26 fevereiro, 2016

[RESENHA] - COLETÂNEA ROADIE METAL VOLUME 5 (2015)

Infelizmente não tive a oportunidade de ver este trabalho crescer, porém ouço/leio muitos elogios em cima deste e orgulhosamente faço parte da equipe do Roadie Metal(agradeço a oportunidade) e sei o quanto toda a equipe se dedica para criar matérias e sempre deixar o público do metal por dentro das novidades e por cima das informações de suas bandas favoritas.

Gleison Junior é o nome da fera, até onde sei tudo começou em uma rádio em Goiânia e logo se transformou no fenômeno que hoje é.

Gleison Junior no Estúdio aonde é apresentado o Programa Roadie Metal
Roadie Metal passou a se enquadrar na primeira escolha do público roqueiro e metaleiro brasileiro para se informar sobre notícias. Com uma equipe altamente qualificada, podemos companhar grandes resenhas, matérias e entrevistas. Mas não é sobre o site ou o programa de rádio que viemos falar nesta resenha e sim sobre as Coletâneas Roadie Metal, afinal acabamos de receber o volume 5 e sabemos que o volume 6 logo começará a rodar.

Diferente de outras coletâneas que aglomeram uma mesmice do começo ao fim, a Coletânea Roadie Metal 5 te prende desde os primeiro segundos aos últimos, lhe fazendo começar no primeiro CD  e partir logo em seguida para o segundo, pois mesmo com trinta e duas(32) bandas neste, conseguiram manter a mesma pegada e prender os ouvidos mais curiosos e exigentes do público alvo.

O material coletado para esta coletânea foi bem seletivo, mantendo os mesmos critérios e o mesmo nível a todo tempo. Obviamente é difícil, para não dizer impossível, agradar a todos, porém é perceptível que algumas músicas não agradem a algum público, mas o que merece ser destacado é o conjunto da obra em cima deste trabalho, tanto as bandas que neste estão, quanto ao criador, organizador e idealizador deste, afinal, é um trabalho gigante, pois conta com trinta e duas bandas, resultando uma coletânea dupla, além de uma capa bem elaborada. Podemos encontrar várias opiniões e nenhuma é igual, porém posso também afirmar que as músicas que não agradaram algum público, vai cair nas graças do público alvo que as bandas querem alcançar, mas com uma coletânea tão bem diversificada é difícil se limitar a ouvir apenas o "que se gosta".

Como disse anteriormente, a capa é muito bonita, e apesar de poder não ter ligação alguma, imagem contem um tanque de guerra e isso lembra de alguma forma a batalha que as bandas enfrentam no dia a dia para ter o seu lugar ao sol e ao mesmo tempo lembra a destruição que é esta coletânea, muita música pedrada para ouvir, viajar e curtir.

A arte da coletânea foi desenvolvida pelo Marcelo Nespoli, baixista da Eleven Strings, ou seja, arte criada de músico para músico. Marcelo tem um bom currículo como designer, não se prendendo apenas a artes gráficas e assim tendo bons lyrics videos e videoclipes bem sucedidos produzidos pelo mesmo.

E o que dizer mais, se não um... ANSIOSO PELO VOLUME 6.
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