28 outubro, 2016

Resenha: Shoot, Shovel, Shut Up - Endrah (2016)

Uma mistura de vertentes é sempre uma boa pedida, para alguns pode soar estranho, mas para quem realmente entende e procura conhecer melhor qualquer mescla de estilos, é algo formidável. Mas para ser sincero, algumas mesclas soam estranhamente e mesmo assim caem nas graças do público, já outras, acabam no esquecimento. Mas como você caracterizaria uma mistura de Death Metal, Hardcore e Thrash Metal? Ouça Endrah e tire suas conclusões, não é atoa que a banda está na ativa a quase uma década e meia.




O Endrah foi formado em 2002, no início por Covero, Fernando Schaefer(Fernandão) e T.J. No principio de tudo, eles se chamavam INK mas como já havia outr abanda com esse nome, resolveram mudar para Endrah em 2004. Essa formação foi a qual gravou o primeiro EP, intitulado "DEMONstration" com Billy Graziadei(Biohazard) na guitarra base e Scream nos vocais.  A partir dai foram outros álbuns com os devidos sucesso de uma banda batalhadora a mais de anos no cenário, hoje a banda é formada por: Relentless, Covero, Bruno Santin e Adriano Vilela.

Todo o sucesso que a banda conquistou nesses anos pelo cenário nacional, deve tudo a um trabalho sério e dedicado, não querendo ser apenas mais uma banda, mas sim uma banda que marcará o seu nome na história do Metal nacional. Mesmo com tantos materiais já lançados, a cada lançamento uma expectativa gigante toma conta do momento em volta da banda e a surpresa é sempre a mais positiva possível, isso se enquadra ao recém EP lançado "Shoot, Shovel, Shut".

Os caras sabem como fazer música, logo no inicio o soco na cara e o ouvido zunindo, ai você pensa, o cara vai desligar. Errado! Eu vou é aumentar, quero mais. Bruno Santin é um monstro, consegue deixar as músicas diversificadas mesmo seguindo um padrão. O Endrah sabe como compor música pesada e isso faz muita diferença, todos esses anos na ativa tem um ótimo resultado, não é atoa, é uma banda completa e consegue apresentar o que almeja, o exito é impressionante.

O disco é pauleira do começo ao fim, certas vezes é inevitável não parar de escrever a resenha pelo fato de estar batendo cabeça, é uma sonoridade que você vai absorvendo e entre o segundo ou terceiro play seguido do EP todo, você já arrisca alguma parte das letras. Músicas sensacionais, criadas por artistas sensacionais, não poderia ser outro resultado se não mais um trabalho extraordinário desta grande banda.





TRACKLIST
01) Shoot, Shovel, Shut Up
02) Shame
03) Priced Out of Paradise
04) Bully
05 Cadáver na Barragem


FORMAÇÃO
Relentless - vocal
Covero - guitarra
Bruno Santin- bateria
Adriano Vilela - baixo


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