• Cobertura: Helloween + Scorpions (Arena Petry)

    Existem situações que sua alma sai do seu corpo e você quer que tal momento nunca acabe. Bom, esse era eu em frente a minha banda favorita, Scorpions. Quem um dia iria imaginar que uma banda que faz sucesso desde a metade da década dos anos 60's, um dia pousaria para um show arrasador em Santa Catarina? [...]

  • Sepultura divulga durante o Rock in Rio detalhes do seu novo disco

    Conforme prometido, o Sepultura divulgou durante o Rock in Rio alguns detalhes de seu novo disco de estúdio. Batizado de "Quadra", o álbum está em processo de finalização e será lançado em fevereiro de 2020. [...]

  • Inimigo Eu: assista agora ao novo videoclipe "A Carta"

    Todo trabalho lançado, passa inicialmente por um grande profissional. O Clipe "A Carta" novo trabalho da Inimigo Eu, passou pela equipe de: Billy Valdez responsável pela produção e edição, Guilherme Barcelos, com o roteiro escrito, Lucas Machado que fez as filmagens, com apoio do Coletivo Catarse e lançado pelo selo Estrondo Records [...]

SEU COMPARTILHAMENTO É O NOSSO PAGAMENTO!

22 outubro, 2019

Cobertura: 16º River Rock Festival (Indaial/SC) | Parte 2 - Sábado




COBERTURA | RIVER ROCK FESTIVAL - INDAIAL-SC | O SUBSOLO


APÓCRIFOS

A banda Apócrifos, foi a primeira banda a se apresentar no sábado de manhã, mandaram um “Doom Metal”, super bem executado, com temáticas bem interessantes em suas letras, “já dá para perceber pelo nome da banda, né”, gostei muito do visual da banda que conta com os integrantes das bandas consagradas no cenário metal Brasileiro como, Luciferiano e Steel Warrior.
Os riffs cadenciados do Antônio Gonçalves são bem marcantes e pesados, com uma cozinha super afiada e um vocal bem dinâmico, fizeram a galera bater cabeça bastante na frente do palco, mesmo sendo cedo a galera compareceu e agitou um monte.
Por: Rafhael Jorge

BALBOA'S PUNCH

Balboa's Punch foi a segunda banda a se apresentar no sabado de manhã, acordando o pessoal com o seu baita Thrash Metal.  O show dos caras é um soco sonoro. O nome da banda já da um gostinho do que vai rolar no palco; "O soco de Rocky Balboa" personagem épico vivido Stalone,  nas telinhas nos anos 80 e 90"

o Som da banda me chamou muito atenção, pois é um thrash Metal com bastante pitadas modernas, influenciados pela nata do estilo como "Kreator, Metallica e Sodon" e com pitadas de Amon Amarth, fizeram um show avassalador fazendo a galera inclusive "eu" bater cabeça em quase todo show, contando com varias musicas própria entre elas "Open Seasons e Portrait of War" e uma grande homenagem a umas das bandas mais históricas do Metal Catarinense (Rhestus) ,  com a musica Paying With The Life. No final tocaram a destruidora e clássica musica "Violent Revolution" do "Kreator" levando a galera a loucura. Baita show e super recomendado para os fãs do velho estilo Thrash metal.
Por: Rafhael Jorge

100 DOGMAS

Existia uma grande vontade da minha parte para assistir uma apresentação da 100 Dogmas, pois  desde o seu primeiro EP, a banda já tinha me deixado uma ótima impressão devido o groove pesado de suas músicas aliado a letras inteligentes, só que ao vivo tudo isso é elevado a níveis de adrenalina altíssimos, a postura de palco da banda é impressionante, o vocalista Raphael não para um minuto instigando o publico a bater cabeça o tempo todo, músicas como Genética e Resistência ganham muito ao vivo, já disse algumas vezes 100 dogmas é uma banda que ainda vai crescer muito pode anotar ai
Por: Harley Caires

OBSCURITY VISION

Obscurity Vision é uma banda oriunda de Criciúma, Santa Catarina. Seu maior ponto forte, é a persistência, determinação e afinidade criada pela dupla de guitarristas e irmãos, Luiz Rodriguez e João Rodriguez. Aproveitando o telão disponibilizado para as bandas, a Obsucurity Vision passava trechos do seu lyric que ainda seria lançado, o excelente "Imperivm".

Uma das bandas que mais evolui no cenário extremo do Metal. Sugou todas as críticas nos seus CDs e trouxe em palco, uma horda que absolutamente arrepia e nos deixa perplexos. As mudanças recentes de instrumentistas, fez com que a banda hoje, tenha sua melhor sintonia em palco. Sem falar na brutalidade, ousadia e peso.
Por: Maykon Kjellin

THE UNDEAD MANZ

Bandas que saem da curva da normalidade tem um “quê” a mais para análise em resenhas. Não que eu esteja chamando os Undeadz de anormais, apesar de que, se ter zumbis num palco tocando pode ser consonante com a ideia. O apreço pelos detalhes é visível, e não apenas sobre a caracterização. Mas também sobre entrosamento, e execução. Os músicos parecem estar colhendo os frutos de cada ensaio ao tocar as notas, e a consulta no olhar dos espectadores reafirma isso, não se bastando apenas em “se apresentar”. Imprevistos sempre ocorrem em shows. E talvez a fúria do baterista tenha colaborado para isso, ao estourar a pele do bumbo, tamanha raiva despejada sobre o instrumento. Uma rápida troca foi efetuada para dar sequência à apresentação.
Além das clássicas canções do primeiro álbum The Rise of the Undead (2017) tivemos no setlist o single Psycho (2018) e Cluster do EP homônimo, lançado recentemente.
Por: Sidney Oss Emer


