Cobertura: Sublime With Rome (Rio de Janeiro/RJ)

Sublime é uma banda referência não só no Reggae mundial como também na cena Pop e Rock. Consagrada pelos hits Santeria, What I Got e Scarlet Begonias, deparou-se com a precoce morte de seu vocalista e líder em 1996, Bradley Nowell.



Os membros remanescentes deram prosseguimento  com o vocalista e gênio da guitarra Rome Ramirez, cujo carisma no palco é hipnotizante.

Claramente há uma divisão em era Bradley e era Rome, já que o novo vocalista dá uma cara diferente às músicas, apesar do timbre ser muito parecido com o de Nowell.

A banda, que agora leva o nome de Sublime with Rome, apresentou-se no Brasil em algumas cidades e, no sábado esteve no espaço HUB RJ, aqui no Rio de Janeiro.

A noite começou com abertura da banda La Raza que parece ter influências de bandas como Red Hot Chili Peppers, Suicidal Tendencies e pelo próprio headliner, tocou seu setlist habitual (o mesmo da apresentação da banda no Imperator no ano passado) somado a um cover de Give It Away.

Sublime with Rome abriu seu show com a elétrica Date Rape, música das mais conhecidas da banda e seguiu um setlist enlouquecedor, embora aparentemente tenha sido menor do que o da apresentação de São Paulo (não tocou Take It Or Leave It, por exemplo), mas não faltou a dançante Wicked Heart, música nova da banda. Apesar dos outros membros não esboçarem quase reação parecendo mumificados pelos hashs (entre outras coisas ilícitas provavelmente), todos eles arrepiaram nos seus respectivos instrumentos - destaque para Eric Wilson e sua habilidade impressionante no baixo.

Apesar de ter sido um show absurdo de bom, o público (que parecia ser mais cativo das festas alternativas do HUB RJ do que fãs da banda) parecia mais preocupado majoritariamente em puxar um baseado e conversar com os amigos do que interagir com a banda ou com as músicas. O que realmente levou a galera ao delírio foi Santeria, que como maior sucesso comercial dos caras, obviamente foi deixada para ser a música final da apresentação.



Outro ponto importante foi a organização do evento. Não houve conferência de ingressos e devido à chuva, abriram os portões e deixaram as pessoas entrarem em grande evasão, o que é bom para quem queria assistir e estava ali pela entrada tentando arrumar alguma forma de entrar, mas ruim para o público pagante e para a produção também. Teve food truck e, como na área onde o HUB RJ está localizado não tem opção para comer, essa foi uma grande sacada.

Agora o público aguarda com expectativa os próximos shows, Cypress Hill e Pennywise - este último, que seja sem pista Premium para facilitar stage dives e rodas punks.

O Nosso muito obrigado à assessora de imprensa Ana Paula por ter disponibilizado nossa cobertura do evento.
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