaque popular. O disco foi produzido inteiramente por Kadu Pelegrini, e contou com a formação original da Kiara no estúdio para a gravação, tendo ele nos vocais e guitarra, Anselmo Fávaro na guitarra solo, Juninho Caetano no baixo, Greg Weber na bateria e Markão na percussão. Além destes, houve participação especial de Marcello Pompeu e Heros Trench da gigante Korzus, na faixa "Nada a Perder".


Matt Sorum, Kadu Pelegrini e Tracii Guns. Os ex-Guns n' Roses foram fundamentais no álbum de 2012.

O disco foi base para a trajetória seguinte da banda, que passou a arrebanhar novos fãs e estender seus contatos, principalmente por começarem a tocar com mais frequência fora do estado, principalmente no Paraná, onde a Kiara construiu uma base sólida de admiradores e confiança das casas de show do estado, principalmente da capital, já que os shows eram repletos de covers complementando ao repertório autoral do grupo, o que agradava o público das casas por onde a Kiara passava. E um seleto grupo de pessoas foi especialmente agraciado nas andanças de Kadu e seus companheiros de banda: Matt Sorum, Tracii Guns e Sebastian Bach se tornaram próximos da Kiara Rocks e isso viabilizou uma parceria inesperada e que criou grandes expectativas para os próximos passos da banda.

Após realizar um show com a banda em 2011, Matt Sorum foi o que mais se aproximou de Kadu, e juntos trabalharam na produção de um álbum mais fincado no Hard Rock: "Todos Os Meus Passos", que contou com releituras de três faixas do disco anterior e faixas inéditas, incluindo um cover de "Careless Whispers", de George Michael, contando com participação de Sebastian Bach. Já Tracii Guns esteve presente na regravação da faixa-título e em outras duas. Além destas,  a single "Marcas e Cicatrizes" teve grande visibilidade, ainda mais em vigor do video-clipe produzido para promoção desta e do álbum, que foi lançado em outubro de 2012 e abriu ainda mais portas para a banda. E quando digo portas, na verdade quero dizer um portão.

Pouco menos de cinco meses após o lançamento do segundo disco, a notícia que colocou a Kiara Rocks num novo patamar foi dada: a banda estava confirmada para o Palco Mundo do Rock in Rio, para tocar no mesmo stage que Slayer, Avenged Sevenfold e Iron Maiden, que encerrariam a edição 2013 do maior festival de música do planeta. A essa altura, a Kiara Rocks já era uma banda respeitada por seu repertório autoral e tinha sua atitude em palco já definida e marcada. Além disso, a banda contou com uma reformulação de formação, e passou a contar com três guitarras em palco. Além de Kadu e Anselmo, Phil Bonaño passou a integrar a banda, além do baterista Marcos Grevy. O quinteto seria o responsável pelo disco seguinte: "Daqui Por Diante".

Para acompanhar o ritmo que seria imposto no Dia do Metal do Rock in Rio, a banda resolveu se reinventar e fez isso com sucesso. Tomou um direcionamento voltado para o Metal contemporâneo, apostando em afinações dropadas e distorções mais agressivas, o que obviamente seria recheado de riffs mais pesados e andamentos mais groovados e intensos. O terceiro álbum foi produzido pelo próprio Kadu Pelegrini e seguiu a ideia do álbum anterior: algumas releituras de músicas antigas e alguns covers para somar com as novas autorais, das quais se destacaram "Sinais Vitais" (que foi lançada no dia seguinte ao anúncio do Rock in Rio, como single), "In Coma" e "Alice", além das regravações de "Nada Vai Adiantar", "Com Ódio e Gasolina" e "Últimos Dias", que tomaram um boost e ficaram ainda melhores. A banda voltou a contar com participações especiais, como Dinho Ouro-Preto e Rafael Bittencourt, na faixa "Mr. Scarecrow", de Herbert Vianna. O disco foi lançado em julho de 2013 e seria, até agora, o último lançamento da banda.