GUEPPARDO

Quando vi que estava na hora da banda gaúcha Gueppardo subir ao palco me animei: “está na hora do Hard Rock!”. Não consigo negar, o gênero que me trouxe para esse mundo do Underground e afins ainda é meu favorito, e ver uma banda performar ao vivo um Heavy Rock que passeia pelas maiores das influências do Glam Metal é um privilégio. Gueppardo trouxe seu som autoral e feroz ao River Rock e fincou suas presas no público que se postou de frente para sua apresentação aguda e atiçada. A banda, que tem mais de dez anos de estrada, não se poupou em seus gritos e solos, e também fez grande exibição na base conduzida por bateria e baixo, com destaque para este último, que executou grandes linhas em seu instrumento. O show da Gueppardo trouxe músicas de toda a carreira da banda, inclusive de um vindouro trabalho ainda não lançado, mas que já cria grandes expectativas, principalmente pela inclusão de espanhol no catálogo de idiomas cantados pelo vocalista do grupo gaúcho.
Por: Vinicius A.-Saints

DENY BONFANTE

Ok, eu admito: não esperava nem de longe que este show ia ser um dos melhores do festival. Não conhecia a carreira de Deny e a partir do momento que o show começou eu me arrependi por não conhecer. Junto com seus companheiros de estrada, Deny Bonfante fez uma apresentação matadora e espetacular, que me deixou totalmente impactado. Um som de qualidade e muito bem performado foi executado no palco do River Rock do início ao fim, passando pelas obras solo de Deny, trabalhos autorais em sua banda Perpetual Dreams (na qual outros dois músicos em palco também faziam parte) e tributos a suas influências internacionais e lendárias, como uma execução maravilhosa de “We Rock”, do saudoso Ronnie James Dio. Mas, não se engane, o brilho da apresentação foi justamente nas músicas compostas por Deny Bonfante.
Por: Vinicius A.-Saints

SINAYA

Fazia um bom tempo que uma banda de Metal extremo não me fazia a cabeça, inclusive estava a alguns shows sem ir em algum mosh pit. Mas, ao decorrer do voraz e estupendo show de Sinaya, isso foi impossível de não ocorrer. O Death Metal da banda paulista foi magnético e fez todos os corpos ali presentes de colidirem com o ritmo massacrante de seus instrumentos. Foi uma das poucas bandas de Death Metal que me conquistou em sua apresentação e mostrou fúria carnal em sua execução. Se eu estava praticamente convencido que uma banda de Death Metal não iria ser um de meus destaques, Sinaya veio para me contrariar e me fazer entender que uma boa banda me obriga a me entregar a sua apresentação.
Por: Vinicius A.-Saints

JUSTABELI

A vitória é de satã, mas a guerra é nossa, essa é a mensagem que a Justabeli passa com seu Black Metal, frio, satânico hermético como o estilo exige sempre, a guerra aqui é levada ate as ultimas com sequencias com sons como: Cause the War Never Ends,  a polêmica Satan's Whore e a faixa que batiza seu mais recente trabalho Intense Heavy Clash. A sonoridade da Justabeli a classifica como uma das melhores hordas de Black Metal do país.
Por: Harley Caires

KING BIRD


Já tive o prazer de resenhar alguns discos do King Bird, mas assisti-los pela primeira vez foi bem interessante. Gosto do estilo deles, o Hard Rock bem tocado e com composições pontuais para quem ama esse estilo. Digo que todo headbanger teve (ou ainda tem) uma fase no Hard Rock e o instrumental até os vocais de King Bird impressionam.


Acordes precisam são retirados da cartola, o vocal as vezes chega até arrepiar. Foi uma das bandas de fora do território catarinense que ninguém ousou a pensar o motivo de que estava no cast, foi merecido e o trabalho que vem executando, é reflexo do palco, foi um puta show.
Por: Maykon Kjellin

ARANDU ARAKUAA

Eu conhecia Arandu Arakuaa a algum tempo e nunca consegui formar uma concreta opinião sobre o grupo. Já havia inclusive definido a banda como a representante do Brasil na minha coluna especial de Bandas de Cada Nação, que realizei durante a Copa do Mundo de 2018, mas, mesmo conhecendo toda a peculiaridade envolta da banda, ela ainda não havia me conquistado por inteiro. Pois bem, depois de sábado, isso foi definido, e a apresentação estonteante de Arandu Arakuaa me ganhou.

A banda brasiliense tem um show muito performático e impactante, chegando a ser confuso e assustador até sua cabeça se abrir e se conectar com a energia emanada pela banda. A mistura de riffs furiosos e rápidos com melodias serenas e calmas já é uma mistura inesperada, mas esta se torna ainda convencional quando a marcha acelerada das guitarras é abruptamente interrompida para cânticos ancestrais construídos apenas em voz e percussão tribal. Por mais que isso se repita em praticamente todas as músicas, você não para de se surpreender em nenhum momento, até mesmo nas brechas entre as músicas, quando o líder, vocalista e guitarrista Zândhio Huku conversava com o público de forma simples, educada e humilde, fatores que sem dúvidas agregam pontos a banda. Toda a performance em palco foi mágica e, para aqueles que se envolveram por completo com o show, foi uma experiência inesquecível e marcante.
Por: Vinicius A.-Saints

SERPENT RISE

Desde 1993 executando um Doom Metal , ora pesado ora melancólico o Serpent Rise, chama a atenção para os fãs de sonoridades mais depressivas, a banda sempre se diferenciou pelo toques góticos que suas obras apresentam como "Gathered by...". Nessa apresentação não foi diferente, o publico foi envolvido em uma aura densa em sons como 
Travelling Time e Reflex in the Last Mirror, a tempo de dizer que poucas bandas conseguem fazer o uso correto da bateria eletrônica e o Serpent rise se encaixa nessa minoria
Por: Harley Caires


LEGION OF THE DAMNED

Por conta da atitude desrespeitosa e vexatória da banda, na qual ironizou seus fãs brasileiros momentos após o show, quando estavam prestes a partir de volta para Holanda, optamos por não redigir nossa visão sobre a apresentação da banda no River Rock. Enfatizamos que repudiamos bandas internacionais que visitam nosso país com status de rockstars, com exigências mirabolantes, e ainda assim faltam com consideração e respeito com nosso povo.

