30 março, 2019

Topfive: cinco bandas para ouvir neste final de semana #118

Hoje é dia de Topfive e essa matéria fixa de todo final de semana, sempre tem um gostinho especial pelo simples fato de dar oportunidade de falar sobre cinco bandas e o melhor, indicar para o leitor conhecer e renovar aquela playlist que toca sempre as mesmas músicas. Confira as cinco indicações de hoje!



Arte da Capa: Rômulo Dias.

01) Distrito Zero - Metal - São Paulo/SP



Distrito Zero é uma banda de Metal da zona leste paulistana. A banda é formada por Caique Oliveira (vocal), Renan Felipe (baixo), Heitor Bragagnoli (guitarra), Gabriel Rocha (guitarra) e Filipe Alexandre (bateria). A Distrito Zero se denomina ''Metal de Rua'' por ter em suas música e em sua mensagem a atitude de assumir a essência e lutar pelo que acha certo e falar a sua visão do mundo, e é isso que os músicos sentem e vivem com a banda. Por isso, aumentem o som e peguem a bebida! 

02) Onix8 - Hardcore - Criciúma/SC



Um dos maiores meteoros do Hardcore no inicio do ano 2000's com certeza foi a Onix8. Quando seu clipe passou na MTV no tempo que esse canal citado ainda merecia a nossa atenção com excelentes programas de videoclipes, a Onix8 chegou a assinar com gravadora e receber várias propostas. Porém, a vida os levaram para rumos diferentes e agora recentemente a banda voltou com um disco lançado e essa semana lançou seu novo videoclipe, que você assistirá na integra: 

03) Medjay - Heavy Metal - Belo Horizonte/MG



Medjay é uma banda de Heavy Metal mineira formada em 2018, chegando com o projeto como nova safra do Metal nacional. O termo do seu nome significa "Guerreiro de Faraó", foi um termo usado no antigo Egito para soldados daquela época. A banda carrega grande influência na temática de suas letras, sonoridade e tudo relacionado a banda sobre os 'mitos egípcios', espero que essa banda encante vocês, como ela me encantou na primeira audição.

04) Muqueta na Oreia - Metal - Embu das Artes/SP



Nuqueta na Oreia, o próprio nome ja avisa, segura que lá vem pancada. Com dois discos lançados (Lobisomem em Lua Cheia em 2010 e Blatta em 2013), mais cinco videoclipes e centenas de resenhas a respeito da banda, os caras carregam também no currículo shows dividindo o palco com Korzus, Projeto 46 e Dead Fish. 

A banda está presente em muitos festivais pela região de Embu das Artes e buscam cada vez mais, ampliar seu som para que chegue em mais lugares no Brasil e para isso a promessa é de novo material vindo ai. 

05) Rhestus - Metal - Rio do Sul/SC



Aqui fica a minha homenagem para uma banda que anunciou de forma oficial sua saída dos palcos e que estão pendurando as baquetas, palhetas e os coletes. Formada em 1993, encerram sua carreira com 25 anos de estrada, é pouco? A vida é sempre feita de ciclos e assim como eu tenho banda de Metal recém formada, sou da escola do Rhestus, de vê-los em ação e fica aqui o meu bom descanso e o meu MUITO OBRIGADO por tudo o que contribuíram para um cenário melhor, principalmente em terras catarinenses. Seus vinte e cinco anos serão lembrados e relembrados sempre, e a todo momento. O que vocês fizeram, será imortal. Obrigado Rhestus.

Rammstein: Letra e clipe de 'Deutschland' causa polêmica por mostrar campos de concentração


A nova música do Rammstein 'Deutschland' acabou de sair e já está deixando as pessoas putas. Descrevendo a história (e potencial futuro) do conflito humano, 'Deutschland' é um olhar provocativo para nós mesmos e para a fealdade que vem com a divisão. 


Nós temos a letra da música 'Deutschland' (Alemanha) em português, via O Subsolo: 

"Você chorou muito
Na mente à parte
No coração unido

Nós estivemos juntos por muito tempo
Sua respiração é fria
O coração em chamas
Você
Eu
Nós
Você"

Até o momento, a música parece falar sobre a dor da separação e a sensação de chegar a um acordo com um passado divisivo. Para o refrão, parece que Till Lindemann está direcionando suas letras para a própria Alemanha. 

"Alemanha, 
Meu coração está em chamas
Eu quero te amar, eu quero te amaldiçoar
Alemanha
Sua respiração é fria
Tão jovem
E já tão Velha
Alemanha"

O segundo verso da música fala mais diretamente para o passado imperialista da Alemanha:

"Eu
Eu nunca quis deixar você
Um quer te amar
E quer te odiar
Arrogante
Superior
Para assumir
Render-se
Surpreendente
Para atacar
Alemanha, Alemanha acima de todos"

Esse verso certamente vai ser interpretado em diferentes maneiras, especialmente porque o guitarrista Richard Kruspe está com um uniforme Nazista durante 'Deustchland'. E de novo, ele levou um tiro no rosto dado pelo Till Lindemann, que está em um campo de concentração Judeu e com uniforme. 