85 mil pessoas à frente da Kiara Rocks no Palco Mundo do Rock in Rio de 2013. O ápice da banda.
(Foto por Guilherme Fernandez)

Todo o ano de 2013 foi planejado em torno do Rock in Rio. Os shows incluíam as novas músicas, a nova pegada voltada pro Metal (como a inclusão de "Toxicity" do SOAD e "Ace of Spades" do Motohead no repertório) e as versões mais pesadas das músicas antigas. No palco, a banda estava em seu auge e os shows mostravam o melhor desempenho dos músicos, principalmente com a grande fase vocal de Kadu Pelegrini, inserindo exibições soberbas de seu alcance vocal nas execuções de "Últimos Dias", sempre responsável por encerrar as apresentações.
Bastidores de um dia inesquecível para a Kiara Rocks, quando Marcão e Paul Di'Anno fizeram parte do grupo.

E então, o ápice da história da Kiara Rocks chega. A banda chegou no dia 22 de setembro com uma legião de fãs entusiasmados espalhados pelo país, a grande maioria conferiu a distância a performance que 85 mil pessoas presenciaram pessoalmente na Cidade do Rock. Tocando onze músicas na abertura do Palco Mundo, a Kiara não esteve sozinha lá em cima e contou com a participação do lendário Paul Di'Anno e do ex-guitarrista do Charlie Brown Jr. Marcão, que juntos a banda tocaram "Highway to Hell", "Blitzkrieg Bop" e "Wratchild". O excesso de covers (além de "Ace of Spades") foi alvo de críticas por parte da "mídia especializada", mas poucos entendem a premissa básica de um show: entreter. A banda, mesmo tendo ganho reconhecimento nos ultimos anos, ainda não era unanimidade, e soube apresentar um repertório com músicas populares (que funcionaram absurdamente com o enorme público presente) e suas próprias composições (que foram bem digeridas e receberam ovação dos presentes). A Kiara Rocks esteve por aproximadamente uma hora no paraíso do Heavy Metal e soube sim aproveitar sua estadia por lá.


Marcelo Pompeu, ao lado de Kadu Pelegrini, em show comemorativo de 2017. Nome importante na criação da Kiara Rocks


Os frutos provenientes do Rock in Rio eram óbvios: shows e mais shows e agendas cheias por um longo tempo. A banda viajou por Sul e Sudeste do país com uma data atrás da outra, até que chegou 2015 e um ponto final foi colocado de forma inesperada na história da banda. Após algumas trocas de formação em vigor das saídas de três membros daquela line up ao longo do final de 2014, a Kiara Rocks anunciou seu término, trazendo tristeza a todos seus fãs. 

No entanto, este não foi o fim da história, mas era o início de um período turvo. Kadu Pelegrini trouxe a Kiara de volta a vida em maio, com Greg Weber novamente na bateria, Bruno Carmo na guitarra e Raul Barroso no contra-baixo. Essa formação fez algumas apresentações no segundo semestre daquele ano e em 2016 começou a colocar em prática o que viria a ser o novo álbum da banda, mas apesar de terem ensaiado algumas composições e ido a estúdio, a gravação não vingou naquele ano, assim como a formação, que foi remodelada em março de 2017, com Kiko Shred na guitarra e Junior Van Loon na bateria. Essa foi a formação que fez os shows de comemoração de 10 anos da Kiara Rocks, contando com casas cheias e exibições das novas canções (que ficou apenas para os presentes nestes shows). A banda demonstrou retomar o estilo direcionado ao Hard Rock nessas apresentações, o que criou expectativas de que o novo disco seria novamente inclinado mais ao que a banda apresentou nos primeiros discos e, consequentemente, mais distante da faceta Metal apresentada em "Daqui Por Diante".

No final de 2017, através de uma live no Facebook da banda, Kadu anunciou que, mesmo com um ritmo mais moderado de shows, a banda não iria parar, mas que as composições para o novo álbum estavam pausadas por não conseguir firmar a formação ideal para banda. Nesta mesma, confirmou o desligamento de Kiko Shred da banda por incompatibilidade de agenda.