CARCINOSI

Um dos retornos mais aguardados para fãs da cena extrema gaucha, o Carcinosi é um dos pilares da cena do estado, e parece que essa pausa fez bem a eles pois a formação é nova mas o sangue nos olhos e a vontade de destruir nossos pescoços é a mesma, o Death Metal gaúcho nunca decepciona  Obscure Reason, Deceived e Hyperdimension nos deixa na duvida como um trio pode fazer tanto barulho, longa vida ao Carcinosi.
Por: Harley Caires


RAGING WAR

Thrash Metal visceral, soco na orelha. O Raging War consegue ser muito melhor ao vivo e quem já ouviu o disco dos caras, eu digo, vão a um show. Performance no palco estonteante, que faz querer mais. Faz os 50 minutos de palco dos caras, parecer segundos e o gostinho de quero mais no final é insaciável.
As composições do Raging War, são objetivamente um Thrash Metal mais Old School possível, onde não existe espaço para fírulas, tudo é tecnicamente pensando e executado. Direto e visceral, como citei acima. O disco tem bastante peso, mas ao vivo realmente, é muito melhor.
Por: Maykon Kjellin


OVERBLACK

Segundo show da Overblack que assisto em um tempo bem curto. Algo mudou e não sei explicar, mas posso tentar. Acredito que tocar 'em casa', já que os caras são de Blumenau, cidade vizinha de onde ocorreu o evento, fez com que o público interagisse ainda mais com a banda. Os caras misturam Hard Rock e o Heavy Metal e fazem do seu som, algo positivamente impactante.

Sofreram com o atraso do horário, mas mesmo assim, destruíram no palco e acho que deveriam ter sido postos a tocar no domingo. Ainda volto a bater na tecla, que tenho a curiosidade de ouvir a Overblack como um quarteto, com uma segunda guitarra para segurar os excelentes solos do guitarrista e vocalista Paulo, mesmo assim, um detalhe técnico analisado por mim, isso não quer dizer que é uma regra ou coisa do tipo. A banda é muito bem ensaiada e até em contratempos, sabem como se portar no palco.
Por: Maykon Kjellin

21 outubro, 2019

Cobertura: 16º River Rock Festival (Indaial/SC) | Parte 1 - Sexta-feira

Todo ano, há uma grande expectativa para a chegada de um dos mais esperados eventos do calendário headbanger. Enfim, chegada a hora da 16ª edição do River Rock Festival, evento este que sobreviveu à transição de um século, neste ano, contou com um cast de mais de 30 bandas inéditas, dos mais diversos cantos do país. E, fazendo jus ao slogan "a festa das tribos", os mais variados estilos se fizeram presentes. Teve rock'n roll, post rock, thrash metal, death metal, black metal, folk metal, metal sinfônico e por aí vai. Só não teve falta de som.

Nossa equipe passou os 3 dias no camping acompanhando as bandas e o público, para trazer os detalhes dessa festa, conforme você, caro leitor, pode conferir abaixo.

COBERTURA RIVER ROCK FESTIVAL 2019 PARTE 1 | O SUBSOLO





ANAL VOMITATION 

Infelizmente, nossa equipe não teve tempo hábil de chegar para acompanhar a primeira apresentação. Cumprimentamos os integrantes, e lamentamos não poder presenciar seu show. Estimamos que numa próxima oportunidade, o façamos.

TENGU 

Noite caindo no camping da rota Km66, um convite para adentrar à noite e viajar no mundo da música. Nada mais sugestivo do que fazer isso, ao som de um rock experimental, que além dos efeitos audíveis através das melodiosa guitarra na companhia dos scratches e synths, os quais desenvolviam o som eram acompanhados de imagens kaleidoscópicas nos telões. Apesar do post rock ter essa levada “liberal” e alternativa, senti falta de um preenchimento, seja ele nas cordas ou nos elementos “de mão” como sample, sintetizadores. No mais, o som foi acolhedor e entrosou a galera para o início do fest.

LEGACY OF KAIN 

Distante de ser uma mera apresentação de músicas em cima do palco, Legacy of Kain mostra presença desde o início do seu show, e oferece ao público, um conjunto de sensações combinadas, trazendo uma apresentação performática carregada de groove e peso de um thrash metal, por vezes alternado com cadências mais melódicas. Cabe o enaltecimento das bandas que optam por cantar em português, pois isso demonstra a consideração, tanto para com a sua pátria (leia-se fora do contexto político), quanto para o público em geral, uma vez que, mesmo quem acaba de conhecer a banda, pode rapidamente decorar as partes da música e cantar junto, mesmo sem saber um segundo idioma.
O zelo pelo patriotismo também é notado em suas letras, principalmente no seu último trabalho “Paralelo XI” lançado em maio deste ano, o qual teve algumas de suas faixas apresentadas, como Split in Half, The Throne, Worse Days Will Come, Indigenous Pride e a homônima Paralelo XI.
E como se não fosse o bastante, ainda tivemos covers de respeito como Sepultura e Lamb of God (Slave New World e Redneck respectivamente).

ANTHARES 

Pescoços aquecidos após um show de thrash groove metal, é hora de descer a lenha e curtir uma das mais tradicionais bandas de thrash metal raiz que o Brasil conhece. Trazendo os grandes clássicos da década de 80, Anthares animou o público ao trazer faixas do aclamado No Limite da Força (1987). Mesmo para os que não são apreciadores assíduos, é difícil não bater cabeça ou ficar parado diante de uma banda com tanta história e qualidade técnica sobre o palco. Após o término do show os famosos gritos agudos do thrash metal contagiaram o público continuaram ecoando pelo camping durante todo o restante da noite. Ao fim do show, o vocalista Diego Nogueira dedicou o show ao João Gordo, estimando a sua recuperação.

