Topfive: cinco bandas para ouvir neste final de semana #80 (Rifferama)

Em comemoração de alcançarmos a marca de #80 colunas do "Bandas para ouvir no final de semana", convidamos Daniel Silva do Portal Rifferama, maior site especializado em música catarinense. Como o óbvio, o escritor e incentivador da música autoral catarina, trouxe-nos cinco indicações de bandas catarinenses de várias partes do estado. Confira as indicações:

Não esqueça, visite o site do Rifferama clicando aqui!





01) Parafuso Silvestre (Florianópolis/SC)
A Parafuso Silvestre lançou nesta quinta-feira (31 de maio) o EP “Atos Mortos”, o segundo de uma trilogia iniciada com “Contra o Corpo e Contra a Mente”, de 2017. A evolução na sonoridade da banda é nítida, mais madura, assim como as letras, que sempre foram um ponto forte nas canções do grupo. Belo trabalho.
 





02) Orquestra Manancial da Alvorada (Florianópolis/SC)

Comandada pelo maestro Julian A. Brzozowski (ex-Adam e Juliette), a Orquestra Manancial da Alvorada, que lançou recentemente o seu álbum de estreia, “Via Várzea”, é um dos projetos mais originais que ouvi nos últimos tempos. Genial.



03) John Filme (Chapecó/SC)


O duo Akira Fukai (guitarra e voz) e Fernando Paludo (bateria e vocal) começou fazendo um som mais pesado e próximo do stoner, mas hoje a dupla caminha pelo lado mais experimental, com forte influência de Sonic Youth. O EP “Caleb”, que saiu em abril, segue a linha do disco “Fohn Jilme”, um dos melhores lançamentos do ano passado.





04) O Mundo Analógico (Criciúma/SC)

“O Recomeço de Tudo”, segundo disco dessa galera de Criciúma, chegou para não deixar dúvidas: O Mundo Analógico é uma banda de rock. O groove do reggae e o balanço do ska continuam por aqui, mas as guitarras distorcidas se destacam no meio das letras politizadas. Uma volta de responsa.




05) Inverted Colors (Jaraguá do Sul/SC)

O trio Inverted Colors tem uma sonoridade bastante própria, mesclando influências diversas dentro do rock. O segundo EP do grupo, “Colorful Blank”, foi gravado ao vivo no estúdio do selo Aquagreen, em Blumenau, e é completamente instrumental, com foco nos riffs e texturas criadas pela guitarra de Raphael Günther.

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2 comentários:

  1. Que lista fantástica! Obrigado por apoiarem a cena, promoverem o acesso e registrarem a história das bandas do Estado! Vocês são heróis!

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  2. Belo trabalho Daniel. Beijo do Pai.

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