Alexi Souza, Hicaro Danielle, Kadu Pelegrini e Raul Barroso: A versão 2018 da Kiara Rocks.

A banda entrou em hiato até outubro de 2018, quando retomou as atividades com Hicaro Danielle na guitarra e Alexi Souza na bateria, além de Raul Barroso que continuou no baixo da Kiara Rocks. Essa formação esteve no palco pelo ultimo show do grupo, em Itápolis, no dia 13, e é a mesma até o dado momento. E então entramos no tempo atual e vem a grande pergunta: por onde toca a Kiara Rocks?

Atualmente, a notícia que temos diretamente deles é que a Kiara Rocks se encontra ensaiando e trabalhando sim em um novo material, sendo inclusive esse o principal foco da banda para poder retomar a rotina de shows. A banda tem tido maior atividade em seu perfil no Instagram, e por lá deu pistas de que havemos atividade na rotina da banda. Ainda em 2017, já haviam muitas composições a serem trabalhadas e só faltava encontrar os músicos ideais para grava-las. Por hora, não há nenhuma data marcada ou prevista, então a tendência é que as coisas andem no seu tempo e que sim, na hora certa teremos notícias sobre a banda que "já voltou dos mortos mais de uma vez".

Kiara Rocks em sua última aparição em palco, em outubro de 2018.


Todas as fotos provenientes do Facebook oficial da banda.

Freak Carnival Fest: da união de O SubSolo, Caverna Kilmister e Bisho Extreme Produções, surge o primeiro festival em conjunto

O SubSolo entrou em contato com o Caverna Kilmister para fazer um evento de carnaval, porém, o bar já tinha algo meio que programado e na mesma conversa, Gustavo Mendes, da Bisho Extreme Produções também queria fazer um evento. Uau, três eventos na região de carnaval? Errado. Um festival em conjunto foi o pontapé de uma parceria.



Indo contra o termo "quanto mais melhor", essa união prezou desde o principio pela qualidade. Em contato com O SubSolo, a primeira banda confirmada foi o Test, Grindcore de São Paulo/SP que iniciará uma turnê com o Deafkids, Crust/Metal de Volta Redonda/RJ. 

Sempre procurando valorizar a cena local e a todos que abraçam o bar, logo o Caverna Kilmister definiu a Rastro de Pólvora como a banda anfitriã e após o Malice Garden para completar o cast. 

O evento será realizado na segunda-feira de carnaval (04/03) no Caverna Kilmister com endereço  rua José Alberto Nunes, 1242, ao lado da Recauchutagem Carreteiro em Tubarão/SC, entrada R$10,00 e promoção de Cerveja Artesanal Mestiza em dobro com início previsto para as 17h.

Quer que produções assim tenham êxito e continuidade? Faça sua parte, compareça, contribua e juntos, vamos fazer cada vez mais eventos de qualidade.

Confirme presença no evento:
https://www.facebook.com/events/1998511836928535/

Links Relacionados:
https://www.facebook.com/OSubSolo

Linkin Park: Mike Shinoda afirma que está aberta a possibilidade de encontrar um novo vocalista para o Linkin Park

O Linkin Park está na posição nada invejável de decidir se ou como vão continuar sem uma das vozes mais identificáveis do rock, o falecido Chester Bennington. Mas em uma recente entrevista para a Rock Antenne, o co-vocalista Mike Shinoda disse que a banda está aberta a ideia de continuar, mas como continuar ainda está para ser decidido. 


“Nós todos prosperamos fazendo e tocando música”, disse Shinoda. “Eu conheço os outros caras, eles amam estar no palco, eles amam estar no estúdio, então não fazer isso seria... não sei, algo não saudável”. 

Ele adicionou que a grande fanbase que a banda possui, é algo que estão levando em consideração. “Se a conexão e interesse continuar lá, eu acho que será a nossa força para fazermos o Linkin Park”, ele explicou. 