A ponte da música é assim: 

"Superior
Desnecessário
Super homem
Cansado de 
Quanto mais alto você sobe, mais você cai 
Alemanha, Alemanha acima de todos"

Como o segundo verso de 'Deutschland' a ponte trás uma mistura de frases de poder e superioridade com falha moral e redundância. Para uma música com o mínimo de palavras, dá ao leitor (e expectador) muito a se pensar, o que é o ponto principal. 


Uma petição foi feita para que Ozzy Osbourne ganhe o título de Cavaleiro

Uma petição foi feita para tornar o Príncipe das Trevas, Ozzy Osbourne, um cavaleiro. O site Change.org é conhecido por lançar campanhas onlines que podem ser facilmente compartilhadas e assinadas eletronicamente por milhares de pessoas e um curto período de tempo, e a mais recente delas foi designada em honra de Osbourne por suas contribuições para o Rock e Metal. 

Helen Maidiotis começou a campanha e a endereçou ao Departamento de Cultura, Mídia e Esporte do Reino Unido. "Essa petição foi lançada em suporte de minha campanha para dar o título de cavaleiro a Ozzy Osbourne. Essa é a terceira tentativa que juntou suporte do mundo inteiro através de uma petição para o Sr. Osbourne. Eu acredito que com a base de fãs mundiais que ele tem isso vai ter um grande impacto e gerar o resultado final para a nomeação," disse Maidiotis. Ela está procurando por suporte de 5,000 fãs. 

Ela continua seu argumento citando suas conquistas no mundo da música, do Black Sabbath até sua carreira solo, incontáveis prêmios e performances em eventos gigantescos. "Por cinco décadas o Sr. Osbourne tem entretido o mundo com sua música. Ele trabalhou incansavelmente para nos trazer o melhor que há de entretenimento desde os dias como frontman original do Black Sabbath em 1968, até os dias de hoje com sua infinita estamina, direção e compromisso com o mercado musical". 

Leia a petição e assine aqui

Osbourne está em sua casa se recuperando de uma gripe que ele contraiu no início do ano, que resultou no cancelamento de sua turnê europeia ''No More Tours 2" com o Judas Priest. Até o momento, nenhum outro cancelamento foi feito e ele está pronto para cair na estrada em Maio. Olhe as datas aqui

Sinceramente, "Sir Ozzy'' soa bem pra caramba. 

29 março, 2019

Metal com Batata: confira a programação do programa #69

MUTANTE RADIO  PROGRAMA 39




O Programa METAL COM BATATA deste sábado, 30 de março, entrevistará Mil, baterista da banda Armaggedon. A banda foi formada no final de 2004 na cidade de Arco verde, Pernambuco, trazendo influências Death e Grindcore, onde na época, em sua cidade o que predominava era o punk. A banda logo ganhou espaço na cidade, e fora dela, tocando em vários eventos do gênero metal.




Na entrevista o  baterista Mil falará um pouco sobre a história da banda desde seu início, em 2004, e além disso, como de costume no programa, serão apresentadas as influênicas da banda e de seus integrantes. 

A entrevista terá como foco principal o lançamento, em formato físico,  inicialmente do EP da banda denominado “Horda Infernal” que futuramente se tornará um full lenght. Também será citado quanto ao lançamento do novo Lyric Vídeo da banda, com a música “Em nome da Guerra”. Além do lançamento do disco novo, a banda também citará como adquirir seus discos e camisetas da banda Armaggedon.

A banda Armaggedon possui como integrantes:

Wellington (Kriollo) – vocal 
Elton França – guitarra 
Rodholfo Campos  - guitarra
Werlles Freire - baixo
Mil – bateria



No segundo bloco, o programa apresentará alguns sons de discos lançados em 2019 por bandas estrangeiras:
- Echoes of eternity com o disco Ageless;
- Frenzy com o disco Blind Justice;
- Beats in Black com o disco From Hell in Love; 
- Deserted Fear com o disco Drowned by Humanity; e
- Critical Defiance com o disco Misconception.


O programa Metal com Batata vai ao ar na Mutante Radio e pode ser ouvido através do site da rádio www.mutanteradio.com às 23h59min deste sábado, 30 de março de 2019, NÃO PERCAM!

Por: Cristiano Batata

28 março, 2019

Metal Etílico: SEPULTURA na WebTV Etílica


No dia 23 de março em Santa Rosa/RS aconteceu o show do SEPULTURA com abertura da Peixes Voadores no Divino Club. Um evento que reuniu a galera do sul do país para presenciar gigantes nacionais.

O programa de rádio Metal Etílico, que conta com uma ótima convergência digital, degustou e aproveitou a noite para gravar, e lançar ao decorrer da semana episódios de sua presença ao encontro do maior show da região. Wendell Pivetta e João Gustavo representaram o programa, entrevistando fãs e artistas do cenário brasileiro. Você pode conferir o primeiro episódio abaixo:


O programa agradece a Pisca Produtora e ao vocalista da Peixes Voadores, Eduardo Daronch pelo convite especial, e confirma novos materiais sobre o Workshop da Armored Dawn e cobertura do show da Enslaved em Novo Hamburgo, que será a cargo da redatora Letícia Nunes.

