Abraxas Records: credibilidade não se cria da noite para o dia, o trabalho da Abraxas impressiona a cada dia que passa

A Abraxas foi fundada em meados de setembro de 2013, pelos irmãos Felipe e Rodrigo Toscano, estreando a turnê da banda francesa Mars Red Sky. O foco sempre foi o público que transita entre o Rock 'n Roll e a Psicodelia dos anos 60's e 70's, como também vertentes mais modernas como Stoner, Doom e o Sludge. Nos últimos anos a Abraxas se tornou referência no cenário nacional, promovendo grandes eventos, mas não só isso, constantemente crescendo a movimentação das próprias bandas independentes nacionais.



Tudo o que uma empresa do cenário precisa é de credibilidade e isso a Abraxas tem de sobra. Cada vez mais, o selo apresenta novos lançamentos e os eventos e turnês pelo Brasil não param, as novidades estão cada vez mais constantes e quem tem a ganhar com isso, somos nós, admiradores da boa música.

Veja um resumo de alguns lançamentos da Gravadora, ouça e desfrute.

Sã lança videoclipe da música Desprogramação


O recém lançado vídeo da banda goiana Sã está deixando até a maior emissora de televisão do país furiosa. Há relatos que a banda quebra TVs no palco e alguns fãs estão começando a fazer o mesmo. Veja o clipe polêmico aqui: https://youtu.be/6RYuR73oJyc.

Rock psicodélico em português, visceral e filosófico. As sínteses são mesmo a melhor maneira de apresentar o complexo e criativo conceito por trás da música da banda Sã, de Goiânia, que lançou em maio deste ano o disco de estreia Una-Maçã nas plataformas de streaming pela Abraxas Records. Ouça aqui: https://ONErpm.lnk.to/Una-Maca.

War Industries Inc. lança single More Casualties



‘More Casualties’ é o mais novo single da War Industries Inc., um tema que experimenta o visceral garage punk da banda com novos elementos que permeiam o stoner rock, a psicodelia e levadas de bateria hipnóticas, e também marca a estreia da banda na Abraxas Records. A música, que fará parte do próximo disco, WWIII, já está disponível nas principais plataformas de streaming. Ouça aqui: https://onerpm.lnk.to/WarIndustries.

Psilocibina lança vídeo ao vivo de LSD



Prestes a lançar o primeiro álbum, que será prensado em vinil pelo selo alemão Electric Magic, em parceria com a Abraxas Records, o power trio de música psicodélica Psilocibina apresentou 'LSD' na segunda edição do Sessões Mata. A live, que conta com a participação especial da performer Cexe e de José Vitor dos Santos na percussão, pode ser conferida aqui: https://www.youtube.com/watch?v=uHPm66QEWgY

Projeto Trator lança ‘Na Órbita do Medo’, 10º registro de inéditas



'Na Órbita do Medo’, o 10º registro do Projeto Trator, exalta tudo aquilo que o duo paulista martela há 12 anos de atividades: músicas fora do senso comum, e muita caoticagem, calibrada a partir da junção de momentos sludge, doom, stoner e punk. O novo EP tem quatro músicas, que já estão nas principais plataformas de streaming via Abraxas Records. Ouça: https://ONErpm.lnk.to/ProjetoTrator.

Paulo Uedo (guitarra/vocal) e Thiago Padilha (bateria) apresentam, como de costume, uma sonoridade orgânica, com pouquíssimos overdubs, captada junto a Sérgio Ugeda (ex-Hierfofante Púrpura) no estúdio Bem Maior, ainda em 2017. Antes de ganhar a versão definitiva do EP, as novas músicas – ‘Na Órbita do Medo’, ‘Asfixia’, ‘Vermes’ e ‘Absurdos’ – foram testadas ao vivo na turnê realizada ano passado na Argentina.

A crítica social nas letras do disco ‘Fora Temer’ (2016) está ainda mais direta neste novo material, sem nunca deixar de lado a estética dadaísta, uma das mais fortes características do processo criativo lírico do duo. “Não é clichê, mas é o que a gente vive no dia a dia. O Fora Temer é uma referência boa pra entender o que se reflete nesse EP. Nada melhora, tudo piora na realidade brasileira”, desfere Paulo.

Mayaen vai do stoner ao alternativo no EP de estreia



Fábio Mazzeu (guitarra e vocais, Lively Watter) e André Leal (bateria, Stone House on Fire e Carbo) resgatam a verve noventista da fase áurea de Monter Magnet, Fu Manchu, Soundgarden e Alice in Chains ao longo das seis músicas de Mudlord, o EP de estreia do duo Mayaen que chega às principais plataformas de streaming pela Abraxas Records. Ouça aqui: https://ONErpm.lnk.to/Mayaen.

