Topfive: mulheres no underground #5

Como "a revolução será feminista ou não será", ouça o grito do empoderamento através de cinco bandas em ascensão no Topfive de hoje com as cinco melhores bandas (em ordem aleatória) com integrantes mulheres no underground punk, hardcore e riot! 



01) Charlotte Matou Um Cara - São Paulo/SP

"'Charlotte Matou Um Cara' quer destruir o machismo no grito", como bem disse o site azmina, é a melhor definição para essa banda músicas com letras diretas e som matador. Inspiração de quase todas as bandas no estilo riot grrl, o nome faz referência à Charlotte Corday, que matou Jean-Paul Marat durante a Revolução Francesa e através dos gritos de Andrea, Dori na bateria, Camis no baixo e Nina na guitarra, a banda cumpre o papel a que se propõe de incendiar nossos corações e destruir o patriarcado em cada música. (Para ouvir e baixar gratuitamente o disco: https://charlottematouumcara.bandcamp.com/)



02) Cosmogonia - Osasco/SP

Cosmogonia é uma banda Punk/Hardcore Feminista, formada em 1993, em Osasco-SP.  É uma das bandas pioneiras do Movimento Riot Grrrl no Brasil. Entre 1998 e 2006, a banda gravou alguns singles, participou de coletâneas e se apresentou em vários festivais de hardcore pelo Brasil. Depois de 12 anos de hiato, em 2017, três integrantes se reencontraram e decidiram reviver a banda. A formação atual conta com a energética Gabi nos vocais, Maria Esther na guitarra, Dani na bateria e Karol no baixo, com o mesmo ideal de seu começo: transmitir o feminismo e o empoderamento feminino com muita musicalidade.



03) Blastfemme - Rio de Janeiro/RJ
Idealizada por mulheres, Blastfemme carrega consigo raízes punks, disco music e rock noventista. Enquanto Jhou encarrega-se de suas impecáveis linhas de baixo, Vladya marca presença com sua bateria avassaladora, enquanto Igor “flameja os corações” com a sua guitarra distorcida e Dani arremata com seu vocal e performance extraordinária. A banda conquistou o prêmio Gabriel Thomaz de Música Brasileira 2017 de Hit do Ano pela "Obrigada Pela Parte Que Me Tocas". Com sangue quente junto ao seu ativismo feminista, Blastfemme intimida e diverte enquanto faz sua militância.



04) Sapataria - São Paulo/SP
As meninas começam a tocar e você sente como se o queixo caísse no chão: mesclando riot, punk e hardcore, Sapataria é uma banda lésbica, feminista e não tem pena de abusar das letras diretas para levantar todos os aspectos importantes relacionados a tais temas. Marina (guitarra), Dan (baixo), Isa (bateria) e Zu (vocal) acabaram de lançar seu primeiro EP que já começa passando o recado: "eu tenho orgulho de ser sapatão".



05) Manger Cadavre? - São José dos Campos/SP

Na ativa desde 2011, Manger Cadavre?, que constantemente era considerada banda com muitos homens para eventos de mulheres e muito feminina para eventos com bandas majoritariamente feita por homens, finalmente conseguiu seu lugar ao sol (após muito trabalho e militância) e vem fazendo um ótimo ano nesse 2018. Nata (vocal), Marcelo Augusto (guitarra), Marcelo Kruszynsk (bateria) e Jonas (baixo), a MC? toca hardcore dos bons com influências de crust; possui dois singles, três EPs e um split lançados.



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