Quando perguntado sobre o futuro da banda sem o Chester, Shinoda disse, “procurar por um novo vocalista não é meu objetivo. Se isso acontecer, será natural. Se nós encontrarmos alguém que seja uma grande pessoa e tenha um estilo que se encaixe, eu poderia tentar fazer algo com essa pessoa. Eu não gostaria nunca de sentir que estamos substituindo o Chester”. 

Shinoda tem revisitado alguns materiais do Link Park enquanto está em turnê com sua carreira solo, dizendo que está cumprindo seu objetivo primário que é fazer os fãs celebrarem seu antigo parceiro de banda. Dito isso, não é difícil para Shinoda cantar as partes que são mais familiares com a voz do Chester. 

Ele disse, “Na fase demo das nossas músicas, eu sempre cantei as minhas demos”. Então eu cantava a versão original das músicas e tocaria ela para os caras, e depois eu a tocaria para o Chester que iria refazer os vocais. Então subir no palco hoje e cantar alguma dessas músicas, é só um retorno para a primeira versão da música”. 


Metal Etílico: neste final de semana irá ao ar o programa de número #100

O Metal Etílico chega a marca de #100 episódios pela Mutante Rádio. Um programa destinado a todos os rockeiros, abrangendo todos os gêneros musicais do Rock que prospecta crescimento a todo instante. 



No ano de 2018 já conquistou a sétima posição de Podcast mais ouvido no chat global da empresa de streamings Mixcloud. Fato este que oferta novas possibilidades a este que alçava novos horizontes sob o comando de Wendell Pivetta, contando com a grandiosa ajuda de Maykon Kjellin, Danie Caetano e Johnny Kiff.

O novo ano chega então com a ampliação da equipe e um estudo avançado na qualidade de vídeo adaptando clipes de conteúdo visual e a LiveStream que começa a partir do episódio #100.

Uma das coisas que não é fácil em qualquer projeto relacionado a música independente, -seja la qual for o seu estilo- é se manter vivo sem finanças de lugar nenhum e por isso a mídia independente merece respeito, pela luta diária de se manter vivo todos os dias. (o programa de estreia do Metal Etílico pode ser ouvido a seguir)




O Metal Etílico busca sempre a melhoria e o aperfeiçoamento, convidando integrantes da cena para desenvolver o conteúdo visual e auditivo, sendo assim, apresentamos a equipe:

LOCUTORES:
Wendell Pivetta
Danie Caetano (Reticências Music)
Diego Lopes (Acústicos e Valvulados)

REDATORES:
Johnny Kiff (Revolução)
Maykon Kjellin (Dark New Farm)
Lê Nunes

WEB TV E LIVESTREAM:
Caio Botrel
João Gustavo Falkemberg

FOTOGRAFIA:
Mariana da Luz

Todos colaboradores, amantes da boa música e etílicos por produção. A edição #100 é um marco para o programa, acenando sua nova equipe, contando com estreias e afirmações da evolução que é o programa com viés de apoiar sempre as bandas nacionais. O conteúdo  buscado é da melhor qualidade e de fácil acesso, comemorando muito mais do que a marca dos 4 anos de atividade nas ondas do rádio.

Ouça neste domingo (24) as 22h pela MutanteRadio pelo link http://www.mutanteradio.com, caso queira sua banda nas próximas edições, envie e-mail para pivettawendell@gmail.com com o material da sua banda e uma música em extensão mp3.

Links Relacionados:
https://www.facebook.com/metaletilico
https://www.instagram.com/metaletilico
https://www.metaletilico.com

Joe Satriani: sua banda dos anos 80 The Squares prepara coleção de demos nunca lançadas antes

Uma coleção de demos da primeira banda de Joe Satriani, The Squares (80's), será lançada no dia 5 de Abril através do selo Joe's Strange Beautiful Music. Compre o álbum na pré-venda aqui. 

Joe Satriani tem uma longa e aclamada carreira solo, seus premios e elogios dos fãs e da indústria são intermináveis. Mesmo assim, Satriani menciona frequentemente o trio musical que o lançou para o próximo passo em sua carreira musical, sua primeira banda, o The Squares, formado em Berkeley, CA no final dos anos 70.