RATOS DE PORÃO 

Os fãs estavam ao mesmo tempo que ansiosos, apreensivos com o que viria a ser o show de uma banda histórica como Ratos de Porão, sem o icônico frontman. Porém logo após os primeiros acordes, pode se entender como seria a levada da banda que escolheu honrar seu público e fazer um show, mesmo sem um integrante, estando este em estado de enfermidade. 
Entre uma música e outra, Jão mostrou irreverência e tranquilidade em relação a João Gordo, fazendo piadas com a ausência do colega. Por fim, a banda não decepcionou aqueles que cresceram ouvindo os hinos do HC, no show da primeira headliner do evento.

POGO ZERO ZERO 

Alguém falou em mosh? Para aqueles que ainda estavam com energias para se manter em pé após o show de dois grandes monstros do thrash/HC, puderam conferir uma porradaria violenta com o som sem frescura de PZZ, que não deixou a peteca cair, na madrugada que adentrava a primeira noite de shows do fest.

HIGH BUTCHER 

Infelizmente, uma ocorrência de última hora impediu que a banda Paranaense se apresentasse, conforme esclarecido pelo próprio grupo na sua página oficial do Facebook:




COSMIC SOUL - DEATH TRIBUTE

Usando um pouco de hipérbole, posso dizer que esta é uma banda que “brotou” no meio dos festivais, e tenho a satisfação de poder ter acompanhado alguns de seus shows. Fato este que me dá base para poder afirmar com mais solidez, a incrível evolução do grupo.
Parafraseando meu colega de redação, Harley Caires: “Banda cover, tributo e afins é assim: ou você odeia por acreditar que estão roubando o lugar de bandas autorais ou você entra na vibe e curte o som”. E, de fato: Death é Death. Além de uma ótima escolha para se prestar tributo, apresentam uma técnica impecável, além da visível a seriedade com a qual o projeto é levado, dada a sincronia e entrosamento em palco.
NOTA: Ainda não sabemos se a queda de energia no meio do show, foram meros problemas técnicos de infraestrutura, ou a porrada que foi o som da Cosmic Soul.



Toda a cobertura de Sexta-feira por Sidney Oss Emer.

19 outubro, 2019

Topfive: cinco videoclipes que você precisa assistir - #03

Hoje como meu primeiro topfive d'O SubSolo, escolhi falar sobre videoclipes, pois sou um amante deste tipo de material. Escolhi cinco bandas que eu gosto bastante e que tiveram materiais recentemente lançado e viso principalmente, olhar para as bandas da minha cidade, claro, que em outras oportunidades vou abranger bastante, mas para essa primeira leva, recorri ao que já conhecia, confiram minhas indicações:



01) Morning Storm – Stoner Metal - Blumenau/SC

Banda formada por Rian Rau (vocal) que também era vocal da Landwork, Guilherme (Baixo), Danilo (Bateria), esse power trio fazem um Stoner Metal com muita maestria, com letras profundas em suas temáticas e muito groove em seu instrumental. Eles já possuem alguns clipes que foram lançados como singles, que em breve vão formar o primeiro EP da banda. Para fãs de “Clutch, Down, Corrosion of Conformity e Metallica” a Morning Storm e um prato cheio.




02) HellgardeN – Thrash/Groove Metal - Botucatu/SP

Banda formada por Diego Pascusi (Vocal) Caick Gabriel (Guitar) Guilherme Biondo (Baixo) Matheus Barreiros (bateria) essa banda do interior paulista vem dando o que falar com o seu groove metal poderoso, tocando com grandes nomes do metal nacional como “Krisium, Project46 e Claustrofobia” eles vem chamando atenção nos festivais onde passam. A banda acabou de lançar o seu primeiro single “Learned to Play Dirty” que fará parte do seu primeiro e aguardado álbum de estreia que deve ser lançado ainda esse ano, fãs de Pantera e Lamb Of God como eu vão curtir muito.



03) AAV – Stoner Metal - Blumenau/SC

Symptoms Of Frustration é nome do 2º álbum da Animus Ad Vindictian (AAV) que será lançado agora no dia 25/10, banda formada em 2011 com o propósito de unir peso e melodia em seu trabalho próprio. Sua principal característica é compor músicas sem rótulos e com muito feeling, e informações raivosas de caráter humano. A banda conta em seu time com Nano Henning - Voz e guitarra, Jeison Dandolini- Guitarra, Jefferson Dorow – Baixo, Sander Gautier – Bateria.



04) Viletale – Horror Death/Metal - Blumenau/SC

Com o intuito de continuar a divulgação do seu último e super elogiado álbum “Land OF Thousand Pleasures” a banda acaba de soltar essa pancada sonora “Hellish Blue” sétima faixa do álbum. Suas temáticas em suas letras são de arrepiar, horror metal de primeira qualidade.



05) John Wayne – Metalcore - São Paulo/SP

Os paulistanos do John Wayne umas das nossas maiores referência do Metalcore nacional, acabam de lançar o clipe da música “Amuleto” que fará parte, do 3º álbum de estúdio da banda, chamado “Purgatório” que marca a estreia do novo vocalista e talentosíssimo Guilherme Chaves.



Black Bell Tone: apresentando o clipe "Amor, Ordem e Progresso" e o lançamento do álbum "Engenho que Fabrica Opinião"

O QUE É O PROGRESSO SEM O AMOR?

Black Bell Tone lança álbum de estreia e clipe que propõem uma reflexão sobre a intolerância no Brasil e questiona o lema da bandeira nacional.

O CLIPE | AMOR, ORDEM E PROGRESSO

"Amor, Ordem e Progresso", terceiro videoclipe da Black Bell Tone, puxa o lançamento do seu primeiro álbum "Engenho Que Fabrica Opinião". A estética do cenário e figurino alternando entre preto e branco faz referência à capa do álbum numa alegoria a polarização política vivida do Brasil nos últimos anos. A música vai além e aborda como as pessoas sucumbiram às possibilidades de comunicação trazidas pela tecnologia, tornando-se avatares frios e insensíveis em uma guerra virtual cuja única finalidade é destruir o discurso que é oposto ao seu.