Vale ressaltar que o programa também irá divulgar uma resenha sobre o evento, com parceria do Subsolo.

(Wendell Pivetta na extrema esquerda e João Gustavo com camisa do batmam)

O Metal Etílico se deslocou com uma galera de peso saindo de Cruz Alta/RS, percorrendo 2 horas e 30min para o show. Aqui o agradecimento do programa a parceria da galera, destacando união e respeito de todas ás excursões das mais variadas cidades da região que se deslocaram para esta grande noite.

QUADRO NEGRO - #11 Por que não ir ao Black Flag


A imagem pode conter: texto
Esse meme, do meu amigo Damon Lebowski, é excelente! Isso faz pensar se a gente realmente curte o Black Flag ou se estamos apenas comemorando a contribuição da banda para o punk mundial.

Punks agradecidos? Sim, somos. Mas sejamos sensatos: apesar de Black Flag ser bom, com seis albuns de estúdio, a maioria de nós só ouviu o Damaged e o My War, ou seja, os dois primeiros.

Mesmo assim, além do logo incrível, Black Flag é uma instituição do punk e está prestes a vir ao Brasil pela primeira vez no Carioca Club, em São Paulo. O único da formação original a vir para esta tour, segundo o TMDQA, é Greg Ginn.

Greg Ginn: este homem é doente

Ginn tem um caráter tão fodido a ponto de ter abusado das suas duas filhas, deixando-as sem comida e sob suas ameaças. Um Google rápido e você pode ter maiores informações dos abusos que ele cometeu. Além disso, Ginn já processou quase todo mundo que passou pelo Black Flag alegando ser o dono de tudo o que envolve a marca. 

Quem em sã consciência processa Bill Stevenson?! 

Mas isso é motivo pra eu não ir no show?

De jeito nenhum! Vá ao show e veja o mito com os seus próprios olhos, até porque a Powerline, produtora que está organizando essa tour, é feita de gente super fina e competente, com certeza será um evento bem produzido - o do Against Me! não teve quem botasse defeito, por exemplo.

Porém...

Se você é (assim como eu) daqueles que, quando sabe que um abusador de crianças está no palco não consegue prestar atenção em mais nada porque isso te tira do sério de verdade e acha que agora que sabe que Greg Ginn abusou das suas duas filhas não vai conseguir curtir o rolê, por que não curtir um Netflix nesse dia? (É Greg Ginn, não é o Henry Rollins mesmo!)

27 março, 2019

Resenha: DeaThrone - Encéfalo (2018)

A primeira impressão ao se pegar o disco, é de que se trata de uma banda de Death/Thrash com um logo tradicionalmente difícil de ler. A capa é predominantemente vermelha, possui esqueletos, apesar de típico é atraente. O artista Ygor Nogueira assina a arte do álbum e devo dizer que ele conseguiu passar a ideia do disco.




O disco começa com a faixa 'Intro' que cria um clima com violões para trazer a ideia do peso que virá. A única coisa que me incomodou um pouco nessa faixa, foi o ruído do violão nas passagens de notas, mas não estraga a apreciação. 

Em seguida temos 'Echoes From The Past' que é uma faixa pesada, agressiva, bastante interessante e dentro do esperado. A voz está bem colocada na música, porém é um estilo com poucas variações tonais, sendo assim, o vocal fica bastante repetitivo depois de um tempo.

A terceira faixa 'Visceral Sadism' é rápida, objetiva e pesada, esses são os adjetivos perfeitos. Riffs matadores e blasting beats que são incitadores do caos! Nessa música o vocal ganhou variações e me agradou muito mais. 

Na sequência temos 'Annihilation Contempt To The Majesty' que é uma música com nuances de instrumental e posso dizer que até aqui o disco foi uma crescente musical. Parece que a banda vai aquecendo faixa após faixa. 

A faixa 5 'Blessed By The Wrong Choice' é aquele Thrash mais cadenciado, muito bem colocada na tracklist e uma música bastante técnica. Justo dizer que a voz encaixa muito melhor nesse ponto do disco. A faixa 6 'Hell' é instrumental, cheia de riffs e super agressiva, então prepare o pescoço. 

A 'These Final Rotten Days' me soou repetitiva no vocal, mas entendi que o disco renasceu nesse ponto; pois a faixa 6 foi uma introdução para que o disco se reiniciasse. 

Faixa 8 - "Food for Tyranny" - Mais riffs matadores, a guitarra está muito bem colocada no disco, o peso cai muito bem, timbre bem característico e as composições pedem exatamente o tipo de riff e arranjos colocados.  Chegando ao fim, temos "Retalliation" uma música curta de 3 minutos e bastante objetiva.