Até o momento, nenhuma das gravações do legendário trio de Satriani estava disponível. 

"Inacreditável! Eu juro por Deus, eu acho que isso é ótimo... isso poderia ser lançado hoje!" - Sammy Hagar

"A forma de tocar do Joe nessas faixas são perfeitamente arranjadas, cruas e visceral, com uma intonação e tom impecável, também um parafraseado requintado... tudo isso sem whammy bar ou wah-wah! Esse disco é uma joia para todos os amantes do Satch, além de ser uma espiada no passado de um dos nossos amado gênio da guitarra!" - Steve Vai

"É ótimo ouvir o Joe Satriani tocando em uma era onde bandas de rock tinham seus próprios sistemas de P.A's, tocavam quatro sets por noite e colocavam suas composições originais no meio de covers do Bad Company. As melodias vocais e as músicas bem escritas, fazem com que seja válida uma viagem de volta a essa era. Também se torna visível muito rápido que há uma estrela na banda e que ele está tocando a guitarra. Ritmos extremamente precisos e solos matadores!" - Paul Gilbert

A música "I Love How You Love Me" pode ser ouvida abaixo. Essa música animada e super enérgica, é um cover de Barry Mann and Larry Kolber, originalmente popularizada por Phil Spector que produziu a versão feita pela The Paris Sisters. 
Uma mensagem no site oficial do Satriani diz:

"Em Berkeley, CA, de volta nos anos 70, quando meu cunhado Neil Sheehan e eu decidimos começar a banda. Seria um power pop trio comigo na guitarra e Neil gerenciando e escrevendo as letras. Nós procuramos por um baterista e um vocalista/baixista, e em Dezembro de 79 nós encontramos eles tocando na cena da baía local da cidade. Nosso vocalista/baixista Andy Milton era de Cleveland, Ohio. Ele tinha 1,82 de altura, bonito e tinha uma voz como um Elvis moderno. Nosso baterista Jeff Campitelli havia acabado de sair do ensino médio. Ele era um fenomeno local e podia tocar grooves como Charlie Watts, mas com uma nova ferocidade e energia que ajudariam a impulsionar a banda na florescente cena musical de New Wave"

"Nós nos chamávamos de "The Squares", ou algumas vezes apenas de "Squares". Haviam outras bandas com o mesmo nome, mas nós estávamos determinados nos estabelecermos primeiro e reivindicar o nome. Isso nunca aconteceu. Nós éramos parte Van Halen e parte Everly Brothers. Uma mistura de heavy metal, rock n' roll, punk e new wave. Era difícil nos categorizar, o que talvez seja o mais provável porque nós nunca fizemos isso". 

"Mas nós estávamos tentando ao máximo conseguir um contrato com uma gravadora e nos tornarmos superstar. Nós tivemos vários ótimos momentos e nós fizemos músicas realmente boas. Nós estávamos a frente do nosso tempo, nesse caso, é um jeito de dizer que nós não eramos o que as pessoas estavam procurando na época". 

"Por fim, deixei a banda e comecei a perseguir uma carreira solo. Foi angustiante se afastar de algo que eu coloquei todo o meu coração e alma, mas como podemos ver, era a coisa certa a se fazer". 

"O que sobrou são as demos originais do início dos anos 80, gravadas e mixadas pelo nosso então engenheiro de som John Cuniberti. Nós restauramos as gravações originais, trouxemos elas para o mundo digital e com mãos e ouvidos amáveis John remixou o melhor que nós fizemos em estúdio. Elas soam melhores do que nunca. John foi cuidado para preservar a intenção original da banda em relação ao arranjo das músicas, som e vibe e alguns casos, uma mistura criativa de ideias". 

