03 dezembro, 2017

Resenha: Dias Raros - Tríade (2017)

Eles se chamavam "Tríade Sonora", alguns ainda os conhecem por esse nome, mas no lançamento de "Dias Raros" não mudou apenas o nome da banda, assim como a formação dela. Após a gravação desse primeiro disco do grupo tubaronense, eles resolveram adicionar um novo integrante, Pedro Victor foi incluso como segundo guitarrista e para uma sonoridade que já era versátil, ganhou uma maior consistência.




Por outras bandas que Pedro participou, ele trouxe o "toque" do Hard Rock para a banda, com base e riffs bem cadenciados e pesados. O disco é algo que flui naturalmente nas vozes de Fabrício, o cara tem muita influência com sua voz calma de bandas como Millencolin e Face to Face, sim, isso é nítido. O baterista Léo tem uma pegada única que mescla Hardcore e Punk Rock, fora que pessoalmente o cara fica muito alucinado atrás dos tambores com ótimas viradas e boa desenvoltura.

O baixista é importado e com ele as raízes de um baixo bem coeso, que consegue montar uma cozinha bem sólida, já que o Punk apresentado pelos caras também não tem solos ou "firulas", com linhas retas e viscerais. Senti a falta de alguma música que soe como "destaque", aquela música que possa alavancar mais facilmente do que as outras, sendo que algumas soam bem parecidas, porém, é algo bem pessoal mesmo nada que afete a qualidade da gravação (que é muito boa) e toda as estruturas musicais.

A Tríade é uma banda bem ativa no cenário sul catarinense, os caras fazem festival, participam de vários e ainda por cima, comparecem a eventos que não tocam, fortalecendo o nome da banda com organizadores e inclusive, outras bandas. Como não admirar uma banda assim?

TRACKLIST
01) Meio Pirado
02) Nunca Confie
03) Indiferente
04) Só Uma Vez
05) A Distância
06) Relatos de uma Vida
07) Conversa a Dois
08) Dias Raros


FORMAÇÃO

Fabricio - guitarra e vocal

Leo - bateria
Pedro Victor - guitarra
Diego - baixo



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