O disco se encerra com a faixa 10 'A Hollow Body' que ao contrário da anterior, essa é a faixa mais longa do disco e tem cerca de 6 minutos e pouco. Fiquei bastante impressionado com a mudança que a faixa 10 gerou; ela é "leve", diferente e bem legal! A banda mostra técnica e ideias bem boas. 

O peso vem sim, claro, mas é algo gradativamente e não em um tapa como foram nas outras músicas. 

As impressões gerais foram de um disco bem pensado e bem gravado. O destaque total é do baterista Rodrigo Falconieri que trabalhou muito bem nas composições. O power trio cearense mostra no seu terceiro disco um trabalho muito competente e cativante.

Material enviado pela Metal Media.




FORMAÇÃO
Luiz Henrique Muniz - baixo e voz
Lailton Souza - guitarra
Rodrigo Falconieri - bateria

26 março, 2019

Rafael Rassan: liberado trecho de "Unamimated Sun" que estará no seu disco solo

O experiente guitarrista e compositor Rafael Rassan, liberou na sua conta oficial do YouTube um trecho de uma das músicas que estão presentes no seu futuro disco solo.



A música em questão é intitulada de "Unamimated Sun", e ganhou uma versão 'preview' em vídeo sendo tocado pelo próprio guitarrista, junto de uma linha de bateria criada por Turko Ouriques, baterista do Agona.

Sobre outros músicos que farão parte do disco, Rafael Rassan comenta:


"Imenso orgulho de poder compartilhar com todos as participações especiais no meu disco, os músicos: Rodolfo Ferreira, Raul Fontanelle e Turko Ouriques (bateristas), Bruno Rodrigues e Paulo Ricardo (baixistas), Charles Soulz e Daemon Ross (tecladistas).


Músicos e amigos estimados que gentilmente receberam meu convite com grande entusiasmo. Este disco só está sendo possível graças ao carinho e admiração recíprocos que temos uns pelos outros. Muito feliz por conseguir em tão pouco tempo, reunir esse time único na minha carreira. É uma realização de um sonho."



Assista agora o trecho de "Unamimated Sun":



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Syn TZ: banda de Heavy Metal catarinense assina com a 'MK Press'

A MK Press e a excelente banda de Heavy Metal, fecharam um acordo de assessoria de imprensa.



A Syn TZ foi formada em setembro de 2012, em Balneário Camboriú/SC, com a proposta de entregar ao público seu Heavy Metal e shows dominados por força e energia do início ao fim. Sua sonoridade é caracterizada por riffs marcantes, vocais potentes, bateria e baixo pesados, "as METAL shall be!"

Na formação inicial, dois ex-integrantes da Syndrome: o guitarrista Marco Aurélio Girardi, e o baixista Osvaldo Dauve. A bateria ficou a cargo de Wander Verch, ex-Dracma, e os vocais por conta de Giuliano Schmidt, ex-Still Life Remains.

Com essa formação a banda lançou um EP, com três músicas, em setembro de 2013, no estúdio The Magic Place, em Florianópolis, um dos maiores e mais bem equipados de Santa Catarina.

Em julho de 2015, Edu Beeck assumiu o baixo da Syn TZ. Em maio de 2017 a banda lança seu primeiro álbum oficial, "Heavy Load", repetindo a parceria de sucesso com o produtor Renato Pimentel, no The Magic Place. O material apresenta 8 músicas inéditas e 3 faixas bônus, disponível em meio físico no formato digipack com capa em alto relevo, e ainda virtualmente em todas as plataformas digitais.

Em outubro de 2018, João Vormehlen assume a bateria e a banda inicia a Heavy Load Tour para divulgação de seu material autoral.

Levando sua sonoridade ao alcance do público que aprecia sua proposta, a Syn TZ segue expandindo sua presença no cenário musical, em meio às diversas bandas que compartilham do projeto de manter o Heavy Metal forte e ativo.

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Cherry Ramona: divulgado a primeira parte da agenda de 2019

Cherry Ramona voltou da sua turnê pelo sul do país e mesmo assim, nada de descanso. A banda de Rock 'n Roll catarinense divulgou recentemente sua agenda para o ano de 2019 e convida os produtores e casas de shows do país inteiro a entrar em contato para levar a Cherry Ramona a lugares novos.



Recentemente o grupo também lançou o videoclipe de "Verão do Sul", que teve uma repercussão maior do que o esperado pelos músicos da banda. Com gravações da Genuíno Films e junto da banda, produzindo o roteiro, o clipe fica marcado como o primeiro da banda e consequentemente, o material que encerra o ciclo do disco "Soco na Bixiga" lançado em 2015.

As datas anunciadas tem as cidades de Içara, Criciúma, Tubarão e Cocal do Sul no estado de Santa Catarina e também uma data em Capão da Canoa no Rio Grande do Sul, confira a agenda:



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Misbehaviour: baterista com autismo, se afasta do bullying ao fazer participações na banda, conheça a história de Eduardo Balardin

A música realmente é um instrumento universal e que pode ser entendido por todos. A história que queremos contar, acabamos de ler no site oficial do G1 (da Globo, sim) e falar do baterista Eduardo Balardin de apenas 14 anos, que tem autismo leve e era taxado como "incapaz" pelos colegas de escola.