"Aumente o som e curta o The Squares"


Tracklisting:

"Give It Up"
"Everybody's Girl"
"B-Side Girl"
"I Need A Lot Of Love"
"Can't Take It Anymore"
"So Used Up"
"You Can Light The Way"
"Tonight"
"Never Let It Get You Down"
"Follow That Heart"
"I Love How You Love Me "

"I Love How You Love Me"




Fonte: http://bravewords.com/news/joe-satriani-s-80s-band-the-squares-to-release-collection-of-unreleased-demos-i-love-how-you-love-me-song-streaming

Bon Scott: 39 anos da partida de um dos maiores vocalistas do Rock 'n Roll

Na data de 9 de Julho de 1946, nascia em Londres uma pessoa chamada de Ronald Belfort Scott, que viria a ser conhecido como Bon Scott futuramente e claro, um dos maiores frontman de todos os tempos.

Em 1974 entrou como vocalista do AC/DC e faleceu um pouco após ter lançado junto da banda o excelente "Highway to Hell". Seu falecimento até hoje é motivo de discussões incessantes, pois, não foi bem explicada. Após a turnê de divulgação de "Highway to Hell" pela Europa, Bon Scott decidiu passar uns dias na sua terra natal, rever amigos, ficar perto da família e claro, descansar um pouco. E em uma eventual noite de bebedeira, coisa que Scott era acostumado, junto de um amigo chamado Alistair Kinnear, foram tomar mais uns drinks no Music Machine, clube noturno de Chamen Town. 

Até ai tudo certo, porém depois de muitas rodadas a dupla foi para Ashby Court, que era onde o vocalista morava nesta época, no caminho o mesmo tirou que parecia ser um cochilo. Chegando na casa do vocalista, sue amigo Kinnear, tentou acordar várias vezes o amigo sem sucesso e decidiu ir para sua casa e botar Scott a dormir lá, porém foi em vão, não conseguindo acordar e tirar o mesmo do carro, deixou-o 'dormindo' no carro. No dia seguinte, Alistair Kinnear foi ver como estava o amigo, mas a tragédia já tinha acontecido, Scott estava morto e quase congelado. Em desespero Kinnear até tentou leva-lo ao hospital, mas chegou no hospital sem vida. O seu atestado de óbito informou falecimento em decorrência de 'overdose' e "death by misadventure" que quer dizer morte por desventura ou por desgraça, já que o mesmo tinha muita asma e junto da noite fria de Londres, não resistiu. 



Mas uma coisa ninguém pode negar, foi um dos maiores vocalistas do Rock 'n Roll de todos os tempos e por ser influência para vários músicos, resolvemos coletar depoimentos de leitores a respeito disso, confira:

Kito Vallim (Final Disaster): Para um Scott, eu diria que ele era muito Bon. (rs) O AC/DC não seria o AC/DC sem ele. Ele deu personalidade pro som da banda e deixou um legado imortal que o Brian Johnson conseguiu levar em frente com louvor.

Cristiano Souza (Metal com Batata): Para mim, foi o melhor vocalista. Melhor que o Brian. 

Wendell Pivetta (Metal Etílico e O SubSolo): Bah meu, não tenho noção do lado pessoal, apenas comentários e relatos documentais, mas musicalmente falando alçou uma das maiores bandas do mundo ainda mais longe. Sua voz e presença de palco era fora de série, jeito descontraído de cantar e interagir.

André Medeiros (Figure5): Ajudou a dar a cara “rebelde” ao AC/DC né, não sei se a banda existiria como é hoje, sem ele. 

Rodrigo 'Coringa' (Metal 'n Roll): Eu achava ele muito foda, é uma lenda. Apesar de gostar muito do Brian também, mas o cabra era bom.

Massimo Spalla (Tourette): O melhor do AC/DC e um dos melhores de todos os tempos!

Otávio Netto (Orleans/SC): Queria eu ter uma banda com ele.

Johnny Vignoto (The Upperground): Depois de um trânsito de 3hs pra chegar em casa... Só um Bon Scott pra relaxar!

David Schilipake (Curitiba/PR): Difícil falar de Bon Scott. Para mim, quando falo de AC/DC de cara já vem a voz e performance de Bon Scott. Único, tipo raiz, inconfundível, uma lenda do Rock.