 Gravado no estúdio Jukebox, em Volta Redonda (Rio de Janeiro), o registro é essencialmente stoner, mas com nuances de rock alternativo. A mistura é sentida nos riffs arenosos, nos vocais graves e energéticos, embalados pela bateria e refrãos marcantes. O próprio duo assina todas as músicas, enquanto a produção do EP teve a colaboração de Kleber Mariano.

O Mayaen, formado neste ano, é a válvula de escape de Mazzeu e Leal, criado para experimentar ideias, sonoridades e revigorar a amizade de longa data. A única regra aqui, explica o duo, é compor com o mínimo de recursos, uma proposital – e bem-sucedida – back to basics. Enquanto Mazzeu é ligado a bandas com propostas mais modernas, apegado ao hype, Leal é quem enaltece e mantém vivo o clássico. “A ideia é misturar tudo”, contam.

Em novo EP, ITD avança com Doom Metal cantado em português



Puxado pelo single Peregrinação, lançado na primeira quinzena de maio, a banda de doom metal brasiliense Into the Dust, a ITD, acaba de lançar o seu segundo EP. As quatro faixas do registro, disponíveis nas principais plataformas de streaming via Abraxas Records, podem ser conferidas aqui: https://ONErpm.lnk.to/ITD

O novo EP, sem nome, é um complemento natural do EP originalmente lançado em 2014 e disponibilizado ano passado pela Abraxas para streaming. É doom cantado em português, por diversas vezes escatológico, mas também com duras críticas à avareza e mesquinharia que corrói o homem.

A faixa de abertura, ‘Escolhido’, é uma alegoria sobre o ser humano e sua função social no mundo. A seguinte, ‘Relíquias do Caos’, retrata Brasília, mais exatamente sobre a destruição moral dos políticos corruptos.  Já ‘Era Sombria’ é basicamente sobre egoísmo, emendada a um bônus, ‘Fraus’, que fala sobre misericórdia.


Gods & Punks adiciona peso e novos experimentos em 'Ceremony of Damnation Pt.1'



'Ceremony of Damnation Pt.1' é o EP que sucede o elogiado disco de estreia 'Into the Dunes of Doom' (2017).  Num curto intervalo entre os lançamentos, a Gods & Punks avança na proposta de experimentar sonoridades e apresenta neste novo registro três músicas que ampliam sua já marcante personalidade musical, agora transitando entre o stoner, o progressivo, blues e pelo metal. O registro, que sai pela Abraxas Records nas plataformas de streaming, pode ser conferido aqui: https://ONErpm.lnk.to/GodsAndPunks

A arte gráfica do EP, que mantém o diálogo e a temática futurista dos demais álbuns do quinteto carioca, mais uma vez tem a assinatura de Cristiano Suarez, hoje um dos mais conceituados ilustradores do Brasil.  'Welcome to the Ceremony', 'Ground Zero' e 'Blood Moon Sky' são mais longas e experimentais, ao mesmo tempo que se apresentam como as composições mais sólidas da Gods & Punks. Todas as passagens são milimetricamente bem construídas e conectadas com virtuosismo e punch.  Estão previstos ainda para 2018 mais dois lançamentos:  'Ceremony of Damnation Pt.2' e o segundo álbum, que será a junção dos dois EPs e mais outras inéditas. 

Em solo, Pedro Salvador renova progressivo com jazz rock



Com quatro músicas instrumentais de rock progressivo apimentado pela psicodelia brasileira e jazz rock, o EP ‘Objetos no Céu’ mostra mais uma vez um Pedro Salvador (guitarrista da Necro e Messias Elétrico) versátil e inspirado.  O novo material do músico está disponível nas principais plataformas de streaming, lançado pela Abraxas Records: https://ONErpm.lnk.to/PedroSalvador.

 Todos os instrumentos foram gravados por Pedro, que também assina a produção e a capa do EP. Na faixa título, a música é transcendental, como conta o músico. “Tem uma intenção ‘tecno-onírica’, um clima baseado nas sensações que antigas fotos de ovnis transmitem”.  A harmonização, em acordes menores, deixa tudo meio suspenso, sem resolução, “tal qual os clássicos relatos de avistamentos celestes”, completa Pedro.

Já ‘Flagelo Moderno’ experimenta células rítmicas da bateria. A música possui um núcleo percussivo e os demais instrumentos utilizados por Pedro aparecem entre arranjos ora afrobeat, ora highlife. “E as guitarras escapuliram para territórios baianos”, conta.

Agradecemos a colaboração das informações e a fonte de Tedesco Comunicação & Mídia.
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2 comentários:

  1. Comprei o CD da banda UNA... e pirei no som dos caras... mas que baita sonzaço...

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