Foto: Diogo Nolasco/TV Morena

Misbehaviour é uma banda que está há 20 anos no cenário do Metal, conhecido por grandes façanhas, como tocar em Santa Catarina alguns anos atrás, percorrendo uma quilometragem extensa para fazer a tal apresentação. Eduardo faz participações na banda através de um convite, seu primeiro show foi na escola e de lá para cá, Eduardo faz participações sempre que pode na banda acima citada. Lembrando que o músico ainda não é membro fixo da Misbehaviour.

"Com a música eu consegui mostrar que não sou o que as pessoas falam, eu sou capaz de muita coisa!" declara o jovem. Por coincidência, o Misbehaviour canta em suas letras sobre condutas ruins do ser humano, coisas como inveja, ódio e adivinhem, bullying. O pai de Eduardo, o Sr. Fernando Balardin, contou ao G1 que na banda ele encontrou uma maneira de lidar com o sofrimento que lhe causava, principalmente as brincadeiras de mau gosto. "Eduardo é sensível a ruídos ou barulhos desencontrados, porém a harmonia do metal só faz bem a ele. A música ajudou a transformar a vida do Du", relata o pai do garto, Fernando Belardin. Já segundo o baixista Pablo Leite, tocar bateria é um talento visível no garoto: "Ele é alto astral, gente boa e tem muito futuro".


Gilson Buzzio que é o vocalista e líder do Misbehaviour, fala sobre o assunto: "Não tenho dúvidas de que o Du será meu amigo para o resto da vida. A gente não deve olhar para as diferenças." Tudo o que uma pessoa precisa, é ser rodeado por pessoas que as entendam, sem julga-las. Eduardo ganhou um espaço no qual é muito amado, mesmo que por participações. E agora, rodeado de grandes amigos faz o que mais gosta.

Existe vários casos parecidos, ou piores no Brasil e que o Heavy Metal ou Rock 'n Roll salvou com os palcos. Inclusões são realizadas por pessoas guerreiras enquanto as fracas, tentam diminuir as pessoas, tentando se engrandecer perante as ''fraquezas'' alheias.




25 março, 2019

Miguel Arruda: guitarrista revela capa e participações especiais do primeiro EP solo

Novo trabalho trará quatro faixas e participação de músicos renomados do cenário nacional 




Seis meses após divulgar o single/clipe da faixa No Country For Old Man, o guitarrista araraquarense Miguel Arruda, que também integra a banda Blixten, anunciou que lançará em 2019 seu primeiro EP solo. 

Com o título de “Stare Into” o disco trará canções com vocais, já que o primeiro single foi de uma música instrumental. Para as funções, o músico convidou, nada mais nada menos, que nomes como Marcel, da banda conterrânea Tessalônica, Daísa Munhoz, renomada vocalista da banda Vandroya e da Metal Opera Souslpell, além de João Jorge do Dysnomia. Além deles, o guitarrista Sergio Pusep (Vandroya e Souspell) também estará no disco. 

Além das participações especiais, Miguel Arruda também divulgou a capa do novo trabalho, que ainda não tem previsão de lançamento, mas provavelmente sairá ainda no primeiro semestre deste ano. A arte da capa ficou a cargo do próprio guitarrista. Gravaram o trabalho ao lado de Miguel, Marcello Rocha (bateria, Toxic Death) e Alvaro Jhopar (baixo, Tessalônica). 

Confira o vídeo da faixa No Country For Old Man no seguinte link: 



Mais informações: 
Inscreva-se no canal do Youtube: https://www.youtube.com/channel/miguel

Por: VHPress 

Niharp: divulgando primeiro álbum, banda embarca para tour pela Europa em abril

Por VHPress

A banda de Prog/Heavy Metal, Niharp, anunciou que fará uma turnê europeia na segunda metade de abril. O quinteto de Campinas/SP divulga atualmente seu primeiro álbum, “Into Ethereal Dusk” (2018), e a turnê passará por França, Bélgica, Alemanha, República Checa e Hungria. 



Formada em 2003 e atualmente com Douglas Rovas (vocal), Murilo Mazza e Koragem (guitarras), Nilson “Karioca” Figueiredo (bateria) e Helder Silva (baixo), além do álbum, a banda os EP´s “A New Beginning” (2013) e “The Midnight Curse” (2018). 

“Into Ethereal Dusk” foi lançado em outubro de 2018. O disco foi gravado no Estúdio RG Produções com produção de Guilherme Malosso (Motherwood) e da própria banda. A arte da capa ficou a cargo de Wil Minetto. 