Paulo Silvestre (Belo Horizonte/MG): Sim era excelente porém assim como o Brian Johnson tornaram a voz do AC/DC imortal. só que o Angus Young roubava a cena nos shows com a guitarra. Para mim, Bon Scott era o cara mas não deixou saudades por que foi substituído à altura. Duas lendas, tanto ele como Brian Johnson.

Marcos Guiomar (São Pedro da Aldeia/RJ): Uma das vozes mais marcantes do Rock!

Paulo Afonso Oliveira (São Paulo/SP): Simplesmente sensacional, muito bom.

Fernando Alves Barbosa (Ceilândia/DF): Não só o melhor do AC/DC, mas também uma lenda do Rock 'n Roll.

Fabio Modesto (Porto Alegre/RS): Melhor era do AC/DC!

Benedito Amorim Filho (Curitiba/PR): Faz uma falta imensa. Grande Bon Scott!

Christian Soares (Caravelas/BA): Bon Scott era Incrível!

Cleverson Aguiar (Porto Alegre/RS): O melhor na minha opinião. Prefiro ele ao Brian.

Caio Botrel (Black Crow Feather, O SubSolo e Metal Etílico): Infelizmente hoje marca o 39º aniversário de morte do Bon Scott. Por outro lado, podemos agradecer e celebrar todo seu legado, atitude e personalidade, que o consagrou como um dos maiores vocalistas da história do Rock N'Roll e ajudou o AC/DC a ser uma das maiores bandas da história da música. For those about to rock, WE SALUT YOU BON.

Celia Turcarelli (Lençóis Paulista/SP): Dono de uma voz marcante! Fez sucesso, mas infelizmente morreu cedo. E como disse o amigo acima Brian deu conta do recado.
Raoni Joseph (Dislexia): O Brian Johnson é um bom substituto, mas o Bon Scott tinha um jeito único de se entregar no palco.

Ricardo Rosa (QSEC?): Excelente vocalista, sempre fui fã. Era gigante. Eu morava em Tubarão/SC e fui no apartamento do meu amigo Shimura e ele botou pra rodar um LP do AC/DC ao vivo. É minha banda preferida desde os 14 anos!



E para você, qual o legado que Bon Scott deixou?

Eluveitie: após cancelamento polêmico de shows no Brasil, é anunciado data de última hora no Rio de Janeiro

Após a polêmica do cancelamento dos shows em Belo Horizonte, Brasília e Curitiba, o Eluveitie anuncia data de última hora no Rio de Janeiro, mais precisamente no Teatro Odisseia.
 

 

No último sábado, foi anunciado pela produtora EV7 o cancelamento dos próximos três shows organizados junto do Eluveitie. Os motivos foram vários e até o polêmico assunto envolvendo "falta de chá" no camarim. 

Segundo a produtora, o produtor da banda Suiça não ficou satisfeito com a iluminação do Mister Rock, casa que receberia também o Tuatha de Danann que estava acompanhando o grupo nessa passagem. Porém, já tocaram grandes nomes do Metal mundial na casa e nunca sequer teve uma reclamação da estrutura. Fora que, foi reclamado do camarim não estar pronto na hora combinada, o que a EV7 admite ter falhado. 

Após várias contradições, ataques daqui, ataques de lá, o grupo anunciou uma data no Rio de Janeiro/RJ, para amanhã, 20 de Fevereiro. Quem tiver os ingressos de Curitiba, Brasília ou Belo Horizonte, podem utilizar o mesmo para essa data, o que causou revolta dos fãs das cidades acima, pois, é notório que a banda não faz a mínima ideia da distância a ser percorrida para assistir a apresentação. 

 
As produtores envolvidas na parceria desta data são a On Stage e No Class.

Melyra: lança clipe para a faixa “My Delirium”

 “Venha para o meu delírio”, ordena a primeira faixa do disco de estreia da banda Melyra. Seguindo a temática de fuga da realidade, o clipe de “My Delirium” mostra um mundo em que a luz e a escuridão se complementam, em uma valsa sem fim. A faixa de trabalho faz parte do álbum “Saving You From Reality”, já disponível nas principais plataformas de streaming.