No refrão, a música trata da supressão da palavra "Amor" na bandeira brasileira: "O lema Ordem e Progresso é originalmente influenciado pelo pensamento positivista de Auguste Comte: Amor por princípio, Ordem por base e Progresso por fim. Porém o símbolo máximo da nação parece estar incompleto." - afirma o vocalista e guitarrista Taba Kuntz, autor da letra. "Coincidência ou não, parece sintomático e representativo que uma nação não esteja conseguindo estabelecer o entendimento para encontrar a pacificação, quando lhe falta o princípio essencial a todos os povos. Não há como legitimar ordem e progresso para todos se não houver paz, e isso nasce com empatia e amor’ - completa o músico.

O clipe de "Amor, Ordem e Progresso" foi produzido pela própria banda, no melhor estilo DIY (do it yourself), e também conta projeções de imagens históricas e momentos importantes que ajudam a dar o contexto nacional abordado na música. Todo o processo foi documentado e está disponível no Instagram.

Com guitarras distorcidas e uma melodia pop, a canção dá uma ideia geral do clima do álbum: "Muito embora a temática do disco reflita bastante sobre a instabilidade do cenário atual no país e no mundo, ainda há um tom positivo no espírito do disco. Nesse sentido, pode-se dizer que o álbum também fala sobre cura e esperança" - completa o guitarrista Nando Pontin.


A BLACK BELL TONE

A Black Bell Tone, formada em Março de 2017 em Porto Alegre - RS, faz parte da nova cena independente do rock nacional. A banda é composta por: Taba Kuntz (vocal e guitarra), Nando Pontin (guitarra), Lucas Pontin (baixo) e Fernando Paulista (bateria).

A experiência da estrada e de projetos anteriores trouxe um foco afiado que contribuiu com o planejamento da Black Bell Tone desde seu primeiro dia. A banda lançou em Setembro/2019 seu disco de estreia "Engenho Que Fabrica Opinião", puxado pelo clipe da faixa "Amor, Ordem e Progresso". Antes do álbum foram lançados outros três singles, dois clipes, uma série de vídeos com performances ao vivo, chamada Live@Studio, shows na íntegra, além de dezenas de vídeos de bastidores em seu canal do Youtube . A BBT mantém uma produção sólida e diária de conteúdo para suas redes sociais de forma a manter o seu público engajado e em constante expansão.

Apesar do pouco tempo de existência, a banda tem no currículo shows em grandes festivais ao lado de nomes como Acústicos & Valvulados, Vera Loca, Carlinhos Carneiro (Bidê ou Balde) e outros, além de ter sido escolhida pelos americanos da Blackberry Smoke como banda de abertura para o seu show em Porto Alegre em Maio/2019.

O ÁLBUM | ENGENHO QUE FABRICA OPINIÃO
Já está disponível em todas as plataformas digitais o álbum de estreia da Black Bell Tone:  "Engenho Que Fabrica Opinião". Primeiro álbum de estúdio dos gaúchos de Porto Alegre, o disco traz 12 faixas e é o resultado de dois anos e meio de produção, desde o primeiro dia de ensaio até o lançamento.



O trabalho traz músicas em português e inglês e trata de temas como a sociedade moderna, a  era digital e as angústias e contradições do nosso tempo, onde a tecnologia que poderia aproximar as pessoas parece ser o fio condutor pra um futuro de afastamento e polarização.

A sonoridade é uma mistura de subgêneros, do mainstream e do underground, dentro dos pilares fundamentais do Rock. Guitarras distorcidas, peso e vocais rasgados se juntam a elementos especiais e revelam a personalidade da Black Bell Tone. Grooves de bateria, coros, momentos épicos e de silêncio dão a dinâmica e também evidenciam a química do grupo durante o período de composição.

O álbum composto e arranjado em estúdio pela própria banda foi produzido pelo engenheiro e guitarrista Nando Pontin, que também assina a gravação e mixagem do trabalho. A masterização é de Mateus Borges (AudioFARM Studios), engenheiro indicado ao Grammy Latino em 2013.

A arte da capa é do artista visual Leo Lage (Aro 33) e representa uma sociedade em oposição que sangra pela falta de entendimento, e que, na busca por liberdade e paz, está unida pela dor e muito mais próxima do que imagina. Leo Lage é conhecido por seus trabalhos com bandas da cena rock do Rio Grande do Sul como Pública, Ultramen, Dingo Bells, Cartolas, Bidê ou Balde, entre outros.

Assista ao videoclipe de "Amor, Ordem e Progresso" 


 Fonte: Black Bell Tone

Metalizer: disponibilizado faixas do novo álbum para audição em streaming

Três faixas do novo álbum, “The Pact”, estão disponíveis nas principais plataformas digitais


Após divulgar a capa e o tracklist de seu terceiro álbum, “The Pact”, a banda de Thrash Metal, Metalizer disponibiliza três faixas do novo trabalho para audição nas principais plataformas de streaming.

A faixa título, que tem letra baseada no livro "O retrato de Dorian Gray" do autor Oscar Wilde, Free Art e 100 Days in Rwanda, que é baseada no baseada no genocídio que ocorreu em Ruanda em 1994 resultando em milhares de mortes foram as escolhidas e disponibilizadas. Aliás, está última é a primeira balada da história da banda.

O novo álbum - que há priori será lançado digitalmente, ainda sem data prevista – foi produzido por Fábio Ferreira, no Mix Music (Amparo/SP), e tem arte da capa feita por Bebeto Daroz (Dust From Misery, Possessônica). A Metalizer procura parceiros e/ou selos para lançar o trabalho em formato físico.

Confira as três músicas disponibilizadas nos links abaixo:

The Pact

Free Art

 100 Days in Rwanda



Mais informações:

E-mail: metalizer_thrash@hotmail.com

Por VHPress

17 outubro, 2019

Talvez Desconhecido: Dethlehem (EUA) #13

Se você é fã de fantasias medievais inspiradas por longas e divertidas sessões de RPG, e ao mesmo tempo também é um adorador de Metal Extremo mesclado com pitadas melódicas, então diretamente da Pennsylvania, EUA, vem uma banda que é a perfeita para seus gostos: Dethlehem.