Confira as datas da turnê europeia abaixo: 
19 de abril no Le Midland – Lille (França) 
20 de abril no B52 Music Clube – Eernegem (Bélgica) 
21 de abril no Kultopia – Hagen (Alemanha) 
25 de abril – Fatal Club – Praga (República Checa) 
26 de abril – S8 Underground (Hungria) 
27 de abril – Nautilus Club – Hodonín (República Checa)

Ouça a faixa An Angels' Requiem do novo álbum no link abaixo: 



Mais informações: 

Distressed: banda catarinense lança seu primeiro EP

A Distressed foi formada em 2008 na cidade de Tubarão/SC.



Conhecida pelo seu Death/Thrash Metal agressivo e objetivo, a banda acumula passagens por grandes festivais, sendo que seu intuito desde sempre foi fazer uma sonoridade brutal, rápida e que fosse de qualidade.

"Decade of Decay" é o primeiro registro do grupo após mais de dez anos de formação. Gravado no "Orland Studios" com o grande profissional Orland Bussólo, que vem assinando grandes obras do Metal catarinense, como Alkanza, Malice Garden e Deadnation.

Distressed agradece em seu disco, a disponibilidade da R.Nandi Guitars, por emprestar suas guitarras para as gravações do trabalho, que pode ser ouvido no Spotify, YouTube ou Bandcamp.

Ouça agora mesmo "Decade of Decay"


FORMAÇÃO
Andre Wendhausen - vocal e baixo
Daniel Rosick - guitarra e backing vocal
Rafael Spilere - guitarra
Gustavo Oliveira - bateria

TRACKLIST
01) Decay
02) Hellvalley
03) March of The Zombies
04) Psychopaths
05) This Place is Death

Mais informações sobre a banda:
https://www.facebook.com/Distressedmetal/

Cobertura: Maniacs Metal Meeting (Rio Negrinho/SC) - Parte II

Seguindo a ordem das apresentações, chegamos ao segundo dia de evento, foi mais tranquilo no que diz respeito ao clima, uma vez que já não havia mais a chuva que tanto ameaçava despencar novamente. O dia ensolarado propiciou a montagem de uma pequena piscina na entrada do galpão, para o pessoal se refrescar e descansar entre um show e outro. Para os mais naturistas, havia opção de trilha na cachoeira, também.
Outra opção de entretenimento alternativo disponível foi a tirolesa. Apesar de não muito movimentada, houve quem quisesse aproveitar.

MANIACS METAL MEETING 2018 - O SUBSOLO | PORTAL DO UNDERGROUND





Antes da primeira banda se apresentar, conforme o cronograma, tivemos uma banda de um homem só. Na gaita de boca, na guitarra, na percussão e no vocal, Roberto Corrêa Scienza compõe o projeto Rope Bunny, o qual apresentou um blues de excelente qualidade para acordar o pessoal que ainda estava de ressaca da noite anterior.
Rope Bunny - Blues One Man Band
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Ao raiar das 14:00, a banda Grimpha - Curitiba/PR sobe ao palco para espalhar sangue pra todos os lados. Além das consagradas e clássicas canções do EP Induced Hate, apresentaram seu novo som, intitulado Spreading the Underworld, muito bem executado, por sinal, com passagens rápidas e uma pegada pesada, do jeito que quem curte uma pedrada na orelha gosta.
Quem visitou o stand da banda, pode encontrar a cachaça Maracataia personalizada, rotulada com a capa do EP supracitado.
Grimpha - Death Metal
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Em uma pequena alteração no cronograma das bandas, Crotch Rot subiu ao palco às 15:00, e mandou um goregrind polêmico e divertido. Letras explícitas e cômicas ao mesmo tempo, somadas à energia dos integrantes, que executaram o show inteiro com uma grande presença de palco e sintonia com o público. O vocalista “Muringa” não poupou criatividade na hora de usar o microfone.
Crotch Rot - Gore Grind

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Conforme falamos parte I desta cobertura, polêmicas sobre machismo envolvendo integrantes de bandas e organização [se você ainda não viu essa postagem, pode fazê-lo clicando nesse link], nada mais justo que uma banda composta somente por mulheres [Eskröta - SP], soltando a letra sobre esse assunto que até hoje é motivo de polêmica em muitos meios, inclusive no Underground, o qual todos os que compõem a cena dizem ser tão unidos. Enfim, a presença das meninas no palco, por si só já era suficiente para mostrar que elas sabiam o que estavam fazendo. Mas, não contentes com isso, mandaram um Thrash/Crossover de primeira, pesado, veloz e com letras abordando temas importantes da sociedade como fascismo, machismo e negligência das autoridades.
Eskröta - Thrash Metal/Crossover

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Para os fãs do bom e tradicional Heavy Metal, a banda Symmetrya - Joinville/SC trouxe ao público um pouco de sua trajetória, apresentando os trabalhos mais antigos, e algumas canções do então novo álbum Beyond the Darkness(2018), além de covers de Manowar e Black Sabbath (Warriors of the World e Heaven and Hell respectivamente).
Symmetrya - Melodic Heavy Metal

