25 março, 2017

Topfive: cinco bandas para ouvir neste fim de semana #26

Como já é de praxe, todo sábado aqui n'O SubSolo é dia de conhecer cinco novas bandas brazucas e, chegando na nossa vigésima sexta edição, trouxemos muita coisa boa pra vocês ouvirem, então, bora lá? 




1) Tamuya Thrash Tribe - Thrash Metal (Rio de Janeiro/RJ)

A banda carioca formada em 2010 por Luciano Vassan, Leonardo Emanoel, João Paulo Mugrabi e Bruno Rabello, faz um som pesado e distorcido, com letras que misturam inglês, português e até o tupi guarani, riffs elaborados e batidas arrasadoras, aliados a um vocal que passeia por diversas texturas que vão desde o gutural mais agressivo ao limpo e melódico. Em suas músicas, temas como escravidão, abolicionismo, missões jesuíticas, revoltas escravagistas, religião, luta pela liberdade e lendas indígenas são frequentes. O principal objetivo da banda é mostrar ao mundo a grandeza e a beleza de nossa história, cultura e folclore, narrando não somente a história de personagens como Zumbi, Tiradentes e Lampião e Sao Sepé, mas também o lado mais sombrio da nossa história e nossa cultura, mostrando tudo aquilo que ficou de fora dos livros didáticos e das salas de aula.


2) Cätärro - Thrashcore (Mossoró/RN)

A banda de powerviolence formada em meados de 2003, com influência da escola de thrashcore e powerviolence americano dos anos 90, é formada por Pedro - Vocal, Fernando - Guitarra e Aninho - Baixo. Os caras tomam como suas referências principais, o som feito pelas bandas de vila velha, como o Jäzzus, Ajudanti di Papai Noel, Chuck Norris, Merda e etc. Escute aí!


3) Facada - Grindcore (Fortaleza/CE)

O Facada toca grindcore desde 2003. Simples. Rápido, pesado, cru, sem experimentalismos, sem frescura, sem viagens sonoras, sem hypes ou modas, sem alegria, sem cultuar ninguém, sem dar satisfação a ninguém, sem breakdowns, sem vocais limpos, sem falsa amizade nem falso discurso. Sinta-se à vontade para não gostar. Se não gostar faça o favor de não nos visitar ou ouvir nossos sons. Já viajaram por quase todo Brasil, incluídos aí: Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Lançou seu 2o. disco chamado de “O Joio” que foi mixado na Suécia por William Blackmon (gadget) e foi lançado por 4 gravadoras, 3 brasileiras e uma inglesa. O Facada hoje é: James (baixo e vocais), Dangelo (bateria), Danyel (guitarra) e Ari (guitarra). 


4) Baba de Sheeva - Crossover/Punk/Thrash Metal (Goiânia/GO)

Punk e metal. Hardcore e thrash. Mais do que tentar andar em cima do muro dentro desses estilos, a banda nega a existência de qualquer barreira entre essas duas vertentes da música suburbana. Tocando o mais rápido que conseguem e falando em voz daqueles que não conseguem se expressar, pois já estão chapados demais para manifestar alguma ideia. Baba de sheeva, como os próprios caras se descrevem, é subversão, inversão de valores, música rápida sem fé em Deus, sem fé no mundo e sem fé no homem.


5) Galinha Preta - Punk Rock (Brasília/DF)

Integrada atualmente por Frango Kaos (vocal, samplers, guitarra), Bruno Tartalho (baixo), Japonez (guitarra) Hudson hells guitarra e Guilherme Tanner (bateria) a banda brasiliense Galinha Preta surgiu em 2002. Com um som puro, rápido e pesado faz juz as suas influências de punk rock, hardcore e grindcore. O grupo ousado, irreverente e dinâmico se tornou muito conhecido por provocar risadas hilárias a quem assistisse o show ou escutasse suas músicas. As composições abordam o cotidiano, problemas sociais e até lendas urbanas, de forma simples e irônica que agradam e divertem de forma super criativa, os ouvidos por onde entram.


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