Era 2014 e eu estava começando a me interessar pelas vertentes mais extremas do Metal, em especial o Melodic Death Metal. Mal me lembro a ocasião, mas acabei por esbarrar no videoclipe "Circle of Deth" no YouTube e tal peça me chamou muita atenção. A atuação bem humorada dos músicos e demais atores, junto a uma música extremamente boa me conquistou e logo de cara virei um fã de Dethlehem.



Toda a temática dessa banda de Pittsburgh gira em torno de aventuras vividas em RPG e outros contos baseados em alta fantasia. Dethlehem encorpora em seu som muito de seu lado teatral, explorando as mudanças vocais e musicais para destacar o desenvolver de suas histórias. Em suas apresentações, tal como em seus clipes, trajam fantasias que remetem a seus personagens adotados nas campanhas de RPG que vivem nas horas vagas (ou nas horas de produtividade, depende do ponto de vista).

Dethlehem esteve muito tempo sem dar grandes notícias. Após lançar seu álbum de estréia em 2009,  "The Ghorusalem Codex Vol I: Enthroned upon a Spire", a banda lançou o volume II em 2011: "The Ghorusalem Codex, Vol. 2: Of Magick & Tyranny", álbum que apresentou a música mencionada anteriormente e que até hoje é o maior sucesso audiovisual do grupo, com mais de 63 mil visualizações apenas no YouTube.

O último lançamento do grupo foi em 2015: "Destroyers of the Realm", que apresentou faixas que foram bem promovidas e recebidas por sua fanbase. "Mystic Island" e "Oathbound" apresentaram videoclipes que seguiram a linha bem-humoradas enquanto suas músicas continuaram sendo grandes viagens melódicas com entradas agressivas, especialmente nas linhas vocais.



Atualmente, após longo período de expectativa, o grupo está em fase de anúncio de seu próximo trabalho: "Maelstorm of the Emerald Dragon", sendo incentivado através de campanha de arrecadação de fundos pelo site Kickstarter. O disco está em fase final de mixagem e masterização, mas ainda sem uma data concreta de lançamento. 

Mas, uma coisa é certa: se você leu até aqui e decidiu embarcar nessa inspiradora aventura repleta de surrealismo, magia e guturais, recomendo fortemente a acompanhar a banda em suas redes sociais, para estar por dentro da próxima história em que os bardos do Melodic Death Metal vão contar para nós.



15 outubro, 2019

OctoDemon: banda anuncia lançamento de novo single "Dust"

A banda paulistana OctoDemon anunciou recentemente que vão lançar seu mais novo single intitulado "Dust" no dia 31/10 e que promete ser uma tempestade da mistura perfeita que conseguem fazer: Rock N' Roll, Stoner, Grunge e Groove Rock. 


A arte foi feita pelo guitarrista Gus Pereira.

O single "Dust" estará disponível em todas as plataformas de streaming. 

Confiram uma mensagem do vocalista Gustavo Cunha sobre o lançamento:


FORMAÇÃO

Gustavo Cunha - Vocais
Gus Pereira - Guitarra
Daniel Moraes - Bateria

REDES SOCIAIS

14 outubro, 2019

Resenha: The Tribes of Witching Souls - Tuatha de Danann (2019)

O brasileiro deveria ter orgulho de ter bandas como o Tuatha de Dannan, bandas que não devem nada para nenhuma banda gringa, ouso a dizer que tem qualidade superior em vários aspectos. Começo destacando o poder de composição do grupo, acho que desde que fundamos o site (fazem 4 anos agora em Setembro), já devemos ter feito no mínimo três resenhas de lançamentos do Tuatha.




De tudo o que já ouvi do Tuatha, esse é o disco mais versátil dos caras. Principalmente pela notória pegada Heavy encontrada no disco. Consegui identificar em certos pontos, uma maior aproximação do "gênero mãe" do Metal, o Heavy Metal. Riffs mais pesados e bateria mais groovada, sem falar num vocal mais firme em certos momentos, posso dizer que começo a pensar na hipotese de ser o meu disco favorito do Tuatha até agora.

"Turn" é a faixa que resume o Tuatha the Danann, Heavy, Folk, Power e Prog, tudo aqui junto e misturado. Essa faixa identifica o Tuatha de diversas formas, desde influências até a verdadeira pegada da banda. Essa faixa é a minha favorita de TODAS que já ouvi do grupo. Gosto do refrão bem cadenciado e de todo o desenvolvimento das estrofes, quase que um resumo do motivo que eu amo o Metal, rs.

No mesmo disco temos "Your Wall Shall Fall" que traz um vocal mais rasgado, com drive e tem até a ousadia de guturais no final dos fraseados. Cada vez mais, o Tuatha mostra que esse disco é diferente dos outros lançados, ele deixa o Folk como segundo plano, como se fosse um complemento deste disco. O Heavy fica enraizado na composição integral do CD.

Os backing vocals com 'sussurros" dão um destaque, é como aquele atacante que dá assistência para o verdadeiro matador do time, deixa na cara do gol e aparece em momentos para desequilibrar, acho que melhor definição das segundas vozes, é impossível.

Tuatha de Danann merece o respeito de todos nós. Merece ser ouvido, degustado e valorizado. Tipo de música que pode ser ouvir desde churrasco em família até em roda de amigos com uma cerveja, ah e por falar em cerveja, com uma bem gelada faz o disco ficar ainda melhor, combinação perfeita.

Material enviado pela Heavy Metal Rock & Brauna Music.