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Enquanto rola o heavy metal no palco do Maniacs, do lado de fora, temos o Grupo Medieval Wind, formado exclusivamente para o Maniacs Metal Meeting. Com membros das bandas Jornada Ancestral - Curitiba/PR | São Bento do Sul/SC | Jundiaí/SP (música antiga/medieval) e Tandra - Curitiba/PR (folk-metal). Com gaita de fole, percussão e violão, fizeram um ritmo enérgico e alguns solenes, buscando trazer da melhor forma, o espírito ancestral numa apresentação ao ar livre.
Medieval Wind - Folk Medieval

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Logo a quebraceira voltou ao palco com Rot - São Paulo/SP. Aquele grindcore podrão, mas com qualidade técnica atestada. Pra quem esperava músicas “quadradas” e simples, se surpreendeu. E pra quem tava a fim de quebrar o pescoço nos moshs, a dupla de vocalistas não deu trégua e a banda trouxe nada mais nada menos que um setlist com 28 (vinte e oito) músicas para aveludar os ouvidos dos presentes. 
Foram elas: Humanity Has Begun, Posterity Induced Reality, Elegance Of Life, Indiferent, Insane, Stone Cold Walls, Face The Facts, Sheeple(Menal Paralisys), Eternal Sunday, Cynical Excuse, Drowned In Restrictions, Horizonte Invertido, Happy Absurdity, No Will To Change, Restricted, 8' Owly It Is Coming, Uncertain Future, This Silent World, Miss Pisarev, Another Kind Of Prision, Life Will Serve Life, Dethroned Certainty, Decreased Possibilities, Destroy Everything, Post Mortal Promisses, Worshiping Their Own Promisses, Subversive Not Alternative, Technologic Error.
Rot - Grindcore

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A noite se aproximando e com ela a obscuridade do som de Paradise In Flames - Santa Luzia/MG. Com uma levada misteriosa e técnica, o trio nos trouxe um som de alta qualidade e performance, tanto sonora quanto visual. Com os teclados ficando a cargo do vocalista e guitarrista A. Damien, a tensão e peso foram garantidas desde a primeira música, que apresenta o single Hell's Now(2018) até a última The Tepes, fruto do EP Empire in Ashes(2003).
Paradise in Flames - Black Metal

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Outro ponto culminante da noite, foi a apresentação de Cemitério - São Pulo/SP. Durante o dia, já se ouvia comentários sobre expectativa do show, que se confirmara  às 19:40 da presente data.
Com a temática “Terror” em mãos, trouxeram músicas que retratam algumas histórias conhecidas do público que é aficcionado por este tema, conforme podemos conferir no set executado:
A Volta dos Mortos Vivos, A Vingança de Cropsy, Quadrilha de Sádicos, Holocausto Canibal, Sexta-Feira 13, Tara Diabólica, Oãxiac Odéz, Ela Voltou (Para Levar Sua Alma), Encarnou no Seu Cadáver, O Dia de Satã, Sentinela dos Malditos, Natal Sangrento e terminaram o show de horror com Pague Para Entrar, Reze Para Sair.
Cemitério - Death Metal

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Mais um show de performance visual no palco, com Creptum - São Paulo/SP. A tradicional banda de black metal, formada em 2001, trouxe um set canções antigas mescladas a lançamentos para o novo álbum VAMA(2019), como Transformation, VAMA e Reborn in Darkness.
Creptum - Black Metal

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Como foi perceptível, o cast não estava para brincadeira, de modo que, mais um show comentado mesmo antes de acontecer foi o da banda Facada - Fortaleza/CE.
Com toda a estrutura montada em frente ao palco, a grade de contenção pareceu frágil, diante da violência do som ali presente. Entre uma música e outra, foram feitos pequenos discursos sobre machismo, fascismo, racismo entre alguns outros calos da sociedade.
Pudemos constatar, discursos semelhantes em outras apresentações também. Parece que havia uma sinergia entre as bandas presentes nesta edição do Maniacs Metal Meeting. Isso mostra que a chama da união do Underground ainda está acesa, e que o motivo das letras que protestam, ainda existe de fato.
Facada - Grindcore

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Por motivos logísticos, a banda Murder Rape - Curitiba/PR, que já se encontrava instalada no evento, se apresentou antes da banda The Evil, programada para ser a próxima apresentação. Bem, trazendo o velho bordão dos professores de matemática e física, “A ordem dos fatores não altera o produto”, uma vez que a qualidade do som, e o envolvimento da banda com o público de mais uma velha de guerra, tenham sido excepcionais. Cabeças de porco empaladas, coroadas com arame farpado e jogadas ao chão do palco, juntamente com dezenas de hóstias espalhadas para o público, contribuíram para a montagem do cenário profano, para a execução do mais cru black metal já visto naquela noite.
Murder Rape - Black Metal


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Enquanto a banda The Evil se prepara para subir ao palco, no lado de fora do galpão, o grupo Falak’s começa sua apresentação folclórica-teatral, com muita dança do ventre, misticismo e pirotecnia, e contou a história da Serpente Cósmica que dá nome ao grupo.
Falak's - Dança do Ventre e Teatro