No refrão nós convidamos às pessoas a entrarem no nosso mundo e descobrirem se o delírio lhes convém. Brincamos com várias nuances de luz no clipe para instigar o espectador. Essa ideia nós desenvolvemos junto com o diretor, e foi concebida para mostrar o nosso delírio, para mostrar o outro lado da normalidade. O claro, com luz de frente é o usual; o escuro, no contra-luz, é o nosso delírio. Se bem explorado, o delírio pode ser interessante”, analisa Fe Schenker, guitarrista e backing vocal.

Primeiro clipe do recém-lançado disco “Saving You From Reality”, o vídeo traz um conceito audiovisual diferenciado em relação aos anteriores, valorizando outras linguagens. A Melyra é formada por Nena Accioly (baixo e guturais), Roberta Tesch (guitarra e backing vocal), Verônica Vox (voz), Drika Martins (bateria), além de Fe.

O vídeo contou com a participação da baterista Cynthia Tsai e foi dirigido e produzido por Gabriel Peres, também participaram Bruno Fernandes e Vladmir Mello, como apoio técnico.

Assista “My Delirium”:

 


Ouça “Saving You From Reality”


Lyria: canta "Não tente me mudar" em seu novo clipe

A mensagem é muito clara: cada pessoa é única e é tolice tentar mudar pelo outro. Em “Let Me Be Me”, a banda carioca Lyria mostra que é preciso ter coragem para ser quem é e viver a sua verdade interior. A canção faz parte do disco “Immersion”, lançado este ano e já disponível nos streamings. Gravado no alto de um prédio, o vídeo foi dirigido pelo Lyria em parceria com a CS Music Videos, produtora já conhecida na cena independente.



É do alto de um prédio no Centro do Rio de Janeiro que “Let Me Be Me” pulsa. Uma das músicas mais pedidas nos shows do Lyria, a letra mostra que é preciso persistir e encarar o desconhecido, mas sem nunca perder a essência de quem se é. Este é o segundo single de “Immersion” (2018) e sucede “Hard to Believe”, que também ganhou clipe que hoje supera as 140 mil visualizações no YouTube.

"A música fala sobre libertação, em como sair do olhar do outro e enxergar-se como si mesmo, com seus defeitos e qualidades, que te tornam um ser único.Algumas pessoas se projetam no outro, apontando defeitos que, na verdade, estão no próprio indivíduo. Deixar de viver sob a expectativa alheia e buscar seus próprios sonhos, seu sentido de viver.", define Aline Happ, vocalista e compositora da faixa.

Gritando do alto de um prédio para todos ouvirem, o desejo é de ter um lugar na luz e dar fim a personalidade oculta. Gravado com iluminação natural, é possível perceber a diferença em relação aos vídeos anteriores, de “Hard to Believe” e “Jester”, que assumiam a escuridão como um elemento recorrente. Nesta música, o Lyria busca a claridade, como se enfim chegasse ao ponto que ambicionou: ser eles mesmos.

Um dos grandes nomes do metal nacional, o Lyria é formado por Rod Wolf (guitarra), Thiago Zig (baixo) e Thiago Mateu (bateria), além de Aline. Desde 2012 na estrada, eles se tornaram conhecidos no Brasil e em países da Europa e nos Estados Unidos a partir do lançamento de "Catharsis", disco de estreia em 2014. Atualmente eles seguem em turnê com o disco "Immersion", que já passou por diversas cidades da Região Sudeste.

O clipe de “Let Me Be Me” foi editado e produzido por Vinicius Hozara, da CS Music Videos, que também atuou na direção e roteiro junto do Lyria. A captação de imagens por meio de drones foi de Glauber Barros e CS Music Videos. A CS Music Videos é uma produtora independente que já trabalhou com o Lyria em outras ocasiões, como no clipe “Jester”, que conta com mais de 230 mil visualizações no YouTube. A empresa também já trabalhou com bandas como Hatefulmurder, Cara de Porco, Ágona, entre outras.

Assista “Let Me Be Me”:



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