TRACKLIST
01) The Tribes of Witching Souls
02) Turn
03) Warrior Queen
04) Your Wall Shall Fall
05) Conjura
06) Outcry (Acoustic Version)
07) Tan Pinga Ra Tan (Orchestral Version)
08) Rhymes Against Humanity (Demo 2004)
09) The Tribes of Witching Souls (Demo Instrumental)

12 outubro, 2019

Topfive: cinco bandas para ouvir neste final de semana #136

Hail Headbangers! Confira agora mais um Topfive que vem diretamente dos pontos mais infernais do nosso Underground. Apresento para nossos leitores, cinco grandes hordas que sem duvida, estão dispostas a fazer seus ouvidos sangrarem. Mais uma vez provando que o Brasil é um dos maiores celeiros de musica extrema.




01) Ynys Wydryn - Death Metal Sinfônico Salvador/BA 

Formada pelo guitarrista/vocal Dan Loureiro, que teve passagens por nomes como Confiteor, ex-Behavior. O músico carrega o intuito de mesclar passagens mais brutais do Death Metal com elementos mais eruditos, com dificuldades de estabelecer a formação a banda entra em um hiato de nove anos, porém no ano de 2018 é lançado o seu primeiro opus "Malevolent Creation", que conta com as participações de George Lessa do Headhunter DC, entre outros importantes nomes da Metal mundial. Um destaque para a faixa Gabriel's Exclamation.


02) Wicked Hell - Thrash Metal - Matão/SP

A cena de Thrash Metal paulistana é sempre efervescente e o Wicked Hell soma a esse cenário. Formada no ano de 2012 e estabelecendo atualmente como um trio formado por Rafael (baixo) Lo-Ami (guitarra) e Diego (bateria), possuem até o momento um EP batizado de "Possessed to Fight", que conta com cinco faixas entre elas um cover para o grande Flagelador.



03) Vulture Wings - Death Metal - Teresópolis/RJ

Se procuras um Death Metal que bebe da fonte sueca e inglesa do estilo ou  seja aquela podridão com solos cavalares o Vulure Wings, é uma indicação certeira. Formada no ano de 2012 e contando na sua formação com João Valentim (vocal), Alan Machado e Willian Passos (guitarras), Ted Fernandes (baixo) e Wellington Cunha (bateria). Contam até o momento com um EP apenas "Funeral Grounds" Porém em quatro faixas já mostram se como uma grande revelação de estilo , repare em musicas como: Walking Corpse Syndrome e Tower of Silence



04) Torqverem- Black Metal -  Sousas/SP 

Claro que não poderia deixar de citar alguma maldita horda do verdadeiro metal negro brasileiro nesse Topfive e a escolhida foi o Torqverem. Como eles mesmo se definem como "Um ideal banhado em sangue e iluminado pela luz ancestral do ocultismo. Executamos verdadeiros rituais nas composições que exaltam a profana natureza, expressando as densas energias que possibilitam o contato com a atmosfera da destruição através das ondas abissais onde repousam os verdadeiros funerais da criação".
Sim não estamos diante de um som para qualquer um e sim apenas para os verdadeiros guerreiros iniciados na arte escura, é que poderão aprofundar-se em hinos presentes nos trabalhos "Funeral da Alma Cristã" demo de 2008 e o seu primeiro full "Vber Crvciatvs" de 2011.



05)  Fatal Beast - Thrash /Black Metal -Campo Grande/MS

Com músicos que tiveram passagem pelo grandioso Missas Negras, essa horda faz uma verdadeira simbiose de sonoridades Thrash com passagens Black Metal. Ou seria o contrario? Bom, pouco importa, o fato é que "Blasfêmia, Violência e Ódio" foi um dos eps mais extremos lançado no ano de 2017 e que a banda compõem em inglês e português sendo que na nossa língua pátria, que foi onde na minha opinião se saem melhor como no hino Trilha negra da mão esquerda.



11 outubro, 2019

Killswitch Engage confirma show no Brasil para Dezembro

ANÚNCIO OFICIAL: KILLSWITCH ENGAGE CONFIRMA APRESENTAÇÃO NO DREAMFESTIVAL SÃO PAULO!



"Com enorme satisfação anunciamos a última atração internacional a ser confirmada para o DREAMFESTIVAL São Paulo 2019: KILLSWITCH ENGAGE!

Demorou um pouco, mas temos certeza de que receber o KSE para apresentar todos os seus clássicos, assim como o material de seu mais recente e incrível álbum, "Atonement", lançado em agosto deste ano, enriquecerá ainda mais o cast  do evento. A performance do KILLSWITCH ENGAGE no DREAMFESTIVAL São Paulo marca o retorno da banda ao país após cinco anos de espera e será exclusiva no Brasil em 2019, uma oportunidade única para todos os que viajarão de outras cidades e estados para participar do evento.
" Disse a produtora Liberation em comunicado oficial.

O KILLSWITCH ENGAGE abalou as estruturas do heavy metal desde que emergiu da parte gelada e industrializada do oeste de Massachussetts, Estados Unidos, em 1999. Isolados musicalmente, a banda foi pioneira ao unir pirotecnias de guitarras do thrash europeu com o espírito do hardcore da costa leste dos Estados Unidos, performances ao vivo bem humoradas e letras cultas,  revolucionando o metal na virada do século. Seu álbum de 2002, "Alive Or Just Breathing", foi declarado como uma obra criadora de um gênero, incluída entre os "100 melhores álbuns do heavy metal da década" pela revista Decibel e reverenciada por todos em publicações como Metal Hammer e Revolver.

Eles não apenas abriram as portas para dezenas de bandas que adotaram o seu estilo, mas também alcançaram duas indicações ao GRAMMY Awards na categoria "Melhor performance Metal" em 2005 e 2014. Dois álbuns do KSE, "The End of Heartache (2004) e "As Daylight Dies (2006) atingiram a marca de "Disco de Ouro" nos Estados Unidos. Três de seus lançamentos ficaram entre os 10 primeiros colocados no Top 200 da Billboard. Seus dois últimos lançamentos chegaram à posição #1 nas paradas como Top Rock Albums e Top Hard Rock Albums. Em plataformas digitais, as execuções de suas obras ultrapassam a casa de meio bilhão até o momento.