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Ao término da apresentação de Falak’s, The Evil - Belo Horizonte/MG, já estava a postos ao palco, dando forma à grande mistura de doom, grunge, sludge, stoner, entre outros estilos, deixando seu som pesadíssimo e carregado de interpretação. Destaques para a qualidade técnica na execução de todos os instrumentos, digna de uma apresentação de câmara, e da potente voz de Miss Aileen.
Os que não conheciam (inclusive este que vos escreve) ficaram impressionados com a performance da banda que além da indumentária peculiar que contava com grandes mantos, véu e máscaras, deixando um ar de mistério ao público. Também adornaram o palco com velas aromáticas entre outros itens. Ao fim da apresentação, foi feita uma reverência aos pais do doom metal passando a música Back Sabbath.
The Evil - Doom Metal

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Holocausto - Belo Horizonte/MG
Um show aguardado por muitos, porém, lamentavelmente não pudemos apreciar.


[Nota da Organização do Maniacs Metal Meeting]
Infelizmente a banda Holocausto não pode comparecer ao evento, mas em nota, informou que em detrimento dos problemas enfrentados junto à companhia aérea, não foi possível que nos agraciacem com sua apresentação

Em virtude do cancelamento do voo por parte da empresa LATAM, a banda Holocausto não poderá se apresentar no Maniacs Metal Meeting 2018.
A organização do evento e a banda Holocausto lamentam muito o ocorrido”.


[Nota da Banda Holocausto]
O pessoal da MMM antecipadamente e de forma organizada nos contratou e nos enviou as passagens com aproximadamente 3 meses de antecedência , as passagens eram pela companhia LATAN hoje sairiamos de BH/MG as 6:15 da manha e chegaríamos a Curitiba AA 9:20 da manha fazendo convecção em SP. Entretanto quando chegamos hoje as 5:00 no aeroporto de Confins em BH, o pessoal da LATAN disse, sem mais nem menos e sem avisar, que o vôo foi cancelado. Apos explicar MOS que tínhamos um espetaculo a cumprir, o pessoal da LATAN tentou junto a Companhia GOL nos encaixar em algum vôo para Curitiba, em principio um vôo as 13 horas com chegada prevista em Curitiba as 19:45, estávamos aguardando o remanejamento do vôo, quando veio a noticia que em fincão do mal tempo a GOL, cancelou este vôo também. Desta forma inviabilizando nossa presença no MMM, muito infelizmente e lamentavelmente.


Assim a Companhia LATAN, alegou que em função do mal tem nem as Companhias aéreas Azul e Avianca também não tinham vôos para Curitiba, principalmente em função do mal tempo de hoje!!!


Lamentamos muito o ocorrido e não foi culpa dos organizadores competentes do MMM e não foi culpa nossa, pois sempre cumprimos com seriedade, compromisso e consideração aos fans todos nossos shows e lamentamos que no Brasil as Companhias aéreas tratem seus clientes com esta falta de consideração e compromisso profissional.
Caso a Companhia aérea LATAN tivesse comunicado ao passageiros ou aos compradores das passagens previamente do cancelamento do vôo, poderíamos ter reunido esforços e comprar novos bilhetes, mas em face da falta de compromisso da LATAN com seus clientes tas fato não foi possível de contornarmos. Podem contar conosco em um próximo festival ou show que sera um lazer tocarmos para o pessoal do metal extremo de Rio Negrinho e região.


Do jeito que as coisas andam, o desejo de todos, é que a noite não acabe. Sad Theory - Curitiba/PR sobe ao palco e se depara com muitas pessoas ainda sedentas de metal violento  [e estamos falando de quase 02:00 da manhã], algo incomum de acontecer por aí. Bom, já que é assim, a banda aproveitou o embalo da galera que não parecia estar muito a fim de dormir, e mostrou o seu trabalho de forma magistral. Muita técnica envolvida, muitas notas por segundo e um entrosamento entre os integrantes, que justifica os 20 anos de experiência do grupo.
A mistura de death metal técnico com elementos do metal progressivo caiu muito bem para saciar a sede daqueles que ali esperavam por porradaria e qualidade.
Sad Theory - Melodic Prog Death Metal

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Infelizmente, por motivos técnicos, não pudemos presenciar o show da banda Trator BR - Bauru/SP.


Mais um toque de diversidade no cast, é dado com a apresentação de Opus Tenebrae - Santos/SP.
Entoando canções fortemente embasadas em coro, carregadas de energia e interpretação, a banda trouxe um celtic black metal que nos remete à Europa medieval. O destaque fica por conta dos elementos incomuns como coro de vozes constantemente utilizados, gaita de fole, e tambor, além dos instrumentos tradicionais. Sem sombra de dúvida, para quem curte um som diferente dos estilos tradicionais, Opus Tenebrae é uma boa opção para se conhecer.
Opus Tenebrae - Celtic Black Metal

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Se você ainda não viu a primeira parte da cobertura, pode vê-la clicando nesse link.

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