Em sua trajetória, a banda dividiu palcos com algumas das maiores bandas do mundo e participou de inúmeras turnês em que esgotou as capacidades de casas de prestígio nos seis continentes ao redor do mundo.

2019 marca o início de um novo momento para o KSE. O quinteto - Adam Dutkiewicz [guitarra], Joel Stroetzel [guitarra], Mike D'Antonio [baixo], Justin Foley [bateria], and Jesse Leach [vocais] - aprofundou todos os aspectos de seu som marcante em seu oitavo álbum, o primeiro pela Metal Blade, "Atonement". O show da banda no DREAMFESTIVAL certamente será um dos mais esperados da noite.

 DREAMFESTIVAL SÃO PAULO

07/12/2019 (sábado) Abertura: 15:00

Dream Theater (Estados Unidos)
Killswitch Engage (Estados Unidos)
Sabaton (Suécia)
Turilli/Lione Rhapsody (Itália)

Vendas: www.clubedoingresso.com

Fonte: Produtora Liberation

10 outubro, 2019

Evanescence e Within Tempation: tour conjunta e entrevista com as vocalistas

No último mês, as bandas Evanescence e Within Temptation anunciaram uma turnê em conjunto na Europa, a Worlds Collide Tour. Essa, que se inicia em Abril de 2020, passando pela Alemanha, Bélgica, França, Reino Unido, Itália, Suiça e Holanda.

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Foi um anúncio inesperado e muito bem recebido pelos fãs, já uma grande parte deles sempre teve esperança em que as bandas pudessem fazer algo juntas em algum momento. E até o ano passado, os caminhos  de Amy Lee e Sharon nunca haviam se cruzado, mas finalmente esse dia chegou!

Para essa turnê elas prometem algo totalmente diferente, uma nova atmosfera, palco e  shows especiais para essa ocasião. Com certeza essa turnê entrará para história no mundo do Symphonic Metal!



A Kerrang! Bateu um papo com as vocalistas para saber mais como aconteceu esse encontro e o que podemos esperar dessa turnê, separamos aqui algumas perguntas mais pertinentes sobre o assunto e quem quiser ver tudo que rolou nessa entrevista, pode conferir ela completa  no site.


KERRANG: Correndo o risco de ser óbvio, vocês duas estão animadas para esta turnê?

Sharon: “Claro! É algo diferente para nós, porque já tocamos grandes shows em alguns países, mas fazer uma turnê inteira como essa é algo novo. E com as duas bandas, estamos na mesma cena e temos algumas semelhanças. Também temos algumas diferenças na música, é claro, mas acho que a combinação torna essa turnê realmente forte. ”

Amy: "Sim, muito. É interessante, eu sei há muito tempo que compartilhamos fãs, porque ouvi falar dessa banda pela internet e nossos fãs falando sobre eles. A oferta surgiu para fazermos essa turnê juntos e estamos muito animados com isso. Parece fazer todo o sentido, e todos estamos realmente ansiosos por isso. "


KERRANG: É chamada Worlds Collide Tour, mas, como você diz, existem algumas semelhanças. Você acha que Within Temptation e Evanescence se complementam bem?

Amy: “Eu realmente acho. Nós escolhemos esse nome colaborativamente. Sentimos que temos nossos dois mundos separados, vidas separadas no oceano, mas de muitas maneiras existem  grandes semelhanças. E ser capaz de reunir esses dois mundos pela primeira vez, parece uma combinação perfeita para nós. Obviamente existem diferenças, mas você quer isso. Você quer contraste no programa, mas é legal poder ver as semelhanças e abraçá-las também. “





KERRANG:  Vocês são fãs da música uma da outra?

Amy: "Eu nunca tinha me aprofundado muito na música deles até conhecer Sharon pela primeira vez no ano passado, quando eles compareceram a um de nossos shows durante nossa turnê de orquestra. Nós nos conectamos instantaneamente de uma maneira bonita e eu fiquei tipo, 'Sabe, eu tenho que voltar e ouvir a música deles agora'. Comecei a encontrar todas essas músicas bonitas e melodias que eu realmente gostava. Era como se eu tivesse encontrado algo novo que estava esperando por mim o tempo todo.

Sharon: “Gosto muito da música deles. Quando Fallen saiu [em 2003], era muito importante que algo novo estivesse acontecendo. Talvez fosse um pouco mais para o nu-metal, enquanto estávamos fazendo mais coisas sinfônicas e o nu-metal era como um novo impulso para toda a indústria da música. Foi emocionante, refrescante e inspirador para muitas pessoas. ”


KERRANG: Vocês já tiveram pedidos dos fãs para fazer uma turnê juntas?

Sharon: “Claro, eles sempre pedem para fazermos algo juntas, mas talvez eles não tenham pensado que isso se tornaria realidade. É especial. No passado, lembro que muitos dos meus amigos ficaram muito animados quando Megadeth e Metallica fizeram essa turnê juntos, há muitos anos. Lembro que todo mundo estava empolgado em ver duas de suas bandas favoritas juntas, e é algo parecido. 


KERRANG: E, finalmente, haverá alguma rivalidade amigável entre suas duas bandas?

Sharon: "Eu não acho que haverá rivalidade. Dissemos que existem algumas semelhanças, mas você apenas faz o que quiser. Estou ansiosa por isso de uma maneira muito positiva e tenho certeza de que ambas as bandas farão o seu melhor."

Amy: "É, acho que não. Temos muito respeito um pelo outro e estamos muito animados para fazer isso. Sharon é uma pessoa muito adorável e pé no chão. Não passei tanto tempo com todos os caras, mas eles parecem também. Acho que vamos nos divertir. Não gosto de fazer turnês com pessoas que não gosto de estar por perto. Geralmente não faço isso, por isso estamos muito animados para passar algum tempo juntos e ficar perto um do outro. "




O primeiro show dessa turnê, será no dia  4 de abril de 2020 na Bélgica e os ingressos já estão disponíveis!